segunda-feira, setembro 07, 2026

TAP: combustíveis acentuam prejuízos

Açores mal classificados

fonte: Açoriano Oriental

Venezuela: Delcy defende acordo petrolífero com EUA

fonte: La Provincia

Aviação: Wizzy aproixina-se da Rayanair em Espanha

fonte: El Pais

TAP: contas lixadas pelos custos dos combustíveis

fonte: DN-Lisboa

Venezuela: EUA negociaram o petróleo. E a mudança?

fonte: El Mundo

Venezuela: dialogo com o chavismo divide oposição


fonte: El Pais

Venezuela: Maduro "mostra-se" ao mundo na cadeia

 

fonte: El Pais

Açores com 10 meses de queda no turismo

fonte: Diário Insular

Ilha de Menorca: abranda a chegada de turistas estrangeiros

fonte: Diário de Menorca

Baleares não querem turismo de Inverno

 

fonte: Diário de Ibiza

Baleares albergam mais 300 mil pessoas do que dizem as estatísticas

 

fonte: Diário de Ibiza

Ibiza: aumentaram os gastos turísticos

 

fonte: Diário de Ibiza

Alojamento local: Açores perdem terreno para a Madeira

fonte: Diário Insular

Turismo: Algarve com menos turistas mas com mais dinheiro

fonte: Correio da Manhã

Venezuela: acordo petrolífero com EUA trás dificuldades

fonte: Cinco Dias, Espanha

Baleares: abranda chegada de turistas estrangeiros

 

fonte: Ultima Hora

Açores: empresários alertam para crise no turismo

fonte: Açoriano Oriental

Alojamento local dos Açores preocupado com quebras

fonte: Açoriano Oriental

Açores preocupados com quedas nas dormidas

fonte: Açoriano Oriental

quarta-feira, agosto 26, 2026

Canarias tiene la flota pesquera más vieja de España: sus 688 barcos tienen 45 años de media

Hay barcos que salen a faenar cada mañana en Canarias y fueron construidos cuando España acababa de estrenar democracia. La edad media de los 688 buques del caladero canario alcanza los 45 años, lo que convierte a Canarias en el territorio con la flota pesquera más envejecida de todos los caladeros nacionales, según la última estadística del Ministerio de Agricultura, Pesca y Alimentación correspondiente a 2024. La comparación con el resto de España refleja la magnitud de la diferencia.

Quince años más

  • Los barcos del Cantábrico-Noroeste tienen 37 años de media.
  • Los del Mediterráneo, 34.
  • Los del Golfo de Cádiz, 30.
  • Canarias: 45.

Por tanto, el barco pesquero canario medio es ocho años más antiguo que uno del Cantábrico y quince años más viejo que uno del Golfo de Cádiz. La diferencia es todavía mayor respecto a las flotas españolas que operan en caladeros europeos, cuya media ronda los 23 años.

terça-feira, agosto 25, 2026

Canárias: El deporte mueve más de 5.700 millones de euros al año y genera más de 66.000 empleos

El deporte ya representa cerca del 4,5% del Producto Interior Bruto (PIB) de Canarias, genera más de 66.000 puestos de trabajo y tiene un impacto económico anual superior a los 5.700 millones de euros en el archipiélago. Son algunos de los datos destacados este viernes por el Gobierno de Canarias en un comunicado con motivo de la próxima celebración de ExpoDeca 2026. Según la información difundida por el Ejecutivo autonómico, alrededor de 2.600 empresas desarrollan en las islas actividades relacionadas de alguna manera con el deporte, lo que supone aproximadamente el 1,4% del tejido empresarial canario. El sector genera directamente unos 2.586 millones de euros, equivalentes al 4,45% del PIB regional, mientras que su impacto económico indirecto eleva la cifra hasta los 5.742 millones.

Canarias reduce un 15% su oferta de viviendas vacacionales en un año

Canarias contaba en julio de 2026 con 39.678 viviendas vacacionales disponibles, un 15% menos que en el mismo mes del año anterior, según los datos de la Estadística Experimental de Vivienda Vacacional elaborada por el Instituto Canario de Estadística (ISTAC). Tenerife concentra la mayor parte de esta oferta, con el 41% del total de viviendas vacacionales disponibles en las islas. Le siguen Gran Canaria, con el 21%, Lanzarote, con el 17%, y Fuerteventura, con el 14%. En términos de capacidad alojativa, las viviendas vacacionales disponibles sumaron 162.426 plazas en julio, lo que representa un descenso del 16% respecto a julio de 2025.

