domingo, junho 26, 2022

Sondagem: Maioria de quem faz férias fica no país e contém gastos

 

Portugal é destino para 79% dos inquiridos. Situação de crise força a poupança: 76% tencionam gastar o mesmo ou menos dinheiro do que no último período de descanso. Mais de metade dos portugueses tenciona fazer férias neste ano, mas a esmagadora maioria não vai sair do país e 76% vão conter os gastos, a avaliar pelos dados de uma sondagem sobre férias realizada pela Aximage para o JN, o DN e a TSF. Segundo os resultados de 804 entrevistas, cujo trabalho de campo decorreu entre 14 e 19 deste mês [ver ficha técnica], 56% dos inquiridos tencionam fazer férias, o que representa uma subida de oito pontos percentuais (pp) em relação ao estudo de março do ano passado, quando só 48% previam fazê-lo. Observando-se os dados segundo a região de residência, verifica-se que os moradores nas áreas metropolitanas do Porto e Lisboa são os que mais pretendem fazer férias, com 60% e 58% dos inquiridos, respetivamente.

Cortar ou manter gastos

A pretensão é mais vincada entre os jovens adultos e até à meia-idade, com 63% dos inquiridos entre os 18 e os 34 anos e 62% entre os 35 e os 49 anos, tal como nas classes mais favorecidas (A/B), com 74 %. Questionados quanto aos gastos que admitem fazer em comparação com as últimas férias, apenas 21% pensam despender mais dinheiro, porque 44% pretendem ter uma despesa idêntica e 32% procurarão cortar nos encargos. Os 76% de inquiridos mais contidos distribuem-se de forma semelhante nos diferentes grupos etários e distinguem-se de forma mais visível nas classes sociais: dos mais favorecidos, 48% pensam gastar o mesmo dinheiro; dos que possuem menos recursos (classe D), 35% pretendem despender menos.

PSD à espera das revelações de Montenegro


Está tudo fechado em copas e os sociais-democratas aguardam pelas surpresas que o novo líder deverá revelar no Congresso do próximo fim de semana, no Porto. A uma semana do congresso que permitirá a Luís Montenegro tomar as rédeas do maior partido da oposição, o PSD tem-se fechado em copas. Há semanas em silêncio, o novo líder tem tentando evitar ao máximo fugas de informação que comprometam a sua estreia na reunião magna dos sociais-democratas, de 1 a 3 de julho. De forma discreta, tem sondado eventuais disponibilidades, mas os convites formais só deverão acontecer dois ou três dias antes do encontro no Pavilhão Rosa Mota, no Porto.

O partido prepara-se agora para o virar de página e Montenegro tem a oportunidade de iniciar um novo ciclo, com mais ânimo, depois de ter apregoado à unidade interna durante a campanha. Para já, não há nomes fechados na próxima liderança do PSD, mas já se começam a delinear os rostos que o novo líder vai chamar para os órgãos nacionais. Uma aposta segura será Hugo Soares, braço direito de Montenegro nestas eleições diretas, que deverá ser escolhido para suceder a José Silvano e assumir funções como secretário-geral do partido, tal como já tinha avançado o Nascer do SOL no início deste mês. O bracarense sucedeu a Montenegro na liderança da bancada parlamentar social-democrata, até ser corrido por Rui Rio, num processo que deixou feridas abertas entre o rioísmo e o montenegrismo.

sexta-feira, junho 24, 2022

Linha da Frente. Um milhão de portugueses vivem com salário mínimo

Um milhão de portugueses ganha o salário mínimo nacional. São 705 euros brutos, 627 euros limpos. Durante um mês, o programa Linha da Frente acompanhou uma família que vive com este dinheiro na carteira para pagar a renda da casa e todas as contas.


Sondagem: Mulheres e habitantes do Norte e Centro perdem rendimentos

 

Há mais um indício de que o país se afunda numa crise: 47% dos portugueses assinala uma quebra de rendimento nos últimos 12 meses, de acordo com a sondagem da Aximage para o JN, DN e TSF. E são ainda mais (57%) os que já adiaram despesas ou compras significativas, com receio da tormenta. As quebras no rendimento não afetam todos por igual. Há segmentos da população em que o empobrecimento é mais evidente. Entre os mais afetados estão as mulheres (52%), os habitantes das regiões Norte (53%) e Centro (52%) e os que estão têm 50 a 64 anos. Os que menos sentem a perda de rendimentos são os homens (58%), os que vivem nas regiões de Lisboa e do Sul (58%) e os mais jovens (59%).

