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domingo, setembro 18, 2022

Condução autónoma 5G: Primeira viagem ocorreu entre Valença e Tui

A primeira viagem em Portugal de condução 100 por cento autónoma através da tecnologia 5G realizou-se na ponte que liga Valença a Tui. Resulta de uma consórcio que envolve 58 parceiros de 13 países. Um avanço tecnológico em ambiente real e com vários obstáculos no percurso.

sábado, outubro 20, 2018

Transportes: Queda no tráfego rodoviário de mercadorias é a única no setor


Setor dos transportes cresceu no primeiro semestre de 2018 em comparação com o período homólogo. A excepção foram os transportes rodoviários de mercadorias, com uma quebra de -4,1%. No movimento de mercadorias nos portos nacionais registou-se uma subida de 2,3% (por Mário Malhão, Jornal Económico)

sexta-feira, agosto 03, 2018

Transportes: companhias aéreas são o principal motivo das queixas dos passageiros

São as companhias aéreas o principal alvo das queixas dos passageiros que cruzaram os aeroportos nacionais desde 2015. De acordo com os relatórios semestrais da ANAC – Autoridade Nacional de Aviação Civil relativos às reclamações dos passageiros do transporte aéreo desde 2015 até ao final de 2017, as reclamações globais subiram 48,3% durante o período em análise. No entanto, as razões de queixa sobre as companhias aéreas nacionais cresceram quase ao dobro do ritmo, a uma taxa de 88%. Também os aeroportos nacionais têm sido mais visados pelos utentes, com as queixas a subirem 68% nestes últimos três anos. Com menos queixas, apenas as empresas de ‘handling’ e as companhias aéreas estrangeiras (por Mário Malhão do Jornal Económico)

terça-feira, agosto 25, 2015

Subsídio de mobilidade: publicada a Portaria quer todos aguardavam

Já foi publicada no DIÁRIO DA REPÚBLICA (nº 164/2015, 2º SUPLEMENTO, SÉRIE I DE 2015-08-24) a PORTARIA nº 260-C/2015 dos Ministérios das Finanças e da Economia que "define o modo de proceder ao apuramento do valor do subsídio social de mobilidade e o prazo em que o mesmo deve ser solicitado, no âmbito do serviço de transporte aéreo previsto no Decreto-Lei n.º 134/2015, de 24 de julho, que regula a atribuição de um subsídio social de mobilidade aos cidadãos beneficiários, quanto aos serviços aéreos e marítimos entre o continente e a Região Autónoma da Madeira e entre esta e a Região Autónoma dos Açores". O link de acesso ao texto da portaria, em pdf, e cuja leitura recomendo a todos os interessados, é este.

quarta-feira, novembro 19, 2014

Nós e os transportes

O INE divulgou os principais resultados sobre a Atividade dos Transportes e Comunicações em 2013, e que permite verificar que em 2013 assistiu-se a uma redução no transporte público terrestre de passageiros, e ao aumento do transporte de mercadorias, graças à atividade dos portos nacionais (Dinheiro Vivo)

terça-feira, fevereiro 05, 2013

Governo negociou aumento das verbas para a ligação de alta velocidade Lisboa-Madrid

O Governo português espera que Bruxelas financie 95% do projeto da ligação ferroviária de alta velocidade entre Portugal e Espanha, para transporte de mercadorias. É um projeto que poderá avançar a partir de 2014.
 

