sábado, março 29, 2008

Automobilismo: Loeb levou Maradona a..."passear"!

Política: a Freguesia mais pequena do país


Conheça a Freguesia mais pequena do país: São Bento da Ana Loura, em Estremoz, com apenas 50 habitantes. Uma reportagem na SIC:



Pol

Música: “Barcelona” por Freddie Mercury e Montserrat Caballé

Fantástico! Só...fantástico.

Opinião: “Um Governo a correr riscos”

"O ministro das Finanças sabe bem que ainda não controlou o "monstro". Deu-lhe uns sedativos que o fazem atacar mais devagar. Bem pode o Governo fazer umas contas que mostram que a redução do défice foi conseguida tanto através da receita como da despesa. Há sempre contas para todos os gostos. A oposição gosta mais de olhar para um aumento da receita que é o dobro da registada na despesa entre 2005 e 2007. Se o ministro das Finanças continuar a ser sensato, não deixará de ficar bastante preocupado com as contas públicas. Sabe bem que esta extraordinária redução do défice público – para metade em dois anos – é irrepetível no futuro. Fernando Teixeira dos Santos sabe, melhor do que ninguém, que o aumento registado na receita fiscal – 17% em dois anos – não se vai repetir. As subidas começarão a ser mais lentas. O combate à evasão tem limites, assim como o bolso dos contribuintes. O ministro também sabe que com congelamento de carreiras, redução de serviços e até a saída de algumas áreas das contas da administração pública conseguiu travar a velocidade da despesa temporariamente (que mesmo assim cresceu 8%). A partir de agora tudo se torna mais difícil: os funcionários vão progredir na carreira, a saída de mais áreas do universo das contas do estado obriga a entrar por domínios politicamente mais difíceis, não se pode andar a reduzir serviços todos os anos e a saída e mobilidade dos funcionários públicos está mais complicada do que se esperava. A despesa está preparada para reganhar velocidade e a receita para perder. Esta é uma dinâmica instalada independentemente da conjuntura e até do sucesso das medidas de redução do número de funcionários públicos. A grande incerteza que hoje se vive sobre a evolução da economia nos próximos meses é outro dos riscos que o ministro das Finanças sabe que existe. Os Estados Unidos estão com dificuldades em controlar a crise financeira que criaram. Os efeitos na Europa parecem inevitáveis. Se a economia portuguesa crescer 1% em vez de 2%, o défice sobe automaticamente cerca de 800 milhões de euros. O ministro das Finanças sabe ainda que a redução do IVA que anunciou na quarta-feira nada conseguirá fazer contra um abrandamento da economia ditado pelo exterior. A opção por descer a taxa de 21% para 20% não terá qualquer efeito expansionista mesmo sem crise externa. A descida tem a dimensão de 250 milhões de euros, é este o valor que se está a devolver a empresas e famílias, uns míseros 0,15% do PIB. O pacote fiscal de George W. Bush para estimular a economia representa 1% do PIB.A redução do IVA não tem efeitos de expansão na economia e é perigosa para o caminho de redução do défice público. Porque decidiu então o Governo fazer isto? Sim, há eleições que se aproximam, há esperanças num futuro melhor que é preciso criar depressa. Estamos a arriscar mais uma crise orçamental para o PS manter o poder?”. por Helena Garrido, editorial do Jornal de Negócios, aqui.

