sexta-feira, agosto 03, 2012
Notícias semanais em destaque nas televisões
quarta-feira, julho 25, 2012
Chávez, Correa y Fernández, líderes en el uso de la propaganda televisiva
Las siete ocasiones en que Dilma Rousseff usó las cadenas nacionales fueron con ocasión de la apertura del año escolar, el día del Trabajo, de las Madres, de las Mujeres, del Año Nuevo o de la Fiesta Nacional. Piñera, en Chile, suele usarla para anunciar las cuentas públicas y también, en tres ocasiones, para difundir acuerdos en materia de Educación, tal vez el sector donde más críticas ha sufrido su Gobierno. En Perú no existe ninguna norma que obligue a los canales a sintonizar en cadena. De hecho, la expresión cadena nacional solo resulta familiar para quienes han rebasado ampliamente los treinta años. A pesar de eso, el presidente Ollanta Humala difunde sus discursos durante los días de fiesta nacional por los canales del Estado. Y las emisoras privadas procuran sintonizarlo, pero no tienen la obligación de usar la misma señal. En Argentina, algunas veces el motivo de los mensajes se conoce con antelación, como en el aniversario de la independencia. Pero en otras ocasiones se desconoce por completo el tema sobre el que versará el discurso. El Gobierno anuncia que en unas horas la presidenta se dirigirá a la nación por cadena nacional y todos los periodistas aguardan expectantes el momento. Unas veces sus mensajes pueden ser de una relevancia incuestionable, como el anuncio de la expropiación del 51% de las acciones de Repsol en YPF el pasado 16 de abril; y otras veces Fernández se limita a inaugurar alguna feria y aprovechar para extenderse sobre los numerosos logros alcanzados por su Gobierno. Durante décadas, en algunos países de América Latina se abusó de las cadenas nacionales. En Paraguay, por ejemplo, esta figura quedó abolida tras la dictadura (1954-1989) de Alfredo Stroessner, precisamente debido al uso constante que los militares hicieron de ella. Ahora, los canales privados no tienen la obligación de sintonizar con los mensajes presidenciales. Cuando un presidente quiere darle mayor difusión a su mensaje de Navidad contrata espacios en los canales donde pretende difundirlo. En México, su uso se ha vuelto también muy moderado. “Aquí hay un enorme gasto de las instituciones en medios de comunicación privados”, explica Raúl Trejo, miembro del Instituto de Investigaciones Sociales de la Universidad Nacional Autónoma de México. “La presencia más importante del Gobierno en los medios se produce a través de la publicidad pagada. Pero el empleo de la cadena solo se hace en casos excepcionales. Los últimos presidentes la han utilizado solo para difundir saludos de Año Nuevo o para hablar sobre alguna decisión relevante. Por ejemplo, Felipe Calderón lo hizo el 1 de julio para reconocer el triunfo de Enrique Peña Nieto”. En Venezuela, sin embargo, el presidente Hugo Chávez suma en lo que va de año 75 horas y 20 minutos por cadena nacional. La cifra se desprende del conteo realizado por la ONG Monitoreo Ciudadano en su página del cadenómetro más la suma de 9 horas y 49 minutos que Chávez empleó el 13 de enero para presentar las cuentas de su mandato ante el Parlamento y que marcó su propio récord. Esas 75 horas se han registrado a pesar del cáncer que sufre el mandatario desde hace más de un año. En otras épocas de mejor salud llegó a recurrir a la cadena nacional una hora cada día. Con los Gobiernos anteriores esta figura solo se usaba cuando había anuncios muy importantes que hacer o el día de año nuevo. Y en ningún caso superaban la media hora de transmisión. A Venezuela solo se le aproxima Ecuador, donde según la Fundación Ethos, con sede en México, desde que el presidente Rafael Correa accedió al poder en 2007 hasta mayo de 2011 se contabilizaron 1.025 cadenas nacionales. Esa cifra no incluye los Enlaces Ciudadanos que cada sábado emite Correa por espacio de tres horas y que son transmitidos por medios estatales y algunos canales privados. Solo esos programas suman 280 emisiones hasta la fecha. Varios críticos han rechazado la constante utilización que hace Correa de las cadenas para combatir a opositores y medios de comunicación privados. El Gobierno, por su parte, señala que con su uso solo pretende “desvirtuar las mentiras repetidas y orquestadas por ciertos medios de comunicación”. Cristina Fernández se encuentra muy lejos de las cifras que presentan Chávez y Correa. Pero el tercer puesto es indiscutiblemente para ella” (texto do jornalista do El Pais, Francisco Peregil, com a devida vénia)
