domingo, agosto 31, 2025

Tripulação denuncia que são estes os comportamentos mais irritantes de passageiros em voos: “Deixa-nos loucos”



Um gesto aparentemente simples está a tornar-se uma das maiores fontes de irritação para assistentes de bordo em voos comerciais: passageiros que se esquecem de trancar a porta da casa de banho. De acordo com testemunhos recolhidos pelo jornal britânico Mirror, vários tripulantes — que preferiram manter o anonimato — explicam que esta situação ocorre com frequência, tanto quando os passageiros estão dentro da casa de banho como depois de a utilizarem.

“Os passageiros nem sempre percebem o impacto das suas ações num espaço tão confinado. Um comportamento que vemos muitas vezes – e que nos deixa loucos – é deixar a porta da casa de banho destrancada enquanto está a ser usada”, relatou um membro sénior da tripulação ao Mirror. O problema pode parecer menor, mas gera confusão, filas desnecessárias e situações embaraçosas. Quando a porta não é devidamente trancada, o sinal de “ocupado” pode não acionar corretamente, levando outros passageiros a acreditar que o espaço está livre. O resultado são batidas constantes à porta ou mesmo tentativas de entrada que expõem quem está lá dentro a momentos constrangedores.

sábado, agosto 30, 2025

Sondagem: Maioria dos portugueses acredita que Centeno seria melhor líder do PS do que Carneiro

A maioria dos portugueses considera que Mário Centeno, atual governador demissionário do Banco de Portugal, teria melhores condições para liderar o Partido Socialista do que José Luís Carneiro, que assumiu a liderança do partido no final de junho, após a saída de Pedro Nuno Santos. A conclusão resulta de uma sondagem da Intercampus realizada para o Negócios, o Correio da Manhã e a CMTV, entre 7 e 14 de agosto. De acordo com os dados divulgados, 56,3% dos inquiridos apontam Mário Centeno como melhor opção para a liderança socialista face a José Luís Carneiro. Essa perceção é mais expressiva entre os homens (57,3%), nos cidadãos com 55 ou mais anos (56,8%) e em regiões como Lisboa (61,8%) e Algarve (59,2%). Pelo contrário, a confiança no antigo ministro das Finanças é menos acentuada no Centro (51,8%) e no Norte (54,3%), zona de origem do atual secretário-geral do PS.

O estudo evidencia também diferenças ligadas ao perfil socioeconómico dos inquiridos: entre os que apresentam maiores rendimentos e qualificações, 59,2% consideram Centeno mais competente para assumir a liderança do partido. Ainda assim, 35,8% dos participantes entendem que o atual governador do Banco de Portugal seria “pior” líder do que José Luís Carneiro, uma perceção mais presente entre as mulheres (36,5%) e entre os que têm idades entre os 35 e os 54 anos (37,8%). A sondagem revela ainda que 0,7% dos inquiridos acreditam que Centeno seria “igual” a Carneiro, sobretudo no Norte (1,3%), enquanto 7,2% não souberam ou não quiseram responder, percentagem mais elevada entre jovens até aos 35 anos (7,8%) e entre adultos com 55 ou mais (9,2%). Quando questionados de forma direta se Mário Centeno seria um bom líder do PS, as respostas dividiram-se quase de forma equitativa: 33,4% responderam que sim, 33,9% que não e 32,7% não sabem ou não respondem, sendo as mulheres as mais indecisas (41,8%). O debate em torno do futuro político de Centeno surge num momento em que o Governo decidiu não o reconduzir para um segundo mandato no Banco de Portugal. Álvaro Santos Pereira, até aqui economista-chefe da OCDE e antigo ministro da Economia e do Emprego de Pedro Passos Coelho, foi indicado para o substituir, após parecer parlamentar previsto para meados de agosto. Centeno, que está no cargo desde 2020, deverá abandonar funções em setembro, após um mandato marcado por tensão com o Executivo. Em declarações à RTP após ser conhecida a sua saída, Mário Centeno afirmou que “o futuro a Deus pertence”, afastando a ideia de fechar a porta a um eventual regresso à vida política. Já José Luís Carneiro declarou estar disponível para receber Centeno “de braços abertos” no partido (Executive Digest)