Açores: Revisão de Estatuto Politico vai a votos

Segundo revela a agência Lusa, “a proposta açoriana de revisão do Estatuto Político-Administrativo vai ser votada na generalidade, quinta-feira, na Assembleia da República, um documento que os deputados açorianos esperam que seja aprovado por unanimidade. O presidente da Subcomissão Especial de Acompanhamento do Processo de Revisão do Estatuto Político-Administrativo da Região Autónoma dos Açores, no Parlamento açoriano, adiantou que um grupo de deputados açorianos estará presente na sessão plenária, em Lisboa. "Esta deslocação da subcomissão significa uma motivação e disposição política de acompanhar todos os passos que este processo terá na Assembleia da República", afirmou Francisco Coelho, após uma reunião preparatória com os restantes deputados da subcomissão em Ponta Delgada. O deputado socialista referiu que depois de aprovado o diploma baixará à Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias da Assembleia da República para se iniciar a discussão na especialidade. A proposta açoriana de estatuto, aprovada no Parlamento Regional por unanimidade, foi entregue na Assembleia da República em Novembro. Francisco Coelho assegurou ser natural que alguns dos 138 artigos do estatuto, que assume como "ousado", sejam alvo de propostas de alteração por parte dos deputados da Assembleia da República. Criado a partir da Revisão Constitucional de 2004, que alargou as competências das regiões autónomas, o novo Estatuto Político-Administrativo dos Açores aborda matérias que, até agora, estavam reservadas aos órgãos do Estado. O documento enuncia, também, de forma exaustiva, as competências legislativas da região, define as condições de dissolução da Assembleia Regional e altera o estatuto dos titulares de cargos políticos e o seu regime de incompatibilidades e impedimentos".

Futebol: Ana Paula Oliveira, a árbitra que posou nua..

Levem esta "piquêna" ao Euro 2008. Pode ser que os adversários de Portugal se distraiam ao contrário de italianos e gregos, pelo menos até este momento...

Não esqueça: relógios adiantam uma hora no domingo

No próximo domingo, os relógios vão adiantar 60 minutos, num acerto para a chamada Hora de Verão. Assim, à 01h00 os ponteiros avançam até às 02h00 em Portugal continental e na Madeira. A mudança da hora deve-se a uma directiva comunitária que determina que os países da União Europeia devem entrar na hora de Verão no último domingo de Março e adoptar a hora de Inverno no último domingo de Outubro, independentemente do fuso horário em que se encontrem. Na prática, os portugueses vivem no domingo o dia mais pequeno do ano, com 23 horas, fazendo-se a mudança numa altura em que menos afecta o quotidiano das pessoas, durante a noite e no fim-de-semana.

sexta-feira, março 28, 2008

Ponto final

Como é evidente o deputado socialista srº CP deu expressão aos seus pontos de vista em resposta a um comentário meu sobre a visita de Cavaco Silva, que pretendeu responder a um primeiro comentário feito por aquele político a um comentário publicado neste blogue. E como mantemos os pontos de vista, assunto encerrado até porque não sou talhado para alimentar polémicas, sobretudo desnecessárias, estilo "andarmos às voltinhas ao bilhar grande" sem qualquer utilidade. Uma pequena nota clarificadora: não falei na derrota do actual deputado CP na sua corrida para a CMF com outra intenção que não a de tentar procurar uma justificação para a tal agressividade excessiva de que falei. Até porque antes dele houve muita gente que perdeu em muita coisa. Só por isso. Quanto ao tema essencial desta troca de comentários, mantenho rigorosamente que disse e obviamente que o deputado socialista srº CP sabe que corresponde à realidade, aos factos. Outra coisa. Acusa-me de ser "indefectível de um regime anti-democrático". Mas sendo esta apenas a sua opinião, e valendo ela apenas o que vale, por causa disso, será que a pretende impor como uma verdade absoluta? Eu não conheço regimes políticos perfeitos, reconheço e não tenho dificuldade em afirmá-lo. Creio mesmo que não existem. Mas também sei que para a oposição, qualquer oposição que seja, todo e qualquer regime, desde que ela esteja fora do poder, há-de ser sempre "anti-democrático". Insultos? Porventura o senhor deputado socialista srº CP saberá melhor do que eu do que falo, particularmente de situações ocorridas no período de campanha eleitoral de Maio de 2007. Tal como recordo, por exemplo, já que bastou ler o seu blogue, como reagiu quando foi visado por insinuações publicadas noutros blogues, que não neste. Fiquemos, portanto, por aqui, sem moralismos.

