Escreve a jornalista do El Mundo, Alba Loredo que "ahora mismo pueden competir medios públicos y privados, pero a la baja", ha señalado la presidenta de la Federación de Asociaciones de Periodistas de España (FAPE), Elsa González, sobre la situación actual del sector de la comunicación, desde Santander, donde participa en uno de los cursos que organiza la Universidad Internacional Menéndez Pelayo. "Se han destruido más de 6.000 puestos de trabajo, y, seguramente, después del verano la cifra se va a acercar a los 8.000", declaró para denunciar la situación de varias televisiones y radios sobre las que considera que pesa una espada de Damocles por los ERE que tienen en marcha, además de los que ya existen en la prensa escrita. "Al colectivo de periodistas esta sociedad le debe mucho: dosis de libertad", indicó González. Por ello, recordó que desde el día 3 de mayo, día de la Libertad de Prensa, en el que salieron a la calle las distintas asociaciones que representan a los profesionales del medio, se han puesto en marcha diferentes acciones con un lema: "Sin periodistas no hay periodismo, sin periodismo no hay democracia". La responsable de la FAPE ha insistido en la formación para combatir la precariedad laboral, pero con la vista puesta en la realidad: "No puede ser que cada año salgan 3.075 graduados, el mercado no puede asumir ese número tan elevado". A su vez, se ha mostrado en contra del intrusismo en la profesión: "No nos sirve un médico, que es excelente para leer una columna de opinión, un ingeniero, un abogado… Tenemos que defender que sean periodistas los que desempeñen esa función". Elsa González también ha querido señalar lo que considera que es la función fundamental de los medios autonómicos y locales: "La vigilancia del poder y ahora algunas emisoras se quedan sólo como postes repetidores". Cree que es un grave error la pérdida de la información local y la debilitación en los grandes grupos de comunicación de las corresponsalías. "Competimos todos hacia el descenso de calidad, la consecuencia es una gestión nefasta en la que los periodistas sufren las consecuencias", ha añadido.
Comisión de quejas de la FAPE
"Se han hecho unos 80 dictámenes en los últimos siete años y ahora se va a multiplicar su visibilidad y el grado de compromiso", ha declarado la responsable de la FAPE sobre las recientes incorporaciones de los grandes medios como Unidad Editorial a la Fundación de la Comisión de Quejas y Deontología que promueve su organismo. "Ahora las empresas aceptan los códigos de autorregulación y se comprometen a publicar las sentencias aunque no les sean favorables", ha añadido para señalar que ahora más que nunca es necesario ese compromiso ético”.
sexta-feira, agosto 03, 2012
Fape avisa de que la cifra de periodistas despedidos ascenderá a 8.000
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Durante o mês de Junho foram deferidos 17.217 subsídios de desemprego. Do total de beneficiários inscritos na Segurança Social com prestações de desemprego, 128.140 são da região Norte, com destaque para o distrito do Porto, onde foram atribuídos subsídios a 79.350 pessoas. Lisboa e Vale do Tejo, por sua vez, tinha em Junho 112.154 desempregados a receber prestações, dos quais 65.898 em Lisboa. No Centro, a Segurança Social conferiu 65.981 beneficiários de subsídios de desemprego, com Aveiro a destacar-se, com 20.807 pessoas. No Algarve, por sua vez, existiam 18.577 beneficiários a receber prestações de desemprego, enquanto no Alentejo foram contabilizadas 13.202 pessoas na mesma situação. Na Madeira, o número de beneficiários de prestações de desemprego alcançou os 10.318, enquanto nos Açores foi de 6.921. Os dados da Segurança Social indicam ainda que os homens entre os 55 e os 59 anos são o grupo que recebe mais prestações de desemprego (29.600). Em termos totais os homens são os maiores beneficiários deste tipo de apoios (com 189.101 subsídios atribuídos até Junho)”
Número de pessoas com RSI já chega quase às 339 mil...