Exportações de bens e serviços na economia portuguesa

O peso das exportações de bens e serviços na economia portuguesa tem crescido, desde a crise financeira de 2008-09 e vem lentamente a aproximar-se da média da UE (excluindo o período da pandemia). Atualmente, em 2024, as exportações de bens e serviços pesam cerca de 47% da economia nacional, face a 51% na média da UE. Dois fatores contribuíram fortemente para esta recuperação. Por um lado, após a crise financeira e da dívida, muitas empresas portuguesas foram forçadas a procurar novos mercados, investindo na internacionalização, inovação e melhoria da competitividade, o que levou a um aumento consistente das exportações de bens. Por outro lado, houve um forte crescimento do setor do turismo, que se consolidou como um dos principais motores das exportações de serviços e da economia nacional.

No início da década de 70, ainda durante o Estado Novo, as exportações de bens e serviços pesavam cerca de 20% da economia nacional, percentagem praticamente idêntica à média da UE. O PREC foi terrível para a economia nacional e as exportações baixaram até 14% do PIB em 1976. Posteriormente, houve uma rápida recuperação e, no final da década de 80, o peso das exportações na economia nacional (cerca de 30%) era superior ao que se verificava na média da UE. Seguiram-se praticamente duas décadas de estagnação, até à crise financeira de 2008-09, e o diferencial face à média da UE chegou a atingir valores próximos de -10 pontos percentuais (Mais Liberdade Mais Factos)

Sondagem sobre as Eleições no Benfica: Rui Costa mantém vantagem sobre Luís Filipe Vieira

Atual presidente supera o antecessor como a figura que os portugueses consideram mais adequada para comandar o Benfica (Correio da Manhã)

Cadastro Predial em Portugal

O cadastro predial é uma ferramenta fundamental para a gestão do território, a fiscalização e a definição de políticas públicas eficazes. No entanto, o seu progresso continua lento nos municípios em que não existia qualquer forma de cadastro predial. Em 2017 foi lançado o Sistema de Informação Cadastral Simplificada (SICS) e o Balcão Único do Prédio (BUPi). O objetivo era agilizar e simplificar o processo de identificação e registo de propriedades nos 153 municípios de Portugal Continental que não tinham cadastro predial. Após dois anos em que o cadastro simplificado foi implementado como projeto-piloto, envolvendo 10 municípios, em 2019 foi alargado aos restantes municípios. Passados seis anos, nesses 153 municípios, apenas 36% da área já foi cadastrada, um número que revela a morosidade do processo. Embora 75% da área tenha sido identificada quanto ao seu uso e dominialidade, o passo crucial, de completar o cadastro predial, está ainda longe de ser concluído. Para completar o cadastro predial é necessário que, após a identificação dos proprietários, as propriedades sejam topograficamente medidas, registadas e inseridas no sistema de cadastro predial. O resultado é um mapa rigoroso e uma ficha de cadastro individualizada para cada terreno, com limites definidos e reconhecidos oficialmente.

A falta de um cadastro predial completo tem implicações significativas. Torna mais difícil a gestão do espaço rural e florestal, o que se traduz em desafios acrescidos no combate aos incêndios e na ordenação do território. Dificulta a aplicação de políticas agrícolas, ambientais e fiscais, e cria incertezas sobre a propriedade dos terrenos, o que pode atrasar investimentos e o desenvolvimento local. A aceleração do processo de cadastro predial devia, por isso, ser uma prioridade nacional. 125 municípios já tinham cadastro predial, sobretudo no centro e sul do país. Esta divisão resulta, em parte, de uma questão histórica. No centro e sul, as propriedades sempre foram maiores e mais intensamente exploradas para fins agrícolas, o que facilitou o seu cadastro, muitas vezes também motivado pela arrecadação de impostos. Já no norte, grande parte das propriedades permaneceu por cadastrar (Mais Liberdade, Mais Factos)