Futebol: estudo "Football Money League 2008"

"A Deloitte divulgou recentemente o estudo que identifica os 20 clubes que geraram mais receitas a nível mundial na época 2006/2007, numa análise que serve de base à Football Money League 2008.O Real Madrid completou um hat-trick de primeiros lugares, com um aumento de receitas para 351 milhões de euros e o Manchester United subiu dois lugares ao atingir 315 milhões de euros, encontrando-se agora na segunda posição.Neste ranking, integralmente composto por clubes europeus, surgem seis clubes ingleses, quatro clubes alemães e quatro italianos, três clubes espanhóis, dois franceses e um escocês.O futebol continua a ser um desporto em crescimento e as receitas conjuntas dos 20 clubes mais ricos aumentaram 11%, atingindo o valor de 3,7 mil milhões de euros na época de 2006/07.O estudo identifica os estádios como um dos factores determinantes para o sucesso financeiro dos clubes. O impressionante aumento de receitas dos clubes alemães deve-se sobretudo ao investimento feito em novos e melhores estádios. Nos últimos 15 anos, o Sports Business Group da Deloitte tem vindo a representar um significativo valor acrescentado para o sector do desporto". Um documento que pode ser lido aqui.

Humor...fedorento!

Global economic outlook 2008

"The global economy is undergoing a transition from one era of economic expansion to another. This transition was brought on by the bursting of a bubble in the U.S. housing market. Yet bubbles don’t emerge at random. They are usually caused by an economic event. In this case, the event was the huge flow of liquidity from China to the United States. And, of course, bubbles always eventually burst. This Deloitte Research report examines how the economic imbalance between the United States and China contributed to the U.S. housing bubble and how the bursting of that bubble is having important consequences for the global economy. More importantly, we offer our view on how the continuation and eventual unwinding of global imbalances will affect the future direction and structure of the global economy. We also examine the future direction of China and the United States, along with the implications for the rest of the world as well as the economic outlook for other major economic players". Um estudo da Deloitte a ser lido aqui.

European Powers of Construction 2007

"European Powers of Construction 2007, our fifth annual publication, looks at construction company performance. This publication features: a top 100 construction company listing; interviews with the Corporate General Manager at ACS Group in Spain, Chief Financial Officer and Member of the Executive Board at HOCHTIEF in Germany, and Chief Executive Officer at STRABAG in Austria; a series of featured articles covering challenges surrounding entry to new markets, the US infrastructure market, the evolving role of cash and working capital management, a review of M&A activity in the UK construction sector, improving governance and managing risk, and challenges for the construction industry in delivering sustainable heat and power. As in our previous publications we have compiled key data on market statistics, trends, top construction companies, the PFI/PPP market, and M&A activity on a country-by-country basis". Um estudo da Deloitte que pode ser lido na íntegra, aqui.

Imprensa sob pressão: As dinâmicas competitivas no mercado da imprensa escrita portuguesa entre 1985 e 2007

Sandro Mendonça, David Castro, Pedro Cavaco e Gonçalo Lopes foram os autores do estudo com o título acima referido, divulgado pelo “OberCom” no final do ano passado: “Este estudo retratou o sector da Imprensa, e fez a análise da evolução da estrutura de mercado da Imprensa e suas dinâmicas competitivas ao longo do período de 1985 a 2007. O sector da Imprensa debate-se na actualidade com um vasto conjunto de ameaças inerentes ao contexto em que se insere o que condiciona a actividade de suas empresas. Por outro lado, e paralelamente a essas ameaças, também existe um conjunto de oportunidades e desafios que urgem ser aproveitados. Ao analisar a envolvente microeconómica da Imprensa concluí-se que, na actualidade, as forças que actuam sobre esta indústria são muito intensas o que torna o sector menos lucrativo e restringe a competitividade de suas empresas. No que respeite ao crescimento do sector, e nos termos do “mercado relevante” estudado, verificámos que a maioria das publicações se encontra em quebra ao nível da circulação paga, com destaque para os diários de informação geral que entraram pronunciadamente em fase de declínio na transição de 2004 para 2005. De um modo geral constatámos que a maioria dos segmentos do mercado da Imprensa se encontra numa fase negativa em termos de crescimento, tal como a circulação paga global do mercado medida em termos médios. A excepção neste cenário negativo é a Imprensa gratuita que está em clara fase de ascensão. Concluí-se igualmente que o sector da Imprensa nos últimos anos se tem caracterizado pelo aumento da concorrência e uma maior rivalidade entre as empresas ao nível da disputa de mercado o que nos é indiciado por uma diminuição da concentração na globalidade dos segmentos estudados. O sector da Imprensa já conheceu melhores momentos mas, no entanto, é prematuro afirmar que estamos a presenciar o início do fim do jornal tradicional tal como o conhecemos. É verdade que as ameaças ao sector são mais reais que nunca e que este actualmente não é tão rentável como outrora, contudo isso não quer dizer que o sector não possa sobreviver na nova era digital assentando, porventura, noutro modelo de negócio. E quanto mais pensamos no sucesso dos jornais gratuitos mais nos questionamos se não passará por aí o futuro desta indústria”. Um estudo a ser lido, aqui.