Sondagem: subida dos preços obriga dois terços dos portugueses a pouparem na comida

 


Cresce a insatisfação com medidas do Governo para atenuar a crise: 46% diz que a resposta é "má" e apenas 14% que é "boa". Maioria dos cidadãos (67%) pede intervenção para limitar aumentos dos bens essenciais e da energia. Não há praticamente nenhum português imune aos efeitos do aumento do custo de vida. E já soam os alarmes: quase dois terços foram obrigados a mudar de hábitos por causa da fatura dos combustíveis; pior ainda, mais de dois terços começaram a cortar na alimentação, ao ponto de reduzirem ou eliminarem produtos que faziam parte do seu cabaz de compras no supermercado. São os dados da mais recente sondagem da Aximage para o JN, DN e TSF, que também apresenta uma fatura política: a popularidade do Governo afunda-se, com 46% a dizerem que a resposta à crise é "má" e apenas 14% que é "boa".

António Costa vai ter que fazer bastante melhor do que prometer aumentos "históricos" de pensões para o próximo ano. É agora que o aumento do custo de vida se está a fazer sentir (97%), em particular na ida ao supermercado (39%) e à bomba de gasolina (39%). E é também no imediato que nove em cada dez portugueses (89%), incluindo os eleitores socialistas, pedem novas medidas que atenuem o efeito da crise.

Sondagem JN/DN/TSF: Mais de dois terços dos portugueses começaram a cortar na alimentação devido a aumento do custo de vida


Perto de 70% dos portugueses alteraram os seus hábitos de consumo de produtos alimentares devido ao aumento do custo de vida (sentido por 97% dos cidadãos nacionais). Segundo uma sondagem da Aximage para o “Jornal de Notícias”, o “Diário de Notícias” e a "TSF", 40% dos inquiridos que alteraram os hábitos de consumo passaram a olhar para o preço, 34% reduziram o consumo e 25% deixaram de consumir. Quanto ao aumento do preço dos combustíveis, 60% dos inquiridos dizem ter alterado hábitos do dia-a-dia: 58% deixaram de passear/passeiam menos de carro ao fim de semana, 23% passaram a andar mais a pé e 13% optaram por utilizar transportes públicos. Um quarto dos inquiridos diz não ter feito alterações no quotidiano e 15% não utilizam combustíveis/não têm carro.

Para além do aumento do custo de vida, a sondagem tentou avaliar a popularidade do Governo: 46% consideram que a resposta do Executivo à crise é “má” e 14% que é “boa”. A maioria dos portugueses acredita que são necessárias novas medidas para atenuar os efeitos da crise: 67% acham que se devia limitar o aumento dos preços de produtos essenciais e o aumento dos preços da energia; 60% julgam que os impostos deviam baixar e 44% consideram que deveriam ser prestados apoios sociais às famílias mais desfavorecidas. A sondagem da Aximage recolheu 804 entrevistas entre os dias 14 e 19 de junho de 2022. A margem de erro é de 3,46% (Expresso)

Pilotos e gestão de costas voltadas aumentam pressão sobre a TAP

Os nervos estão à flor da pele na TAP. Paira no ar a ameaça de greve por parte do poderoso Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) e os sinais de que há uma ala dos pilotos a pressionar nesse sentido vão crescendo. Chegou a estar planeado pelo SPAC, para esta sexta-feira de manhã, um plenário que previa juntar no refeitório da TAP cerca de 400 pilotos, uma reunião que (apesar de legal) não foi autorizada pela administração, com o argumento de que estavam em causa “serviços essenciais” e que isso afetaria 120 voos e 20 mil passageiros. Era uma convocatória com contornos inéditos, pois as reuniões dos pilotos costumam realizar-se fora das instalações da transportadora (na sede do SPAC ou em hotéis) e a horas com menor impacto na operação (esta seria entre as 7h30 e as 10h30). A TAP tem 1216 pilotos e reina entre a maioria um sentimento de injustiça provocado por cortes salariais (acordados pelo SPAC) e que estão nos 45% em 2022, numa altura em que a operação recupera em força.