quinta-feira, julho 05, 2012

Grupo de trabalho alerta para impacto da privatização de ANA e TAP nas Ilhas

Segundo o Açoriano Oriental, "o grupo de trabalho (GT) sobre os transportes aéreos para a Madeira e os Açores no Parlamento alertou para a necessidade de prevenir o potencial impacto das privatizações da TAP e da ANA nos domínios regionais. Nas conclusões do relatório daquele GT, os deputados consideram que "a privatização da ANA e da TAP são dados a ter em conta num futuro próximo", acrescentando, no caso dos Açores, que "a privatização da ANA não pode implicar uma pura e simples passagem da gestão dos aeroportos para a esfera do Governo Regional", sendo esta uma responsabilidade do Estado. Em relação à Madeira, o GT referiu que, antes da privatização da ANA, deve ser negociado "um novo modelo de concessão e gestão dos aeroportos da Madeira e do Porto Santo que garanta uma redução das taxas aeroportuárias para os valores praticados nos aeroportos nacionais". No que toca à privatização da TAP, esta deve salvaguardar os serviços aéreos para a Madeira e o Porto Santo, garantindo ainda que "a companhia manterá as escalas na Madeira para voos de longo curso, como acontece atualmente com a Venezuela, e que a abertura de novas linhas para mercados emergentes possa incluir escalas na Região". O documento recomenda, ainda, que o Estado assuma a repavimentação da pista de Porto Santo, "enquanto acionista da ANA e da ANAM". O GT coordenado pelo deputado do CDS-PP e líder do partido na Madeira, José Manuel Rodrigues, salienta que o modelo de liberalização introduzido na Região Autónoma deve ser "aperfeiçoado para criar condições para uma mais efetiva concorrência", enquanto nos Açores o atual modelo deverá sofrer uma "flexibilização", diferente do modelo madeirense devido ao número de ilhas, "com realidades muito diferentes". O grupo de trabalho foi criado a 15 de dezembro do ano passado, com o objetivo de "estudar e apresentar soluções para os custos e constrangimentos à mobilidade dos portugueses das Regiões Autónomas entre estas e o Continente, designadamente introduzindo algumas regras na liberalização do transporte aéreo, para que os madeirenses e açorianos tenham viagens a preços mais acessíveis".

segunda-feira, dezembro 07, 2009

Comboios...

O AVE Espanhol
O TGV Francês
O CRH2 da China
O KTX da Coreia do Sul
O METRO do Dubai
O SHINKANZEN do Japão
O THSR de Singapura
Tudo a bordo na Índia (duas fotos acima)
Tudo a bordo no Paquistão

quarta-feira, março 11, 2009

Açores: testes de mar com novo navio correm mal

Segundo a RTP-Açores, o navio Atlântida teve problemas no seu primeiro dia de testes de mar: "O barco destinado ao transporte de passageiros e viaturas não conseguiu atingir a velocidade de 18/19 nós prevista no caderno de encargos.As provas de mar iniciadas na Segunda-feira foram interrompidas e o navio regressou aos estaleiros de Viana do Castelo.Uma fonte ligada ao processo explicou que a máquina deste navio é diferente das dos navios convencionais e que o problema reside num gerador.Os estaleiros aguardam a chegada de um técnico da Alemanha.O navio, encomendado pelo Governo Regional, deverá ser entregue ainda em Março de modo a poder integrar a operação de transportes marítimos deste Verão nos Açores que arranca em Maio".

quarta-feira, fevereiro 04, 2009

E qual era a dúvida?

Li aqui que afinal nada de anormal se passa com o Armas. Não me espanta que assim seja, porque o que esteve na base da "polémica", foram factos que nada tinham a ver com essas operações de carga e descarga no porto do Funchal - o Lobo Marinho não carrega e descarrega mercadorias para o Porto Santo no mesmo espaço? - mas antes com outros aspectos, no quadro das operações portuárias, e que mostram que é preciso repensar muito este assunto. Aliás os depoimentos de vários comerciantes, incluindo os proprietários de grandes superfícies - li pelo menos do Pingo Doce e do grupo Sá - evidenciaram as vantagens desta operação do "Armas" entre a Madeira e o continente a qual, segundo creio, poderá passar no próximo Verão a direccionar-se para Lisboa, se as negociações em curso tiverem sucesso. Mas manda-me o bom sendo e o pragmatismo do qual não abdico, que olhe para este sector com o cuidado que me parece adequado, porque não sei se a operação do "Armas" tem possibilidade para continuar a ser viabilizada, pelo que estas polémicas não devem constituir instrumentos geradores de hostilidades mais radicalizadas, muito menos com empresas que operam há muitos anos na linha. E - já pensaram nisso? - se de um momento para outro, por causa da actual crise ou outra treta qualquer, o operador espanhol Armas resolver deixar de operar entre a Madeira e o Continente? Portanto, resolvam-se os diferendos, mas nada de excitações demasiado frenéticas. O que me parece importante é discutir abertamente estas matérias, para que os consumidores madeirenses não sejam penalizados. No fundo é isso que importa.

