sexta-feira, agosto 31, 2012

Lillypad City: The floating city

Cuidado com o virus

Fui alertado para o facto de várias pessoas andarem a receber emails, alegadamente do endereço de correio electrónico deste blogue. Não abram por favor porque se trata de um maldito de um virús. Estas coisas acontecem. A única solução é mandarem para o lixo imediatamente essa mensagem recebida.

quinta-feira, agosto 30, 2012

Madeirenses estão a montar motores para produção de energia na ilhas de Jersey

Uma empresa madeirense venceu um concurso para montar os motores elétricos que vão fornecer energia à ilha de Jersey. Os trabalhos já decorrem há vários meses e empregam uma equipa de 20 técnicos especializados todos madeirenses (veja aqui o video da RTP sobre esta notícia)

Finanças querem mais contenção no setor empresarial do Estado

O Jornal da Tarde acompanhou em direto a conferência de imprensa que culminou a reunião desta quinta-feira do Conselho de Ministros (veja aqui o video da RTP sobre esta notícia)

Cristiano Ronaldo espera ganhar o prémio da UEFA

Sobre o prémio da UEFA para o melhor jogador a atuar na Europa, Cristiano Ronaldo diz que todos os três candidatos têm hipóteses mas espera ganhar (veja aqui o video da RTP sobre esta notícia)

Cresce o número de famílias com contas por pagar

Há cada vez mais famílias com faturas de água, luz e gás por pagar. Pedem ajuda a instituições de solidariedade social que começam também a ter dificuldades em acudir a tantas solicitações (veja aqui o video da RTP sobre esta notícia)

Fisco estuda corte nos benefícios fiscais a partir de 2013...

O Ministério das Finanças terá dado indicação ao fisco para estudar um corte nos benefícios fiscais a partir de 2013 para as famílias que têm filhos com deficiência. Os fiscalistas dizem que já não há muito para cortar e acusam a Autoridade Tributária de agir de forma desproporcionada e muitas vezes inconstitucional com os contribuintes.


RTP: 17 canais e 2.000 trabalhadores

A RTP é um grupo de audiovisual com 17 canais de YV e rádio. Pouco mais de dois mil trabalhadores em todo o mundo, correspondentes e delegações em quatro dos cinco continentes. A história do mundo RTP-RDP começa nos anos 30.


Défice derrapa

O défice deste ano pode derrapar para os 5,3 por cento, quase um ponto percentual acima da meta prevista. O Diário Económico avança que o Ministro das Finanças já apresentou o buraco orçamental à troika e que os técnicos estão agora a decidir se vão ser precisas mais medidas de austeridade.


Gaspar revela à “troika” que défice derrapa para 5,3 por cento

Li no site da RTP que "o Governo informou os técnicos da troika que estão a realizar a quinta avaliação do programa de assistência financeira a Portugal de que o défice em 2012 vai derrapar para os 5,3 por cento, mais 1,2 mil milhões do que estava previsto, já depois de descontadas as poupanças adicionais que o Executivo conseguiu alcançar, noticia esta quinta-feira o Diário Económico. Os técnicos da Comissão Europeia, do Banco Central Europeu e do Fundo Monetário Internacional admitem que a meta dos 4,5 por cento dificilmente será atingida e não descartam a hipótese de mais austeridade para compensar o buraco de 1,2 mil milhões de euros. Segundo o Diário Económico, na passada terça-feira, quando chegaram a Lisboa, os técnicos da troika ficaram a “saber que a derrapagem será de 1,2 mil milhões de euros. O que significa que, se não forem exigidos mais cortes em 2012, Portugal fechará o ano com um défice de 5,3 por cento do PIB, mais 0,8 pontos percentuais face ao que estava acordado no memorando de entendimento”, assinado em maio de 2011. O motivo desta derrapagem vem “do lado da receita e está relacionada com o ciclo económico e com a redução acima do previsto do défice externo”, porque do “lado da despesa o Governo até conseguiu poupanças adicionais face ao que estava previsto, mas que não chegam para tapar a totalidade do desvio da receita, que no pior dos cenários poderá andar na ordem dos três milhões”.Antes de chegarem a Portugal, os técnicos do FMI e da União Europeia já sabiam “que não era possível cumprir a meta do défice de 2012 sem recurso a medidas adicionais”. Mas “não sabiam qual era o valor do buraco orçamental em causa”.