Índice de Sustentabilidade do SNS

O Índice de Sustentabilidade do SNS, que avalia a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde (SNS), registou mais uma queda em 2024, atingindo o valor mais baixo de, pelo menos, a última década. Este índice, que monitoriza a atividade, despesa, dívida e qualidade do SNS, tanto do ponto de vista técnico como da perceção dos utentes, mostra que a sustentabilidade do SNS está em declínio. Em 2018, este índice, que tem por base 2014=100, registou o valor de 102,9. Até 2024, num espaço de apenas seis anos, baixou 22%, para 79,9. Desde 2018, a atividade no SNS cresceu 7%, com o número de utentes (doentes padrão) a subir de 2,66 milhões para 2,85 milhões. No mesmo período, a despesa do SNS cresceu muito mais rapidamente (+32% face a 2018), passando de 11,81 mil milhões €, para 15,55 mil milhões (valores ajustados para a inflação, a preços de 2024) (Mais Liberdade, Mais factos)

Barómetro: Benfica é o favorito ao título após ultrapassar Sporting


Segundo o barómetro da Intercampus, leões são o grande que se reforçou pior. Saída de Gyokeres terá tido impacto na perda de favoritismo para as águias. FC Porto é quem mais sobe face a julho (Correio da Manhã)

sexta-feira, agosto 29, 2025

Curiosidades: William Wallace, o heróico escocês

Em 23 de agosto de 1305, foi executado William Wallace, o heróico escocês que, diante da ocupação inglesa, levantou-se em armas, conseguindo durante vários anos colocar em xeque as forças invasoras ao grito de "alba gu bràth" (Escócia para sempre). Pertencente a uma influente família local, ele havia adquirido um profundo senso moral de liberdade por meio da leitura de autores clássicos latinos, inspirando-se assim a lutar anos mais tarde contra os ingleses.

O acontecimento que provocou o levante de Wallace foi a execução de Marian Braidfute, que havia se tornado recentemente sua esposa. Com o sangue em ebulição, ele organizou um pequeno exército de camponeses com o qual, de forma impressionante, obteve várias vitórias.

Seu nome e sua popularidade cresciam como espuma, à medida que mais seguidores se uniam à sua causa. Em Stirling, derrotou o numeroso exército invasor numa batalha encarniçada. No entanto, seu sucesso foi breve. Após ser vencido em Falkirk pelo armamento moderno dos ingleses, diversos nobres escoceses se retiraram da luta e assinaram a paz com o rei Eduardo da Inglaterra.

Wallace persistiu na rebelião e buscou apoio na França e na Noruega, mas teve seu pedido negado. Decidiu então continuar com seus próprios recursos. Sua cabeça já tinha um alto preço, e evitar a captura tornava-se cada vez mais difícil, foi então que um de seus antigos aliados o traiu. Sua execução foi marcada por um ódio inimaginável. Chamado de encarnação do mal, acusado de ser mais cruel que Herodes e mais louco que Nero, Wallace foi arrastado pelas ruas de Londres amarrado pelos pés a um cavalo, depois enforcado.

Sem deixá-lo morrer, retiraram-lhe a corda do pescoço, amputaram seus genitais, e o estriparam, lançando seus órgãos ao fogo. Como ato final, foi decapitado e teve seus braços e pernas cortados, sendo estes enviados aos principais pontos da Inglaterra. Sua trágica morte inspiraria seus compatriotas, que se levantariam anos depois. Assim, William Wallace tornou-se símbolo da independência escocesa (fonte: Facebook, Presente do Grego)

Turismo já vale 16,6% do PIB em Portugal — mas pode estar a chegar ao limite?



Indicadores sinalizam que o peso do turismo na economia está em máximos históricos, mas estagnou em 2024. O risco é o sobreturismo, situação em que o turismo prejudica muito os recursos naturais, o ambiente social e a capacidade de resposta das infraestruturas e serviços do país, e que já se manifesta em alguns destinos turísticos europeus. Para Pedro Brinca, “as desvantagens estão associadas à falta de políticas que consigam minimizar os impactos negativos do turismo excessivo: congestionamento, degradação da experiência e por consequência da marca turismo em Portugal”. O turismo tem forte expressão em Portugal, e tem aumentado nos últimos anos, com a explosão do sector após a crise pandémica. Os indicadores sobre o peso do turismo na economia portuguesa estão em máximos históricos, mas estagnaram em 2024. Ainda há espaço para o turismo crescer e ganhar peso no país? Os especialistas consideram que sim, mas há riscos.

Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), o Consumo do Turismo no Território Económico (CTTE) — um dos principais indicadores sobre o peso do sector na economia — situou-se nos 16,6% do produto interno bruto(PIB) luso em 2024. É um máximo histórico, mas já tinha sido alcançado em 2023. O CTTE mede a procura turística, e cresceu 6,5% em termos nominais em 2024. Um valor aquém de 2022 e de 2023 e em linha com a subida nominal do PIB (6,4%), ficando o rácio inalterado.

No Valor Acrescentado Bruto direto gerado pelo Turismo (VABGT) — traduz a riqueza criada diretamente pelo sector — o padrão repete-se. Em 2024 cresceu 6,5%, ligeiramente acima do aumento de 6,2% do Valor Acrescentado Bruto (VAB) total da economia portuguesa. Mas o crescimento do VABGT ficou muito abaixo de 2022 e de 2023, e o seu peso no VAB total luso manteve-se inalterado em 2024, nos 8,1%. É um máximo histórico, mas repetindo o patamar de 2023 e, também, de 2019, antes da crise pandémica.

Estes indicadores tinham em 2023 (últimos dados comparáveis) dos valores mais elevados entre os países europeus incluídos numa análise publicada pelo INE, no âmbito da Conta Satélite do Turismo. No caso do CTTE em percentagem do PIB, Portugal ficava à frente de Espanha (13,4%) e apenas atrás da Islândia (18,9%). No rácio entre o VABGT e o VAB total da economia, Portugal tinha a liderança da tabela.

Los 'rent a car' pinchan pese al récord de turistas en Canarias

Barcos y aviones llenos, playas abarrotadas y aparcamientos a rebosar de coches... pero muy pocos de alquiler. Los rent a car atraviesan un verano muy por debajo de lo esperado, pese a que en algunas islas la ocupación hotelera no ha bajado del 75%. El más de un millón de turistas que recibe Canarias cada mes en temporada estival no se traduce en reservas para un sector que dispone de casi 100.000 vehículos en el Archipiélago. Las empresas ya ponen sus esperanzas en el invierno para intentar remontar y salvar el año. El sector señala que, entre los motivos que hay detrás del pinchazo, están la compra de paquetes turísticos con todos los servicios incluidos y el incremento de los precios de los hoteles, que incitan al viajero a querer disfrutar de las comodidades del establecimiento.

«Se han resentido bastante»

«No está siendo un buen verano», admite el presidente de la Asociación Profesional de Empresas de Coches de Alquiler de Canarias (Apeca), César Martín. Explica que las expectativas del sector eran mucho más altas, respaldadas por el volumen de turistas que recibe el Archipiélago. «Es verdad que las cifras respecto al año anterior siguen subiendo, incluso mayo de este año fue mejor que en 2024, pero los alquileres se han resentido bastante», lamenta.

Las más golpeadas por este pinchazo son las pequeñas empresas locales, que «no han logrado completar el alquiler de sus flotas y aún tienen vehículos disponibles con ofertas atractivas cualquier día de estos meses». Basta con buscar en las webs de distintas compañías para encontrar un turismo desde 37 euros al día en Gran Canaria, 40 euros en Tenerife, 45 euros en Lanzarote o 32 euros en El Hierro.

Curiosidades: o que são os tsunamis

Os tsunamis são ondas gigantes provocadas por deslocamentos bruscos de grandes volumes de água, e podem ser classificados de acordo com sua origem. Os mais comuns são os tsunamis tectônicos, causados por terremotos submarinos devido ao movimento das placas tectônicas. Também existem os tsunamis vulcânicos, gerados por erupções ou colapsos de vulcões próximos ao mar. Outro tipo são os tsunamis por deslizamento, provocados pela queda de grandes massas de terra ou rochas no oceano, como deslizamentos de encostas ou geleiras. Por fim, há os tsunamis por impacto cósmico, extremamente raros, mas que podem ocorrer com a queda de asteroides ou meteoros no mar, gerando ondas de grandes proporções. Esses diferentes tipos demonstram como os tsunamis podem ser desencadeados por diversos fenômenos naturais, todos com grande potencial destrutivo (fonte: Facebook, Geografia Online)

Curiosidades: O que é um atol?