Ambulâncias de transporte de doentes multadas pela PSP
Segundo a RTP, “os bombeiros denunciam que a PSP esteve a mandar parar ambulâncias de transporte de doentes. A justificação da polícia é a de que as ambulâncias circulavam apenas com o motorista, sem o maqueiro, como exige a lei.Os bombeiros lembram que estão mobilizados para os incêndios e não têm pessoal suficiente. Por isso, avisam que não pagam multa nenhuma. A Liga dos Bombeiros Portugueses já pediu mesmo a intervenção do Ministério da Administração Interna, que garante que vai resolver esta questão”
Pais Basco: “La independencia es la única forma de sobrevivir ante la crisis”
"Se confiesa abertzale y de izquierdas, aunque niega ser “una mujer de aparato”. Quizá por eso, sus palabras, titubeantes en ocasiones, suenan todavía frescas en el hermético mundo de la política. “Soy yo misma y no voy a decir lo que no pienso”, promete la candidata de EH Bildu a lehendakari, Laura Mintegi. Leia aqui a entrevista ao El Pais conduzida pelo jornalista Unai Morán.Tribunal de Contas quer redução de custos com carros do grupo Águas de Portugal
Troika: salários dos portugueses ainda têm de descer mais!!!
D. Januário: "Este Governo é profundamente corrupto"
Li no Economico que “o Bispo das Forças Armadas diz que os membros do governo de Sócrates eram uns "anjinhos" em comparação com estes "diabinhos negros". D. Januário Torgal Ferreira não poupou nas palavras e acusou directamente o Governo de Passos Coelho de "corrupto". O bispo das Forças Armadas disse mesmo, na TVI 24, que os membros do governo de Sócrates eram uns "anjinhos" por comparação estes "diabinhos negros". "Há jogos atrás da cortina, habilidades e corrupção. Este Governo é profundamente corrupto nestas atitudes a que estamos a assistir", frisou, acrescentando: "Nós estamos numa peregrinação em direcção a Bruxelas e quando tudo estiver pago daqui de Portugal sai uma procissão de mascarados a dizer: vamos para um asilo, salvem-nos"."O problema é civilizacional, porque é ético. Eu não acredito nestes tipos, em alguns destes tipos, porque são equívocos, porque lutam pelos seus interesses, porque têm o seu gangue, porque têm o seu clube, porque pressionam a comunicação social, o que significa que os anteriores, que foram tão atacados, eram uns anjos ao pé destes diabinhos negros que acabam de aparecer", frisou no programa Política Mesmo da TVI 24horas”. Veja aqui e aqui os vídeos com a entrevista do bispo à TVI e reações.
Ministro da Saúde é contrário a novos cortes no setor
Misericórdias: colaboradores levados a aplaudir Passos Coelho...
Protecção social
Indiferente à manifestação de protesto que recebeu quando chegou a Borba, Pedro Passos Coelho, discursou durante a cerimónia, realçando que o Estado deve ser “um elemento pivô numa acção de protecção social”, durante o período em que a economia “nos permita voltar a crescer”. “Em momentos de crise económica e social, os que estão em condições de maior vulnerabilidade são sempre mais duramente atingidos”, afirmou. “Precisamos, em tempo de crise, de ter respostas práticas para aqueles que mais sofrem”, acrescentou, realçando ainda a necessidade de ter em execução o plano de emergência social. O primeiro-ministro aproveitou ainda para elogiar o “trabalho social extraordinário” que as misericórdias, no seu conjunto, realizam e o enquadramento que a UMP “tem vindo a dar, que é crucial”.
