segunda-feira, julho 18, 2016

Venezuelanos vão à Colômbia comprar comida

Mais de 63 mil venezuelanos foram este domingo à Colômbia comprar comida e medicamentos. Foi o segundo domingo de abertura pedonal temporária da fronteira entre os dois países.

Turquia: Erdogan o "amigalhaço" do peito dos jornalistas e das redes sociais...

  • O representante da ONG Repórteres sem Fronteiras na Turquia, considera que a política do presidente Recep Tayyip Erdogan é uma ameaça a jornalistas e à liberdade de expressão. A declaração feita após a libertação dos jornalistas Can Dündar e Erdem Gul, ambos do jornal oposicionista Cumhuriyet, que estavam presos desde 26 de novembro de 2015. O Ministério Público de Istambul acusou Dündar e Gul de espionagem e exigiu a prisão perpétua de ambos. O Tribunal Constitucional da Turquia decidiu que a detenção dos jornalistas se tratava de uma violação dos seus direitos e ordenou a libertação até que fosse conhcida a sentença judicial. Erdogan manifestou-se contra a decisão do Tribunal. A prisão dos jornalista aconteceu após o jornal em que trabalham ter divulgado em Maio de 2015 imagens e um vídeo mostrando uma suposta ajuda da agência de inteligência turca para enviar armas para a Síria. De acordo com as autoridades, os caminhões transportavam ajuda humanitária aos turcomanos sírios (Março de 2016)

Opinião pessoal: PCP o parceiro traído de um casamento forçado...a três?!

Sem ofensa, e pedindo desculpa pela imagem utilizada mas que me parece a adequada para que se perceba o que está em causa, o PCP desempenha no contexto político nacional uma espécie de papel do corno, que é corno, que os seus amigos lhe garantem que é um corno do tamanho do mundo, mas que ele, porque confia demasiado em quem não deve, porque é ingénuo, porque acha que é vítima de uma cabala que reúne todas as "forças do mal", incluindo os seus amigos, recusa-se a acreditar. Até que um dia entra em casa sem avisar a que horas regressaria...
Ou seja, neste quadro da geringonça parlamentar nacional, o PCP, que supostamente até poderia ser o aliado mais confiável do PS (tenho do PCP a ideia, até hoje, de que cumpre os compromissos assumidos e já foi aliado essencial do PS na CM de Lisboa nos tempos de Costa!), parece estar a ser colocado estranhamente à margem do casamento de conveniência e sem prazo de validade, porque construído por mero oportunismo forçado e não por convicção.
Dois acontecimentos recentes, que questionaram o papel do PCP na geringonça nacional, vieram despoletar um debate em torno da consistência e do futuro deste entendimento parlamentar.

Turquia: mesmo sem serem julgados os alegados opositores são tratados assim


Turquia: o ditador fascista até chora. Tadinho...

A hipocrisia do ditador fascista turco e antigo vendedor ambulante, Erdogan. O cabrão até chora no funeral das vítimas da golpada cuja história um dia ficaremos a conhecer. E consta que também o primeiro-ministro turbo, alinhado pelo teatro residencial, também choramingou hoje numa comunicação ao país.

PCP e Bloco não dão carta branca ao PS no Orçamento do Estado

PCP e Bloco de Esquerda não dão carta branca ao PS no Orçamento do Estado para 2017. Jerónimo de Sousa não garante o voto dos comunistas sem conhecer o documento e Catarina Martins faz depender o voto do Bloco, das condições do acordo estabelecido com o PS (Expresso)