“Tapar parte do buraco"

Durante a quarta avaliação da troika ao programa de assistência financeira a Portugal, que decorreu no passado mês de maio, os técnicos da Comissão Europeia, do BCE e do FMI revelaram que “tinham uma mente aberta perante uma flexibilização do défice, desde que se devesse ao ciclo económico”. Na altura, porém, as autoridades internacionais “estimaram um eventual desvio da receita na ordem dos 800 milhões de euros e sabiam que havia poupanças adicionais na despesa que poderiam compensar parte da derrapagem”. Segundo o Diário Económico, “ainda não foi descartada a hipótese de se exigirem mais cortes este ano para tapar, pelo menos, parte do buraco”. Até ao final da semana, os técnicos da troika poderão tomar a decisão de exigir ou não mais medidas e, a confirmar-se a necessidade de um maior esforço adicional, a tentativa será “ir pelo lado da despesa e evitar entrar no campo das receitas extraordinárias, como aconteceu o ano passado, onde o défice foi atingido à custa da sobretaxa extraordinária sobre o subsídio de Natal e da transferência dos fundos de pensões da banca”. Os técnicos da Comissão Europeia, do Banco Central Europeu e do FMI vão estar em Portugal ao longo das próximas duas semanas, pois além das contas do Estado de 2012 estão também a ser analisados os números do Orçamento do Estado para 2013".

Concessão da RTP e aumento de impostos dividem governo de coligação

O líder do CDS/PP e número dois do governo de coligação terá falado pessoalmente com o primeiro-ministro e manifestado total discordância com o cenário apresentado por António Borges que prevê a concessão do grupo RTP a privados. Portas e o partido que representa sentem-se ultrapassados já que a questão RTP foi um dos assuntos mais debatidos aquando da formação da coligação. O CDS/PP mostrou-se contra a privatização da RTP mas acabou por ceder apenas na privatização de um canal. O jornal Público avança também, na edição desta quinta-feira, que a outra questão premente que está a dividir os parceiros no poder é a austeridade. Paulo Portas também já fez saber que discorda com o aumento de impostos, questão que não se mostra sequer disponível para negociar (veja aqui o video da RTP sobre esta notícia)


RTP: Passos Coelho garante que tudo será estudado "sem tabus"