Albano Cymbron: “O problema do turismo açoriano é de falta de repetentes...”
Segundo o Correio dos Açores, “o grande problema que se vive nos Açores é que não temos turistas repetentes e isso é uma coisa que já preocupava os suecos. Três anos depois de começarem a operar, já estavam preocupados porque não havia repetentes e quando não há repetentes nenhuma operação, nenhum destino se aguenta”, sublinha o especialista. Albano Cymbron é um dos grandes especialistas do turismo açoriano. Pioneiro na criação de alguns produtos turísticos que têm hoje uma importância fulcral nos fluxos turísticos para o arquipélago, Albano Cymbron continua a apontar o dedo a erros que se foram cometendo no tempo e que hoje prevalecem no turismo dos Açores. Algumas das suas opiniões desassobram quem as ouve mas o facto é que o que ele diz hoje pode ser posto em causa mas ‘amanhã’ é verdade, e sofre-se, então, porque não se lhe deu ouvidos. Há praticamente 20 anos que Albano Cymbron se tem disponibilizado a dar a sua opinião em entrevistas que temos vindo a publicar ao longo do tempo e o que diz pode-se escrever. É o que temos feito” Leia a entrevista aqui
Já disponível 2ª vaga de 2012 de Bareme Imprensa
Renault com maior cobertura do país
A análise Territórios Automóveis, que a Marktest Consulting realizou recentemente, mostra como a Renault é a marca que possui uma rede de maior dimensão, presente em mais de um terço dos concelhos portugueses. A Citröen, no entanto, localiza-se em concelhos onde se vendem mais automóveis. Segundo os dados disponíveis no sistema de geomarketing Sales Index da Marktest Consulting analisados no relatório Territórios Automóveis, existem em Portugal um total de 1971 pontos de venda e assistência automóvel, presentes em 147 dos 308 concelhos do país. A Renault é a marca com uma rede de maior dimensão, composta por 173 pontos de venda e assistência, e está presente em 104 concelhos do país. A marca foi ainda a responsável pelo maior número de veículos vendidos em 2011 tendo representado 10% do total de vendas no ano. A Citröen é a segunda marca com maior rede de venda e serviço. Com 151 pontos de venda e assistência, a Citröen está presente em 85 concelhos do país, tendo sido a quarta marca que mais veículos vendeu no ano em análise, com 7.2% do total. A Peugeot é a marca com a terceira maior rede regional, com 111 pontos de venda e assistência, que estão presentes em 81 concelhos do país. A marca posicionou-se no segundo lugar do ranking global, a seguir à Renault, representando 8.2% das vendas realizadas em 2011. Considerando o território de cada uma das 32 marcas estudadas nesta análise, vemos que a Renault, estando presente em mais concelhos, concentra no seu território os valores máximos entre os vários indicadores em análise (população, área, famílias, alojamentos, empresas, índice de poder de compra, movimento dos bancos, estabelecimentos hoteleiros e parque automóvel circulante). A marca está presente em concelhos que representam 33.6% da área do país, 70.4% da população residente, 70.8% das famílias, 73.9% do poder de compra, 76.1% das empresas, 90.8% do crédito bancário, 61.8% dos estabelecimentos hoteleiros ou 72.7% do parque circulante. Em alguns indicadores, contudo, destacam-se outras marcas: a Mini, que está presente em 15 concelhos, tem no seu território não apenas os concelhos com maior densidade populacional, como aqueles que possuem maior índice de consumo, a Dacia, presente em 74 concelhos, concentra no seu território o maior peso no que diz respeito ao número e dimensão dos centros comerciais, ou a Citröen, presente em 85 concelhos, que é a marca cujo território possui o maior peso no que diz respeito às vendas de automóveis (fonte: Marktest.com, Julho de 2012)terça-feira, julho 24, 2012
Bareme Rádio divulga resultados do 2º trimestre 2012
Protagonistas da informação na Televisão em Junho