Opinião pessoal: Marcelo e a banalização do blá-blá para encher chouriço


Acho piada nesta ânsia presidencial de protagonismo mediático. Marcelo vive para a comunicação social, vive em função da comunicação social, depende da comunicação social. E percebe-se. Marcelo chegou a Presidente, depois de uma carreira política absolutamente sem significado, a reboque do espaço mediático que a RTP e depois a TVI lhe propiciaram - tal como fazem a outros políticos emprateleirados - com a agravante de ser exclusivamente ocupado por ele, sem contraditório. Aliás pelos debates na campanha eleitoral viu-se que Marcelo não gosta nada de debates a dois, não se sente bem, parece evidenciar receio de ser atacado ou criticado, enfim... Marcelo percebeu a dimensão e a importância da "oferta" televisiva e quando tomou, em silêncio consigo próprio, a decisão de avançar para  Belém,  passou a preparar a sua imagem pública, demasiado elitista para ser candidato fosse ao que fosse. Foi moldando essa imagem paulatinamente, foi adaptando a sua maneira de ser a uma nova realidade social, foi popularizando o seu discurso, foi aproximando-se daquilo que as pessoas queriam ouvir, sobretudo depois da crise de 2010. E com tudo isso foi ganhando espaço e apoios onde nunca tinha tido.

sábado, julho 16, 2016

Opinião pessoal: A Europa, o terrorismo e a hipocrisia generalizada

A Europa não tem condições para garantir a segurança dos europeus. Ponto final. Eles não querem que se diga isso, mas a verdade é esta.
O espaço Schengen é um bluff que Espanha e Itália sempre olharam com desconfiança enquanto fortes fenómenos internos de terrorismo. A Inglaterra recusou sempre aderir essencialmente porque não abdicou do controlo das suas fronteiras mas sobretudo porque tinha problemas concretos de terrorismo na Irlanda do Norte.
Tudo começou na cidade luxemburguesa de Schengen, em Junho de 1985, quando foi assinado o acordo de livre circulação envolvendo inicialmente apenas  cinco países que aboliram dos controles de fronteiras. Posteriormente, o Tratado de Lisboa, assinado em 13 de Dezembro de 2007, modificou as regras jurídicas do espaço Schengen. Embora teoricamente não existam controles nas fronteiras internas do espaço Schengen, esses controles podem ser reactivados temporariamente pelos estados aderentes caso sejam considerados necessários para a manutenção da ordem pública ou da segurança nacional.

Opinião pessoal: os mistérios da Turquia do ditador Erdogan que recomendam cautela

As pessoas que não se deixem iludir pelos acontecimentos na Turquia. Ninguém sabe ao certo o que se passou nos bastidores do alegado golpe militar, falhado desde início, ninguém sabe que cumplicidades existiram, ninguém sabe se os poderosos serviços secretos turcos,  a mando do ditador Erdogan, tiveram conhecimento prévio do que se passava e deixaram que as acções fossem desencadeadas para que o Presidente-ditador tivesse depois todas as justificações para concretizar as depurações em curso nas forças armadas e na justiça. E por aqui vamos!
A Turquia, terra dos golpes militares - durante anos disputou o topo do pódio com a antiga Grécia dos coronéis - não é propriamente uma democracia de facto. É uma democracia institucionalmente falando. Mas na realidade trata-se de um regime oligárquico que ali manda, que distribui entre si o poder e que pretende perpetuar-se por muitos mais anos no poder.

Opinião pessoal: o escarafunchar da JPP, o JM e outros factos

A JPP resolveu escarafunchar as contas do Jornal da Madeira na sua cruzada não se sabe bem em busca do quê.
Gostaria de referir que sou, sempre fui, jornalista profissional, detentor da Carteira  Profissional nº 318. Nessa qualidade, e mesmo com o meu título profissional depositado por incompatibilidades legais, mas entretanto recuperado, mantive uma colaboração como articulista ao JM - onde trabalhei desde 1974 - com base numa prestação de serviço que me obrigava a escrever semanalmente cinco textos de opinião, num total de 22 textos mensais.

SIC-Notícias: Quadratura do círculo (14 de Julho 2016)


Futebol: afinal Portugal também tem o seu "Hakka"....

