quarta-feira, novembro 06, 2019

4,5 milhões de residentes em cidades

Assinalou-se no dia 31 de outubro o Dia Mundial das Cidades. Os dados do INE indicam que em 2018 cerca de 4,5 milhões de indivíduos residiam em cidades. De acordo com os dados do INE, em 2018, residiam em Portugal 4 457 358 indivíduos, distribuídos por 159 cidades – o equivalente a 43.4% da população nacional.

20 maiores anunciantes asseguram um terço da publicidade

Os 20 maiores anunciantes de setembro asseguraram um terço do investimento publicitário, a preços de tabela. Segundo os dados da MediaMonitor, a Unilever-Fima permanece em setembro maior anunciante, sendo responsável por um share of voice de 3.7% face ao total do mercado publicitário de Tv, rádio, imprensa, outdoor, cinema e Internet e de 11.1% relativamente ao total dos 20 maiores anunciantes do mês. É de salientar que o período de recolha da informação relativa a setembro de 2019 não está ainda concluído para todos os meios (ver nota da situação referente ao mês de setembro).

segunda-feira, novembro 04, 2019

O restaurador de vinhos Madeira

Vinho Madeira é um dos mais antigos do mundo e é o seu caráter que lhe permite o amadurecimento secular

Nota: poderia... Ou talvez não!

Há situações - mesmo sabendo que para tudo há uma explicação e que nada acontece por acaso, sem uma motivação directa - que me deixam estupefacto.
Será que alguém acredita que um empresário madeirense experiente, que há muitos anos trabalha na Madeira e pela Madeira, que conhece a realidade da sociedade madeirense a todos os níveis, nomeadamente a sua forma "sui generis" de proceder a julgamentos públicos de carácter, motivados, regra geral, pela inveja e pela manipulação (nalguns casos juntam-se motivações diferentes mais de natureza empresarial e económica, de intenção de ajuste de contas por mera vingança pessoal ou corporativa, etc), um empresário que naturalmente tem os seus valores e regras próprias de vida, andaria a cometer as alegadas patifarias que por aí andam, agora e pelos vistos ciclicamente, ao ponto de estar a ser sistematicamente enxovalhado ou perseguido, e catalogado de toda a forma ou feitio?

domingo, novembro 03, 2019

Não foram considerados todos os cenários possíveis para o aeroporto do Miontijo

Perigo de inundação da nova estrutura é uma das "4 graves falhas" do estudo, diz um dos 11 cientistas que contestam o Estudo de Impacte Ambiental.
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Nota: ou há ou não há...

Muito sinceramente acho que é uma questão, como diz o povo, de "tomates". Ou há ou não há. Ou seja, ou tudo é feito como deve ser feito, e quando deve ser feito - para evitar a degradação de qualquer situação - ou vai tudo continuar na mesma. É simples, a decisão é das escolas. Ponto final. Se as escolas alterarem os regulamentos aos alunos resta apenas uma alternativa: ou cumprem ou os encarregados de educação devem ser imediatamente autorizados a retirarem os seus educandos e mudarem de escola. Simples, transparente. Não me venham com entraves burocráticos. Se a decisão for essa é assim que deve ser feito.
O telemóvel hoje é um instrumento gerador de invejas e de conflitos e até confrontos entre alunos, um objecto diferenciador que alimenta roubos e situações de bullyng. Não, não é exagerado. É isso mesmo e todos sabemos que esta é a realidade. A escola é um local específico com fins específicos. Não é um "armazém" para rambóias (para rambóias os educandos que as promovam e nelas participem quando estiverem com os seus pais). Se cada aluno, repito, caso seja esse o regulamento da escola em causa, utilizar telemóveis até dentro das salas de aula como sei que acontece ou em instalações sanitárias - nem vou especular os motivos facilmente perceptíveis.... - for penalizado com uma falta, mesmo estando presente (no meu tempo quantas faltas dessas tive, ou porque me esqueci de material da aula em casa, ou porque não levei peças do equipamento de educação física que davam penalização de 1/4 ou 1/2 falta conforme a peça em falta em causa....), e visse reflectido tudo isso nas notas finais de aproveitamento "embelezando" (ou não) o cadastro, eu logo veria quais seriam as reacções de quem tem o dever de zelar pelo futuro dos seus educandos. Repito, é tudo uma questão de "tomates", para decidir e executar a decisão e fazê-la cumprir sem tolerância alguma. Se, ao invés disso,  a ideia é andarem a perder tempo com conversas da treta, porque se conjugação várias opiniões e interesses, então é melhor começarem a ser criteriosos na selecção e os encarregados de educação que tomem depois as decisões que acharem por bem tomarem, fazendo a escolha: ou querem educandos que se concentrem na escola e aprendem construindo o seu futuro e as suas oportunidades, ou quem uma espécie de bandalheira em que nem os professores são respeitados e os(as) "queridinhos(as)" fazem de tudo menos aprender, e nesse caso nem à escola precisam de ir, porque futuro e oportunidades de sucesso, no caso destes últimos educandos, isso não faz parte dos respectivos horizontes. E as escolas nem devem sequer perder tempo com gente dessa, casos perdidos. Se não há vontade de aprender, não vale a pena perder tempo e recursos com potenciais marginais da sociedade. A escolha é dos pais, dos alunos e das escolas (LFM)

Nota: e qual o mal? Venha ele....

Que venha ele. Qual é o mal? Tem piada que ainda recentemente falamos os dois disso. Acham mesmo que clubes emblemáticos como o Real Madrid, os Machesters United ou City, o Barcelona, o PSG, a Juventus, o Bayer de Munique, etc, são clubes das cidades ou dos associados? Tretas! Estamos a falar de investidores, de futebol profissional, de marcas associadas aos clubes e ao futebol, estamos a falar de SADs, não dos clubes tradicionais que a elas deram origem. Os clubes que vivam como quiserem, fazendo o que podem, porque precisam ter recursos para isso. Não há clube nenhum, neste mundo de crescimento de despesas e redução de receitas, que viva ou sobreviva com os recursos vindos directamente dos seus associados (as quotas) que são uma ínfima parte de um relacionamento que muitas vezes esquece a necessidade de ser pragmaticamente realista. Mas não misturem, clubes com SADs, são duas realidades diferentes, dois mundos opostos. As SADs precisam de sem rentáveis e se não existir a coragem de tomar as medidas adequadas no momento próprio, sejam elas quais forem, estarão apenas a adiar a crise, o caos, quem sabe mesmo a a insolvência em última instância. Por isso, quando não existem recursos, o dinheiro de investidores é sempre bem vindo em nome de resultados desportivos e do equilíbrio financeiro. Nem que seja dinheiro de Marte ou de Platão! (LFM)

Escócia a caminho de novo referendo para a independência

A primeira-ministra da Escócia quer no próximo ano um novo referendo à independência. Nicola Sturgeon apelou a que os escoceses enviem uma mensagem clara a Londres nas eleições de 12 de dezembro
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Primeira-ministra da Escócia apela à independência do país

Lusodescendente ajuda sem abrigo e toxicodependentes na Venezuela

Francisco Soares lidera uma associação que leva comida, roupa e sorrisos às ruas de Caracas. A organização surgiu porque também o lusodescendente já viveu nas ruas.