ATO DE GESTÃO VISTO COMO PROVOCAÇÃO

A tensão tem vindo a aumentar nos últimos dias, com a gestão e pilotos de costas voltadas, num momento-chave para a companhia, que enfrenta uma retoma acelerada, e um verão com um aeroporto congestionado, com o preço do jet fuel galopante, atrasos e cancelamentos e a falta de tripulantes. Caiu muito mal a decisão unilateral da TAP, que anunciou, num ato de gestão, uma redução dos cortes sala­riais dos trabalhadores no domingo, ao início da noite — 10% para os pilotos, que passariam a ter uma redução na remuneração de 35%, e cerca de €80 para os restantes trabalhadores, cujo corte é de 25%. Se o objetivo da equipa liderada por Christine Ourmières-Widener era aliviar a pressão, o efeito foi precisamente o contrário. O caldo entornou-se. Os sindicatos leram a decisão como uma “provocação”, e não só consideraram a redução dos custos “insignificante” como não gostaram que a gestão avançasse nas suas costas.

Santana: nada a dizer, pelo contrário

Eu não sei ao certo, mas desconfio, quais os motivos por que sentimos, também na Madeira, dificuldade em encontrar recursos humanos para determinadas áreas de actividade que precisam de mão-de-obra minimamente formada e conhecedoras para que as coisas funcionem de forma eficaz. Repito, suspeito que existe uma conjugação de dois ou três motivos, incluindo algumas relutâncias e más-vontades no quadro das relações laborais privadas, para que isso aconteça. Mas não quero explanar o que penso...

Mas é evidente que Santana, ao cancelar a sua Semana Gastronómica, pelas razões anunciadas pelo autarca, não só fez bem - por que iniciativas públicas ou têm qualidade ou não se realizam, ponto final - como veio confirmar uma realidade social, laboral e económica que muitos não gostam de abordar, pelo incómodo da mesma, como também veio porventura suscitar um debate do qual muitos fogem, repito, pela incomodidade do mesmo.

A única dúvida que me fica - e haverá outras semanas gastronómicas na RAM, nestes meses de Verão para dissipar dúvidas - é apenas a curiosidade de saber se essas outras iniciativas enfrentarão ou não, o mesmo problema de Santana e se seria possível, sim ou não, pensar em programas específicos para esta época mais movimentada e criativa do ano. Por exemplo, não havendo garantias de que tudo funcionará com normalidade, se seria possível utilizar ou promover programas de incentivo à contratação de pessoas, sem ocupação mas com experiência, sem vinculação a restaurantes, alternativa que garantiria a realização da semana gastronómica. Ou seja, seria um trabalho temporário, sem outros compromissos ou obrigações com as pessoas a contratualizar e que seriam remuneradas em função do tempo de actividade que despenderiam. Deste modo evitaríamos que uma cidade como Santana, ou qualquer outra que lhe siga o exemplo, fosse obrigada a uma compreensível decisão extrema por causas que não são só de Santana, nem da Madeira, nem sequer de Portugal. Mas que existem: a falta de mão-de-obra disponível para certas áreas de actividade, ainda por cima sabendo-se que iniciativas públicas têm sempre um retorno importante para a pequena economia local, de uma freguesia ou de um concelho!

Não sei, repito, se isso seria (ou é) possível, mas mau seria para o turismo madeirense - embora a massificação tenha descido também os padrões de exigência qualitativa, há que reconhecer - se organizações públicas, abertas a residentes e turistas, fossem depois motivo de irritação junto das pessoas, apenas porque os serviços disponibilizados ficam aquém do exigido e não funcionam, ou funcionam mal e sem a qualidade exigida.

Por isso concordo, compreendo e aceito, pelos motivos anunciados a decisão de Santana, não me parece criticável, antes pelo contrário, revela em meu entender algum pragmatismo e bom senso recusando avançar com iniciativas autárquicas das quais depois se pudesse arrepender. Também acho louvável, até pelos contratos já celebrados, que a CMS encontre - e vai encontrar - uma alternativa para cumprir os compromissos contratualizados com grupos musicais que animariam aquele evento entretanto cancelado.

Mas o alerta da CMS fica e o apelo a que todos possamos discutir uma matéria que não sendo pacífica - porque as interpretações sobre as causas de tudo isto estão longe de serem consensuais. Mas a verdade é que precisamos encontrar respostas e perceber os motivos de certas realidades (LFM)

Lembram-se? Churchil na II Guerra

"Muito embora grandes extensões da Europa e antigos e famosos Estados tenham caído ou possam cair nos punhos da Gestapo e de todo o odioso aparato do domínio nazista, nós não devemos enfraquecer ou fracassar. Iremos até ao fim. Lutaremos na França. Lutaremos nos mares e oceanos. Lutaremos com confiança crescente e força crescente no ar. Defenderemos nossa ilha, qualquer que seja o custo.