O Hakka islandês ficou famoso no último europeu de futebol sobretudo pela articulação de movimento e gritos e pela cuidada cadência entre os "gritos de guerra" (no bom sentido é disso que falamos...) dados no estádio onde a Islândia jogava e os milhares de islandeses concentrados no país-ilha a assistirem aos jogos.  O problema é que um jornalista francês também descobriu o Hakka português, lá para os lados de Marcoussis onde a selecção portuguesa estagiou até conquistar o título europeu.

Este socialista holandês quer lixar-nos. Aprenda a dizer o seu nome

Jeroen Dijsselbloem, Presidente do Eurogrupo, é o tipo que mais anda empenhado em lixar-no com a aplicação de sanções a Portugal. O homem não descansa, não dorme a pensar nisso. Por isso uma ajuda sobre como se deve pronunciar o seu nome...

Jornalismo: sete participações contra

A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) recebeu até sexta-feira ao final da tarde sete participações relativas às imagens emitidas pela CMTV alusivas ao atentado de Nice, que causou a morte de 84 pessoas. "Deram entrada na Entidade Reguladora para a Comunicação Social, até à data, sete participações referentes às imagens emitidas no serviço de programas CMTV alusivas ao atentado ocorrido em Nice", refere a ERC, numa informação enviada à agência Lusa. Questionada pela Lusa sobre se houve queixas relativamente a imagens dos atentados de Nice divulgadas por outros órgãos de informação nacionais, a ERC disse que apenas recebeu participações relativas à CMTV.

O poder de uma imagem

Lembra-se da rapariga portuguesa que abraçou o polícia, em 2012, em dia de violenta manifestação frente aos escritórios do FMI, na Av. Da República, em Lisboa? E de uma imagem na Suécia, em maio deste ano, de uma mulher negra, de punho erguido, fazendo frente a manifestantes de extrema-direita (no caso, membros do grupo Movimento de Resistência Nórdica)? De quando em vez, no meio do caos ou da violência, surge uma imagem icónica de resistência pacífica que fica associada a determinado acontecimento. Até porque, como dizia Mahatma Gandhi, guru da não violência: "olho por olho e o mundo acabará por ficar cego". Foi o que sucedeu no sábado passado em Bâton Rouge, nos EUA, local do último homicídio de um afro-americano às mãos da polícia. Depois da morte de Alton Sterling no Louisiana, seguiram-se protestos em várias cidades norte-americanas. E no dia 9 decorria uma manifestação sob o lema "Black Lives Matter", mote que tem percorrido as redes sociais desde os primeiros homicídios de afro-americanos às mãos de agentes policiais.

Turquia: A ironia de uma imagem

Há cerca de duas semanas, após visitar o aeroporto de Istambul, onde 45 pessoas morreram e mais de 200 ficaram feridas na sequência de um ataque suicida, Recep Tayyip Erdogan fez um discurso violento contra a internet. “Sou contra as redes sociais. Fui atacado muitas vezes por causa disto. Sou contra o Twitter e todas as outras e não publico nada. Não as uso”. Nessa altura, o Governo suspendera o acesso sobretudo ao Twitter e ao Facebook e muitos ultilizadores que conseguiam contornar o bloqueio através de acessos privados criticavam a mordaça imposta que impedia a partilha de contactos visando a ajuda a vítimas do atentado. Esta sexta-feira, quando estava em curso uma tentativa de golpe de Estado e a televisão estatal estava sem emissão, Erdogan falou com a CNN Turca via Facetime — o “software” desenvolvido pela Apple que só funciona com rede de internet — para garantir que estava aos comandos do país. Secretamente, terá tido a esperança que a internet que tanto odeia pudesse ajuda-lo a travar o golpe (texto da jornalista do Expresso, MARGARIDA MOTA)

Venezuela: Nicolás Maduro se aferra a los militares

fonte: youtube

Ongoing: até parece fácil queimar milhões...

fonte: Negócios

Jornalismo: o fim da Ongoing?

fonte: Negócios