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terça-feira, fevereiro 08, 2011

Obama deixou de fumar há um ano

Li aqui que "Obama ha dejado el tabaco. Hace casi un año. Así lo ha asegurado la primera dama de EE.UU., Michelle Obama, citada por la agencia Bloomberg. "Es un reto personal para él", dijo la esposa del presidente norteamericano, "estoy muy orgullosa". Obama ya había anunciado su intención de dejar el tabaco, y en junio de 2009 aseguró que estaba restablecido de su adicción a la nicotina "en un 95%". La primera dama apunta a las hijas del presidente, Sasha y Malia, como el motivo por el que Obama ha decidido renunciar a los cigarrillos. Las chicas "se acercan a una edad en la que quieren saber, y él quiere ser capaz de mirarlas a la cara y si le preguntan '¿tú fumas, papá?' ser capaz de responderles que no". Michelle Obama negó que ella haya constituido un apoyo especial para Barack Obama en su lucha contra el tabaco: "Cuando alguien está haciendo lo correcto no hace falta que te metas en lo que hace".

sábado, agosto 01, 2009

Obama: em vez de chá para dois, ofereceu cerveja para quatro

Barack Obama quis sanar a polémica, que ajudou a provocar, com o caso do professor negro, detido pela policia. O presidente norte americano convidou os dois protagonistas do episódio, para uma cerveja na Casa Branca.

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Obamania é isto. Já viram como se resolveu uma asneirada presidencial?

domingo, julho 12, 2009

Vídeo "iliba" Obama de olhares indiscretos...

Foi uma das polémicas da recente cimeira do G8, Segundo a SIC, "imagens divulgadas pela estação de televisão ABC News "absolve" o Presidente Barack Obama da acusação de que teria lançado um olhar pouco discreto a uma jovem brasileira, durante a reunião do G8. Já Nicolas Sarkozy está mais "comprometido. Nas imagens, não é tão claro que o Presidente francês não estivesse a olhar para a jovem. O vídeo mostra que, quando parecia que Obama obervava insistentemente Mayara Tavares, carioca de 17 anos, na verdade estava a ajudar uma outra jovem a descer as escadas, enquanto o grupo se preparava para tirar uma foto".

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Como tudo começou? Com a notícia de que "uma adolescente brasileira de 17 anos foi responsável por um indiscreto "voltar de cabeça" do Presidente dos Estados Unidos, sob o olhar atento do homólogo francês, Nicolas Sarkozy. A jovem Mayara Rodrigues Tavares, 17 anos, moradora no Rio de Janeiro, foi a escolhida para representar a UNICEF na reunião do G8. Num momento de descontracção, entre reuniões dos países mais ricos do Mundo mais a Rússia, Barack Obama foi fotografado a voltar a cabeça para observar Mayara. Atento ao momento, estava também o Presidente Nicolas Sarkozy. A jovem brasileira faz parte de um grupo que defende os direitos da criança e dos adolescentes, para conseguir uma vida melhor nos bairros carenciados.Mayara Rodrigues afirma ter ficado surpreendida por ter sido escolhida para representar a UNICEF na reunião".

segunda-feira, abril 13, 2009

Vénia pronunciada de Obama está a gerar polémica...

A imprensa internacional, particularmente a americana, está a dar eco de uma nova polémica, considerando que uma vénia pronunciada de Obama, em saudação ao Rei saudita na última cimeirfa do G-20 "é uma "humilhação". Diz o DN de Lisboa que "a FOX News não se cansa de passar imagens da vénia feita por Barack Obama ao Rei Abdullah da Arábia Saudita na reunião do G20 em Londres. A acompanhá-las estão as críticas do Washington Times, que definiu o gesto do Presidente dos EUA como "chocante mostra de lealdade para com um líder estrangeiro". A saudação de Obama ao monarca está a ser criticada pelos sectores mais conservadores para os quais representa uma "humilhação". Polémica semelhante aconteceu nos anos 1990 quando o então presidente Bill Clinton saudou profundamente o imperador japonês Akihito".
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quarta-feira, fevereiro 11, 2009

quarta-feira, janeiro 14, 2009

Obama com mais um problema...