El 95,5% de las viviendas recibió alguna reserva

Durante el mes de julio, 37.897 viviendas vacacionales registraron al menos una reserva, lo que supone el 95,5% del total de alojamientos disponibles en las plataformas digitales analizadas por el ISTAC. Estos datos forman parte de una operación estadística experimental cuyo objetivo es ofrecer indicadores mensuales sobre la capacidad, ocupación y rentabilidad de las viviendas vacacionales, además de otros datos de interés para el sector turístico. La estadística analiza las viviendas vacacionales que ofrecen alojamiento en Canarias a través de plataformas digitales de intermediación. Al utilizar indicadores similares a los empleados en las estadísticas tradicionales de los establecimientos hoteleros y extrahoteleros, permite comparar la evolución de ambas modalidades de alojamiento turístico (Atlantico Hoy)

Incêndio em computador portátil controlado a bordo de um Airbus A321 da American Airlines

Um computador portátil incendiou-se a bordo de um Airbus A321 da American Airlines durante a aproximação ao Aeroporto Internacional de Dallas Fort Worth, nos Estados Unidos, na semana passada. O incidente ocorreu no voo AA2398, operado por um Airbus A321 com a matrícula N197UW, que fazia a ligação entre Atlanta e Dallas Fort Worth. Durante a aproximação, foi detetado fumo e fogo provenientes de um dispositivo eletrónico pertencente a um passageiro. De acordo com as comunicações entre a tripulação e o controlo de tráfego aéreo, os pilotos informaram inicialmente que existia um incêndio na cabine e que vários passageiros poderiam ter sofrido queimaduras.

A tripulação de cabine conseguiu, contudo, controlar rapidamente a situação e conter o equipamento antes da aterragem. O avião aterrou em segurança e prosseguiu normalmente até à porta de embarque, onde era aguardado pelas equipas de emergência. A American Airlines confirmou posteriormente que um passageiro recebeu assistência médica no aeroporto, tendo sido tratado e posteriormente teve alta. O caso volta a chamar a atenção para os riscos associados às baterias de iões de lítio utilizadas em computadores portáteis, telemóveis, tablets e baterias externas. Estas baterias podem sobreaquecer e incendiar-se quando são danificadas, sobrecarregadas, expostas à água ou acondicionadas de forma inadequada.

Segundo a Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA), foram registados, desde o início de 2026, 58 incidentes verificados envolvendo baterias de lítio que provocaram fumo, fogo ou aquecimento extremo. As regras norte-americanas determinam que baterias de lítio e baterias externas (power banks) sejam transportadas na cabine e não na bagagem de porão. A medida permite que a tripulação possa identificar e atuar rapidamente caso uma bateria apresente sinais de sobreaquecimento ou incêndio. O incidente em Dallas Fort Worth terminou sem consequências graves para a operação do voo, mas evidencia mais uma vez a importância de seguir as regras de transporte de equipamentos eletrónicos e baterias a bordo das aeronaves (Aviação TV)

Com a ajuda da IA: como o Grupo Lopesan planeia avançar com as suas novas obras

O Grupo Lopesan, principal beneficiário do acordo histórico da moratória (concentrando 31 dos 45 recursos contra a administração), planeia utilizar a injeção financeira de 300 milhões de euros e a devolução dos seus plenos direitos urbanísticos para acelerar uma forte estratégia de expansão. O objetivo da empresa é duplicar o seu número de camas em propriedade nas Canárias nos próximos cinco anos.

O plano de avanço das novas obras estrutura-se em três frentes principais:

1. Construção de Macrocomplexos HoteleirosAproveitando o desbloqueio das parcelas no sul de Gran Canaria (principalmente na área de Meloneras e Maspalomas), a Lopesan vai focar-se no turismo de grande escala e de luxo:

Lopesan Meloneras Family: Um dos projetos de maior destaque é este novo macrohotel de cinco estrelas focado no turismo familiar. Contará com quase 1.000 quartos, distribuídos por uma área de 160.000 metros quadrados que funcionará como uma "pequena cidade turística" com piscinas, zonas comerciais e quatro restaurantes.