Em Junho, Passos Coelho manteve-se como a personalidade que protagonizou notícias de maior duração nos serviços regulares de informação dos quatro canais nacionais de sinal aberto. Em Junho de 2012, Pedro Passos Coelho manteve-se na liderança em termos de duração total das notícias em que interveio. Esta análise considera os serviços regulares de informação da RTP1, RTP2, SIC e TVI e exclui eventuais programas, debates ou entrevistas realizadas no período. Na contabilização do tempo, considera-se o tempo total de duração da notícia. O Primeiro-ministro esteve perante os ecrãs por 5 horas e 50 minutos, tendo protagonizado 142 notícias ao longo do mês. O Presidente da República, Cavaco Silva, foi o segundo protagonista das notícias do mês, com intervenção directa em 76 matérias de 3 horas de duração. O ministro de Estado e das Finanças, Vítor Gaspar, subiu para a terceira posição, tendo intervindo em 54 notícias com 2 horas e 39 minutos de duração. António José Seguro, líder do PS, foi o quarto das notícias do mês, com intervenção directa em 60 matérias de 2 horas e 6 minutos de duração. Na quinta posição ficou a única personalidade não relacionada com a política ou com movimentos sindicais: Paulo Bento, seleccionador nacional, que interveio directamente em 36 notícias de 1 hora e 53 minutos de duração. Francisco Louçã (líder do Bloco de Esquerda), Jerónimo de Sousa (líder do PCP), Miguel Relvas (ministro-Adjunto e dos Assuntos Parlamentares), Arménio Carlos (secretário-geral da CGTP) e Álvaro dos Santos Pereira (ministro da Economia e do Emprego), encerram a lista dos 10 nomes que protagonizaram notícias de maior duração total durante o mês de Junho de 2012 Esta análise considera apenas os serviços regulares de informação dos canais em análise no período compreendido entre 1 e 30 de Junho de 2012. Em análise, estão os seguintes programas: Jornal da Tarde, TeleJornal e Portugal em Directo; Hoje (ex-Jornal 2) (RTP2); Primeiro Jornal e Jornal da Noite (SIC); Jornal Nacional e Jornal da Uma (TVI). Presidente da RTP com regime de excepção no salário
Los paraísos fiscales esconden hasta veintiséis billones de euros
Li no ABC que "estas cantidades, que se encuentran concentradas en «jurisdicciones enormemente proteccionistas», como Suiza o las islas Caimán, habrían aportado 230.000 millones de euros en concepto de recaudación por impuestos. Lo ha leído bien. Billones, con b de Barcelona. Un estudio realizado por el grupo Tax Justice Network ha revelado que existen entre 17 y 26 billones de euros escondidos en paraísos fiscales, que habrían aportado 230.000 millones de euros en concepto de recaudación por impuestos a las arcas de los países de todo el mundo. Además, el estudio también afirma que las desigualdades entre ricos y pobres son aún mayores de lo que recogen la mayoría de estadísticas. Dichos paraísos fiscales, como ya desvelaba ABC en junio, están siendo los grandes beneficiarios de la crisis de la eurozona, puesto que las inversiones directas procedentes de los miembros de la UE a estas zonas se multiplican por once en el último año. El grupo Tax Justice Network, dirigido por el antiguo economista principal de la consultora McKinsey y experto en paraísos fiscales, James Henry, estima que estas cantidades se encuentran concentradas en «jurisdicciones enormemente proteccionistas», como Suiza o las islas Caimán, con la ayuda de bancos privados que tienen el objetivo de atraer a los llamados «individuos de alto valor neto». La riqueza de estas élites económicas, según Henry, está «protegida por un grupo de profesionales, muy bien pagado y disciplinado, que se aprovechan de una economía global cada vez más transfronteriza y con menos fricciones». De acuerdo con el estudio, los estados ricos en petróleo -cuya élite suele caracterizarse por su gran movilidad- son especialmente propensos a depositar su riqueza en estas cuentas, en lugar de invertir en su propio país. Países como Rusia, por ejemplo, solo potenciaron su inversión nacional una vez que recibe los intereses de los casi 640.000 millones de euros depositados en el paraísos fiscales desde principios de los 90.Desigualdades «mucho mayores»
El estudio también pone como ejemplo a Arabía Saudí, de donde escaparon 179.000 millones de euros o Nigeria, con 250.000 millones de euros a la fuga. «El problema es que los activos de estos países están en manos de un pequeño número de individuos adinerados muentras las deudas son asumidas por la gente normal a través de los gobiernos», indica el informe, recogido este domingo por el diario británico 'The Observer'. Los cálculos del estudio arrojan además que las 92.000 personas más ricas del mundo (un 0.001 por ciento de la población mundial) acumulan ocho billones de euros lo que, según el miembro de Tax Justice Network, John Christensen, pone de manifiesto que «la desigualdad es mucho, mucho peor de lo que enseñan las estadísticas oficiales».
