Há menos portugueses a admitirem fazer férias fora do local de residência habitual por comparação a maio, um possível reflexo do agravamento da situação pandémica no país nas últimas semanas. Pedro Nunes - Reuters São menos os portugueses que costumam fazer férias fora da residência habitual a pretenderem fazê-lo este ano, com uma diminuição importante verificada nos últimos dois meses. Outros dados a nível económico, reunidos pela sondagem da Universidade Católica para a RTP, mostram que o teletrabalho é visto de forma muito positiva e que o sentimento de segurança face à situação profissional ou o impacto no rendimento disponível não sofreram grandes alterações em relação a inquéritos anteriores. A maioria dos portugueses (60 por cento) assume seguir os mesmos comportamentos de consumo como antes da pandemia, mas há ainda assim 30 por cento de inquiridos que admite que está a evitar ou adiar compras importantes, como a aquisição de casa ou carro.
De acordo com a mais recente sondagem da Católica para a RTP, desde maio que os portugueses estão menos abertos a fazer férias fora do local de residência habitual. Nos últimos dois meses, aumentou a percentagem de inquiridos que afirma que “de certeza” não fará férias fora de casa, de 41 para 55 por cento.