Comunicação: “Era uma vez...fábulas, romances, quotidianos. Imagens da vida privada nas telenovelas portuguesas”

Este foi o título do trabalho de Rita Cheta e Sofia Aboim, divulgado pelo OberCom, no passado mês de Outubro 2007, mas que me parece interessante: "Em que medida correspondem as imagens ficcionais da família e do casal, da sexualidade e das relações entre homens e mulheres, aos cenários reais da vida privada no Portugal contemporâneo? Esta era a nossa pergunta inicial, para a qual não encontrámos respostas fáceis. A principal dificuldade com que nos deparámos reside no facto de os estilos de telenovelas em emissão serem tão diversificados que é impossível responder de uma única vez a esta questão. Com efeito, as imagens veiculadas pelas telenovelas primam por uma grande diversidade normativa, oscilando permanentemente entre componentes tradicionalistas e modernistas. Essa mistura está presente quer na grelha de programação da SIC e da TVI (Jura a seguir a Floribella na SIC), quer no interior das próprias narrativas, atravessadas, umas mais outras menos, por oscilações entre representações tradicionais da família e do género e temas actuais, vanguardistas ou marginais, como procurámos demonstrar ao longo desta análise. O próprio processo de transformação do folhetim tradicional em narrativas mais contemporâneas pode conduzir a estas sobreposições. Mas, na verdade, a pluralidade e a cumplicidade entre traços diferenciados fazem também parte da realidade portuguesa, como têm comprovado vários estudos. Em Portugal tende-se a aceitar enquanto comportamentos legítimos o divórcio, as uniões de facto e os filhos nascidos fora do casamento, as famílias monoparentais, o trabalho profissional das mulheres (ao mesmo tempo que se deseja maior participação doméstica dos homens), formas mais liberais de estar por parte dos jovens, etc.. No entanto, o conservadorismo ressurge quando o tema é a maternidade, a independência sexual da mulher ou uma individualização muito forte face ao grupo conjugal e familiar. Desse ponto de vista, existe multiplicidade e ambiguidade normativa tanto na realidade como na ficção, muito embora nesta última os traços apareçam demasiado polarizados, exacerbados, e, por isso mesmo, frequentemente longe das vivências da maioria dos portugueses. Uma primeira conclusão importante da nossa análise deve, por isso mesmo, sinalizar esta grande diversidade interna às telenovelas, bem como a preocupação, sobretudo nas novelas quotidiano e romance, em actualizar estilos mais tradicionalistas, focando temas e problemas dos indivíduos nas sociedades contemporâneas. Uma segunda conclusão assinala, por outro lado, que a construção da ficcionalidade se produz numa relativa distância entre ficção e realidade. Nas novelas fábula, as famílias, as relações inter-pessoais e as personagens são as de um folhetim tradicional, dinástico e pouco complexo em termos narrativos; nas novelas romance, os enredos acabam por gerar alguns paradoxos resultantes da colagem de elementos contemporâneos a histórias clássicas de famílias ricas e dinásticas e famílias pobres mas honestas; nas novelas quotidiano, alguns traços de modernidade aparecem descolados do contexto social mais alargado e transmitem mensagens pouco consistentes de um ponto de vista moral”. Um estudo disponível aqui.