Crise em Espanha ameaça autonomias: Murcia acudirá en septiembre al fondo de liquidez
Segundo o Cinco Dias, "Valcárcel confirma que Murcia acudirá en septiembre al fondo de liquidez. "Lo que dije y lo que he pedido y pido es que queremos que se refinancie nuestra deuda, no a través de los bancos con porcentajes elevados, no a través de los mercados con porcentajes imposibles, sino simplemente con el aval del Estado. Es lo que pido, eso no es un rescate", ha afirmado en Bruselas. "Lo que dije y lo que he pedido y pido es que queremos que se refinancie nuestra deuda, no a través de los bancos con porcentajes elevados, no a través de los mercados con porcentajes imposibles, sino simplemente con el aval del Estado. Es lo que pido, eso no es un rescate", ha afirmado en Bruselas. "Murcia no va a pedir el rescate del Estado, Murcia lo que hace es solicitar fondos de liquidez, que no tiene nada que ver con el rescate del Estado", ha declarado Valcarcel a los medios de comunicación en Bruselas. El presidente murciano ha reclacado que un rescate es una "cuestión de emergencia" y que, si fuera necesario solicitarlo, lo haría, pero garantizó que Murcia no se encuentra en esa situación. Respecto a la cantidad que será solicitada al fondo de liquidez, Valcárcel ha señalado que aún no tienen cifras definitivas, pero calcula que según las estadísticas y las cantidades de deuda que Murcia ha estado colocando en los mercados en los últimos años, podría necesitar en tono a 200 millones de euros y "a lo sumo, 300". El presidente regional ha subrayado que estas estimaciones "no significan que el gobierno haya valorado esta cantidad" y sea la petición definitiva. En cuanto a la fecha para presentar la solicitud, Valcárcel ha indicado que se esperará a septiembre, momento en que la dotación del fondo de liquidez estará ya disponible. Valcárcel ha respondido también a quienes critican la decisión y ha afirmado que se oponen a ella es porque prefieren "que se pague un porcentaje muy elevado" de intereses, en lugar del tipo menor que se aplicaría al recurrir al fondo de liquidez. El Partido Socialista de la Región de Murcia y UPyD pidieron ayer la comparecencia "urgente" del presidente del Gobierno murciano en la Asamblea regional para que explique la cantidad del rescate y las condiciones que tendrá que cumplir la comunidad, e IU-Verdes ha exigido su "inmediata dimisión". El presidente ha negado que haya que aplicar nuevas medidas de recorte como contrapartida al capital solicitado al Estado, ya que se trata de una refinanciación de la deuda. Lo que sí ha aclarado es que Murcia tendrá que asumir unas condiciones, que no especificó, para garantizar la devolución del importe. La confirmación de Valcárcel llega un día después de que el Gobierno de Murcia desmintiera que la comunidad fuera a pedir en septiembre su adhesión al fondo de liquidez autonómico creado por el Gobierno de España para ayudar a las autonomías a cumplir con los objetivos de déficit. El Gobierno murciano matizaba así unas declaraciones de Valcárcel en una entrevista en el periódico La Opinión de Murcia en este sentido, al señalar que el presidente no se refería a "un fondo de rescate", sino a los llamados hispabonos, una opción desechada finalmente por el Gobierno de España en favor de la creación del fondo de liquidez autonómico. Con esta petición, Murcia se convierte en la segunda comunidad autónoma en recurrir al fondo de liquidez, tras la Comunidad Valenciana, que presentó su solicitud el pasado viernes. Otras regiones como Cataluña y Castilla-La Mancha están estudiando seguir los pasos de Valencia y Murcia, mientras que Galicia, Canarias, Extremadura, Baleares”.Crise em Espanha ameaça autonomias: Cantabria no acudirá "de momento" al fondo de liquidez...
