quarta-feira, agosto 29, 2007

Comunicação Social: relatório (VI)

"O jornalismo Hoje. Uma análise de 14 redacções de TV, Rádio e Jornais", título de um excelente relatório do OberCom - Observatório da Comunicação - disponível para download aqui (cuidado porque são mais de 400 paginas)

Comunicação Social: relatórios (V)

Aproveitem porque o "Barómetro - Media e Comunicação: tendências 2006" editado pelo OberCom - Observatório da Comunicação, ainda está disponível online. Download aqui. O mesmo se passa com o "Anuário da Comunicação, 2005-2006", disponível aqui. Este último tem muita coisa sobre a Madeira.

Comunicação Social: relatórios (IV)

Mais duas recomendações:
"Dietas de Media em Portugal: televisão, imprensa, rádio e internet", aqui. E "As rádios portuguesas e o desafio do (on) line", aqui. Ambos os relatórios publicados pelo OberCom - Observatório da Comunicação.

Comunicação Social: relatório (III)

Parece-me um tema aliciante: "A Gestão de Recursos Humanos nas Redacções dos Mass Media em Portugal". Leia aqui, e faça download. Uma publicação do OberCom - Observatório da Comunicação.

Comunicação Social: relatório (II)

Recomendo o reatório "A Mediatização da Energia nos Telejornais: Análise do primeiro semestre de 2006", editado pelo OberCom - Observatório da Comunicação e disponível para download, aqui.

Comunicação Social: relatório (I)

Do OberCom - Observatório da Comunicação, recomendo este link que o conduzirá ao relatório "Análise económica e financeira do sector dos media em Portugal". Se estiver interessado, faça download.

EUA: recordando Joseph Fernandes

Embora já o tivesse feito, mas nunca é demais, para uma pessoa que recordamos com saudade, sobretudo para que as pessoas conheçam o seu percurso:
"Joseph E. Fernandes, 84 anos, antigo presidente do conselho de administração dos Fernandes Super Markets e do grupo Portuguese Times/Portuguese Channel e tesoureiro de J&R Investment, faleceu no passado dia 19 de Agosto, no Sturdy Memorial Hospital, em Attleboro. Natural da ilha da Madeira, era filho de José e Rosa Teixiera Fernandes, já falecidos e veio para os Estados Unidos com 18 meses. Residia em Norton, onde viveu a maior parte da sua vida. Em 1947, concluiu o bacharelato em Ciências na Boston University. Anos depois recebeu também um doutoramento honorário no Stonehill College.Durante a II Guerra Mundial, alistou-se no Exército, atingiu o posto de tenente e passou à disponibilidade com louvor presidencial. Era membro das associações Veterans of Foreign Wars e American Legion. Os Fernandes Super Markets surgiram em 1947 e chegaram a ser 37 em Massachusetts e Rhode Island, empregando mais de 2.700 pessoas. Leia aqui.

Europa: guarde porque pode ser útil (III)

Os interessados em saber como se reproduz o emblema da União, podem ir aqui. Os que desejam saber quais os "elementos oficiales que deben figurar en las vallas informativas", podem usar este link. Existem também regras rígidas na União...

Relatório: Armas no mundo

Três quartos das armas de fogo em todo o mundo estão na posse de civis, revela um relatório do Instituto Universitário de Altos Estudos Internacionais (IUHEI) de Genebra, que salienta a relação entre a urbanização galopante e a violência armada.Dos 875 milhões de armas em circulação no mundo, 650 milhões (75 por cento) estão nas mãos de civis, revelam os responsáveis pelo estudo. Com 270 milhões de armas, os Estados Unidos estão no topo da lista, seguidos da Índia (46 milhões de armas), China (40 milhões), Alemanha (25 milhões) e França (19 milhões). Os Estados Unidos têm também a maior concentração de armas em relação à sua população, com 90 armas por cada cem pessoas. A seguir surgem o Iémen, a Finlândia e a Suíça. Deixo-lhe seguidamente vários textos sobre este assunto (textos em brasileiro):