Li no jornal ABC que "Timothy Geithner, el secretario del Tesoro nominado por el actual presidente electo, Barack Obama, podría enfrentar duros cuestionamientos en su audiencia de confirmación despuÙs de que hoy surgieran problemas con sus impuestos y con el estatus de inmigración de su ex ama de llaves. Geithner, actual presidente de la Reserva Federal de Nueva York, aparentemente empleó por un corto tiempo a una mujer cuyos papeles de inmigración habían vencido mientras trabajaba para él, según informó "The Wall Street Journal" en base a fuentes cercanas al asunto. La empleada luego obtuvo una "green card" y trabajó de manera legal, pero dar trabajo a inmigrantes ilegales fue un escollo en otras oportunidades para la designación de funcionarios gubernamentales. Geithner tampoco pagó los impuestos de seguridad social y salud que le correspondían mientras trabajó para el Fondo Monetario Internacional (FMI) bajo un complicado estatus impositivo que requería que pagara Ùl mismo los impuestos que normalmente son retenidos de los salarios por los empleadores. El funcionario pagó los impuestos una vez que se le llamó la atención sobre el tema, según el diario. Los senadores se iban a reunir en la tarde de hoy para discutir estos temas, pero el equipo de transición de Obama consideraba que los problemas no eran graves. El portavoz, Robert Gibbs, dijo que eran "errores genuinos" que fueron corregidos. "Él cometió un error común con sus impuestos y no estaba al tanto de que la autorización para trabajar de su empleada de medio tiempo había expirado en los últimos tres meses de su trabajo. Esperamos que el Senado lo confirme con un fuerte apoyo bipartidista para que pueda comenzar con el importante trabajo para el país", señaló Gibbs en un comunicado".

quarta-feira, dezembro 17, 2008

Obama, "personalidade do ano" para a Time

Escreve a jornalista do Publico Susana Almeida Ribeiro que a revista norte-americana Time "escolheu o Presidente eleito norte-americano Barack Obama como Personalidade do Ano 2008. Numa extensa reportagem sobre o homem que irá prestar juramento no próximo dia 20 de Janeiro, a Time analisa as acções e as palavras de um candidato que atingiu a cena política norte-americana “como um raio” e cuja Administração irá enfrentar uma das situações mais tempestuosas na história dos EUA."Uma economia a implodir, uma guerra em estado de deterioração numa região impossível e duas versões do 'Armageddon' - a proliferação de armas nucleares e o colapso ambiental. Tudo isto, só para começar", indica a revista, resumindo os principais desafios com que Obama terá de lidar a breve trecho.Obama foi o eleito “por ter a confiança de projectar um futuro ambicioso durante tempos sombrios”, informou a direcção editorial da revista. “Ele tem o tipo de competência que faz com que os americanos tenham a esperança que ele irá conseguir”, acrescenta a Time". Um assunto que também pode ler aqui.

quarta-feira, novembro 12, 2008

Lisboetas e portuenses esperam de Barack solução de crise financeira

Inquiridos pelo Fonebus da Marktest, a esmagadora maioria dos residentes na Grande Lisboa e no Grande Porto sabe que Barack Obama venceu as eleições presidenciais nos Estados Unidos da América no dia 4 de Novembro de 2008. O seu nome foi referido por 89.6% dos entrevistados nesta sondagem. Quase três em cada quatro destes indivíduos (70.9%) afirmou ter acompanhado as notícias sobre esta eleição, contra os 29.1% que disse o contrário. Os homens (73.3%), os jovens dos 25 aos 34 anos (82.6%), os residentes no Grande Porto (72.5%), bem como os indivíduos das classes sociais alta e média alta (75.4%) foram os que mais responderam ter acompanhado as notícias sobre as eleições nos EUA.