Um atol é uma ilha ou conjunto de ilhas em forma de anel, geralmente formado por recifes de coral que circundam completamente ou parcialmente uma lagoa central. Eles surgem a partir da evolução de recifes ao redor de ilhas vulcânicas:

Primeiro, o vulcão emerge no oceano e é rodeado por recifes costeiros.
  • Depois, com o tempo, o vulcão começa a afundar (subsistência) ou se desgastar pela erosão, enquanto o coral continua crescendo para cima.
  • Por fim, a ilha vulcânica desaparece abaixo do nível do mar, restando apenas o anel de recifes, que delimita a lagoa interna.

Atóis são comuns em oceanos tropicais e subtropicais, especialmente no Pacífico e no Índico, como nas Maldivas ou nas Ilhas Marshall (fonte: Facebook, Geografia Online)

Canarias, entre las cinco comunidades mejor atendidas por el sistema de financiación autonómico

La liquidación conocida de forma reciente del sistema de financiación autonómico de las comunidades de régimen común, todas menos País Vasco y Navarra (las de régimen foral), que es la correspondiente al ejercicio fiscal de 2023 (suele terminarse casi dos años después del año objeto de cálculo), coloca a Canarias en el top 5 de los territorios más beneficiados por el reparto de los recursos tributarios cuyas entregas finales cada año gestiona el Gobierno central con aquel cometido: trasladar y compensar con recursos económicos los servicios comunes que prestan las comunidades autónomas.

Así queda reflejado en el estudio La liquidación de 2023 del sistema de financiación de las comunidades autónomas de régimen común, firmado por Ángel de la Fuente, conocido el 6 de agosto pasado y de la Fundación de Estudios de Economía Aplicada (Fedea). El resultado de la liquidación de 2023 lo había publicado recientemente el Ministerio de Hacienda. Para analizar con mayor exactitud los datos, se suele utilizar la variable financiación definitiva a competencias homogéneas e igual esfuerzo fiscal, a la que luego se introducen algunos ajustes con el fin de hacer más comparables los datos entre las comunidades.

En 2023, Canarias logra una financiación por habitante ajustado de 3.718 euros (más 9,7% respecto a la media país, igual a 3.390 euros, y con un total para Canarias de 8.260 millones de euros), la variable que sirve para comparar de manera más precisa y fiable los mayores o menores desfases en aportaciones a las diferentes comunidades autónomas (son 15 dentro del régimen común). Ese registro absoluto permite que las islas ocupen el quinto lugar en la clasificación a 15, por detrás de Cantabria, la líder con 4.077 euros, seguida de La Rioja, Baleares, Extremadura y luego la mencionada Canarias. Es el mismo lugar que en 2022, cuando la diferencia relativa respecto al promedio nacional fue del 9,8%.

Estado emprega mais de 760 mil trabalhadores, um novo recorde

No segundo trimestre, o número de funcionários subiu 1,5% em termos homólogos para 760.728, sobretudo à boleia do aumento nas autarquias, SNS e escolas. Ganho médio mensal ultrapassa os 2.200 euros. O Estado empregava, no segundo trimestre do ano, mais de 760 mil funcionários, um novo recorde. Trata-se de um aumento de 1,5% ou de 11.030 postos de trabalho face ao período homólogo do ano passado. O impulso resulta sobretudo das contratações nas autarquias, Serviço Nacional de Saúde (SNS) e escolas, segundo a síntese estatística da Direção-Geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP).

Esta evolução contraria a regra de uma entrada por cada saída, que tinha sido assumida pelo Governo em outubro, no relatório do Orçamento do Estado para 2025. “A 30 de junho de 2025, o emprego no setor das administrações públicas situou-se em 760.728 postos de trabalho, assinalando um aumento de 1,5% em termos homólogos e de 0,2% face ao trimestre anterior”, de acordo com o mesmo relatório.

Face ao trimestre anterior, o aumento foi de 0,2% ou de mais 1.692 postos de trabalho. Já em relação a 31 de dezembro de 2011, início da série estatística, o incremento foi de 33.027 trabalhadores, o que corresponde a uma subida de 4,5%.

Este novo recorde do emprego público resultou tanto no aumento dos postos de trabalho na Administração Central como nas autarquias. A nível central, criaram-se mais 7.483 postos de trabalho, uma subida de 1,3%, em termos homólogos, que teve origem sobretudo na área governativa da Saúde, onde se recrutaram mais 3.656 funcionários, 1.258 dos quais para a carreira de enfermeiro, 667 para a carreira de técnico de diagnóstico e terapêutica e 606 para a carreira de assistente técnico.

