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Aguiar Branco acusa José Sócrates
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Sócrates desmente que tenha dado instruções
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Morais Sarmento acusa Governo
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Face Oculta" com "indícios muito fortes"
Li no El Mundo, num texto interessante da jornalista Erena Calvo (na foto), que "el Islam es la religión del Estado, que garantiza a todos el libre ejercicio de los cultos", reza el artículo 6 de la Constitución alauí. Sin embargo, la predicación a marroquíes se considera ilegal y cualquier acción encaminada a alejar a un musulmán de su religión puede ser condenada de tres a seis meses de cárcel, según el artículo 220 del Código Penal. El misionero estadounidense que ha sido expulsado este viernes por las autoridades marroquíes ha tenido suerte y no ha dado con sus huesos en la cárcel después de que se le detuviera el jueves en la provincia central de Al Hauz, cerca de Marrakech. No se han revelado ni su identidad ni la comunidad cristiana a la que pertenece. Aunque sí que ha trascendido desde el Ministerio marroquí del Interior que se le encontró celebrando una reunión 'secreta' con la intención de propagar la fe evangélica entre un grupo de 14 personas, compuesto sobre todo de mujeres y niños. Para Interior, ese encuentro tenía como objetivo "quebrantar la fe de los musulmanes y atentar contra los valores religiosos del reino", y para apoyar sus afirmaciones aseguran que se incautaron de material que lo demuestra, como folletos o vídeos.

FICHA TÉCNICA
Com o título "Nomeações de Sócrates já acima de Durão e Santana" escreve o jornalista do Público, João d´Espiney que, “segundo Governo de José Sócrates já nomeou 1361 pessoas desde que assumiu funções no final de Outubro. Só para os gabinetes ministeriais já foram recrutadas 997 pessoas, 323 sem qualquer vínculo à Administração Pública. Estas são as principais conclusões que se podem retirar da pesquisa efectuada pelo PÚBLICO aos despachos publicados em Diário da República até à última sexta-feira. Estes números significam que o Governo de José Sócrates já nomeou mais pessoas do que os de Santana Lopes e Durão Barroso. Após cinco meses em funções - data em que foi feito o primeiro balanço das nomeações do primeiro executivo PSD/PP - Durão Barroso e os seus 18 ministros e 34 secretários de Estado tinham efectuado 1260 nomeações, das quais 940 para os gabinetes (250 sem vínculo à Administração Pública). O balanço de dois meses e meio em funções do Governo de Santana Lopes (com 19 ministros e 37 secretários de Estado) permitiu concluir que tinha sido nomeado um total de 1034 pessoas, 946 das quais para os gabinetes (288 sem qualquer vínculo à AP). Em igual período em funções, o primeiro executivo de José Sócrates (com 16 ministros e 37 secretários de Estado) tinha nomeado um total de 1094 pessoas, 866 das quais só para os gabinetes. Apesar de bater os seus antecessores, o segundo executivo de José Sócrates está, ainda assim, aquém das 5597 pessoas que o Governo de António Guterres nomeou entre Outubro de 1995 e Junho de 1999. Só para os gabinetes ministeriais, a equipa de António Guterres chegou a nomear 2132 pessoas, de acordo com os dados divulgados em Julho de 1999 pela Secretaria de Estado da Administração Pública
Foi ontem noticiado pelo Publico, num texto do jornalista Samuel Silva, que "a Universidade do Minho está à procura de voluntários dispostos a passar por doentes no âmbito de um programa de formação de jovens médicos único em Portugal. O projecto de "pacientes estandardizados" é uma das valência do Laboratório de Aptidões Clínicas que funciona há dois anos e já ajudou a formar centenas de médicos. O laboratório é uma valência, inédita a nível nacional, que se destina à formação de jovens clínicos. Neste espaço, os estudantes de Medicina da Universidade do Minho treinam a recolha de histórias clínicas e contactam com "pacientes estandardizados", actores treinados para simular determinada patologia. O objectivo é aperfeiçoar a comunicação dos médicos com os doentes. "Centenas de alunos passaram pelo laboratório para receber formação e fazemos um balanço positivo desse período experimental", avalia o presidente da Escola de Ciência da Saúde da Universidade do Minho, Nuno Sousa. "Estamos extremamente satisfeitos", acrescenta o professor, o que levou a direcção da instituição a decidir alargar o programa. Foi lançado um desafio à sociedade civil para o recrutamento de voluntários para integrar o projecto e que se juntassem aos 16 actores-doentes que até aqui interagiram com os estudantes. A expectativa era duplicar a oferta, mas em poucas semanas já apareceram mais de 30 interessados em colaborar com a Universidade do Minho. Agora têm pela frente um processo de formação em que vão aprender a simular os sintomas de uma ou duas patologias, em situações o mais próximo possível da realidade, como consultas ou situações de urgência. O objectivo é chegar aos 50 doentes estandardizados e desta forma tornar possível o alargamento da oferta formativa aos estudantes. "Com mais doentes, podemos alargar a paleta de doenças e atingir um espectro maior de alunos", projecta o presidente. A universidade quer alargar progressivamente a frequência destes espaços de formação a todos os alunos de Medicina do Minho.Durante os dois anos de funcionamento experimental, o projecto de actores-doentes foi sendo monitorizado, especialmente através de inquéritos aplicados aos estudantes, antes e depois das sessões de treino. "Esse trabalho permitiu tirar conclusões muito relevantes. Os alunos entendem que beneficiaram desta formação e o grau de confiança nas competências clínicas aumenta significativamente", revela Nuno Sousa".