Segundo o El Confidencial, “el presidente regional, Ignacio Diego, asegura que "de momento, tanto vayamos cumpliendo las exigencias, Cantabria no requerirá la aportación de ningún fondo adicional", ha confiado el jefe del Ejecutivo cántabro. Diego ha detallado, en declaraciones a la prensa hechas antes de presentar las ayudas para emprendedores de 2012, que "todos los días" el Ejecutivo regional está haciendo "recortes", pero, ha explicado, que éstos se realizan en "partidas presupuestarias que no afectan a los servicios que se prestan a los ciudadanos". A este respecto, ha manifestado este lunes que Cantabria está logrando el objetivo de déficit del 1,5 por ciento del PIB gracias a "la previsión de gastos e ingresos". Sin embargo, Diego ha indicado que estos últimos "se han visto reducidos" por lo que, como ha dicho, "se abre la grieta del déficit" y, por ello, habrá que hacer "ajustes" para mantenerse en el margen marcado. "Los ciudadanos no perciben este ejercicio de autoexigencia y de funcionamiento más eficiente de los servicios que presta la Administración, porque lo que estamos haciendo es conseguir que se presten los mismos servicios con menos coste", ha señalado. En este sentido, el presidente ha destacado que el Gobierno de Cantabria ya ha realizado "en dos ocasiones" ajustes en el presupuesto, en "ejercicios compartidos por todos los consejeros y con cuantías de cierta importancia", ha dicho. A este respecto, Diego ha recordado que Cantabria "siempre" ha aportado los datos sobre "la coyuntura económica" solicitados por el Ministerio de Hacienda con "absoluta puntualidad" de modo que la Comunidad incluso ha sido felicitada por ser "la primera" en aportar los datos "con la mayor presteza y prontitud" y "cumpliendo con todos los requisitos exigidos", ha subrayado.Ajustes "casi a diario"
Y es que, según ha destacado Diego, el Ejecutivo hace ajustes "casi a diario" en función del seguimiento del balance presupuestario. "El presupuesto es una herramienta absolutamente viva y más en una situación como ésta, y no queda otro remedio que estar permanentemente vigilante a los datos y las cifras". Así, el jefe del Ejecutivo también ha indicado, en defensa de los ajustes, que hay que "ser plenamente responsable de lo que supone no cumplir los objetivos de déficit" y, por ello, hay que "hacer un ejercicio permanente de acondicionamiento del presupuesto". A este respecto, ha confesado que "si sigue habiendo merma de ingresos, tendrá que haber reducción de gastos", algo que el Gobierno de Cantabria hará como ha hecho "hasta ahora", es decir, "sin que sea percibido por los ciudadanos".
Cantabria no tocará las nóminasPor otro lado, el presidente de Cantabria ha asegurado que su Gobierno procurará no tocar "para nada" las nóminas de los empleados públicos después de la supresión de la paga extra de Navidad. "En Cantabria procuraremos que no ocurra semejante cosa", ha dicho. Así lo ha indicado tras ser cuestionado sobre las declaraciones del ministro de Hacienda y Administraciones Públicas, Cristóbal Montoro, que aseguró que la nómina de los funcionarios corren riego de impago si no sube la recaudación. Sobre la supresión de la paga extra de Navidad, Diego ha recordado que "no sólo afecta" a los funcionarios, sino también y "en igual medida" a los empleados de las empresas públicas y a todos los cargos del Gobierno”.