Resort em Pasito Blanco: A empresa projeta também um grande complexo de cinco estrelas que prevê incluir vilas, bangalós e habitações de férias, embora o projeto tenha enfrentado alguns entraves e fiscalizações municipais recentes quanto às licenças.

2. Diversificação para o Setor Residencial e de AluguerNuma mudança estratégica para acalmar as tensões sociais sobre a habitação nas ilhas, o grupo anunciou que vai investir na construção de habitação residencial:

326 novas habitações: A Lopesan vai investir cerca de 12 milhões de euros para construir habitações destinadas ao aluguer em Gran Canaria.

Casas de Proteção Oficial (VPO): O plano arranca com a construção de 59 habitações protegidas para aluguer de longa duração na zona de Arguineguín (Mogán), seguidas de uma segunda fase com mais 71 frações e uma terceira promoção de 196 habitações em San Fernando de Maspalomas.

3. Faseamento e Licenciamento Local

Para evitar novos bloqueios legais, a Lopesan está a avançar com os projetos de forma autónoma e por fases:

Movimentos de terras: A empresa já iniciou os trabalhos preliminares de preparação de terrenos nas parcelas cujas licenças estão em fase final de aprovação.

Defesa jurídica individual: O grupo tem defendido junto dos Cabildos a legalidade de cada projeto individualmente (como nas obras em curso em Veneguera), assegurando que cada intervenção conta com os seus próprios títulos e permissões administrativas para evitar que sejam avaliadas como uma macro-obra conjunta.

Com a ajuda da IA: quando foi aprovado pacto de la moratoria en Canárias

A primeira moratória turística nas Ilhas Canárias foi aprovada em 18 de julho de 2001, através de decretos do Governo regional para conter a construção de novos alojamentos. Seguiram-se outras normativas de prorrogação e reedição em abril de 2003 e a de maio de 2009 (promovida pelo pacto de governo da época).

Principais Marcos das Moratórias nas Canárias

Julho de 2001: Aprovação do decreto inicial de paralisação de novas licenças turísticas por um ano.

Abril de 2003: Aprovação da primeira grande Lei de Directrices (por unanimidade).

Maio de 2009: Aprovação da segunda grande moratória (Ley de medidas urgentes), impulsionada pelo pacto de governo CC-PP, sem o apoio do PSOE.

Agosto de 2026: Fecho de um acordo extrajudicial histórico de cerca de 485–500 milhões de euros para liquidar 25 anos de litígios com os hoteleiros afetados por estas restrições.

Principais impulsores políticos da moratória turística nas Ilhas Canárias

Os principais impulsores políticos da moratória turística nas Ilhas Canárias, adotada entre 2001 e 2003, foram os líderes do governo regional da época:

Román Rodríguez (entonces presidente do Gobierno de Canarias) e Adán Martín (que desempenhava um papel central na política territorial e de planeamento).

Detalhes do Acordo

Período: A medida inicial foi implementada entre 2001 e 2003 para travar a concessão de licenças de novos alojamentos e conter a pressão sobre o território.

Conflito: A moratória gerou um litígio judicial histórico de mais de duas décadas entre o governo regional e os empresários hoteleiros.

Resolução: O conflito foi recentemente encerrado com um acordo financeiro e de planeamento urbano para compensar e desbloquear os terrenos afetados.

Canárias: el acuerdo de la moratoria turística abre la vía a construir 30 proyectos en el sur de Gran Canaria...

El acuerdo alcanzado entre el Gobierno de Canarias y los empresarios hoteleros por el que se libera de la recalificación a suelo rústico a 36 parcelas afectadas por la moratoria turística en la provincia de Las Palmas, abre la puerta a la edificación de nuevos proyectos de carácter turístico en zonas en las que se había detenido la creación de plazas alojativas en los últimos 25 años. Si bien el acuerdo no habilita en ningún momento la construcción de hoteles ni de ningún otro tipo de infraestructura turística, sí devuelve esa potestad al planeamiento urbanístico de cada municipio, que tendrá que ser quien decida junto con los propietarios de esas parcelas el uso que se le va a dar.

Según han podido confirmar el director general de Ordenación de la Consejería de Política Territorial del Gobierno de Canarias, Onán Cruz, la inmensa mayoría de estas parcelas están ubicadas en el sur de Gran Canaria (30) mientras que el resto se dividen entre Fuerteventura, con cinco parcelas y Lanzarote con solo una.