terça-feira, outubro 21, 2008

Transportes 2007: indicadores sobre a Madeira (aeroportos)

Em 2007, os aeroportos nacionais registaram, face a 2006, aumentos no movimento de aeronaves e de passageiros (+4% e +8,9%, respectivamente). O movimento de carga e de correio registou um decréscimo de 3,7%. As alterações referidas decorreram do movimento de 143 225 aeronaves, de 27,4 milhões de passageiros e de 153,2 mil toneladas de carga e correio, em voos comerciais regulares e não regulares. O aeroporto de Lisboa é o mais importante aeroporto nacional com uma quota de 48,3% do movimento comercial total de aeronaves, 48,9% no movimento de passageiros e 61,7% no movimento de carga e correio. Os dois aeroportos que se seguem, em termos de volume de tráfego, são Aeroporto Francisco Sá Carneiro (Porto) com a segunda posição no movimento de aeronaves (17,4% do total) e carga e correio (14,6% do total) e o Aeroporto de Faro que se destacou no movimento de passageiros com a segunda posição (20% do total), em grande medida devido ao fluxo de turistas provenientes do Norte da Europa nos meses de Verão. De salientar que o conjunto dos cinco principais aeroportos, Lisboa, Porto, Faro, Madeira e Ponta Delgada, representaram 95,7% do total de movimento de passageiros efectuado nos aeroportos nacionais, valor semelhante ao observado em 2006 (95,8%).

Em 2007, as empresas de Transporte Aéreo com Certificado de Operador Aéreo (COA) emitido em Portugal transportaram cerca de 10,2 milhões de passageiros em voos comerciais regulares e não regulares, traduzindo-se num acréscimo de 7,3% face a 2006, em linha com o verificado neste período no sector da aviação civil, para uma de oferta de cerca de 15,6 milhões de lugares (+4% comparando a 2006). O coeficiente de utilização associado (passageiros-quilómetro/lugares-quilómetro) que atingiu 71%, apresentou um progresso face ao verificado em 2006 (69%). Considerando separadamente o tráfego doméstico e o tráfego internacional, o coeficiente de utilização apresentou valores de 69% e 71%, respectivamente. Analisando o tráfego comercial regular internacional efectuado pelas companhias nacionais de transporte aéreo (variável passageiros-quilómetro), evidenciou-se, em comparação com os anos precedentes, o mercado “América Latina e Caraíbas”, que continua a crescer correspondendo, em 2007, a 41,7% do total das proveniências (39,9%em 2006) e 41,3% do total dos destinos dos passageiros (38% em 2006). A UE constituiu o segundo mercado com 33% das origens (39,5% em 2006) e 28,9% dos destinos (36,2% em 2006). A região “África” manteve-se como o terceiro principal mercado medido em volume de transporte, representando 11,1% das proveniências e 11% dos destinos dos passageiros. (fonte: INE - Transportes em 2007)

Transportes 2007: indicadores sobre a Madeira (portos)