Segundo a jornalista Ana Meireles do DN de Lisboa, “o número de beneficiários do Rendimento Social de Inserção (RSI) continua a aumentar e alcança quase as 339 mil pessoas, apesar das regras de atribuição terem mudado. Os dados mais recentes da Segurança Social dão conta de até ao final do mês de junho existirem 338.725 beneficiários do RSI, um aumento de cerca de 1% em relação ao mês de maio, quando havia 335.079 pessoas a receber esta prestação social. Este número representa também um aumento de 6,4% em relação ao mês de janeiro, quando estavam registados 318.463 beneficiários. Olhando para o mês de junho de 2011, o aumento é de 4,5%, uma vez que nessa altura havia 324.051 pessoas a receber o Rendimento Social de Inserção. O ano de 2011 fechou com 317.558 a receberem o RSI, número que tem vindo a aumentar mês a mês, registando-se 318.463 em janeiro, 323.275 em fevereiro, 329.491 em março, 331.835 em abril, 335.079 em maio e agora 338.725 em junho. De acordo com os dados da Segurança Social, o valor médio da prestação em junho era de 92,62 euros. Também o número de famílias com direito ao RSI tem vindo a aumentar, somando agora 127.886, depois de em maio serem 126.330. No total das 127.886 famílias, 12.356 têm rendimentos superiores a 700 euros mensais, enquanto 19.076 têm rendimentos mensais inferiores a 50 euros. A maioria, no entanto, 39.903, não tem qualquer rendimento mensal. A maioria das famílias (54.744) recebe uma prestação entre 100 e 200 euros, havendo 5.093 que recebe menos de 25 euros e 4.237 que tem direito a mais de 600 euros por mês de RSI. As novas regras de atribuição de prestações do sistema de segurança social, nomeadamente o Rendimento Social de Inserção ou os subsídios de maternidade, paternidade e adoção, entraram em vigor a 1 de julho. Com os novos regimes jurídicos das prestações sociais, todas as pessoas que tenham mais de 25 mil euros em depósitos bancários ficam de fora do Rendimento Social de Inserção. Por outro lado, o Governo estima que as alterações ao RSI coloquem mais cerca de 60 mil beneficiários do subsídio inscritos nos centros de emprego, desde que tenham idade e capacidade ativa para trabalhar. Ao abrigo das novas regras, a atribuição do RSI vai passar pela assinatura de um contrato anual, com obrigações que envolvem todos os membros do agregado familiar beneficiário. O contrato de inserção terá uma duração de 12 meses e se no fim deste prazo o beneficiário quiser continuar a auferir desta prestação, tem de apresentar um novo requerimento com indicação dos seus rendimentos e com novo contrato de inserção, adequado à realidade. Já em meados de julho, o ministro da Solidariedade e da Segurança Social revelou que o maior controlo e combate à fraude, relativamente ao Rendimento Social de Inserção, permitirá poupar 70 milhões de euros”.
Costa Rica: governante demitida depois deste video...
Passos Coelho a banhos na praia da Manta Rota, no Algarve
Lei que regula a escolaridade obrigatória até aos 18 anos entra hoje em vigor
Cortes às universidades são de 14 milhões de euros, menos 2,5% que no ano passado
Deputado polaco reclama reembolso por Espanha de dívida do século XVI...
Os políticos mais influentes do Facebook
Segundo o Económico, "os facebookianos respeitam a hierarquia do Estado. Depois do Presidente, o chefe do Governo é o político com mais fãs. Mas, ao contrário do primeiro, Passos Coelho não é muito activo na sua página. Cavaco Silva usa a sua página no Facebook como um veículo privilegiado de comunicação. Usou a rede social para desabafar sobre o "desprestígio da classe política", chegando a ser acusado de só intervir através de ‘posts'. Mas o Presidente também foi vítima do "efeito dominó" desta rede social. Em Janeiro, a sua página foi inundada de críticas, depois de ter dito que a reforma que recebe não iria chegar para pagar as suas despesas. Em menos de nada gerou-se um movimento que pedia "traz uma moeda para o Presidente". Nos antípodas, está Manuel João Vieira, ou o Candidato Vieira como se apresenta no seu perfil do Facebook. Do ranking acima, é o único a recusar um registo formal e a optar pela irreverência que o caracteriza. Várias vezes candidato a Belém, mantém a sua página bastante activa não só com a divulgação de eventos de música em que participa, mas também para postar as tiradas polémicas.Últimos posts
Cavaco Silva "Visitei hoje a Aldeia Olímpica dos Jogos de Londres 2012, onde me encontrei e almocei com os atletas portugueses. Desejei-lhes boa sorte e agradeci-lhes o trabalho que realizaram, a dedicação e o espírito de sacrifício e o amor ao desporto de que deram provas para conseguirem chegar a Londres e serem atletas olímpicos. São um exemplo para todos os portugueses." - 3197 Gostos.
Grande Porto com maior rácio de desemprego
Analisando os dados de 2011 do IEFP, disponíveis no sistema de geomarketing Sales Index da Marktest, observa-se que os concelhos da região do Grande Porto são os que apresentam maior rácio de desemprego, considerando a sua população residente. Os dados relativos ao número de desempregados registados em Dezembro de 2011 nos Centros de Emprego do IEFP colocam a região do Grande Porto em primeiro lugar em termos de rácio de desemprego. Com um total de 86855 desempregados, esta região alcançou um rácio de 7.8%, face o total da sua população residente. O Litoral Norte regista 6.2%, a região Sul 5.9%, seguido das regiões do Interior Norte (5.6%) e Grande Lisboa e Litoral Centro, ambas com 4.9%.