Lutaremos nas praias, lutaremos nos terrenos de desembarque, lutaremos nos campos e nas ruas, lutaremos nas colinas; nunca nos renderemos, e se, o que eu não acredito nem por um momento, esta ilha, ou uma grande porção dela fosse subjugada e passasse fome, então nosso Império de além-mar, armado e guardado pela Frota Britânica, prosseguiria com a luta, até que, na boa hora de Deus, o Novo Mundo, com toda a sua força e poder, daria um passo em frente para o resgate e libertação do Velho"

Açores: Governo defende simplificação do subsídio de mobilidade

No entanto, o executivo regional não está disponível para assumir responsabilidades que são da República.

Critérios de adesão (critérios de Copenhaga)

O Tratado da União Europeia define as condições (artigo 49.o ) e os princípios (artigo 6.o , n.o 1) que qualquer país que pretenda aderir à União Europeia (UE) deve respeitar. Para aderirem, os países têm de cumprir determinados critérios. Estes critérios (também designados critérios de Copenhaga) foram formulados pelo Conselho Europeu de Copenhaga em 1993 e reforçados pelo Conselho Europeu de Madrid em 1995.

São:

  • a estabilidade das instituições que garantem a democracia, o Estado de direito, os direitos humanos e o respeito pelas minorias e a sua proteção,
  • uma economia de mercado que funcione efetivamente e a capacidade de fazer face à pressão concorrencial e às forças de mercado da UE,
  • a capacidade para assumir as obrigações decorrentes da adesão, incluindo a capacidade de aplicar eficazmente as regras, normas e políticas que compõem o corpo legislativo da UE (o «acervo») e a adesão aos objetivos de união política, económica e monetária. 

quinta-feira, junho 23, 2022

Quando os títulos dos jornais nos antecipam uma crise


Há titulos de jornais que antecipam, com segurança, o advento de mais uma crise, social, económica, alimentar e finaceira, consequência da guerra, das sanções aplicadas à Rússia, por causa do ricochete das mesmas na vida dos demais europeus, nomeadamente no aumento do custo de vida, numa inflação perigosamente descontrolada e na perda de rendimentos, e de uma conjuntura que mesmo antes da invasão da Ucrânia já estava rodeada de incertezas e dava sinais ameaçadores.

Dos últimos dias recordo alguns desses títulos de notícias que acredito dispensam mais comentários:

  • Eurostat: Poder de compra dos portugueses afunda
  • UTAO estima em 1.403 milhões de euros impacto orçamental das medidas Covid e anti-inflação
  • Presidente da Comissão Europeia alerta para possíveis dificuldades no abastecimento de energia no inverno
  • AIE alerta Europa para que se prepare para corte definitivo do gás
  • 57% dos portugueses dizem que o seu nível de vida caiu com guerra na Ucrânia
  • Ucrânia: Agências de energia europeias “preocupadas” com fornecimento no inverno
  • Eurobarómetro: Portugal é o segundo país onde mais se sentem as consequências económicas da guerra na Ucrânia
  • Eurobarómetro: Quase dois terços dos europeus apoiam adesão à UE. É o valor mais alto dos últimos 15 anos
  • Portugueses gastaram 8,4 mil milhões de euros em maio. Valor só é superado pela época natalícia do ano passado~
  • Endividamento da economia voltou a subir em abril para novo máximo histórico
  • Casa Branca alerta para risco de recessão mas vê economia sólida nos EUA
  • CEO do Deutsche Bank diz que há 50% de hipóteses de recessão com a subida das taxas de juro
  • Multimilionário diz que sanções contra a Rússia estão a fazer o Ocidente “sofrer”
  • Recessão é “inevitável”: Elon Musk alerta que fenómeno deve acontecer mais cedo ou mais tarde
  • Gás pode ser racionado na Europa. AIE alerta para possível “paralisação completa das exportações russas”
  • Uso de sanções vai acabar por afetar o mundo inteiro, diz Xi Jinping
  • Investimento em carvão deve aumentar 10% com receios de que a Rússia feche a torneira do gás natural
  • Confiança dos consumidores recua em junho na Zona Euro e aproxima-se de recorde de 2020
  • Maersk prevê que custo do transporte de mercadorias vai continuar a aumentar
  • Governo vai alargar por três meses apoio ao cabaz alimentar. Medida abrange "cerca de um milhão de famílias"
  • Poder de compra dos britânicos diminuiu com o Brexit
  • Agência Europeia do Medicamento está a “seguir de muito perto” possível escassez de medicamentos
  • Fed vai decidir subida dos juros “reunião a reunião”, diz Powell
  • UE vai mobilizar 600 milhões para ajudar países ACP a enfrentar crise alimentar
  • Suécia segue Dinamarca e faz primeiro aviso para potenciais problemas na distribuição de gás
  • Itália: Movimento Cinco Estrelas ameaçado de divisão devido à guerra na Ucrânia
  • Cisão no maior partido de Itália por causa do apoio à Ucrânia
  • Ameaça global de fome vai forçar o Ocidente a suspender sanções, afirma ‘porta-voz’ de Putin