A televisão foi o meio escolhido para seguir as notícias sobre a eleição de Barack Obama, uma resposta dada por 97.8% dos que referiram ter acompanhado estas notícias; 17.4% dos inquiridos referiu ter seguido as notícias através dos jornais, o mesmo número dos que afirmaram ter-se informado pela rádio, havendo ainda 11.8% que referiu a Internet como meio para acompanhar as notícias sobre estas eleições. Quanto às primeiras medidas que os lisboetas e portuenses gostariam que fossem tomadas pelo novo Presidente dos EUA, a solução da crise financeira foi a mais referida, por 25.9% dos inquiridos nesta sondagem, uma resposta especialmente dada pelos homens, pelos jovens dos 25 aos 34 anos, pelos residentes na Grande Lisboa e pelos indivíduos da classe média. Acabar a guerra do Iraque/retirar do Iraque foi a segunda medida com mais referências dos entrevistados: 21.9% espera que esta seja a primeira medida a ser tomada por Barack Obama. A ajuda aos pobres e desfavorecidos foi referida por 2.4% dos entrevistados, enquanto 11.6% referiu outras medidas, 37.1% confessou não saber e 1.2% não respondeu à questão. As mulheres, os jovens dos 18 aos 24 anos e os indivíduos da classe média foram os que se mostraram mais indecisos quanto a esta questão.

Este estudo foi realizado na Grande Lisboa e no Grande Porto através do Fonebus da Marktest, entre os dias 6 e 7 de Novembro de 2008. (fonte:Marktest.com, Novembro de 2008)

domingo, outubro 26, 2008

EUA-2008: "Yes we can"

Foi uma frase de Obama, que serviu de base para uma canção que aos poucos se transformou num sucesso. Mas os discursos de Obama ajudaram a mobilizar as pessoas, culminando como espectacular comício no estádio do Colorado com mais de 80 mil pessoas. Acham que na América dos nossos dias, alguém ia a um Estádio ouvir um candidato Presidencial? É sinal de que alguma coisa está para acontecer, brevemente. São esses factos que recordo e que ajudam a perceber porque votaria Obama se fosse eleitor nos EUA.
Yes We Can
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Barack Obama Music Video
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Obama Speech
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Mile High Stadium
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Obama enters Mile High Stadium
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Barack Obama: Incredible Speech
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One of Obama's Best Speeches

sábado, outubro 25, 2008

EUA-2008: Pode Obama sofrer o efeito Bradley?

Apesar da vantagem nas sondagens o Senador Barack Obama tem ainda pela frente um adversário insuspeito. O Efeito Bradley pode custar-lhe a eleição.

domingo, outubro 19, 2008

EUA-2008: Colin Powell anuncia apoio a Obama

Hoje o candidato republicano deve ter recebido uma machadada final nas suas ambições: "Colin Powell, secretário de Estado norte-americano no primeiro mandato de George W. Bush, revelou hoje o seu apoio ao candidato democrata à Casa Branca Barack Obama, um anúncio que marca uma ruptura decisiva do general com a actual Administração republicana.Powell, que depois de abandonar a Administração criticou a decisão de Bush de avançar para a guerra no Iraque, foi esta manhã ao programa “Meet the Press” da NBC anunciar que a sua escolha de voto não recai sobre o candidato republicano.O antigo chefe da diplomacia americana considera que o candidato democrata “preenche os critérios” para liderar o país, destacando a sua capacidade “para inspirar” os que o apoiam e para “procurar consensos”. “Todos os americanos, e não apenas os afro-americanos” ficarão orgulhosos se Obama ganhar, afirmou.O antigo conselheiro para a Segurança Nacional e chefe do Estado-Maior das Forças Armadas dos EUA (cargo que ocupou durante a Guerra do Golfo) desvalorizou a inexperiência do candidato democrata em cargos executivos. “Confio neste homem para comandante-em-chefe e vocês também deveriam confiar”, afirmou Powell, dirigindo-se aos eleitores indecisos" (veja aqui o video da RTP com esta notícia)