Em termos concelhios, Espinho é o concelho o maior rácio de desemprego do Continente, uma vez que este número representa 10.4% do total da população. Albufeira é o segundo concelho onde este indicador revela um maior peso, pois os 4204 desempregados registados no concelho representam 10.3% da população aí residente. Mesão Frio, que regista uma taxa de 10.1%, é o terceiro concelho com maior peso de desempregados. O quarto maior concelho em termos de rácio de desemprego é Vila Nova de Gaia, com 10%. Trofa com 9.3% completa a lista dos 5 concelhos com maior rácio de desemprego. Em oposição, os concelhos de Melgaço, Oleiros e Alcoutim são os que apresentam uma menor rácio de desemprego entre os seus residentes, respectivamente, 1.8% e 1.9% e 2.1%. O gráfico mostra o posicionamento dos 278 concelhos do Continente relativamente ao rácio de desemprego (eixo do X), índice de poder de compra Sales Index (eixo do Y) e população residente (dimensão dos círculos), assinalando-se os concelhos com maior e menor rácio de desemprego (respectivamente Espinho e Melgaço) e o concelho de Lisboa, que regista maior Sales Index. Refira-se que a análise considera os inscritos nos Centros de Emprego em 2011 e a população residente em 2011 (de acordo com os resultados provisórios dos Censos 2011) e não pode ser usada como comparação com os valores oficiais da taxa de desemprego divulgados pelo INE (que, para além de uma metodologia diferente, consideram a população em idade activa). Esta análise foi realizada com o sistema de geomarketing Sales Index , cuja filosofia é fornecer aos utilizadores todas as ferramentas necessárias à realização de análises de caracterização regional e do poder de compra do país. Para além das variáveis de caracterização concelhia (recolhidas junto de fontes oficiais), o sistema disponibiliza também um conjunto de índices que permitem não apenas visualizar como as variáveis se relacionam entre si, mas também fazer comparações entre os diversos concelhos do país. Paralelamente, as suas funcionalidades permitem um vasto leque de aplicações de rentabilização da informação de base e de sustentação de estratégias de desenvolvimento local. É hoje utilizado sobretudo para análise de redes de venda e distribuição, definição de objectivos de venda regionais, análise do potencial concelhio ou definição de novas localizações, entre muitas outras análises de geomarketing (fonte:Maktest.com, Agosto de 2012)Empregados dos Serviços têm maior afinidade com imprensa
A análise dos dados do Bareme Imprensa da Marktest revela que os Empregados dos Serviços, Comércio e Administrativos são os portugueses que possuem maior afinidade com a imprensa, consumindo mais do que a média. Aanálise dos dados do Bareme Imprensa relativos ao primeiro trimestre de 2012 mostra que a idade e a classe social são as variáveis mais discriminantes, uma vez que são as que revelam maiores diferenças de comportamento entre os indivíduos, sendo estas medidas pelo desvio-padrão. A ocupação é uma variável onde também se observam comportamentos diferenciados no consumo de imprensa. Já o género e a região são as variáveis menos determinantes. Segundo os resultados do Bareme Imprensa, 85.4% dos residentes em Portugal Continental com 15 ou mais anos leu ou folheou jornais ou revistas durante o primeiro trimestre de 2012. Os Empregados dos Serviços/Comércio/Administrativos são o target que se observou maior afinidade com a imprensa, com 97.3% de cobertura máxima. Tendo em conta as variáveis sociodemográficas, vemos que os homens, os mais jovens, os indivíduos das classes sociais mais elevadas, os Empregados dos Serviços/Comércio/Administrativos, os quadros médios e superiores e os residentes nas regiões da Grande Lisboa, Grande Porto e Litoral Centro apresentam também valores acima da média. Com hábitos de leitura abaixo da média do universo encontram-se as mulheres, a população com mais de 55 anos, os indivíduos da classe social baixa, bem como os reformados e pensionistas, as domésticas e os indivíduos das regiões do Interior Norte e Sul.O Bareme Imprensa é o estudo regular da Marktest que analisa os hábitos de audiência de imprensa dos residentes no Continente com 15 e mais anos (fonte:Maktest.com, Agosto de 2012)
Principais partidos descem na intenção de voto
Em Julho PS e PSD foram os únicos partidos a registar quebras na intenção de voto, de acordo com os dados do Barómetro Político da Marktest. De acordo com os dados do Barómetro Político Marktest, após a subida nos últimos dois meses, o PSD vê a percentagem de intenção de voto descer para 26.7% (menos 4.6 pontos percentuais do que em Junho). Também o PS, mantendo a segunda posição em termos de intenção de voto, obteve em Julho 25.8%, menos 3.4 pontos percentuais do que o observado no mês anterior. A coligação CDU (PCP/PEV) foi pelo sexto mês consecutivo a terceira força política em termos de intenção de voto com 9.9% (mais 0.4 pontos percentuais relativamente a Junho). O Bloco de Esquerda manteve a quarta posição em termos de intenção de voto, com 6.9% o que correspondeu a uma subida mensal de 1.6 pontos percentuais. A O CDS-PP manteve a última posição, com uma intenção de voto que não foi além de 4.4%. É de salientar que este partido registou a maior subida mensal entre os partidos em análise (mais 1.6 pontos percentuais entre Junho e Julho) (fonte:Maktest.com, Agosto de 2012)