Canárias: bronca no Parlamento!

"El presidente del Parlamento canario, Antonio Castro, ha interrumpido el discurso sobre el Estado de la Nacionalidad del líder de la oposición, Juan Fernando López Aguilar, al acusarle de mentir sobre una supuesta irregularidad en la investidura de Paulino Rivero como presidente del Gobierno canario.Visiblemente molesto, Castro interrumpió el discurso de Aguilar después de que este incluyera en su alocución una referencia a la supuesta irregularidad cometida por el Parlamento canario al comunicar a la Casa Real la toma de posesión de Rivero como presidente antes de que fuera votada. Castro espetó a Aguilar su disgusto por considerar que estaba utilizando su tribuna y la ocasión para “mentir” sobre un hecho que considera no comporta ninguna irregularidad. “Usted conoce el reglamento”, le declaró el presidente del Parlamento a López Aguilar. Tras este cruce de palabras entre Castro y Aguilar, el discurso de este último continuó al considerar “ridículo” convertir la sesión en un debate entre ambos cargos.DENUNCIA. En el debate de investidura los socialistas denunciaron la existencia de un documento registrado en la Cámara y firmado por su presidente en el que se comunicaba al Rey el nombramiento de Rivero, previamente a la votación para la investidura.Castro replicó entonces que ese escrito no se había enviado y afirmó que no era la primera vez que se tenía preparado un documento de este tipo para facilitar los trámites", escreve o jornal "La Provincia", citando a agência de notícias de Canárias. ACN. Um assunto tambem abordado pelo "El Dia" e que, caso queira ouvir, pode fazê-lo através deste link.

Açores: TC detecta irregularidades na concessão de avales!

Diz o Açoriano Oriental, que cita a agência Lusa que, afinal, "a Secção Regional do Tribunal de Contas (TC) detectou irregularidades na concessão anual de avales por parte do Governo Regional às empresas públicas. Numa auditoria efectuada à "totalidade dos avales em vigor à data de 31 de Dezembro de 2006", os auditores do TC fazem várias recomendações ao Executivo socialista, no sentido de tornar este tipo de investimento mais transparente. Não existe, por exemplo, um critério definido pelo Governo Regional para a fixação anual do limite de avales, e o valor máximo, acumulado, das responsabilidade a assumir por avales, "não se encontra legalmente estabelecido". Por outro lado, o Tribunal de Contas verificou também que os valores envolvidos nos avales nem sempre foram utilizados para os fins pretendidos. De acordo com o relatório, os empréstimos concedidos à Sociedade de Promoção e Reabilitação da Habitação e Infra-estruturas (SPRHI), correspondem a financiamentos indirectos da Região, que estava legalmente impedida de os obter de forma directa". Ora com que então!.... E para que nem fiquem dúvidas, nada melhor que ler as 50 páginas do documento original do TC, aqui: "Em 31 de Dezembro de 2006, a RAA era responsável por 20 avales. O capital inicial das dívidas garantidas totalizava 494 417 329,46 euros , ao passo que as responsabilidades regionais, fruto das amortizações entretanto efectuadas às diferentes dívidas, situavam-se nos 422 484 164,51 euros". E ainda:
"Principais Recomendações
Atentas as matérias tratadas e respectivas conclusões, formulam-se as seguintes recomendações: 1. O limite anual dos avales a conceder deve resultar da fixação de critérios objectivos que definam os parâmetros para a fixação daquele limite, tendo em conta a capacidade financeira da Região. 2. O valor máximo, acumulado, das responsabilidades a assumir, por avales concedidos, deve ser legalmente estabelecido. 3. As responsabilidades por avales concedidos devem ser controladas de forma a não comprometer a situação financeira da RAA. 4. A concessão de avales não deve ser um meio de contornar a impossibilidade legal de recurso ao endividamento. 5. A concessão de avales deve condicionar a aplicação dos empréstimos garantidos nas finalidades propostas na formalização do pedido de aval".

...e Governo quer levar Estatuto autonómico para a rua!