Venezuela: o lento regresso à normalidade...

fonte: El Pais

Com a ajuda da IA: impacto económico e territorial das moratórias turísticas nas Canárias

O impacto económico e territorial das moratórias turísticas nas Ilhas Canárias moldou profundamente o modelo de negócio da região e resultou, em agosto de 2026, num dos maiores desembolsos financeiros da história do arquipélago.

O balanço divide-se entre as consequências diretas no mercado e o recente fecho dos litígios judiciais.

1. O Acordo Histórico de Agosto de 2026 (O Custo Judicial)Após quase 25 anos de disputas legais entre os promotores imobiliários e o Governo das Canárias devido à suspensão de licenças, foi selado um acordo extrajudicial definitivo:

Indemnização milionária: 

O Governo das Canárias concordou em pagar 485 milhões de euros aos hoteleiros afetados. Embora represente metade dos cerca de 1.000 milhões inicialmente exigidos em tribunal, o valor equivale a perto de 4% de todo o orçamento anual da comunidade autónoma.

Grandes beneficiados: O Grupo Lopesan receberá a maior fatia (cerca de 300 milhões de euros), visto ter sido a empresa com mais projetos travados no sul de Gran Canaria.

Desbloqueio de construção: Como contrapartida pela redução da indemnização, o arquipélago manteve a classificação urbana dos terrenos. Isto descongela a construção de 36 parcelas turísticas para novos resorts de grande luxo, vilas e hotéis (30 em Gran Canaria e 6 repartidos entre Fuerteventura e Lanzarote).

2. Impacto no Mercado Turístico e de Alojamento

Durante as últimas duas décadas, as restrições alteraram radicalmente a oferta:

Inflação do preço das camas: 

- Ao limitar por lei a criação de novas vagas, as licenças existentes tornaram-se ativos extremamente valiosos. Isto encareceu o alojamento e impulsionou a reabilitação de hotéis obsoletos em vez da construção a partir do zero.

Foco no turismo de luxo: As exceções legais da moratória de 2009 permitiam apenas hotéis de 5 estrelas ou superior, o que elitizou progressivamente o perfil de construção nas ilhas.

Efeito contraproducente (Alojamento Local): Ao conter legalmente o crescimento da hotelaria tradicional, abriu-se espaço para a explosão desregulada do arrendamento de curta duração (alojamento local) em zonas residenciais, gerando a atual crise habitacional e protestos civis como os da plataforma "Canarias tiene un límite".

3. Divergência Política sobre a Origem da Dívida

Existe um forte debate político sobre qual das normativas gerou este prejuízo de 485 milhões:

- O antigo presidente Román Rodríguez defende que a moratória original de 2001 desclassificou 400.000 camas a custo zero para os cofres públicos e de forma legal. Os relatórios oficiais apontam que as indemnizações milionárias nasceram sobretudo das restrições e critérios aplicados na reedição da lei em 2009, cujas nuances jurídicas permitiram aos hoteleiros avançar com processos de responsabilidade patrimonial contra o Estado.

Clavijo exige a Sánchez que dé «un paso al frente» por Canarias y la defensa de su estatus RUP

 

El presidente del Ejecutivo canario ha enviado una misiva al líder estatal para solicitarle que convoque una cumbre de regiones ultraperiféricas antes del Consejo Europeo del 15 de octubre.  En el primer Consejo de Gobierno del nuevo curso político en Canarias tocó hacer balance de los tres años de legislatura del 'modo canario' del presidente Fernando Clavijo, así como marcar los retos pendientes del último año antes de los comicios. Entre ellos está ganar mayor peso en la Unión Europea y «blindar» el estatus de Región Ultraperiférica de las islas en el nuevo marco financiero plurianual de la UE. Así, el líder autonómico ha enviado una carta al presidente del Gobierno de España, Pedro Sánchez, para reclamarle que impulse la celebración de una cumbre entre los presidentes de las RUP y los responsables de España, Francia y Portugal antes del próximo Consejo Europeo, que se celebrará el 15 de octubre. Precisamente, Sánchez trasladó a Clavijo su predisposición a participar en esta reunión de alto nivel. «Necesitamos que el Gobierno del Estado dé un paso al frente y que se implique al máximo», trasladó el portavoz del Ejecutivo regional, Alfonso Cabello, en la rueda de prensa posterior al Consejo de Gobierno.

Com a ajuda da IA: Canárias, o que é el pacto de la moratória?