Escreve o DN de Lisboa que "o primeiro-ministro garantiu que o Governo vai estudar "sem tabus" tudo o que se relaciona com "o processo de alienação" da RTP. Admitiu que a hipótese da concessão a privados é uma das que está em cima da mesa, mas que antes de uma decisão deve perceber-se qual o serviço público que se quer e quanto se quer pagar por ele. "Não haverá tabus, quer dizer, tudo será estudado de forma a habilitar o Governo a uma decisão bem informada", garantiu o primeiro-ministro , à chegada à embaixada de Portugal na capital britânica, onde assistirá esta noite à sessão de abertura dos Jogos Paralímpicos Londres2012.O consultor do Governo António Borges considerou na semana passada, em entrevista à TVI, que a possibilidade de concessionar a RTP1 a investidores privados era um cenário "muito atraente", assegurando contudo que nada estava ainda decidido sobre o futuro da empresa. A RTP2 irá "muito provavelmente" fechar, independentemente do cenário a adotar para o futuro da empresa, em razão do seu avultado custo, para reduzidas audiências, prosseguiu o consultor do executivo, na entrevista à TVI."Há um conjunto de consultores que foram recrutados pela RTP para fazer o estudo do processo de alienação que estava previsto no programa do executivo. No âmbito desse estudo não haverá tabus", afirmou hoje Pedro Passos Coelho, em declarações aos jornalistas.Para o líder do executivo, "não há razão para nenhuma histeria nem para nenhuma mobilização excecional à volta do que deve ser o trabalho técnico que vai decorrer" e, sem emitir a sua opinião pessoal, garantiu que a palavra final pertence "evidentemente" ao governo. O primeiro-ministro sublinhou que "a hipótese mencionada [de concessão a privados] é uma de várias hipóteses, de vários cenários que estão a ser equacionados", mas que antes devem ser respondidas outras perguntas, nomeadamente o que se entende por serviço público de rádio e de televisão."Não é a ideia de vaga de que deve existir um serviço público, é qual é esse serviço público em concreto", vincou Passos Coelho, que entende que, em segundo lugar, é preciso saber "quanto estamos dispostos a pagar por ele". O chefe do Governo entende que estas questões são independentes da situação financeira do país, mas que são importantes quando "se quer para o futuro construir uma economia com os pés assentes na terra".Como ponto de comparação, Passos referiu a área da Cultura, na qual diz que o Governo gasta anualmente 80 milhões de euros "nos museus, na preservação do património, no apoio à criação artística", enquanto a RTP custa ao Estado "mais de 300 milhões" de euros. "Isto não pode ser", argumentou, acrescentando que "o país não pode continuar a financiar a este nível o serviço público de rádio e televisão". "Só quando houver respostas para estas perguntas", enfatizou, será discutida a "fórmula melhor de fazer essa gestão, se é concessionar, se é vender um dos canais e administrar o outro, se é simplesmente fechar um deles e gerir o outro". "Isso são soluções finais que ocorrerão quando respondermos a estas primeiras", disse, desdramatizando a controvérsia que geraram as declarações de António Borges".

Um aviso de Passos Coelho: "País terá de superar "outros desafios orçamentais"

Li no DN de Lisboa que "o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, alertou hoje para os "desafios orçamentais" que o país vai ter de saber superar, a propósito da quinta revisão do programa de assistência a Portugal iniciada pela "troika" na terça-feira. Embora tenha invocado o "dever de reserva e silêncio durante o período do exame", Passos Coelho admitiu, em declarações à chegada à embaixada de Portugal na capital britânica, onde assistirá esta noite à sessão de abertura dos Jogos Paralímpicos Londres2012, que "nem tudo aconteceu exatamente como esperado". "Há comportamentos, sobretudo do lado do desemprego, que são conhecidos que têm reflexos orçamentais quer do lado das receitas fiscais em particular, quer do lado dos subsídios de desemprego", referiu.Recusando falar sobre um eventual prolongamento do tempo para cumprimento das metas definidas no programa de ajuda externa ou a medidas para compensar o desvio fiscal, Passos Coelho aludiu a "outros desafios orçamentais" que o país vai "ter de saber superar". "Tenho a certeza de que, quer neste exame regular quer na fase subsequente, que tem a ver com a apresentação do Orçamento do Estado para o próximo ano, o país encontrará uma forma de concluir esta ajuda externa de forma bem sucedida, recuperando a sua autonomia orçamental e construindo uma maior responsabilidade orçamental que, se tivéssemos tido no passado, teria evitado situações como aquela que estamos a viver", concluiu.Um desvio nas receitas fiscais levou já o Governo a admitir que não será possível cumprir a meta orçamental prevista para este ano (4,5 por cento do PIB). A equipa da 'troika' (Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional) deverá debater com o Governo formas de resolver o problema: aumentando a meta para o défice ou aplicando medidas adicionais (a 'troika' rejeita o recurso a receitas extraordinárias). A transferência de cada 'tranche' do pacote de ajuda está dependente de um resultado positivo do processo de revisão. Segundo o programa, a próxima 'tranche' deverá ascender a 4.300 milhões de euros. Para além dos problemas orçamentais deste ano, a 'troika' deverá ainda discutir com o Governo a proposta de Orçamento para o próximo ano, que será apresentado à Assembleia da República a 15 de outubro. Este processo de revisão é trimestral e está previsto no programa de assistência económica e financeira, através do qual a 'troika' disponibilizou 78 mil milhões de euros para Portugal.Em todas as quatro revisões anteriores, a equipa da 'troika' manifestou-se satisfeita com os progressos feitos por Portugal na aplicação do programa".