Madeira está a perder turistas

Em oito meses, a região ficou com menos 140 mil visitantes. A perda de turistas parece estar ligada a sucessivas falências de companhias aéreas.

sexta-feira, novembro 01, 2019

Nota: deambulações que espero sejam úteis...

Suspeito - mas não tenho a certeza disso - que o PSD-M e o CDS-M ainda não perceberam plenamente (?) o que está em cima da mesa em termos das exigências políticas nesta Legislatura parlamentar regional que será, indiscutivelmente, das mais difíceis de todas, senão mesmo a mais difícil de todas, e na qual não há margem de manobra para contradições, temores, "paninhos quentes" ou hesitações sobretudo no confronto com o PS-M ressabiado por ter sido derrotado e ver-se atirado para a oposição apesar de ter dizimado toda a oposição de esquerda e beneficiado de voto útil de alguns sectores do eleitorado mais conservador, o que explica a penalização do CDS-M.
Também acho que PSD-M e CDS-M devem finalmente olhar para a questão comunicacional como ela deve ser olhada, estruturada, organizada e dotada de todos os meios para funcionar com eficácia. Tenho algum receio a este nível, tenho imensas dúvidas - que não vou pormenorizar - porque se entre 2015 e 2019 esse foi um dos "calcanhares de Aquiles" mais negativos, era de supor que este deveria ser o momento adequado não apenas para mudanças mas para perceber que comunicação institucional num governo é também e essencialmente comunicação política.
Os governos não precisam de assessorias de comunicação ou de imprensa ou chamem-lhes o que quiserem, insonsas neutrais ou cinzentas, porque os governos não precisam de ter extensões de redacções ao seu serviço. O papel dos assessores de imprensa é mais do que um mero fazedor de notícias. Tem que antecipar situações, tem que organizar serviços internamente na estrutura, tem que criar canais internos devidamente articulados entre si, tem que recusar qualquer lógica de "campeonato venda" de membros do governo como se estivessem a vender sabonetes, tem que criar uma mensagem comunicacional atraente, sem narizes de cera, directa, verdadeira, factual, facilmente entendível pelas pessoas, porque é a opinião pública em geral o último alvo do trabalho de qualquer assessor de imprensa ou de comunicação, tem que ajudar a responder a situações, sejam elas mais ou menos complexas, tem que criar pontes afectivas com as redacções lá fora, etc.
Se necessário for, que seja elaborado pelo PSD-M e pelo CDS-M uma espécie de manual de procedimentos comuns, uma cartilha sobretudo no parlamento, que impeça o aparecimento de crises de relacionamento que fragilizem e possam  ser aproveitados por um PS-M assanhado, ressabiado, esfomeado que está à espreita, em todas as esquinas, pelo mínimo deslize. Eu muito sinceramente acho que uma certa pasmaceira do passado não indicia nada de bom. E mais. Política é política, ponto final. A política não pode ser uma espécie de "menage" a cinco ou seis (partidos), em que nem se notam as diferenças entre esses protagonistas, tudo isto em nome do politicamente correcto, do primado da ingenuidade na política e de um "porreirismo" que distorce a politica, esbate as diferenças que existem e existirão sempre.
Há que estar atento, pelo que nunca é demais afirmar que PSD-M e CDS-M (embora este possa vir a ter dificuldades porque com dois deputados operacionais julgo que apenas Lopes da Fonseca estará em condições de ir a combate, ao contrário de conhecidos oportunistas incompetentes execráveis) têm pessoas experientes, têm gente para o combate político, não podem dar um milímetro que seja de terreno aos socialistas locais que já deram sinais concretos do que querem, ao que vêm e que terão cada vez mais dificuldades em gerir o seu posicionamento na oposição depois de terem apostado o que tinham e o que não tinham na vitória que chegou a ser mais do que um sonho, alimentado não por factos, mas por sondagens que valem o que valem.
E, mais importante de tudo, há que fazer um balanço ao que foi feito no passado, na Legislatura anterior, se isso serviu para alguma coisa, se os cidadãos reforçaram a sua confiança e o seu apoio, se as imitações do que os pequenos partidos fazem constituíram as opções mais acertadas e representaram mais-valias, se eleitoralmente um mediatismo forçado. Estas deambulações num tempo novo são minhas, apenas e só minhas, não quero que concordem com elas, quero apenas que as leiam, caso queiram, e decidam se tenho ou não alguma razão, se elas são ou não úteis. Tenho medo que uma espécie de dança de titulares dessas cadeiras, acabe por deixar tudo perigosamente na mesma a este nível. O que nos faltava era que nos obrigassem a alimentar e aceitar uma intolerável falta de coragem e de seriedade para reconhecermos o que correu mal, o que funcionou mal e, mais do que isso, não haver a dignidade de ao menos proporem e aceitarem as alterações que as grandes mudanças exigem e impõem aos partidos e aos políticos. (LFM)

quinta-feira, outubro 31, 2019

Nota: o castigo do PSD e CDS e o copntarste com o PS de Sócrates e Costa

PSD e CDS chegaram hoje a um estado político, social e eleitoral, porque continuam a pagar bem caro pela merda que fizeram nos anos da troika. Cá se faz, cá se paga- Resta saber quanto tempo é que vai demorar ainda o "castigo" dos portugueses aos dois partidos do centro-direita. Isto porque percebemos todos que os tempos da incompetência e da corrupção do reinado de Sócrates e da sua "corte", que incluiu a falência do país e a chamada da troika para Portugal, motivou um castigo do PS - hoje liderado por um  antigo braço-direito do principal protagonista da Operação Marquês e  homem-forte do socratismo, António Costa - durou 4 anos apenas. Para bem dos socialistas, os portugueses - que costumam ter memória curta quando as coisas correm bem até que nova crise apareça num dos países mais endividados do mundo - parecem continuar a ter critérios diferentes para situações incomparáveis. Embora não deixe de responsabilizar o radicalismo hipócrita do PSD de Passos e CDS de Portas - dois políticos incompetentes num a lógica política pura e dura - pela merda que andaram a fazer aos portugueses durante quatro anos para depois entregarem o poder numa bandeja de prata a Costa e à geringonça, Costa que finalmente conseguiu o que em 2015 não tinha conseguido, vencer eleições e cilindrar o centro-direita para valores eleitorais vergonhosos que me levam a duvidar do que poderá acontecer-lhe de positivo nos próximos quatro anos (LFM)

