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quinta-feira, maio 28, 2026

"É um abuso": concessões de praia não podem proibir os banhistas de colocar chapéus de sol à sua frente, avisa APA

O presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) disse que a imposição de não colocar chapéus de sol em frente às concessões de praia é um “abuso”, garantindo que esta semana será divulgado uma nota de esclarecimento. “A única área que está onerada e que está concessionada é aquela que está delimitada por aquele retângulo e nada mais, isto que fique claro, todo o resto é de uso livre”, afirmou José Pimenta Machado durante uma visita da ministra do Ambiente à Praia do Garrão, em Loulé, no distrito de Faro.

Questionado pelos jornalistas sobre se vai ser retirada a sinalética que indica aos banhistas as áreas onde podem colocar chapéus de sol, e que exclui o areal em frente às concessões, o presidente da APA respondeu afirmativamente. “Sim, é um abuso, não há dúvida sobre isso”, disse, garantindo que a situação vai ser revista. Notando que esta situação acontece quase exclusivamente nas praias do Algarve, o responsável reiterou que a área concessionada é a que está delimitada ao retângulo onde se encontram os chapéus de sol das concessões

"É um abuso": concessões de praia não podem proibir os banhistas de colocar chapéus de sol à sua frente, avisa APA

O presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) disse que a imposição de não colocar chapéus de sol em frente às concessões de praia é um “abuso”, garantindo que esta semana será divulgado uma nota de esclarecimento. “A única área que está onerada e que está concessionada é aquela que está delimitada por aquele retângulo e nada mais, isto que fique claro, todo o resto é de uso livre”, afirmou José Pimenta Machado durante uma visita da ministra do Ambiente à Praia do Garrão, em Loulé, no distrito de Faro. Questionado pelos jornalistas sobre se vai ser retirada a sinalética que indica aos banhistas as áreas onde podem colocar chapéus de sol, e que exclui o areal em frente às concessões, o presidente da APA respondeu afirmativamente.

“Sim, é um abuso, não há dúvida sobre isso”, disse, garantindo que a situação vai ser revista. Notando que esta situação acontece quase exclusivamente nas praias do Algarve, o responsável reiterou que a área concessionada é a que está delimitada ao retângulo onde se encontram os chapéus de sol das concessões.

"Viu-se muitas vezes pessoas a serem autuadas e retiradas da zona e outras não". Concessionários de praia pedem clarificação sobre colocação de chapéus de sol

Concessionários das praias pedem clarificação das regras sobre a colocação de chapéus de sol particulares na frente das concessões, cujo impedimento foi hoje classificado como “um abuso" pelo presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA). Em declarações aos jornalistas, André Sousa, concessionário na praia do Garrão (Algarve), afirmou que a situação resulta de uma falta de consenso e de orientações claras, sublinhando que os operadores têm seguido, até aqui, as indicações constantes na sinalização existente e nos editais de praia.

“A verdade é que parece que nunca houve nenhuma lei, mas nos editais de praia vinha sempre a dizer que era obrigatório cumprir a sinalética em vigor”, afirmou, considerando que os concessionários organizam o espaço, recomendando aos utentes a colocação dos seus chapéus de sol fora das áreas de sombra das concessões. Apesar das críticas do responsável da APA, André Sousa defende que os concessionários não atuaram de forma abusiva.

“Eu acho que não foi abuso. Simplesmente acho que todos os concessionários cumpriam com as regras em vigor, em que havia sinalética que era obrigada a colocar”, sustentou. Segundo o responsável, o problema reside na coexistência de diferentes interpretações das normas. “O edital de praia também tem as suas próprias regras e agora parece que não há um consenso. Dizem-nos uma coisa, está escrita outra. Nós, concessionários, precisamos de ver isto resolvido para sabermos como proceder”, acrescentou.

domingo, maio 10, 2020

Distanciamento social: Sanxenxo vai dividir a sua praia em 780 lugares de nove metros quadrados