Andaluzuia: "La Junta espera a la Conferencia de Presidentes para decidir sobre el rescate"

Garante o El Pais que "de "la Junta mantiene su actitud de no acudir al fondo de rescate autonómico", que afirmó el 16 de agosto la consejera de Hacienda, Carmen Martínez Aguayo, se ha pasado a "la Junta de Andalucía nunca ha descartado acudir al Fondo de Liquidez Autonómico (FLA)" que ayer aseguró la consejera de Presidencia e Igualdad, Susana Díaz. El Gobierno andaluz admite problemas de liquidez y solo está a la espera de la Conferencia de Presidentes que prometió Rajoy para el próximo mes. A partir de ahí, habrá una decisión que ambos Gobiernos están dispuestos a negociar.La propia Díaz decía el pasado 5 de agosto que la Junta no se iba a acoger a un fondo de rescate dirigido a "limitar las competencias de las autonomías". Ayer matizaba. "Ese fondo de liquidez, si realmente es así, no lo hemos descartado en ningún momento, porque entendemos que, podemos endeudarnos más, pero lo que necesitamos es liquidez", subrayó Díaz en Huelva. La condición es que "no se limiten las competencias autonómicas" y que se negocie.La delegada del Gobierno, Carmen Crespo, afirmó que el Ejecutivo "negociaría las condiciones sin restar un ápice de autonomía". "La cuestión está clara: si Andalucía u otra comunidad emite deuda y no se la compran los mercados, obviamente tendrán que hacer frente a ella, supongo que acogiéndose a ese plan de liquidez que el Gobierno ha planteado para las comunidades autónomas, de modo que ellos tendrán que ver si se acogen o no", explicó.La falta de liquidez fue admitida por el propio presidente de la Junta, José Antonio, Griñán, tras su reunión con Rajoy a finales de julio. "No tenemos ningún problema de equilibrio de deuda, pero el problema de liquidez afecta a todas las Administraciones públicas", afirmó entonces. El presidente andaluz vinculó más tarde el "uso del fondo de liquidez autonómico" a "cómo evolucionan los mercados financieros".La clave, sin embargo, será la Conferencia de Presidentes y las condiciones de deuda que se establezcan en esta. Si se mantiene el actual criterio, Andalucía tendría que recortar 2.700 millones más.Según el vicesecretario general del PSOE andaluz, Mario Jiménez, ese encuentro "debe ser definitivo para despejar dudas y garantizar que Andalucía acceda a la liquidez indispensable para afrontar los presupuestos de 2013".En los mismos términos se ha pronunciado el vicepresidente del Gobierno andaluz y coordinador general de IU, Diego Valderas, quien aplazó hasta la Conferencia de Presidentes la decisión final. "Ahora mismo no es necesario que Andalucía acuda al fondo de liquidez, lo que no quiere decir que sí lo sea mañana o dentro de tres meses", advirtió.Para los socios de los socialistas en la Junta, Andalucía tiene que intentar no acudir al "rescate", pero si tiene que hacerlo y eso representa una limitación de la autonomía, exigen una consulta popular".