Nota: nada de anormal


Nada de anormal quanto a isso. Em política, apesar de tudo, tem que haver regras e princípios éticos. Não podemos tolerar os salta-pocinhas, nem aceitar a banalização dos excrementos da política que chegam a ter num ou em dois anos, 4 ou 5 partidos diferentes e consideram isso absolutamente "normal" dando-lhes a ridícula "legitimidade" para criticarem seja quem for. Neste caso concreto, os militantes agora expulsos pelo PSD-M - os estatutos não deixam dúvidas - deviam ter o cuidado de se desvincularem a tempo, porque a expulsão nestas circunstâncias em nada abona a favor das pessoas visadas, nem lhes dá credibilidade acrescida (LFM)

quarta-feira, outubro 30, 2019

Braga e Sintra com maior rating de dinamismo demográfico

Os ratings concelhios de 2019 da Marktest confirmam a manutenção do concelho de Sintra, pelo 4º ano consecutivo, no topo da lista do dinamismo demográfico, este ano acompanhado de Braga. Disponíveis na aplicação web Municípios Online, os ratings concelhios são métricas criadas pela Marktest desde 2014 que pretendem dar ferramentas às entidades locais ou às empresas com dispersão regional, ao permitir observar de forma rápida e intuitiva os principais pontos fortes e fracos de cada concelho. Uma análise do rating de dinamismo demográfico permite verificar que o concelho de Sintra é em 2019, tal como desde 2016, o que regista um valor mais elevado. Numa escala de 1 a 20, o concelho obtém 18.0.
Este mesmo valor foi obtido pelo concelho de Braga, que assim lidera este ranking de dinamismo demográfico, ex aequo com Sintra.
Albufeira coloca-se em terceiro, com um rating de 17.5 e Mafra, Maia, Odivelas, Seixal e Vila Franca de Xira registam todos um rating de 17.4 e completam a lista dos 8 concelhos com mais dinamismo demográfico em 2019.
O mapa mostra a representação deste índice nos vários concelhos do país. O rating de dinamismo demográfico é composto por 8 indicadores que pretendem medir o dinamismo da população residente em cada concelho. Cada indicador foi classificado com uma notação de 1 a 20 tendo em conta a posição do concelho no conjunto dos 308 concelhos do país. Estes ratings estão disponíveis numa aplicação web, onde são apresentados em vários formatos, nomeadamente num dashboard que assinala com uma determinada cor os indicadores e as componentes deste rating de acordo com as notações obtidas. Pela sua visualização, é fácil e imediata a identificação das forças e fraquezas de cada concelho, dando assim um contributo ao estudo das melhores estratégias a adotar em função dessa avaliação (fonte: Marktest.com, Outubro de 2019)

47% dos utilizadores seguem figuras públicas nas redes sociais

O estudo Os Portugueses e as Redes Socias, da Marktest, avança que 47% dos utilizadores seguem figuras públicas nas redes sociais, sobretudo através do Instagram. Segundo os resultados de 2019 do estudo Os Portugueses e as Redes Sociais, da Marktest, 47.2% dos portugueses com perfil criado em redes sociais é fã ou segue figuras públicas nessas redes, um valor que sobe para os 66.8% junto dos jovens dos 15 aos 24 anos e baixa para 29.7% junto dos mais velhos.
Cristiano Ronaldo é a figura púbica que mais utilizadores de redes sociais dizem seguir, seguido de Cristina Ferreira, Rita Pereira, Nuno Markl e Manuel Luís Goucha. O estudo indica ainda que o Instagram ultrapassou o Facebook como rede onde estes fãs dizem seguir figuras públicas e que as stories são o segundo tipo de conteúdo mais apreciado em páginas de figuras públicas nas redes sociais.
Este estudo parte de uma quantificação de 5 milhões e 100 mil utilizadores de redes sociais, residentes no Continente com idades compreendidas entre 15 e 64 anos, dada pelo estudo Bareme Internet da Marktest (fonte: Marktest.com, Outubro de 2019)

Três em cada quatro jovens vê séries, filmes e documentários online

Os dados do estudo Bareme Internet da Marktest revelam que mais de 3 em cada 4 jovens vê séries, filmes e documentários online. Os dados de 2019 do Bareme Internet, da Marktest, revelam que 2 milhões e 357 mil indivíduos com 15 e mais anos, residentes em Portugal Continental, viram filmes/séries ou documentários online nos últimos 30 dias. Este valor corresponde a 27.5% do universo e significa que mais de um em cada quatro portugueses tem este hábito, que tem aumentado nos últimos anos. Mas, se analisarmos o universo dos mais jovens, dos 15 aos 24 anos, esta taxa sobe para 77.1%, o que significa que mais de 3 em cada 4 jovens nestas idades consome estes conteúdos online.
Os dados do Bareme Internet mostram ainda que o Netflix é o serviço mais referido para ver/ouvir filmes, séries e documentários online, seguido o Youtube e do Meo Go. A análise realizada teve como base os resultados de 2019 do estudo Bareme Internet da Marktest. Este estudo analisa o universo constituído pelos residentes no Continente com 15 e mais anos (fonte: Marktest.com, Outubro de 2019)

Madeira: Assembleia Legislativa com muita iniciativa legislativa em carteira

Projeto de Resolução
JPP
28 de Outubro de 2019
XII Legislatura
I Sessão Legislativa
5ª Comissão Especializada de Saúde e Assuntos Sociais
Recomenda ao Governo Regional que crie um complemento social aos pensionistas e reformados abrangido pelo ISSM, IP-RAM e os oriundos da Administração Pública Regional
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Audição Parlamentar
PS
28 de Outubro de 2019
XII Legislatura
I Sessão Legislativa
6ª Comissão Especializada de Educação, Desporto e Cultura
Esclarecimentos sobre a situação do Ensino Privado na Região
***
Projeto de Proposta Lei Assembleia da República
PCP
25 de Outubro de 2019
XII Legislatura, I Sessão Legislativa
2ª Comissão Especializada de Economia, Finanças e Turismo
Recuperação do controlo público dos CTT
***
Projeto de Proposta Lei Assembleia da República
PCP
25 de Outubro de 2019
XII Legislatura, I Sessão Legislativa
2ª Comissão Especializada de Economia, Finanças e Turismo
Alteração à Lei das Finanças das Regiões Autónomas
***
Projeto de Proposta Lei Assembleia da República
PCP
25 de Outubro de 2019
XII Legislatura, I Sessão Legislativa
2ª Comissão Especializada de Economia, Finanças e Turismo
Sobre o novo regime fiscal relativo ao desenvolvimento e à criação de emprego na Região Autónoma da Madeira
***
Voto de Protesto
PCP
25 de Outubro de 2019
XII Legislatura, I Sessão Legislativa
Contra mais um escandaloso aumento de Comissões Bancárias
***
Projeto de Resolução
PCP
25 de Outubro de 2019
XII Legislatura, I Sessão Legislativa
2ª Comissão Especializada de Economia, Finanças e Turismo
Garantir a redução das taxas aeroportuárias dos aeroportos da Madeira e do Porto Sant
***
Projeto de Resolução
PCP
25 de Outubro de 2019
XII Legislatura, I Sessão Legislativa
5ª Comissão Especializada de Saúde e Assuntos Sociais
Medidas Urgentes para impedir a falta de medicamentos na Região Autónoma da Madeira
***
Projeto de Resolução
PCP
25 de Outubro de 2019
XII Legislatura, I Sessão Legislativa
2ª Comissão Especializada de Economia, Finanças e Turismo
Sobre a aplicação efetiva das alterações à atribuição do subsídio social de mobilidade
***
Projeto de Resolução
PCP
25 de Outubro de 2019
XII Legislatura, I Sessão Legislativa
2ª Comissão Especializada de Economia, Finanças e Turismo
Garantir o controlo público dos Aeroportos
***
Projeto de Decreto Legislativo Regional
PCP
25 de Outubro de 2019
XII Legislatura, I Sessão Legislativa
3ª Comissão Especializada de Recursos Naturais e Ambiente
Criação do Eco-Parque Marinho do Funchal - Paisagem Protegida
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Projeto de Decreto Legislativo Regional
PCP
25 de Outubro de 2019
XII Legislatura, I Sessão Legislativa
7ª Comissão Especializada de Administração Pública, Trabalho e Emprego
Acréscimo Regional ao Salário Mínimo Nacional
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Projeto de Decreto Legislativo Regional
PCP
25 de Outubro de 2019
XII Legislatura, I Sessão Legislativa
6ª Comissão Especializada de Educação, Desporto e Cultura
Pela gratuitidade dos manuais escolares e dos recursos didáctico-pedagógicos na escolaridade obrigatória
***
Projeto de Decreto Legislativo Regional
PCP
25 de Outubro de 2019
XII Legislatura, I Sessão Legislativa
5ª Comissão Especializada de Saúde e Assuntos Sociais
Complemento de Pensão na Região Autónoma da Madeira
***
Projeto de Decreto Legislativo Regional
PCP
25 de Outubro de 2019
XII Legislatura, I Sessão Legislativa
7ª Comissão Especializada de Administração Pública, Trabalho e Emprego
Subsídio de Insularidade para todos os trabalhadores da Região Autónoma da Madeira
***
Projeto de Resolução
PCP
25 de Outubro de 2019
XII Legislatura, I Sessão Legislativa
2ª Comissão Especializada de Economia, Finanças e Turismo
Para cumprir com a construção do Novo Hospital na Madeira
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Nota: nos termos regimentais a prioridade dos deputados é agora a apreciação do programa de governo, que deverá ser entregue no Parlamento a 4 de Novembro, seguindo-se a discussão e votação da proposta de orçamento regional para 2020.