Em 2007 foram movimentadas nos portos portugueses cerca de 68,2 milhões de toneladas de mercadorias (+2% face a 2006), distribuídas por 63,9 milhões no Continente (+2,1%), 1,6 milhões na Região Autónoma da Madeira (-4,2%) e 2,7 milhões na Região Autónoma dos Açores (+4%).
O tráfego internacional de mercadorias nos portos nacionais representou 78,3% do total do tráfego (cerca de 53,4 milhões de toneladas), sendo predominante nos portos do Continente (82,7% em tráfego internacional). Sines foi o porto com maior movimento de mercadorias em tráfego internacional (40,5% do total do tráfego internacional), seguido por Leixões (20,6%) e Lisboa (19%).
Em relação ao modo de acondicionamento das mercadorias carregadas nos principais portos nacionais, releva-se o porto de Sines que apresentou uma enorme preponderância nos “Granéis líquidos”, responsáveis por 84% do total de toneladas carregadas no porto. Lisboa e Leixões apresentam maior contribuição no tipo de carga “Contentores” (69,8% e 45,5% do total de mercadorias carregadas, respectivamente), sendo que o mesmo se passa para o Caniçal, na Região Autónoma da Madeira, e em Ponta Delgada, na Região Autónoma dos Açores, onde os “Contentores” assumem 92,5% e 65,4% do total das mercadorias carregadas, respectivamente. Em Setúbal, os “Granéis sólidos” representam 70,8% do movimento do porto e em Aveiro predomina a “Carga geral” com 44,3%. Quanto às mercadorias descarregadas, os modos de acondicionamento mais importantes foram, no porto de Sines e Leixões, os “Granéis líquidos” (71,0% e 61,9%, respectivamente). Ambos os portos estão localizados na proximidade de refinarias e são as únicas vias de entrada em Portugal de “Petróleo bruto”, por via marítima. No caso de Lisboa e Setúbal, destacam-se os “Granéis sólidos” (60,8%, e 40,3% do total de mercadorias descarregadas) e em Aveiro a “Carga geral” com 41,7%. Para os portos do Caniçal e de Ponta Delgada, tal como aconteceu nas mercadorias carregadas, o tipo de carga mais importante, em 2007, foi “Contentores” com 54,8% e 31,1% do total.
Os portos de Sines e Leixões apresentam, como principal grupo de mercadorias carregadas, os “Produtos petrolíferos” com 80,5% e 27,8% do total de mercadorias carregadas em cada porto, tendo sido o “Petróleo bruto” a principal mercadoria descarregada correspondendo a 47% e 33,6% do total de mercadorias descarregadas em cada porto, respectivamente. Nos portos de Lisboa, Caniçal e Ponta Delgada, o grupo de mercadorias “Produtos agrícolas, alimentares e forragens; animais vivos; adubos; madeira e cortiça” manteve-se predominante, tanto na carga como na descarga. O porto de Setúbal registou os “Cimentos, cal e materiais de construção manufacturados” como o principal grupo de mercadorias carregadas com 67%, do total de cargas do porto; este valor estará directamente relacionado com a presença próxima de uma unidade de moagem de cimento. Nas mercadorias descarregadas, os “Produtos petrolíferos” salientaram-se como o grupo de mercadorias com maior peso relativo (30,3%). Também no porto de Aveiro, “Cimentos, cal e materiais de construção manufacturados” (31,6% do total de cargas do porto) foi o principal grupo de mercadorias carregado, mantendo-se, tal como em 2006, os “Combustíveis minerais sólidos” como o grupo de mercadorias mais descarregado (69,4% do total de mercadorias descarregadas).
Dos 7,7 milhões de toneladas de mercadorias perigosas carregadas nos portos nacionais durante o ano de 2007 (-2,7% do que em 2006), as “Matérias líquidas inflamáveis” com 85,3% do total, foi a classe da IMDG1 com maior destaque, deixando a grande distância as classes: “Gases comprimidos, liquefeitos ou dissolvidos sob pressão” (7,2%) e “Matérias tóxicas” (4,1%). No que respeita às mercadorias perigosas descarregadas, os portos nacionais registaram um movimento de cerca de 29,1 milhões de toneladas (-3,8% do que em 2006), evidenciando-se, à semelhança das mercadorias perigosas carregadas, a classe “Matérias líquidas inflamáveis” com 68,4% do total, seguindo-se as classes “Matérias perigosas quando transportadas a granel” (17,3%) e “Gases comprimidos, liquefeitos ou dissolvidos sob pressão” (9,4%). (fonte: INE - Transportes em 2007)