Las “estrictas condiciones” de Bruselas

Escreve o El Pais que "Bruselas se ha apresurado a poner los puntos sobre las íes. Si el martes Cataluña aseguraba que el rescate de 5.000 millones no tendrá condiciones políticas por tratarse del dinero "que los catalanes pagan con sus impuestos", un portavoz de la Comisión Europea matizó ayer que esta ayuda está sujeta a "estrictas condiciones presupuestarias, en línea con nuestras recomendaciones para España".Bruselas toma nota de la petición al Fondo de Liquidez Regional y recuerda que tanto las autoridades del Gobierno central como las autonómicas deben tomar las medidas necesarias para cumplir los objetivos del déficit. "Confiamos en que hagan todo lo necesario", aseguró el portavoz de Asuntos Económicos y Monetarios. Las comunidades deben cerrar el año con un déficit del 1,5% para que el conjunto del Estado pueda cumplir su objetivo del 6,3%."La Comisión y el Consejo han pedido el cumplimiento de la nueva ley de estabilidad presupuestaria y la adopción de contundentes medidas en las comunidades autónomas", ha añadido el portavoz Simon O’Connor.La petición de Cataluña se suma a las ya realizadas por la Comunidad Valenciana y Murcia. Entre estas tres comunidades, que han solicitado unos 8.500 millones en total, agotarán casi la mitad de la dotación del Fondo de Liquidez Regional. Pero en Bruselas consideran que este instrumento bastará. "Entendemos que los 18.000 millones que el Gobierno español ha reservado para el fondo serán suficientes para las necesidades previstas", señaló el portavoz de Asuntos Económicos"

Nomes de 1438 maçons

Li no Correio da Manhã que "no total são 1438 os nomes de maçons que fizeram parte da Loja Ocidente, do Grande Oriente Lusitano, que foram revelados na internet. De acordo com a revista ‘Sábado’, a fuga de informação não tem precedentes e terá gerado pânico entre os nomes divulgados.A lista conta no blogue ‘Casa das Aranhas’, onde se encontra um comentário a um texto ‘A Maçonaria em Portugal – Uma História de Corrupção e Conspiração’.Entre os nomes estão o médico Fernando Nobre, João Cravinho, o advogado Belmiro Sá Leão ou Luís Capoulas Santos.O anterior líder do Grande Oriente Lusitano, António Reis, comentou o caso, descrevendo a fuga de informação de “muito preocupante” e deixou no ar o cenário de “intrusão no sistema informático”.

Estado corta nos benefícios fiscais

Escreve o Correio da Manhã que "o Ministério das Finanças deu instruções aos serviços do Fisco para estudarem um corte de 154 milhões de euros nos benefícios fiscais a incluir no Orçamento de 2013, apurou o CM junto de fontes da Autoridade Tributária (AT). Este cenário, que vai no sentido apontado pela troika de apostar nos cortes pelo lado da despesa, deve incidir sobre as deduções fiscais com filhos a cargo ou ascendentes, e também com a despesa fiscal suportada com os deficientes. Segundo os últimos números da AT relativos a 2010, as deduções fiscais com filhos não têm parado de crescer desde 2008, somando em 2010 cerca de 343 milhões de euros. Isto apesar de, nos últimos dois anos, terem desaparecido cerca de 135 mil crianças das contas do Fisco. Os dependentes declarados no IRS começaram a descer de forma acentuada desde que se tornou obrigatória a identificação fiscal dos filhos. Este cenário será apresentado aos representantes da troika numa altura em que o Conselho Económico e Social (CES) veio a público alertar para o efeito negativo de mais medidas de austeridade na economia e na dívida pública. "O CES alerta, mais uma vez, para a possibilidade de políticas de ajustamento orçamental demasiado ambiciosas terem efeitos contraproducentes sobre o peso do défice e da dívida pública na economia nacional", lê-se no projecto de parecer assinado pelo economista João Ferreira do Amaral.