Tempo perdido! Governo dos Açores defende simplificação do reembolso do subsídio social de mobilidade


A secretária do Turismo e Mobilidade dos Açores manifestou-se esta semana favorável à simplificação do reembolso do subsídio social de mobilidade e defendeu a criação de um grupo de trabalho que encontre uma solução que seja boa para a região. "Deve-se continuar a pugnar por um sistema mais simplificado no reembolso do subsídio", afirmou Berta Cabral. A secretária regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas defendeu que "é fundamental criar um novo grupo de trabalho ou retomar o anterior para analisar todas as situações com o objetivo de se alcançar uma solução de compromisso que seja aplicável, que seja boa para os Açores e para os açorianos e que não onere o orçamento regional". A governante, do executivo açoriano de coligação PSD/CDS-PP/PPM, foi ouvida hoje na Comissão Especializada Permanente de Economia da Assembleia Legislativa dos Açores, no âmbito de três diplomas apresentados por Chega, Bloco de Esquerda (BE) e pelo deputado independente Carlos Furtado (ex-Chega).

Madeira: Nova app permite consultar informações sobre o trânsito em tempo real

 

Há uma nova aplicação para consultar informações em tempo real sobre o estado do trânsito das estradas da Madeira. A "Info Vias" tem como objetivo facilitar a vida dos automobilistas madeirenses.

Madeira: Faltam recursos humanos nas áreas tecnológicas

 

A falta de recursos humanos para trabalhar, nas áreas tecnológicas, é um dos maiores problemas das empresas, em Portugal. O Governo Regional diz que está atento, mas é necessário subir salários.


Ministra garante um reforço da vigilância das forças armadas na Madeira


A ministra da defesa nacional garante que vai haver um reforço da vigilância das forças armadas na Madeira. Helena Carreiras reconhece a importância da inovação para o apoio das missões militares.

Chanceler alemão diz que UE devia fazer reformas antes de aceitar novos membros


Na véspera da reunião do Conselho Europeu em que será discutida a admissão de novos países-candidatos, Olaf Scholz disse ao parlamento alemão que a União Europeia (UE) devia transformar o seu sistema de votação em determinadas áreas para evitar que um só país possa impedir a vontade dos restantes 26. O líder alemão sugere que as decisões do Conselho Europeu, que reúne os Chefes de Estado e de Governo de todos os Estados-Membros, bem como os representantes da Comissão e do Parlamento Europeus, diz que, por exemplos, em assuntos de Política Externa da UE as decisões deveriam ser aprovadas por maioria qualificada, ao invés de por unanimidade. Esta será uma alusão às recentes tentativas da Hungria para bloquear a aplicação de mais sanções à Rússia, usando o seu poder de veto para conseguir concessões dos restantes 26 países.

Madeira: Hotelaria e comércio são os setores que mais precisam de mão de obra


As empresas de recrutamento dizem que os desempregados vão mais à procura de funções administrativas. Há um desajustamento entre a procura e a oferta de emprego na Madeira.

Costa marítima da Madeira vigiada por drones

 

Em 2023, toda a costa marítima da Madeira deverá ser vigiada por drones. A base das operações poderá ser instalada no Porto Santo. O projeto foi hoje apresentado, de nome "drones atlântica", uma parceria das forças armadas com a ARDITI.

Guerra na Ucrânia: Portugueses são os mais pessimistas da Europa


Um estudo do Eurobarómetro revelou que a maioria dos portugueses considera que o conflito já lhe reduziu o nível de vida, mas o estudo mostra também que a invasão russa da Ucrânia fez aumentar o apoio dos europeus à União Europeia.