Portugueses dizem poupar menos

Segundo os dados do estudo Basef Banca da Marktest, os portugueses com conta bancária dizem estar a poupar menos que anteriormente. O dia 31 de outubro assinala o Dia Mundial da Poupança, motivo para uma análise sobre como se comportam os portugueses relativamente à poupança.
Inquiridos pelo estudo Basef Banca da Marktest entre janeiro e setembro de 2019, 18.4% dos portugueses com conta bancária que identificam os bancos onde têm conta dizem ter conseguido poupar mais do que anteriormente, enquanto 35.1% diz ter conseguido poupar o mesmo. A maioria (38.2%), contudo, confessa que tem poupado menos que antes. Há ainda 8.4% de entrevistados que não sabe ou não responde à questão.
Entre quem afirma conseguir poupar mais que anteriormente, encontram-se sobretudo os mais jovens, com um em cada três jovens bancarizados dos 15 aos 24 anos a referir poupar mais que antes, um valor 2,5 vezes superior ao observado junto dos mais idosos. Os homens, os residentes no Grande Porto e os indivíduos das classes mais altas também apresentam maior percentagem de respostas indicando poupar mais que antes. Esta análise foi realizada com base nos resultados do estudo Basef Banca da Marktest (fonte: Marktest.com, Outubro de 2019)

terça-feira, outubro 29, 2019

Nota: as histórias na saúde devem ser contadas completas e com todos os factos


Eu já tinha escrito sobre este tema, aliás um estranho episódio porque duvido que alguém tenha mandato alguém para discutir fosse o que fosse e porque eu sei - o assunto foi discutido pelos médicos em questão (todos da mesma especialidade) - que o desfecho eleitoral esperado convictamente era diferente daquele que realmente aconteceu em 22 de Setembro. Mas pelos vistos não é só na banca que o "crime" compensa... O que recomendo é que na Saúde, sobretudo na Saúde, pelas implicações que elas costumam ter, as histórias contadas - quer sejam as que são descobertas por "acaso" pelos jornalistas quer as que que são cirurgicamente "plantadas" nas redacções dos jornais - sejam devidamente contadas, com nomes dos protagonistas, com o que foi abordado e tudo o que indevidamente, temporalmente falando, foi feito depois em termos de contactos com pessoas, com "reservas" de lugares, com "auscultações", sem que o titular da pasta da Saúde, pelos vistos, tivesse tido conhecimento (?). Se isto é estabilidade num sector - como a Saúde - então levem-me rapidamente para um cenário de caos, traições, deslealdades, boicote, falta de autoridade porque certamente me vou sentir bem melhor... Sabem o que é autoridade de quem exerce funções públicas? E o que dizer quando alguém em vez de defender e afirmar essa autoridade e liderança é "comido" por jogadas de bastidores, algumas com o seu conhecimento, só podem ser do seu conhecimento? (LFM)

Nota: não inventem na Saúde...

Recomendo que antes de andarem a retalhar legislação para "adaptações" na área da Saúde, que tenham cuidado porque nos Açores, segundo creio há oito anos, ter-se-á passado uma situação semelhante - ou melhor, que pretendiam que acontecesse... - mas acabaram por levar sopa com jurisprudência do próprio Tribunal Constitucional. Por isso, investiguem bem tudo antes, para não fazerem figuras ridículas tardias. Mas sobre isso basta que peçam ao PCP dos Açores para esclarecer dúvidas... Volto a perguntar: as pessoas têm realmente a consciência de que a Saúde é demasiado importante - o calcanhar de Aquiles de qualquer governação, e na Madeira tem sido fonte de desgaste do PSD-Madeira - para andar a ser usada como instrumento para a construção de poderes paralelos, de "quintas" na governação regional, de arenas de influências pessoais "cubanizadas" sou ajustes de contas e vinganças com carácter pessoal? (LFM)

Falência do BANIF: Ministério Público acusa TVI de ofensa à reputação económica


71,4% das pensões em 2017 eram iguais ou inferiores a 421 euros


Hotéis portugueses perderam pelo menos 20 milhões de euros com a falência da Thomas Cook


Nota: desvalorizar nunca!

Desvalorizar é errado. Aceito e concordo que não queiram discutir na praça pública os erros, as deslealdades assumidamente ordenadas (influência de 2021 depois da intolerável borrada feita em 2017...), o jogo duplo, uma espécie até de dupla personalidade que deixa marcas e vai destruindo aos poucos o que tem que se manter unido, etc. Mas desvalorizar nunca, e muito menos no caso de Câmara de Lobos que juntamente com Calheta e Ponta do Sol - até que alguns iluminados de merda tivessem destruído tudo em 2017 quando impuseram candidatos em vez de ouvirem as pessoas - eram os bastiões eleitorais do PSD-Madeira. Aceito que não se hipervalorize também um episódio que parece ser bem triste e onde a deslealdade política (e pessoal?) pelos vistos esteve uma vez mais a marcar a postura do partido em determinados momentos. Mas passar uma esponja sobre o que se passou, como se nada se tivesse passado, para que repitam o mesmo erro daqui a dias, meses ou anos, isso nunca (LFM)

Portugal atribuiu 16 M€ à comunidade portuguesa na Venezuela


Nota: o problema da APM não é só dinheiro...