"Pacto de la Moratoria" é um acordo extrajudicial histórico alcançado em agosto de 2026 entre o Governo das Ilhas Canárias e várias empresas do setor hoteleiro. Este pacto põe fim a um conflito jurídico e político que durava há 25 anos devido à moratória turística aplicada na região. O acordo resolve as disputas sobre terrenos que tinham sido bloqueados para o desenvolvimento hoteleiro e define compensações milionárias.

Os pontos principais do acordo

Indemnizações milionárias: O Governo de Canárias concordou em pagar um total de 485 milhões de euros em indemnizações aos empresários afetados. Desse valor, cerca de 300 milhões de euros serão destinados ao grupo hoteleiro Lopesan. Os empresários aceitaram receber sensivelmente metade dos 1.000 milhões de euros que exigiam inicialmente nos tribunais.

Desbloqueio de construção: O pacto "descongela" e liberta os direitos urbanísticos de 36 parcelas afetadas na província de Las Palmas (principalmente no sul de Gran Canaria e em Fuerteventura). Isto viabiliza a retoma de cerca de 30 projetos, permitindo construir mais de vinte resorts, hotéis de grande luxo e villas.

Manutenção do solo urbano: O Governo regional renunciou à intenção de reclassificar estes terrenos como solo rústico (protegido), garantindo que as empresas mantêm o direito de construir para fins turísticos.

O Contexto Histórico

A moratória original foi implementada há duas décadas e meia com o objetivo de travar o crescimento turístico massivo e descontrolado nas ilhas, protegendo o território. Contudo, a restrição gerou dezenas de recursos judiciais por parte de promotores que viram os seus terrenos urbanizáveis bloqueados pela administração pública.

Polémica e Críticas

Apesar de o Governo apresentar o acordo como uma poupança face ao que poderia perder nos tribunais, o pacto gerou forte contestação social. Coletivos de cidadãos e ecologistas, como a plataforma Canarias tiene un límite, classificaram o acordo como um "fraude". Estes movimentos criticam o facto de os hoteleiros receberem indemnizações públicas avultadas e, em simultâneo, manterem a autorização para construir novas camas num arquipélago que já enfrenta forte saturação turística.

Falando de ordenamento do território com a Madeira nas tabelas

fonte: Jornal de Notícias

TUI lanza una nueva marca de vacaciones baratas que ya vende viajes a Canarias

El gigante turístico TUI ha decidido entrar de lleno en la batalla por el viajero que busca vacaciones al menor precio posible. El grupo ha estrenado en Reino Unido Sundeals, una nueva marca independiente orientada específicamente al cliente que compara ofertas por internet y prioriza el precio, y Canarias está desde el comienzo entre los destinos disponibles. La nueva plataforma ofrece acceso a alrededor de 20.000 hoteles repartidos entre más de 100 destinos y se diferencia del modelo tradicional de TUI porque combina inventario propio del grupo con servicios de terceros. Eso permite que un mismo paquete pueda incluir alojamiento y vuelos operados no solo por TUI, sino también por compañías como Ryanair o easyJet. El movimiento tiene especial interés para Canarias por el peso que mantiene el mercado británico en el turismo de las Islas y porque el Archipiélago figura expresamente dentro de la oferta de la nueva plataforma.

Canárias: chuva de recursos contra uso abusivo de apartamentos habitacionais

fonte: La Provincia, Canárias

Tenerife: se outros conseguem (no Teide) nós não conseguimos?

fonte: Opinião de Tenerife

O peso dos subsídios da China à indústria

fonte:  Expresso

Canárias a caminho das eleições de 2027


fonte: La Província, Canárias

Venezuela: o regresso do capitalismo selvagem

fonte: El Pais, Espanha

Canárias: Las Palmas começa a debater turismo excessivo

fonte: La Provincia

Venezuela e a integridade eleitoral

fonte: El País, Espanha

Baleares: avisos na restauracção

fonte: Expresso

Os problemas da habitação em Espanha

fonte: Ultima hora, Baleares, Espanha

Baleares: turismo e habitação

fonte: Ultima Hora, Baleares, Esanha

E o OE para 2027?

fonte: Dinheiro Vivo, DN-Lisboa

Ibiza: Turismo criticado

fonte: Diário de Ibiza, Espanha

Os medos na Baixa de Lisboa

fonte: Expresso

A guerra dos guarda-sóis nas praias

fonte: Expresso