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domingo, maio 31, 2009

Professores: será que vale a pena?

Milhares de professores de todo o país marcharam ontem da Rotunda até aos Restauradores, em Lisboa, contra a política educativa do Governo. A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) estimou em 70 mil as pessoas que percorreram a Avenida da Liberdade, mas a PSP apontou para entre 50 e 55 mil manifestantes (fotografia de Pedro Cunha publicada no Publico online, com a devida vénia)
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Mais de 50 mil professores marcharam contra Estatuto da Carreira Docente

Foi a terceira vez este ano lectivo que os professores marcharam contra o Estatuto da Carreira Docente e o sistema de avaliação. Os sindicatos dizem que a adesão superou as expectativas, uma vez que estamos perto do final do ano lectivo e que foi um dia com muito calor.
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Ministra da Educação respeita direito à insatisfação de professores
A governante comentou que os professores têm direito a manifestar a sua insatisfação, tal como é dever do Governo prosseguir com as reformas. Maria de Lurdes Rodrigues desafiou os partidos da Oposição a revelarem quais as políticas educativas que defendem.
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Mário Nogueira apela a voto contra renovação de maioria absoluta
O porta-voz da Plataforma Sindical de Professores e dirigente da Fenprof garante que os professores não vão desistir da luta contra as politicas da maioria socialista. Alguns deputados foram mostrar solidariedade com os professores.

segunda-feira, março 16, 2009

Continuam a polémica à volta da mega-manifestação da Inter

Segundo a imprensa de hoje, "o secretário-geral do PS, José Sócrates, defendeu esta segunda-feira a necessidade de um sindicalismo livre de tutelas partidárias para o melhor desenvolvimento do país. 'O sindicalismo livre de tutelas partidárias serve os interesses de Portugal', afirmou Sócrates no encerramento do 5º congresso da Tendência Sindical Socialista da UGT. O secretário-geral do PS felicitou João Proença para reeleição na liderança da tendência. 'O PS orgulha-se dos que sendo do PS fazem um sindicalismo livre, moderno, que faz propostas e que defende os trabalhadores', afirmou Sócrates. No sábado, na qualidade de primeiro-ministro, Sócrates acusou o PCP e o BE de manipularem os manifestantes da CGTP, que sexta-feira se manifestaram em Lisboa". Já no dia anterior, li aqui que "o primeiro-ministro, José Sócrates, acusou os sindicatos afectos à CGTP-IN de se deixarem instrumentalizar pelos interesses eleitorais do PCP e do Bloco de Esquerda, queixando-se também de as manifestações se limitarem ao insulto pessoal.José Sócrates respondia aos jornalistas no final de três dias de visita oficial a Cabo Verde, depois de ter sido confrontado com a manifestação da CGTP-IN de ontem, em Lisboa, que os sindicatos dizem ter contado com a participação de cerca de 200 mil pessoas. "Não quero discutir o número de participantes, até porque o número não é argumento. Lamento mas discordo dos dirigentes sindicais que organizam manifestações desse tipo, porque não é solução para nenhum dos problemas", começou por reagir José Sócrates. O líder do executivo defendeu que o seu Governo "fez reformas da maior importância em áreas como as da Segurança Social, administração pública e educação. "Lamento que estas reformas não tenham sido acompanhadas pelos sindicatos, mas era preciso fazê-las", disse, numa alusão a alguns dos motivos de protesto inerentes à manifestação da CGTP-IN. Neste contexto, José Sócrates acusou os sindicatos de não terem contraposto argumentos positivos e alternativos face aos do Governo. "Lamento que nessas manifestações não existam argumentos, mas apenas acusações e insultos. Lamento que organizações sindicais se limitem ao insulto e ao insulto pessoal, chamando-me mentiroso. Há quatro anos que não fazem outra coisa que não seja chamar mentiroso ao primeiro-ministro. Acho que isso não é um grande argumento a favor das suas teses", frisou".
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Sócrates critica insulto como arma de arremesso contra Governo
O primeiro-ministro defendeu, num encontro com a UGT, ser necessário um sindicalismo livre da tutela dos partidos políticos, numa aparente referência à CGTP, mas sem se citar directamente a central sindical.
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Partidos reagem às palavras de Sócrates
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Duzentas mil pessoas contestam na rua políticas do Governo
A manifestação da CGTP levou para as ruas de Lisboa 200 mil pessoas, segundo a central sindical. Os manifestantes dos sectores público e privado contestam as políticas do Governo.
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Líderes do PCP e do BE participaram na manifestação
Jerónimo de Sousa e Francisco Louçã denunciaram o agravamento do desemprego e da precariedade do trabalho.

segunda-feira, março 09, 2009

Catalunha: União demarca-se de iniciativas independentistas

Segundo o El Mundo, "menos de 48 horas ha tardado Unió Democràtica en reaccionar a la presencia de dirigentes de Convergència en la marcha independentista del sábado en Bruselas. En tono cordial pero duro, el secretario general de Unió, Josep Maria Pelegrí, ha recordado a sus socios que "entre los compromisos electorales de CiU no está la independencia". La manifestación pretendía reunir a 10.000 personas en el corazón de la Unión Europea para reclamar la independencia de Cataluña. Sin embargo, según la policía belga, fueron bastantes menos. Aunque Artur Mas se desmarcó tibiamente de la iniciativa un día antes, CDC envió a Bruselas a varios diputados en el Parlament (Albert Batalla y Jordi Cuminal entre otros), el responsable de Inmigración, Àngel Colom, o el militante y jurista Alfons López Tena. Unió, cuyos dirigentes se han pronunciado en público repetidamente contra la posibilidad de la independencia, ha debatido el asunto en su comité de gobierno de este lunes y ha decidido lanzar su aviso a Convergència. Pero Pelegrí ha sido aún más duro con ERC, que estuvo representada incluso por su candidato al Parlamento Europeo, Oriol Junqueras. "Sorprende que un partido que gobierna la Generalitat dé apoyo a una marcha que critica la propia delegada del Ejecutivo catalán ante la UE", ha manifestado en referencia a las críticas de Anna Terrón".