RAJOY ABRE PORTAS A NOVO RESGATE

O primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, voltou ontem a desmentir a existência de negociações com Bruxelas, mas não fecha a porta a um segundo resgate ao país."Não há nenhuma negociação porque o governo não fez nenhum pedido. Não se está a negociar nada", disse Rajoy no final de um almoço de trabalho com Van Rompuy, líder do Conselho Europeu. Questionado sobre se irá pedir ajuda para aliviar a pressão sobre a dívida, garantiu que fará tudo pelo interesse espanhol. "Tomaremos as decisões com base nesse critério." Rompuy afirmou que a Europa "está preparada para agir rapidamente para salvaguardar a estabilidade financeira".

O email da Strawberry a provar que continua a operar...

"De: Strawberry World Administration [mailto:administration@strawberry-world.com]
Enviada: quarta-feira, 29 de Agosto de 2012 11:53
Para:
xxxxxxxxx@hotmail.fr
Cc: dseat.srt@gov-madeira.pt xxxxxxxx.srtt@gov-madeira.pt
Assunto: Ref: 000000 - Four Views Baia - Notification Important
Monsieur XXXXXXXX
Nous sommes dans le marché du Tourisme près de vingt ans et nous avons toujours cherché, par tous les moyens disponibles, pour répondre aux besoins de nos clients et les attentes à leur entière satisfaction.
Récemment, comme dans le cas de beaucoup d'autres entreprises, nous avons été touchés par la crise financière mondiale, aggravée par le fait que nous sommes basés sur une île.
Les augmentations considérables en matière de fiscalité, suivie par la faillite de nombreux voyagistes nous a causé de grandes difficultés des flux de capitaux et, par conséquent, nous a empêchés de nous acquitter de nos engagements en temps opportun avec quelques hôtels en particulier dans ce concerne les réservations pré-payées.
Jusqu'à la toute dernière minute tous nos efforts ont porté sur de trouver une solution pour résoudre ce problème, mais malheureusement nous n'avons pas toujours la coopération nécessaire. En conséquence et afin de minimiser les dommages, Strawberry World a été contraint de poursuivre la protection juridique et, à cette fin, a présenté une requête à la Cour de district judiciaire de Funchal, Portugal, appelant à l'admission dans un «Programme de Revitalisation de la Société» auquel il a récemment reçu l'approbation. Le procédé consiste à protéger la société pour une période de temps, sous les auspices d'un administrateur nommé par le tribunal, dans le but de faire revivre la compagnie est de retour à une performance normale permettant ainsi de règlement avec tous les créanciers.
Malgré nos efforts dans l'accomplissement de nos obligations avec de nombreux hôtels, y compris l'hôtel que vous avez réservé, et à la suite de la fausse information donnée aux hôtels par deux associations qui la société est confrontée la faillite, nous regrettons de vous informer que nos clients sont en cours refuser l'entrée de l'hôtel et sont invités à rembourser pour leur réservation. Comme cela a été expliqué, nous sommes sous la protection des tribunaux une à apporter à la société rétablissement de la santé et de compenser tout le monde qui a été affecté. Nous faisons de notre mieux pour veiller à ce que tous nos clients à remplir leurs vacances avec le moins de stress possible.
Afin d'aider nos clients, Strawberry World a été en contact avec la Suite Hôtel Jardins d'Ajuda (
www.hoteljardinsdajuda.com), Meliã Madeira Mare (http://www.meliamadeira.com/en) et Madeira Regency Palace Hotel (http://www.madeiraregencypalace.com/coming-soon.html) et a organisé un autre logement à des prix compétitifs si vous n'êtes pas en mesure de rembourser le plein montant de votre réservation initiale ou dans le cas de l'hôtel de ne pas avoir la disponibilité au moment de votre arrivée. Si vous souhaitez accepter cela comme une alternative, nous devons souligner que cela devra être payé par vous, le client, quand vous arrivez à l'hôtel.
Nous pouvons confirmer les taux suivants:

Suite Hotel Jardins d'Ajuda ****
2 adultes: 45 euros par nuit et par chambre (BB inclus et toutes les taxes)
Appartement 1 Chambre (Occupation max 4 adultes): 70 euros par nuit par chambre (BB inclus et toutes les taxes)
Chambre triple: 60 euros par nuit par chambre (BB inclus et toutes les taxes)
Enfants (1-1,99 ans): Gratuit
Enfants (2-12 ans): 11,50 euros par nuit
Déjeuner ou dîner (boissons non comprises): 15 euros par personne et par nuit / € 7,50 pour les enfants (2-12 ans)
Meliã Madeira Mare *****
1 ou 2 adultes - Chambre avec Vue latérale mer: 90 euros par chambre et par nuit (BB inclus et toutes les taxes)
Enfants (2-12): 22.50 euros par nuit
Déjeuner ou dîner (boissons non comprises): 25 euros par personne et par nuit / 12,50 euros pour les enfants (2-12 ans)
Madeira Regency Palace *****
Chambre simple avec vue sur les terres: 90 euros par chambre et par nuit (BB inclus et toutes les taxes)
Chambre double avec vue sur les Terres: 100 euros par chambre et par nuit (BB inclus et toutes les taxes)
Chambre simple avec vue Mer: € 98,50 par chambre et par nuit (BB inclus et toutes les taxes)
Double Vue sur la côte: 108 euros par chambre et par nuit (BB inclus et toutes les taxes)
1er enfant: gratuit
2ème enfant en chambre avec vue sur les terres: 35 euros par nuit
2ème enfant en chambre avec vue de côté de la mer: € 37,80 par nuit
Déjeuner ou dîner (boissons non comprises): 24 euros par personne et par nuit
Le déjeuner et le dîner (boissons non comprises): 47 euros par personne et par nuit
Enfants (2-12 ans): 50% de réduction sur les repas
Si vous souhaitez accepter l'un des hôtels ci-dessus comme une solution de rechange, nous vous prions de confirmer votre acceptation dès que possible par email afin que nous vérifions la disponibilité et faire parvenir votre demande à l'hôtel, par conséquent, de garantir votre hébergement.
En ce qui concerne la somme qui a déjà été débité de votre carte de crédit, s'il vous plaît tenir aux recettes et, à votre retour, vous devriez être en mesure de faire une réclamation pour un remboursement complet de la couverture d'assurance attachée à la carte de crédit qui a été utilisé pour payer votre réservation par Strawberry World. Dans le cas de ceux qui ont payé pour leur réservation avec une carte de débit ou par virement bancaire, votre nom et le montant payé sera ajouté à la liste des créanciers prioritaires de Strawberry World.
Nous nous excusons pour tout inconvénient que vous pouvez rencontrer et vous assurer que malgré les circonstances défavorables nous sommes actuellement confrontés, nous continuerons à faire tout ce qui à notre portée pour minimiser les conséquences.
En terminant, nous réitérons nos remerciements pour votre compréhension et s'engagent à vous tenir au courant de tous les développements majeurs.
Cordialement,
Administración
STRAWBERRY WORLD
" (nota: propositadamente retirei o nome do turista a quem se destinou este email, o nuemro da reserva e a funcionária da SRTT a quem o email o mesmo foi enviado para conhecimento)