Desconfio que o problema não é só mais dinheiro. Há que mudar a filosofia subjacente ao modelo e funcionamento da agência e dotá-la da importância que ela deve ter bem como o sector mais importante, neste momento, da economia regional. Mais diálogo entre sector público e privados, realização de estudos competentes sobre a realidade do sector turístico e hoteleiro regional, fazendo uma hiper-análise swot do mesmo, elaborar o chamado "plano B" para prevenir eventuais situações de crise - prevenir nunca é demais - e definição clara de prioridades, sem andarmos a reboque de interesses deste ou daquele grupo, deste ou daquele investidor e abordagem pragmática, realista e sem aventureirismos ou incompetências idiotas, da problemática da agora frequente inoperacionalidade do aeroporto do Funchal e o que deve ser feito para minimizar os transtornos e a imagem de caos que por vezes essa situação origina, definição clara do papel do turismo nacional no sector e, neste quadro, análise ao problema dos transportes aéreos de e para a Madeira a partir de Lisboa - frequências, atrasos, horários, etc.
Finalmente, sobre o caso da Thomas Cook, acho que o governo em Lisboa criou uma linha de crédito de 150 milhões de euros para ajudar as empresass prejudicadas pela falência daquele operador, a que se juntam mais 2 milhões de euros destinados a um plano de promoção do Algarve e da Madeira. Ou não é assim? (LFM)

Nota: relações com Bruxelas? Não me gozem...

Desculpem a minha ignorância mas qual ou quais as regiões europeias que têm relações directas com Bruxelas? Desculpem a minha ignorância tonta mas desde quando as relações com Bruxelas deixaram de ser feitas através dos governos nacionais dos estados-membros para se fragmentarem por regiões? Eu até gostava que fosse, porque nalgumas situações seriam mais fáceis e mais céleres. Mas para além de escritórios de representação em Bruxelas - muitos deles abertos e encerrados tempos depois por serem caros demais para os orçamentos regionais e de pouco ou nada valem - qual é o espaço das regiões europeias na Europa dos novos tempos, qual o espaço que Bruxelas dedica ao regionalismo europeu no contexto europeu? Eu digo-vos. Cada vez menor, cada vez mais insignificante, patético e cada vez mais uma bandeira do regionalismo europeu não passa disso, de uma bandeira para tapar os olhos às pessoas e enganá-las. E temo que a ultraperiferia caminhe aceleradamente para essa desvalorização se não for feito algo de concreto e de muito persuasivo.
Quanto a Lisboa que mais haverá a dizer? Nada. Se nem querem alterar a lei eleitoral para o PE, insistindo - ao contrário de outros estados-membros - na treta criminosa do círculo único em vez de círculos multi-regionais, circulo único esse que apenas serve para negociatas políticas, criação de prateleiras douradas, "emigração" forçada de potenciais adversários políticos que podem revelar-se incómodos para lideranças nacionais dos partidos, e para tirar ou encaixar pessoas, alimentando uma abstenção cada vez mais a roçar os limites do pornográfico, a que título ainda acreditaram que as ilhas poderiam negociar com Bruxelas em posições de maior destaque? Não me gozem (LFM)

Cagança dispensável

Um capricho patético e uma cagança pessoal numa cidade que tem outras prioridades, basta que percorram atentamente as zonas altas para perceberem que há uma linha vermelha que exige intervenção rápida da edilidade na resolução de muitos problemas, em vez de andarem a criar mais despesas com organismos desnecessários. Que eu saiba a PSP na Madeira dá conta do recado. Ou isto esconderá outras histórias mal contadas? (LFM)

Nota: eu até entendo a cautela de Cafofo

E qual o espanto. Digam-e há quanto tempo o PS-M é palco de jogadas que o mantém refém destes interesses e destas movimentações? Eu no lugar de Cafôfo talvez pensasse duas vezes como ele estará a fazer, daí a ausência de pressas na decisão: será que a votação que o "independente" Paulo Cafôfo, que recorrer a uma "barriga de aluguer" nas regionais de 22 de Setembro (PS-M), alguma vez será a mesma votação se ele assumir a liderança do PS-M - despindo-se deste modo da teatralização da sua falsa "independência" que só serviu para enganar as pessoas e resolver os problemas financeiros graves dos socialistas locais - ou os socialistas voltarão à sua dimensão eleitoral tradicional dos menos de 30 mil votos (lembro que no tempo de Sócrates o PS-M, em eleições nacionais chegou a superar duas vezes os 42 mil votos, numa delas os 49 mil votos, quando teve pouco mais de 51 mil nas regionais deste ano...). Por isso, refém ou não de Cafôfo, acho que neste momento é o PS-M que precisa do ex-Presidente da CMF que não deve esconder algum amargo ao ter sido ignorado por Costa no maior governo de sempre do país, e depois de ter apostado tudo na sua derrotada candidatura na Madeira. Aliás foi Miguel Gouveia, novo Presidente da CMF, e honra lhe seja feita por isso, a colocar, e muito bem, o dedo na ferida - dizendo publicamente o que os socialistas locais dizem pela calada, quando se queixam nos corredores de terem sido desvalorizados e injustiçados por Costa em relação aos Açores e apesar do resultado eleitoral obtido em eleições regionais. O mediatismo e a urgente e necessária "tarimba" política que Cafôfo poderia adquirir (porque não tem) na política nacional - no fundo fazendo o mesmo que César fez antes de ter sido enviado por Mário Soares para os Açores quando Mota Amaral anunciou a sua saída e o PSD-Açores esfrangalhou-se numa penosa travessia do deserto de onde ainda não saiu - serviria para prepará-lo para as regionais de 2023, porque ele sabe que, apesar dos arrufos e de todas as patifarias de bastidores que ainda não pararam, dificilmente PSD e CDS deixarão a coligação cair perdendo o poder - ambos sabem que uma crise política na Região seria a copiosa derrota desses dois partidos (LFM)

segunda-feira, outubro 28, 2019

Nota: PSD-M em debate interno tem que guardar silêncio absoluto

Li no JM, que o Presidente do PSD-Madeira vai iniciar uma ronda de contacto com as estruturas de base do partido. Acho muito bem. Constou-me que será uma ronda de contactos aberta, sem tabus, em que vão falar de tudo, do que for necessário por muito incómodo que possa ser internamente. Há mudanças para fazer, há estruturas a repensar, há que procurar explicações para os desaires eleitorais onde eles aconteceram e sem qualquer tipo de caça às bruxas mas de forma séria e pragmática, há que discutir também pessoas e saber se há algumas que chegaram ao fim do seu ciclo e que devem ser substituídas para que essa mudança gere mais-valias, novas dinâmicas, novas ideias, nova capacidade de captação de votantes, novos apoios fora dos limites naturais do partido, saber se há modelos estatutários a discutir e a alterar, há uma eficácia  perdida que tem que se reencontrada, há que entender de uma vez por todas que os partidos são instrumentos "fazedores" de políticas, que existem porque há política e que não são nem um qualquer "faz-de-conta" e não espaços para um "chá das cinco" ou coisa do género. Portanto, apoiando incondicionalmente a iniciativa do líder do PSD-M, porque ela é urgente e necessária, desejo que não se trate apenas de mais um momento destinado a mediatização ou a cumprir calendário por conveniência pós-eleitoral, para que tudo fique na mesma. Recomendo que dela resultem decisões concretas, sem pressas mas tendo 2021 como referência temporal, que se necessário for que alterem os estatutos onde for necessário, que se olhe para a realidade militante do PSD-Madeira - pelos militantes, o PSD-Madeira nunca ganharia nem uma Junta de Freguesia eu seja, porque não totalizam mais de 5 mil efectivos na Região num universo real de 6 a 7 mil militantes! - mas olhando também para fora, para o que pode estar a influenciar negativamente a cumplicidade eleitoral entre os madeirenses e o PSD-Madeira. E insisto num apelo muito pessoal, muito convicto: que estas reuniões tenham a garantia de reserva por parte dos dirigentes, nos diferentes patamares do poder partidário, porque eles não precisam de andar nos meios de comunicação social a dizer o que foi dito e por quem, o que foi discutido e decidido, há que saber respeitar as nossas próprias regras colectivas, respeitando os limites de um partido que tem urgentemente que arrumar a casa em vez de andar a vender gato por lebre no espaço mediático, graças à bilhardice patética e idiota  de umas "vuvuzelas" - que acho que todos sabem quem são... - que passam para os média tudo, menos as vezes que os dirigentes vão ao WC!... (LFM)