O estudo Small Arms Survey 2007: a cidade e as armas traz dados novos e atualizados sobre a produção, os estoques, as transferências e as resoluções de armas pequenas, e coloca um foco especial sobre o controle das transferências de armas. À luz da declaração de que mais da metade da população mundial mora nas cidades, a edição deste ano explora a complexa questão da violência urbana analisando os casos do Burundi e do Brasil e traz um ensaio do premiado fotógrafo Lucian Read, especialista em conflitos. Esta edição traz também as informações obtidas a partir do rastreamento de munição desviada no norte de Uganda e no Rio de Janeiro, a relação existente entre o preço das armas e a probabilidade da ocorrência de conflitos, e o papel das armas pequenas na situação de pós-conflito no sul do Sudão. O Small Arms Survey é publicado anualmente por uma equipe de pesquisadores baseados em Genebra, na Suíça, junto com uma rede global de pesquisadores. Desenvolvedores de políticas, doplomatas e organizações não governamentais têm sido fontes de vital importância para a identificação de questões relacionadas às armas pequenas, bem como estratégias de redução da violência. Aqui.
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A urbanização descontrolada e em larga escala está com freqüência acompanhada da diminuição nos níveis de segurança pública e parece estar associada com o aumento dos índices de violência armada, conclui a edição de 2007 do Small Arms Survey. O tráfi co de drogas, a disponibilidade de armas de fogo, os lucros com atividades criminosas, o deslocamento social e a impessoalidade das grandes cidades contribuem para a violência armada. A falta de oportunidades de emprego e de recursos em algumas cidades são fatores capazes de despertar confl itos urbanos, do Brasil e Guatemala à África do Sul e Índia. “A maior parte da população mundial vive hoje nas cidades, que apresentam grandes desafi os para o combate à violência armada”, afi rmou Keith Krause, diretor de programas do Small Arms Survey, baseado em Genebra, na Suíça. “A urbanização costumava estar associada à industrialização e ao crescimento econômico, mas essa ligação foi rompida. O alastramento urbano leva 25 milhões de pessoas todos os anos a se unirem aos cerca de um bilhão de moradores das favelas – com freqüência locais de violência e coerção –, enquanto os mais ricos se recolhem em condomínios fechados”, disse Krause. Aqui.
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O Brasil, um país com praticamente nenhum registro de conflitos violentos em sua história, se destaca hoje pelos seus altos índices de violência armada. A vitimização pelas armas de fogo aumentou consideravelmente entre 1970 e 2004, quando foram divulgados os primeiros sinais de queda. O índice de mortes por armas de fogo aumentou de sete para 21 mortes por 100 mil habitantes no período que vai de 1982 a 2002. O noticiário cobriu a escalada da violência armada no país exaustivamente, mas de forma simplista. As notícias têm o foco voltado para ataques violentos e espetaculares perpetrados por organizações criminosas nas principais cidades brasileiras, mas fecha os olhos para os efeitos letais da violência rotineira e comum das armas de fogo, um fenômeno tão rural quanto urbano no país. Aqui.
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A violência armada urbana nos força a repensar nossa geografia mental do Estado, sociedade e governo – incluindo os fatores que levam a esta violência e à proliferação e mau uso das armas pequenas e leves. As edições anteriores do Small Arms Survey tiveram seu foco voltado para o papel da armas nos conflitos e nos crimes, bem como seu impacto no desenvolvimento e na atividade humanitária. O tema deste capítulo – As armas na cidade – se concentra nas características específicas da violência armada urbana e da insegurança, introduzindo novas evidências vindas de diversos centros urbanos na América Latina e Caribe, América do Norte, Europa, África e sul e oeste da Ásia. A maior parte da população mundial vive hoje nas cidades. Mais de um bilhão desses habitantes urbanos moram em favelas e guetos. O crescimento populacional tende a se concentrar nas áreas urbanas: o ritmo e a escala de urbanização serão especialmente dramáticos na África, na América Latina e no sul e oeste da Ásia. Consequentemente, as cidades estão se tornando rapidamente o ponto focal de políticas de prevenção e programas de redução da violência. O Small Arms Survey está se unindo e fazendo coro com governos e agências internacionais – como o Habitat da ONU e o Banco Inter-Americano de Desenvolvimento ao analisar a violência urbana e propor formas de fazer das cidades um local mais seguro. Aqui.