Cataluña advierte del colapso en sus pagos si el rescate no es inmediato

Escreve o El Pais que "Cataluña ha lanzado este miércoles un grave mensaje al Gobierno de Mariano Rajoy para que active de forma inmediata el Fondo de Liquidez Autonómica (FLA) y evite así un colapso extremo de su tesorería. Francesc Homs, el portavoz del Ejecutivo catalán, no ha ahorrado calificativos y ha advertido que si la Generalitat no recibe en septiembre los 5.023 millones del rescate que ha solicitado tendrá "problemas mayúsculos" para hacer frente a sus pagos inmediatos. El Ministerio de Hacienda, sin embargo, aún no tiene fecha para poner en marcha el mecanismo de liquidez.La situación de las arcas catalanas es tan angustiosa que la Generalitat ha reconocido que los 5.023 millones servirán solo para cumplir con sus obligaciones financieras. Cataluña afronta en este semestre 5.775 millones en vencimientos, de los que 2.639 corresponden a bonos colocados entre pequeños inversores. La astronómica suma no servirá para pagar las facturas de proveedores ni a las entidades sociales que prestan servicios sanitarios o educativos y que ya no cobraron en julio. "Los problemas seguirán existiendo", ha admitido Homs: "Si dijera otra cosa estaría hablando de una realidad que no es".La reflexión ha acentuado la incertidumbre de los proveedores de la Generalitat, especialmente en las entidades sociales concertadas. No han cobrado la factura de julio (70 millones), pero el Departamento de Bienestar Social aseguró hace días que percibirían la de agosto. Homs no lo ha confirmado. "Necesitamos una información veraz para planear los próximos meses", ha reclamado Àngels Guiteras, presidenta de la Mesa del Tercer Sector, que aglutina la mayor parte de las entidades.Por culpa del impago, hay asociaciones que no han podido abonar nóminas; algunas se han endeudado para hacerlo y otras han recibido la ayuda de Cáritas, convertida en una especie de banco de entidades. "Nos preocupa que la Generalitat no pague a asociaciones que la están supliendo en tareas propias del Estado del bienestar", avisa Jordi Roglà, director de Cáritas en Barcelona. Y Aurora Huerga, de CC OO, abunda: "El sector no tiene capacidad para aguantar más impagos". La Generalitat aclarará en una reunión el día 7 cómo pagará los retrasos.El Ejecutivo catalán ha recuperado su discurso más crítico contra la herencia de tripartito de izquierdas e insistie en que los mercados están cerrados para las autonomías, a diferencia de lo que ocurre con el Gobierno de España. CiU ha presentado en el Congreso una enmienda de devolución de la reforma de la Ley de Estabilidad Presupuestaria (que apoyó) impulsada por el Gobierno de Rajoy para recoger la flexibilización del déficit otorgada a España por la UE (del 5,3% al 6,3%).CiU exige que el Estado comparta esa concesión con las autonomías y lamenta que se hayan endurecido las condiciones para que éstas accedan a la financiación. Y teme que el rescate se convierta en "un cheque en blanco" que condicione el autogobierno. El ministro de Economía, Luis de Guindos, ha asegurado que la única premisa es que Cataluña cumpla el 1,5% del déficit. La duda es si el Gobierno de Mas, que lleva tres planes de ajustes, deberá hacer un cuarto para alcanzarlo. La izquierda lo da por hecho y el PP catalán lo vaticinó en julio".

La crisis de la deuda autonómica acentúa la presión sobre la prima de riesgo

Li no El Pais que "la crisis de la deuda autonómica intensifica la presión sobre la prima de riesgo, la diferencia entre la rentabilidad que se exige en el mercado secundario a los bonos españoles a 10 años respecto a los alemanes a ese plazo. En la apertura, esta medida de la percepción que tiene el mercado de la solvencia de un país ha escalado hasta 522 puntos básicos (5,22 puntos porcentuales), tras cerrar ayer en 508. Tres autonomías han pedido ya ayuda al Fondo de Liquidez Autonómico (dotado con 18.000 millones de euros) para hacer frente a sus pagos: Cataluña necesita 5.023 millones de euros, la Comunidad Valenciana 3.000 y Murcia 700. Otras cuatro comunidades —Castilla-La Mancha, Andalucía, Baleares y Canarias— podrían ser las siguientes.La prima de riesgo italiana también sube hoy hasta 449 puntos, antes de que el Tesoro de ese país, también objeto de desconfianza en los mercados, emita deuda con vencimiento en 2017 y 2022 por importe de 7.500 millones de euros.La Bolsa ha empezado el día con una contracción del 0,4% que ha llevado al Ibex a marcar un primer registro en 7.276 puntos, ligera caía que mantiene tras una hora y media de negocaciación".