Nota: a saúde e um apelo aos líderes políticos (PSD e CDS)

Eu lanço um apelo dos dois responsáveis políticos pela coligação político-governativa na Madeira: tenham cuidado, muito cuidado, com a saúde, com o que se passa nalguns patamares da saúde na RAM, procurem saber o que pensam os profissionais antes de tomarem decisões que tenham efeitos contrários aos pretendidos e necessários, urgentemente necessários, lutem juntos para que a saúde não seja um palco de negociatas políticas nem uma arena para a construção de jogos de influência ou de manipulação pessoais. A saúde é o calcanhar de Aquiles da governação madeirense, e do sucesso do que for feito, depende muita coisa. Repito, eu acho lamentável o que se passa nos bastidores, tudo o que se passou já antes do 22 de Setembro, num cenário pós-eleitoral que não era este. Precisamos todos de seriedade, irrita-me perceber - ou desconfiar? - que os dois responsáveis máximos pelos dois partidos políticos subscritores da coligação, PSD-M e CDS-M, podem estar a ser deliberadamente mantidos à margem de muita coisa que se passa nos bastidores, em certos bastidores, ou em almoçaradas ou jantaradas onde poder é esquartejado e distribuído por mera conveniências pessoal de uma minoria de que facilmente pode ser neutralizada politicamente se tudo se extremar. Peço que se evite a ameaça de qualquer caos e que quem tem responsabilidade política, de uma vez por todas, o mostrem aos madeirenses, em vez de andarem a fazer papeis que roçam o absurdo e o ridículo e que estão longe, aos olhos das pessoas, de funcionarem como uma mais-valia. Este é o vosso momento, falem os dois, francamente, decidam cosias em concreto, sejam líderes partidários, não decidam em função do perfume do poder. Por favor! (LFM)

Nota: a AMRAM e o PSD-M

Muito sinceramente eu acho, depois de ler tudo o que foi escrito sobre a disputa pela liderança da AMRAM, que o que se passou, na lógica do PSD-M e de Pedro Coelho foi a confirmação de que os social-democratas precisam de uma estrutura interna que coordene politicamente não apenas os autarcas mas eventualmente mais do que isso, que os aconselhem, os acompanhem, partilhem e discutam ideias e propostas com eles, etc. Em situações normais, depois do PS-M ter tomado a iniciativa, por Miguel Gouveia, de propor Ricardo Nascimento (Ribeira Brava) para substituir Teófilo Cunha na liderança da Associação dos Municípios, era mais do que evidente que os socialistas apostaram na antecipação para neutralizarem o PSD-M.
Vamos a factos: 
a) sendo mais do que evidente que Funchal, Machico, Porto Moniz e Ponta do Sol, autarquias lideradas pelo PS, estariam ao lado do "independente" Ricardo Nascimento, da Ribeira Brava, e que dificilmente Filipe Sousa votaria num candidato do PSD- M - a "doença" mantém-se.... - mas que nada o impedia de votar no "independente" autarca da Ribeira Brava, se necessário fosse, tínhamos logo aqui um universo de 5 ou 6 protagonistas, deixando do outro lado os 3 autarcas do PSD-M - Câmara de Lobos, Calheta e Porto Santo - mais o novo autarca de Santana, do CDS, e o "independente" de São Vicente que entretanto se refiliou no PSD-M de onde saiu em 2013 para ser candidato autárquico contra as opções derrotadas do PSD-M liderado por João Jardim.
b) Ou seja, mesmo que estes 5 protagonistas votassem todos da mesma maneira, dificilmente Pedro Coelho seria eleito. Por isso das duas uma: ou havia um entendimento prévio entre a candidatura do PSD-M com o autarca de Santana, e o autarca de Santa Cruz, para que uma aposta social-democrata fosse ganhadora ou, não sendo isso possível, o PSD-M nunca deveria ter avançado com uma candidatura condenada ao fracasso.
O pior, neste processo, é que Pedro Coelho - que é membro da Comissão Política do PSD-M, que foi um  dos ganhadores indiscutíveis da noite eleitoral de 22 de Setembro, e que lidera a ARASD, estrutura dos autarcas social-democratas - em declarações na comunicação social deixou a dúvida sobre alguma deslealdade no universo do PSD-M, admitindo mesmo que tenha obtido o voto de apenas um autarca do PSD (Carlos Teles) e provavelmente o voto do novo autarca do CDS em Santana.
A verdade é que Pedro Coelho - resta saber se o PSD-M teve culpa directa neste desfecho eleitoral na AMRAM e que instruções foram realmente dadas - acaba por sair derrotado e claramente fragilizado deste processo atípico, não me espantando nada que devido a esta situação possa abandonar a liderança das ARASD por razões políticas que este "caso" indiscutivelmente abriram.
Não sei como é que o assunto se vai resolver mas de certeza que depois de tudo o que se passou e das acusações feitas por Pedro Coelho, o PSD-M remeter-se ao silêncio suscita de imediato muitas interrogações. E estupefações. Apesar de, repito, se me pedissem uma opinião prévia neste processo eu teria desaconselhado, convictamente, a candidatura de Pedro Coelho ou de outro autarca social-democrata (LFM)

sábado, outubro 19, 2019

Vai ser ressuscitada a Frente Centrista da Madeira?