Europa: guarde porque pode ser útil (II)

"Las Regiones, actrices legítimas de una política europea marítima ambiciosa". Disponível para download, aqui.

Europa: guarde porque pode ser útil (I)

LAS REGIONES EUROPEAS EN EL MERCADO ÚNICO MUNDIAL: LOS RETOS DE LA POLÍTICA REGIONAL PARA EL PERIODO 2014-2020. Faça o download do documento, aqui

Cuidado: ilegalidades na venda de manuais escolares

A Direcção-Geral do Consumidor alerta para ilegalidades na venda de manuais, referindo que "no seguimento da acção a nível nacional desenvolvida hoje pela Autoridade da Segurança Alimentar e Económica (ASAE), com vista a averiguar se os operadores que comercializam os manuais escolares cumprem as normas disciplinadoras na matéria, resultou a detecção de infracções como o condicionamento de venda de manuais escolares, a falta de cadastro, a não indicação de preço de venda ao público na capa ou contracapa, falta de preços em montras, falta de marcação de preços em livros e em artigos de papelaria, ausência do Livro de Reclamações e falta de separação de produtos em promoção". Ler aqui

PSD: Barroso e o financiamento da Somague

Durão Barroso escreveu ao presidente do Parlamento Europeu a esclarecer que não teve qualquer «conhecimento» ou «intervenção» no caso Somague, uma irregularidade no financiamento do PSD, em 2001, no âmbito das eleições autárquicas, quando era presidente do partido. «De facto, não tive qualquer conhecimento, nem evidentemente qualquer intervenção neste caso, nem em qualquer situação especificamente ligada ao financiamento do partido», afirma o presidente da Comissão Europeia a Hans Gert Poettering na carta que a Lusa teve acesso. Barroso explica que «nos termos legais e estatutários vigentes em Portugal - na altura dos factos e actualmente - não é da competência do Presidente do Partido, mas sim do Secretário-Geral, e do Secretário-Geral Adjunto se lhe tiverem sido delegados poderes, o tratamento das questões de natureza financeira». O presidente do chamado executivo comunitário decidiu tomar a iniciativa de escrever a carta ao presidente do Parlamento Europeu na sequência da divulgação de uma irregularidade no financiamento do PSD em 2001. Dois eurodeputados belgas, Dirk Sterckx (grupo dos liberais) e Bart Staes (grupo dos verdes), afirmaram na semana passada que pretendiam obter esclarecimentos do presidente da Comissão Europeia quanto a este caso. Mas numa ronda feita pela Lusa no Parlamento Europeu, as maiores forças políticas do hemiciclo afirmaram que não irão levantar a questão na sessão plenária de Estrasburgo, de segunda a quinta-feira da próxima semana. Durão Barroso explica a Poettering a inexistência de qualquer acusação legal contra a sua pessoa relativamente ao caso Somague. O presidente da Comissão Europeia sublinha que, na altura em que era primeiro-ministro, deu «indicações» ao PSD para que fossem tomadas iniciativas parlamentares visando a aprovação de legislação «mais severa e mais transparente» em matéria de financiamento dos partidos do que a existente à data dos factos referidos, medidas que vieram a ser aprovadas em 2003. Durão Barroso reitera no final da carta a sua «consideração pessoal» por José Luís Arnaut e José Vieira de Castro, manifestando ainda a sua confiança na integridade pessoal destas duas personalidades. O Tribunal Constitucional deu como cabalmente provado que a construtora Somague pagou uma factura no valor de 233 415 euros por serviços prestados ao PSD e à JSD pela Novodesign, uma empresa de comunicação detida à altura pela Brandia Creating. Esse tipo de pagamentos configura legalmente um donativo indirecto ao PSD, proibido e punível com coimas e perda a favor do Estado dos valores ilegalmente recebidos, refere o acórdão, de 27 de Junho, a que a Agência Lusa teve acesso (fonte: Sol). Pode ler toda a carta (em inglês), aqui.