Autarquias duplicam receitas com taxa turística e amealham recorde de 65 milhões de euros até junho

A tributação das dormidas dos turistas valeu um valor histórico às câmaras municipais. Lisboa representa mais de metade do montante com a receita a atingir um máximo de perto de 40 milhões de euros. São números inéditos para os cofres dos municípios do país. As câmaras municipais arrecadaram um valor histórico de 65 milhões de euros no primeiro semestre do ano com a taxa turística, que compara com os 33 milhões de euros encaixados no mesmo período do ano passado, de acordo com o levantamento realizado pelo DN com base nos dados cedidos pelas várias autarquias portuguesas.

Os cálculos não deixam margem para dúvidas e apontam para, praticamente, uma duplicação das receitas (+94%) com a cobrança da taxa que incide sobre as dormidas dos hóspedes que pernoitam em estabelecimentos de alojamento turístico no país, como alojamentos locais (AL), pousadas, hotéis ou apartamentos turísticos. Este é o maior salto de sempre registado no valor gerado com a aplicação desta taxa e que se justifica, principalmente, por via do aumento dos montantes cobrados. Numa análise apenas à primeira metade de 2024, e para uma leitura comparativa, a subida homóloga foi de apenas 9% em relação a 2023. Contas feitas, só nos primeiros seis meses deste ano as autarquias receberam mais de metade (70%) do montante gerado nos 12 meses anteriores (92 milhões de euros).

Portugal com baixa literacia financeira

A literacia financeira é um conhecimento essencial para a tomada de decisões no dia a dia, mas, em Portugal, o domínio destes conceitos é um desafio, principalmente para os mais novos e os mais velhos. De acordo com o "4.º Inquérito à Literacia Financeira da população portuguesa", as gerações mais jovens e as mais velhas são as que apresentam as pontuações mais baixas no que toca à literacia financeira. Os jovens, entre os 16 e os 17 anos, obtiveram a pontuação mais baixa de todas as faixas etárias, com apenas 3,7 respostas corretas, em média, num teste de 10 perguntas. O grupo dos 70 anos ou mais, também apresenta um conhecimento financeiro limitado, com uma pontuação média de 5,1 respostas corretas. A faixa etária com maior conhecimento financeiro é a que se encontra entre os 25 e os 39 anos, com 7,5 respostas certas, em média, seguida de perto pelo grupo dos 40 aos 54 anos, com 7,2. Estes resultados sublinham a necessidade de reforçar a educação financeira ao longo de toda a vida, desde a escola até à população mais velha, para promover a autonomia e a segurança financeira de todos os portugueses (Mais Liberdade, Mais Factos)

Países dom maiores níveis de educação

fonte: RankingRoyals

304 milhões de migrantes internacionais no mundo

Existem aproximadamente 304 milhões de migrantes internacionais em todo o mundo, representando cerca de 3,7% da população global em 2024. Os Estados Unidos abrigam a maior população imigrante do mundo, atingindo um recorde de 51,6 milhões de pessoas (15,6% da população total). O país ganhou mais de 5 milhões de imigrantes nos últimos dois anos, marcando o aumento mais rápido da sua história. A Alemanha classifica-se como o principal destino da Europa para imigrantes, com a sua população estrangeira a subir para 17,4 milhões (20,9% da população) em 2024. A Arábia Saudita continua a ser um líder global em trabalho estrangeiro: mais de 40% dos seus 32 milhões de residentes são imigrantes, principalmente do Sul da Ásia, de outros países árabes e das Filipinas. A força de trabalho migrante da Arábia Saudita impulsiona grande parte da sua economia (fonte: Facebook, RankingRoyals)

Canárias com 60 milhões de passageiros!

fonte: La Provincia

Suíça com o maior salário líquido

A Suíça é atualmente o país com o maior salário líquido médio após impostos no 1º e 2º trimestre de 2025. O salário líquido médio mensal da Suíça (após impostos) é de aproximadamente US$ 7.368 (o mais alto do mundo). Outros candidatos ricos incluem Luxemburgo (US$ 5.536), Islândia (US$ 4.516), Singapura (US$ 4.478) e Estados Unidos (US$ 4.322) (fonte: Facebook, RankingRoyals)