Um grupo de cidadãos madeirenses estará alegadamente a ponderar a possibilidade de retomar o movimento político Frente Centrista da Madeira - criada nos anos setenta e que viria a ser a génese do PSD-Madeira, depois de negociações havidas em 1974 com Sá Carneiro. Segundo me confidenciaram, em mensagem, o projecto estará a ser "amadurecido", de forma "discreta", desde Janeiro deste ano, e poderá ter ganho uma outra velocidade graças à imposição de uma sucessão de acontecimentos políticos que aquele grupo de pessoas, com ligações a vários partidos, muitos sem filiação partidária, mas predominantemente próximos do PSD, entende dever ser olhado com preocupação.
O facto do PSD nacional poder ser tomado de assalto em Lisboa pela chamada ala "passista" - Montenegro será o rosto desse retrocesso - poderá constituir um primeiro rastilho para grandes abandonos da militância social-democrata regional. A essa realidade potencial juntar-se-á a alegada ameaça de outras dissidências resultantes de uma "enorme insatisfação, ainda que habilmente contida", perceptível entre as bases social-democratas regionais e dirigentes locais depois dos últimos acontecimentos.
A minha fonte, em ligações dirigentes a partidos políticos - já teve - garante fazer parte desse grupo apostado na eventual dinamização da FC, mas classifica de "primeira reflexão" o processo em causa, assegura que não existe ainda nenhuma decisão desenhada. Reconhecem também a existência de alguma tolerância para com Miguel Albuquerque cuja validade qual dependerá em muito do comportamento da coligação nomeadamente do CDS, e do papel do PSD-Madeira que dizem estar potencialmente ameaçado de "descaracterização" e submissão. 
"O reaparecimento da Frente Centrista com uma liderança entregue a uma nova vaga de políticos, de vários escalões etários", muitos deles próximos e/ou do PSD-M mas desligados de estruturas dirigentes locais e regionais do partido, a que se juntará uma "assinalável captação em sectores do eleitorado natural do CDS e uma importante aposta no eleitorado do PS-M que não subscreve entendimentos à esquerda", poderá ser o rastilho para um novo projecto político que os seus mentores dizem só valer a pena se for mobilizador, diferente, inovador, confiável, consequente e consistente, com "pés para andar e ganhar", que ocupe um "espaço ideológico próprio e claramente delimitado" e que seja "capaz de recolocar a politica regional ao centro evitando extremismos para a esquerda ou para a direita". 
Uma das ideias já abordadas "superficialmente" tem a ver com a indefinição quanto a uma Frente Centrista transformada imediatamente em partido político com base operacional na Madeira, que poderá crescer, depois e também, nos Açores - onde o PSD e o CDS locais revelam "gritantes incapacidades" e precisam de novas perspectivas e de novas pessoas  que "sustenham o perigoso avanço da abstenção". Há ainda a ideia de que não existirão no movimento estruturas estanques, nomeadamente para jovens, quando "é sabido que os eleitores são essencialmente a classe média e os escalões etários mais velhos". "Nessa ordem de ideias teríamos de ter estruturas para os eleitores idosos activos, para a classe média e para as mulheres que são as grandes vítimas do machismo prevalecente na política quando provavelmente reside entre elas os maiores níveis de saber e competência"... Curioso!
Na óptica dos alegados mentores da FC a política de juventude é uma das componentes de um projecto global que não pode privilegiar um dos seus tentáculos fundamentais em detrimento de outros igualmente importantes. Ou seja, parece haver uma recusa em institucionalizar com recurso a contrapartidas políticas organizações internas que depois "condicionam ou retiram eficácia, influência social e coerência política às políticas direccionadas para a juventude, porque tratar-se-ão de organizações "claramente contaminadas pelos defeitos e pelos males dos respectivos partidos".
Segundo a minha fonte de informação, o grupo que chamou a si este projecto - relativamente ao qual não há nenhuma decisão tomada - ascenderá a 40 pessoas, a maioria com experiência partidária diferenciada, divididas em três grupos de reflexão, que mantêm discretos encontros desde Janeiro deste ano, nos quais abordam a realidade política em função de todos os acontecimentos que a influenciam, directa ou indirectamente. Haverá, segundo também apurei, um pequeno grupo de madeirenses residentes em Lisboa que numa primeira fase serão envolvidos neste debate e discussão.
Confesso que pessoalmente tenho algumas dúvidas da eficácia desta aposta, até serem conhecidos mais pormenores, mas reconheço que quando os partidos tradicionais extremam posições, oscilando para a direita ou para a esquerda, aparece logo um espaço por ocupar, entre eles. Desconheço se este projecto tem já alguma base de partida potencial, ou se se trata apenas de uma ideia ainda em construção, agora acelerada pela realidade política e eleitoral do PSD e do CDS-Madeira, em clara queda em termos de influência quer social, quer eleitoral, quer política. Pedi mais esclarecimentos que me foram prometidos no final do ano!
Desconheço também se legalmente é possível ressuscitar - julgo que sim - uma organização que foi dissolvida em 1974 ou 1975 - não posso precisar, quando surgiu o então PPD-Madeira. Sei que há pessoas que estão atentas a Alberto João Jardim, que fez parte da Frente Centrista e que é desejado para se envolver, caso queira, no movimento, sem ter que desempenhar qualquer função de liderança. Particular atenção foi dada por aquele grupo quer à ameaça que Jardim fez de abandono do PSD nacional em caso do regresso de antigos colaboradores de Passos Coelho à liderança nacional do partido, quer mais recentemente a enigmática declaração de que estava em "reflexão" e que estranhamente até hoje ninguém conseguiu decifrar ou "traduzir"...
Chamo a atenção, sobretudo os mais jovens, para este texto que ajuda a perceber os contornos da Frente Centrista de 1974 e a sua influência na política regional, nomeadamente no nascimento do PSD-Madeira, na altura PPD-Madeira (LFM)

sexta-feira, outubro 18, 2019

Futura liderança do CDS pode passar pela Madeira?