Europa: Regional employment in high-tech sectors

One of the key objectives of the European Union is to keep up regional competitiveness and employment. High-tech sectors could help to achieve this goal as they are generally considered key drivers for economic growth and productivity. They are associated with innovation and hence tend to gain a larger market share, create new product markets and use resources more efficiently. However, employment in high-tech sectors is not evenly distributed across regions but is mainly concentrated around a few larger cities, especially Île de France (FR). Leia aqui. Madeira e Açores aparecem no grupo de regiões cujos dados estatísticos são desconhecidos...

Europa: declaração da Presidência sobre morte de jornalistas

A União Europeia condena veementemente o assassinato de dois jornalistas somalis e reitera o seu apoio a todos os que se empenham na promoção da liberdade de expressão e lutam por meios de comunicação social imparciais e uma informação rigorosa. Mahad Ahmed Elmi e Ali Iman Chamarke eram vozes importantes na Somália e o seu trabalho era essencial para promover a democracia e a reconciliação. Nada justifica a agressão ou intimidação de quem exprime a sua opinião, ao abrigo do artigo 19.º do Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos, que entrou em vigor na Somália em 24 de Abril de 1990. A UE recorda às autoridades somalis que é da sua responsabilidade acabar com a impunidade e insta-as a abrir imediatamente um inquérito imparcial sobre estes assassinatos e outros relatos de perseguição e crimes contra jornalistas. O assassinato dos dois jornalistas demonstra que é necessário e urgente que todas as partes na Somália se empenhem numa solução política para a crise e até que ponto é importante que haja deliberações de fundo na Conferência de Reconciliação Nacional, lançada em 15 de Julho, em Mogadíscio. Os jornalistas têm efectivamente um papel determinante a desempenhar para garantir o êxito do processo de reconciliação. Só a sua acção permitirá que os pontos de vista dos diferentes participantes sejam partilhados com a população somali em todo o país e além fronteiras, garantindo assim que a Conferência seja um processo inclusivo, condição sine qua non do seu êxito. A Turquia, a Croácia e a Antiga República Jugoslava da Macedónia – países candidatos –, a Albânia, a Bósnia e Herzegovina e a Sérvia – países do Processo de Estabilização e de Associação e potenciais candidatos –, e a Islândia, o Listenstaine e a Noruega – países da EFTA membros do Espaço Económico Europeu –, bem como a Ucrânia, a República da Moldávia, a Arménia e a Geórgia subscrevem a presente declaração.

O "caso" CMF e João Dantas

O Presidente da Assembleia Municipal do Funchal, João Dantas, pediu uma cópia do relatório, segundo refere o DN local de hoje. Creio que foi uma atitude sensata da parte do Presidente do órgão autárquico que neste momentos e encontra sob maior pressão, dado que todos os eleitos da oposição, tal como aqui tínhamos previsto há uns dias, se uniram na exigência de uma reunião extraordinária da AM, possivelmente até 15 de Setembro, para apreciar esta questão. Pelos vistos a CMF e MA continuam sob forte pressão e a AM e João Dantas poderão ter dificuldade em resistir à estratégia da oposição. Aguardemos a evolução deste caso que, disse-o e repito, promete ainda mais.

PJ em acção...

Considerando o primeiro semestre de 2007, a Polícia Judiciária suspeita, em média, de um novo crime económico em cada 24 horas. De acordo com o relatório da Unidade de Informação Financeira (UIF) da Judiciária, relativo aos primeiros 181 dias do ano, a que o Diário Económico teve acesso, estão neste momento a ser investigadas 178 actividades duvidosas no que respeita a criminalidade económica, sendo que é no crime de fraude fiscal que recai a maioria das suspeitas.No que respeita a este tipo de criminalidade são 159 os casos que, neste momento, a Polícia Judiciária tem em mãos - mais 20 do que os registados há dois anos. Se tivermos em conta que a Unidade de Informação Financeira foi especialmente destacada para investigar actos suspeitos de crimes tributários de maior complexidade e de valor superior a 500 mil euros, deste o início deste ano a Polícia Judiciária investiga a origem de, pelo menos, 79 milhões de euros (fonte: Jornal de Negócios)

Aeroportos: começam-se a adivinhar negociatas...