A praia de Silgar, em Sanxenxo (Pontevedra) será dividida em 780 quadrados de três por três metros, marcados por estacas lineares ligadas por cordas. O objetivo é, segundo o município de  Sanxenxo, "garantir a máxima segurança sanitária e respeitar as distâncias recomendadas". A nova organização da praia reserva duas faixas junto ao mar e no topo do areal que devem estar livres. A zona mais próxima à água será uma área de passeio e jogos e medirá mais de 30 metros de largura na maré baixa (sete na maré alta). Na extremidade oposta, a faixa terá oito metros de largura onde será possível encontrar, entre outras coisas, as casas de banho e a equipa de resgate. A cada duas filas de espaços delimitados para banhos de sol, haverá corredores paralelos com três metros de largura para facilitar a entrada e saída, e os vários espaços delimitados estarão à distância de 1,5 metro uns dos outros, sendo proibido passar de um espaço para o outro.
As recomendações sanitárias definiam um espaço de segurança de quatro metros por pessoa. Em Silgar, de acordo com o projeto do concelho que foi divulgado através de um vídeo publicado na sua página no Facebook, esse espaço será excedido, com 4,5 e cinco metros por banhista. Cada espaço é projetado para duas pessoas (nove metros quadrados), mas, dependendo do tamanho do grupo, as cordas serão adaptadas para acomodar mais pessoas. Dois espaços podem acomodar cinco pessoas, já que se soma as áreas intermédias. Três espaços abrigam até oito pessoas e quatro, 12 pessoas. Segundo o município a capacidade da praia oscilará entre 1.560 e 2.340 pessoas, o que significa uma percentagem de 50% e 75% da capacidade nos verões anteriores. O objetivo é que os visitantes tenham uma sensação de "segurança" mesmo durante a pandemia. Para que os visitantes respeitem as medidas recomendadas pelos especialistas em saúde, em Silgar haverá funcionários para facilitarem a organização e a distribuição das pessoas ao longo do areal. As áreas não podem ser reservadas antecipadamente (Sapo, texto de Susana Sousa Ribeiro)

Como voltar à praia sem risco de contágio? Empresa propõe "CUBÍCULOS" TRANSPARENTES


Já sonha com as férias na praia mas tem medo de poder ficar infetado? Esta empresa italiana parece ter a solução para os nossos problemas. O projeto, no entanto, não foi bem recebido. Com a chegada do verão e tendo em conta as consequências que o coronavírus terá no turismo, uma empresa italiana propôs criar e instalar cubículos transparentes, dentro dos quais as pessoas poderão ficar, para que a ida à praia seja segura. A empresa por trás do projeto, a Nuova Neon Group 2, divulgou esboços preliminares onde mostra como seriam as estruturas em forma de caixa quando instaladas. Embora o foco principal da empresa tenha sido a criação de barreiras de acrílico para farmácias em todo o país, a "segunda fase" pretende usá-las na praia. Os projetos mostram que os cubículos medem 4,5 metros por 4,5 metros e as paredes transparentes de acrílico têm dois metros de altura.
O objetivo é manter o distanciamento social para evitar o contágio quando as medidas de confinamento terminarem. A empresa, que fez a proposta para uma série de investidores, é especialista em acrílico, um material transparente usado para fazer divisórias e compartimentos transparentes. No entanto, as criticas não se fizeram esperar, com várias pessoas a criticar a proposta, alegando que era "irrealista". Mauro Vanni, presidente da cooperativa de salva-vidas de Rimini, disse que as pessoas "morreriam de desidratação" caso ficassem dentro do cubículo durante os dias mais quentes. Fabrizio Licordari, presidente da Assobalneari, a associação de empresários de turismo, também concorda que os cubículos transparentes não são uma solução viável. "Quem se iria fechar dentro de uma caixa de plástico com 35 graus lá fora? A praia é a liberdade", afirmou ao Corriere della Sera. Apesar disso, proprietário da empresa, Claudio Ferrari, afirmou já ter recebido solicitações dos principais resorts italianos, da Sardenha à Sicília, e até em Espanha (Sapo, texto de Susana Sousa Ribeiro)

sábado, maio 31, 2014

Quercus elege 355 praias com qualidade de ouro

A Quercus identificou este ano 355 praias com excelente qualidade de água, às quais atribuiu a 'medalha de ouro'. Representam 65% das 544 águas balneares oficiais e somam mais 19 do que as eleitas pela associação ambientalista no ano passado. Em 2014 há também mais 59 bandeiras de ouro do que bandeiras azuis (estas são 298). A diferença deve-se a critérios e exigências diferentes entre as duas entidades selecionadoras. A Quercus só tem em conta as análises efetuadas à água mas é mais rigorosa neste parâmetro. "Avaliamos todas as análises efetuadas às praias nos últimos cinco anos e exigimos que os resultados do último ano sejam todos excelentes para garantir uma maior fiabilidade", explica o dirigente ambientalista Francisco Ferreira. Por seu lado, a Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE) tem em conta um conjunto de outros critérios além da qualidade da água, tais como os acessos, os apoios balneares, a vigilância, projetos de educação ambiental e a limpeza geral da praia (fonte: Expresso)

domingo, abril 14, 2013

Top 8 Most Beautiful Beaches in Europe



Navagio Beach, Zakynthos, Greece 
Oludeniz Beach, Turkey 
Maspalomas Beach, Gran Canaria 
Myrthos Beach, Kefalonia, Greece 
Palombaggia Beach, Corsica 
Dona Ana Beach, Lagos, Portugal 
The Island of Rabbits, Lampedusa, Sicily, Italy 
Illetes Beach, Formentera, Spain