Enquanto isso, garante o jornal "La Provincia", "Paulino Rivero se comprometió ayer a abrir un debate "en la calle" sobre la necesidad de reformar el Estatuto de Autonomía y anunció que el Gobierno mantendrá las reivindicaciones contenidas en la anterior propuesta del Parlamento de Canarias. Sin embargo, el presidente no hizo ninguna mención a la reforma del sistema electoral, una de las condiciones que ha puesto el PSOE para aprobar un nuevo Estatuto en el Congreso de los Diputados. "Hagamos que el debate del Estatuto cruce las puertas de esta Cámara, que salga a la calle, que se acerque a los verdaderos protagonistas y beneficiarios del Estatuto que esta tierra merece", señaló Rivero, quien apuntó que el Ejecutivo va a poner la modificación estatutaria "en manos de la sociedad" y va a "abrir un debate del que participen las siete Islas". Respecto al contenido, adelantó que la nueva propuesta del Gobierno de CC-PP "mantendrá la definición como Archipiélago Atlántico y, en ella, el mar como parte de nuestro espacio territorial". En segundo lugar, reclamará "la adaptación de políticas del Estado a nuestra condición ultraperiférica, lejana e insular". También recogerá "las competencias en puertos, aeropuertos, costas, servicio aéreo y otras propias de esa condición de Archipiélago; así como el respeto y garantías para nuestro Régimen Económico y Fiscal".DEBATE SOCIAL. La novedad respecto a la frustrada propuesta del Ejecutivo de Adán Martín es que en esta ocasión se abrirá el debate a la población: "convencidos de que el Estatuto de Autonomía es un derecho del que los canarios merecen ser partícipes y protagonistas, anuncio que nos vamos a poner manos a la obra con el objetivo de abrir un debate social sobre el Estatuto, en general, y, especialmente, sobre aquellos derechos y demandas que los canarios sienten más cerca".

Canárias reclamam 2.000 milhões a Madrid....

Conforme escreve o jornalista NACHO MARTÍN, no jornal "El Dia", "el presidente del Gobierno presentó ayer ante el Parlamento el primer balance de su gestión defendiendo haber puesto en marcha medidas "para las personas" y denunciando la política del Estado en materias como la inmigración y la energía. Resulta difícil centrar la crítica al balance de una gestión política como el presentado ayer por el presidente del Gobierno ante el Parlamento en si es o no suficiente contar en el haber con un único proyecto de ley -el de creación de la policía autonómica- en ocho meses tras la celebración de las elecciones regional. Pero lo cierto es que Paulino Rivero afrontó su primer Debate sobre el Estado de la Nacionalidad con ese texto, con un conjunto de medidas de carácter social que habría puesto en marcha en ese tiempo y un buen número de anuncios y promesas. No se olvidó de dar una de cal y una de arena al Estado, pero sí de alguna cuestión como el conflicto en la sanidad canaria -no, en cambio, del que sigue vivo en educación-, que no hizo aparición a lo largo de los 47 folios de su discurso. Tampoco se refirió a la moratoria y al enorme retraso en la aprobación de la nueva ley trianual ni al pago de multimillonarias indemnizaciones que afronta el contribuyente tanto por la propia moratoria como por el proyecto de la montaña de Tindaya. Tampoco formó parte del discurso los retrasos en la tramitación de la ley para mejorar la calidad democrática de las instituciones, que tenía que haber llegado a la Cámara antes de finales del año pasado. Empezando por las relaciones con el Estado, Rivero no dejó de invitar al nuevo Gobierno central a retomar el diálogo, pero marcando con claridad la línea que separa a ambas administraciones, una línea a la que puso un precio de 2.000 millones de euros de deudas por diversos conceptos: 500 millones anuales por el aumento de la población no contemplado por el sistema de financiación autonómica, 400 millones por no cumplir con la media estatal de inversión contemplada en el Régimen Económico y Fiscal (REF), 300 millones que el Estado deduce a Canarias por el exceso de recaudación del IGIC y 823 millones adicionales en cuatro años derivados de la financiación sanitaria".

Humor: vejam este"chico esperto"!