Custa-me a acreditar na inocência de certos interesses. Mas deixa de ser tão difícil se atendermos ao que está em causa, à dimensão do investimento de construção do novo aeroporto em Lisboa e ao facto de ter sido já anunciado que um grupo de empresas de construção ligadas ao poder - veja-se a especulação em torno do financiamento do PSD pela Somague e do que foi feito, ou não, por causa disso... - poderem estar interessadas no sector, nele entrando mais ou menos directamente. Segundo o Jornal de Negócios, "os analistas do Banco Espírito Santo consideram que o interesse da Mota-Engil na compra da empresa de "handling" Grounforce poderá ter um efeito positivo nas acções da construtora, pois, estrategicamente, esta área de negócio faz sentido. O Espírito Santo Research vê então com bons olhos as declarações de António Mota, presidente da Mota-Engil, que declarou que a sua empresa está interessada da Grounforce, a qual é detida em 50,1% pela Globália e em 49,9% pela TAP. Em 2004, a Mota-Engil tentou entrar no capital da empresa que faz o "handling" no aeroporto de Lisboa, mas a espanhola Globália acabou por sair vencedora". Vamos a ver o que vai acontecer...noutros aeroportos!

Política: o risco das encenações...

Escrevi há dias neste blogue ("Corporativismos...") que "quando se trata de encenações corporativistas fico logo desconfiado. Por um lado porque não é por causa disso que a especulação, neste caso concreto, acaba. Depois porque uma coisa é a solidariedade política, e essa deve estar presente, sem grandes festanças - até porque o líder do PSD já o tinha afirmado e não me parece que o partido se tivesse transformado em "quintinhas"... - outra coisa é ver pessoas abordar um assunto que desconhecem em absoluto - refiro-me ao tal relatório. Por isso, acho que depois desta primeira encenação provavelmente vai sendo tempo das pessoas se preocuparem com as muitas coisas com que se confrontarão nas suas freguesias, porque é com isso que se perde ou ganha votos. Repito, acho bem, a solidariedade política a MA, mas tudo pode ser feito de uma forma discreta, sem encenações, sem dar a ideia de que alguém andou a preparar tudo. E depois não me parece que as solidariedades políticas funcionem agora por freguesia ou por concelho...". Tenho para mim que os anos passam e as pessoas não aprendem. Continuam erradamente a acreditar que os cidadãos engolem tudo em seco e que não gozam com as argoladas. O DN local de hoje fala numa situação - em relação à qual eu juro-vos que desconheço em absoluto - de encenação fabricada. Eu não comento, porque já disse, antecipadamente, o que tinha a dizer. Direi apenas que em política, tudo se sabe... O único reparo que quero fazer à notícia do DN local - mais um comentário pessoal - é que os partidos têm naturalmente "máquinas", mas que as posições de um dos seus membros, seja ele quem for, não vinculam, nem os demais membros dessa "máquina" nem esta própria enquanto tal. E que isto fique de uma vez por todas esclarecido.

Madeira: a lógica das coisas

Temos que ser realistas e, doa a quem doer, as coisas devem ser ditas e resolvidas em função da lógica. Qual a explicação - mesmo que a inauguração tenha acontecido, segundo creio, em Abril passado - de se manter encerrado um posto de turismo, ainda por cima localizado numa das freguesias da regionais - o Curral das Freiras - das mais visitadas e autêntico "ex-libiris" da Madeira? As dificuldades financeiras da Região, que aos poucos vão criar obstáculos intransponíveis - não tenhamos ilusões a este respeito - não podem ser pretexto para situações como esta numa terra que quer apostar cada vez mais no turismo. Por amor de Deus!