Há sectores do CDS em Lisboa que temem pela sobrevivência do próprio partido, não só devido ao aparecimento à sua direita de novos partidos - casos do Chega e Iniciativa Liberal ou mesmo da Aliança - que podem retirar (já retiraram) votos que sempre foram tradicionalmente reivindicados pelo CDS, mas também porque os resultados eleitorais mais recentes têm confirmado o aumento do fosso eleitoral existente entre o partido e o PSD.
Segundo me esclareceu, uma fonte amiga ligada ao CDS em Lisboa, e muito bem informada - acreditem se quiserem para mim é indiferente isso, fica o valor da "deixa"... - a estratégia de Cristas foi errada, sendo a ainda líder do CDS acusada de ter confundido o que se passou numa corrida eleitoral autárquica - em Lisboa - numa determinada conjuntura social e política - o pós-troika e tudo o que de mais tenebroso ela representou (e representa) e os efeitos da governação da geringonça depois da queda da coligação da troika, PSD-CDS,repito, cujo legado negativo ainda hoje subsiste e tem penalizado fortemente os dois partidos, apesar de terem lideranças novas e ideias diferentes - com o combate eleitoral num cenário politico e parlamentar que foi sempre entendido com dificuldade porque nunca foi pacificamente aceite por PSD e CDS que parecem ter adormecido à sombra da tese da "usurpação indevida do poder, o que não tem cabimento nem os eleitores acolheram.
A verdade é que essa lógica condicionou a atitude dos dois partidos.
Nesta conformidade, há quem considere que o CDS nacional precisa de um período de transição até às autárquicas, período esse que será pouco exigente - o CDS não é um partido com grandes resultados autárquicos nos últimos anos - mas que dará tempo para que alguns notáveis se posicionem, repensem a sua posição ante o CDS e impeçam que o partido caia nas mãos de "segundas ou terceiras linhas" - a promoção do aparelhismo - sem qualquer credibilidade junto das pessoas e sem currículo digno de destaque algum.
É neste quadro que surge o CDS-Madeira que apesar de ter sido o grande derrotado da noite eleitoral regional de 22 de Setembro, e de ter perdido 4 dos 7 deputados que antes tinha e perdido mais de 9.500 votos, conseguiu contudo, graças ao demérito do "derrotado" PSD-M (porque há vitórias que são teóricas, pois na realidade não são coisa nenhuma dada a submissão e total dependência do PSD-M dos caprichos e ambições alheias) suster uma hecatombe que na noite eleitoral regional se adivinhava no quartel general da direita. Onde chegou a ser pensado e preparado um cenário radicalizado com demissões e tudo, quando o 3º mandato estava longe de ser garantido. Foi graças a uma estratégia de pressão, de chantagem, de ameaça, de negócio político autêntico - que vai continuar em áreas mais sensíveis como a saúde, como veremos a seu tempo, quando começarem, a ser conhecidos os nomes - que o CDS-M, e pragmaticamente é isso que copta, é a estrutura que actualmente detém pessoas com maiores responsabilidades públicas. Ou seja, não há no CDS nacional ninguém que se compare, em termos de importância política e dimensão pública ao cargo que José Manuel Rodrigues - e não vamos retomar o assunto - hábil e persistentemente conseguiu para si.
A ameaça dos Açores
Com um CDS nacional, completamente em cacos, sem que os notáveis queiram pegar num partido nesse estado, onde apenas segundas e terceiras linhas, sem peso político e social digno de realce se mostram ávidas de poder, há quem em Lisboa sustente que o CDS-Madeira deveria assumir a liderança nacional do CDS, através de um seu dirigente, por um período de pelo menos 2 anos.
Acresce que o facto de se realizarem em 2020 eleições regionais nos Açores - a única região onde há uma maioria absoluta, por sinal socialista (eles, socialistas, que tanto mal disseram e tanto contestaram as maiorias absolutas nacionais e na Madeira...) - nas quais o CDS poderá ter que lutar pela sua sobrevivência, faz com que as ilhas ocupem pelo menos até final de 2020 um papel de destaque na política nacional. Por um lado saber se a coligação na Madeira se aguenta e vai resistir às inevitáveis tempestades, por outro saber se um CDS-Açores envolvido em profundas divergências internas e polémicas públicas, vai aguentar-se.
Artur Lima parece estar de saída - mas a decisão final não foi ainda tomada - e uma das deputadas do CDS-Açores (Graça Silveira) por ter apoiado um opositor de Lima (Luís Silveira, Vice-Presidente do CDS-A e Presidente da Câmara de Velas), foi afastada da actividade parlamentar normal, impedida de usar da palavra, afastada de funções internas de deputada, e acabou por solicitar a demissão do partido e requereu o estatuto de deputada independente. Curioso... O décimo Congresso Regional do CDS/Açores decorrerá a 7 e 8 de Dezembro na ilha Terceira.
Segundo a minha fonte o Conselho Nacional do CDS, ontem em Lisboa, foi "desastroso porque não deixou nenhuma porta aberta, nem permitiu ver qualquer solução". A hipótese do envolvimento do CDS-M - nem que "obrigado a isso" - não foi claramente posta em cima da mesa mas circulou nos bastidores da reunião., O problema é saber quem, no CDS-M poderia dar corpo a esse projecto já que se José Manuel Rodrigues o fizesse - o nome mais falado e com currículo mais adequado até pelos cargos desempenhados no CDS nacional - dificilmente poderia continuar na Madeira e na liderança da Assembleia Legislativa. Diz a minha fonte que faltará a JMR marcar presença numa reunião centrista nacional - Conselho Nacional - e ter um discurso arrebatador que abra porta a essa solução...
Constou-me, nessa conversa que mantive, que a "ala portista" poderia apoiar esta solução para ganhar tempo, já que dificilmente apoiará qualquer cenário de regresso de Monteiro à liderança do CDS.
Estamos perante um assunto que promete, que segundo a minha fonte, repito muito bem informada, pode depender de factores novos que entretanto possam surgir - por exemplo, há uma corrente que defende o regresso e urgente refiliação de Manuel Monteiro (Cristas parece resistir, provavelmente pelas suas ligações a Portas, que foi o alvo do conflito interno com Monteiro) e as alterações estatutárias que permitissem a sua candidatura à liderança, mas esse cenário está longe de ser consensual - porque ninguém sabe se JMR enceraria o desafio de uma liderança transitória do CDS nacional, por um prazo de dois anos, até ao regresso de Monteiro (eventual regresso), perdendo a liderança da Assembleia Legislativa da Madeira pela qual tanto lutou.
O que "está em cima da Madeira é recolocar o CDS ideologicamente no seu verdadeiro lugar, como partido de direita, democrático mas de direita, em vez de andar a querer ocupar espaços à esquerda que pertencem a outros partidos e estão tradicionalmente preenchidos", disse-me peremptoriamente a minha fonte centrista em Lisboa (LFM)

Protagonistas da informação em Setembro de 2019

Confira o top de protagonistas da informação televisiva em setembro, de acordo com os dados do serviço Telenews. Em agosto de 2019, Pedro Pardal Henriques, vice-presidente do Sindicato dos Motoristas de Matérias Perigosas, entra pela primeira vez no top de exposição mediática, na liderança, ao protagonizar 176 notícias com 9 horas e 36 minutos de duração durante o mês. Note-se que esta análise exclui eventuais programas, debates ou entrevistas realizadas no período e que na contabilização do tempo se considera o tempo total de duração da notícia.
O Primeiro-ministro, António Costa baixou para a segunda posição, intervindo na primeira pessoa em 185 notícias, com 9 horas e 32 minutos de duração.
André Matias de Almeida, porta-voz da Associação Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM), entra também pela primeira vez neste top, para a terceira posição, tendo protagonizado 130 notícias de 6 horas e 21 minutos de duração.
João Pedro Matos Fernandes, ministro do Ambiente e da Transição Energética, foi quarto, tendo estado perante os ecrãs por 4 horas e 6 minutos, repartidos por 83 notícias.
Rui Rio, líder do PSD, ocupou o quinto lugar, protagonizando 93 notícias de 3 horas e 38 minutos de duração. O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, Catarina Martins (líder do Bloco de Esquerda), Pedro Nuno Santos (ministro das Infraestruturas e da Habitação), Assunção Cristas (líder do CDS-PP) e Jerónimo de Sousa (líder do PCP) completam a lista dos 10 nomes que protagonizaram notícias de maior duração total durante o mês de agosto de 2019. Esta análise considera apenas os serviços regulares de informação dos canais em análise no período compreendido entre 1 e 30 de setembro de 2019. Em análise, estão os seguintes programas: Jornal da Tarde, TeleJornal e Portugal em Directo (RTP1); 24: Sumário (RTP2); Primeiro Jornal e Jornal da Noite (SIC); Jornal das 8 e Jornal da Uma (TVI) (fonte: Marktest.com, Outubro de 2019)

quarta-feira, outubro 16, 2019

54% dos utilizadores de redes sociais seguem empresas ou marcas

O estudo Os Portugueses e as Redes Sociais, que a Marktest lançou recentemente, mostra que a maioria dos utilizadores seguem marcas nas redes sociais e atribuem grande importância à sua presença nessas plataformas. De acordo com os dados do estudo Os Portugueses e as Redes Sociaisda Marktest, a maioria dos indivíduos com perfil criado em redes sociais segue nessas plataformas (ou é fã de) empresas ou marcas (54.1%), valor mais elevado junto das mulheres, jovens dos 25 aos 34 anos, dos residentes no Litoral Norte e dos indivíduos das classes sociais mais elevadas.