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terça-feira, dezembro 15, 2020

sexta-feira, março 15, 2019

Pouco realizadas, muito cansadas, mães felizes: quem são as mulheres portuguesas?

Quantas mulheres portuguesas se sentem de facto realizadas com o seu emprego? E com a maternidade? Qual a idade em que se sentem mais confiantes com o seu corpo e quais as que mais se dedicam ao desporto e às atividades culturais? O maior estudo alguma vez realizado sobre as mulheres em Portugal identificou problemas, alguns graves e comuns a todas - este é o primeiro de três 2:59 para explicar o tema (Expresso)

segunda-feira, setembro 27, 2010

...mas executivo suíço tem a maioria de mulheres!

Contudo, e segundo o Publico, "o Parlamento suíço aprovou ontem a nomeação da social-democrata Simonetta Sommaruga para o Conselho Federal, órgão de Governo nacional, tornando a câmara maioritariamente composta por mulheres pela primeira vez no país. Sommaruga, advogada especialista em consumo, de 50 anos, sucede a Moritz Leuenberger, que tutelava a pasta dos Transportes, Energia e Comunicações e abandonou o executivo, tal como o ministro das Finanças, Hans-Rudolf Merz. Este último vai ter como sucessor o líder empresarial Johann Schneider-Ammann. A nova ministra, que reuniu o voto favorável de 159 deputados, é agora a quarta mulher entre os sete membros do Conselho Federal, formado por representantes dos maiores partidos suíços que dão corpo ao Governo. Sommaruga é membro do Parlamento desde 1999 e integrou a câmara alta em 2003, pelo cantão de Bern. A sua nomeação é tida como um momento histórico num país onde as mulheres tradicionalmente mantiveram um papel muito secundário na vida política, tendo apenas em 1971 adquirido o direito de voto. Apesar de ser raro, este não é o único caso no mundo de uma maioria de mulheres num executivo: o Governo do primeiro-ministro espanhol José Luis Rodriguez Zapatero após a reeleição em 2008 era formado por mais mulheres do que homens e também a Finlândia, a Noruega e Cabo Verde têm actualmente governos maioritariamente constituídos por mulheres"

Mulheres são preteridas em cargos de direcção

Garante o Sol que "as mulheres continuam, em todo o mundo, a ser preteridas quando se trata de cargos de direcção, mostra um relatório das Nações Unidas sobre a igualdade de género. «Em todas as regiões do mundo as mulheres estão sub-representadas em cargos de chefias, e mesmo quando ocupam esses lugares é em áreas menos estratégicas e mais mal remuneradas dentro da instituição», lê-se no relatório. Apenas em três regiões - Comunidade de Estados Independentes (CIS), Europa, América Latina e Caraíbas - as mulheres ocupam mais de 30 por cento dos lugares de direcção. A África subsaariana surge a seguir, com 29 por cento, e o sudeste asiático com 26 por cento, sendo as situações mais graves no sul da Ásia e no norte de África, onde apenas 9,0 por cento dos cargos de direcção são ocupados por mulheres. Ainda no mundo laboral, as mulheres representam no total 38 por cento da força de trabalho nos países em desenvolvimento, mas a maioria trabalha na agricultura (43 por cento e sem evolução), ainda tem dificuldade em ter emprego na indústria (30 por cento). Nos serviços registou-se uma melhoria, onde as mulheres ocupam 38 por cento dos lugares, contra 36 por cento no ano 2000. Sustentando que «as mulheres são peças chave para que se consigam atingir os objectivos do milénio», as Nações Unidas preconizam neste relatório que «é necessário canalizar mais ajuda ao desenvolvimento para os projectos que visam a igualdade de género».Embora essa ajuda tenha subido, entre 2002 e 2008, de 4 mil milhões de dólares para 13 mil milhões de dólares, «só um sétimo deste valor foi destinado a programas específicos para promover a igualdade de género, sendo o restante para outros objectivos em que essa meta é secundária»

segunda-feira, agosto 02, 2010

Deloitte: as mulheres em cargos de liderança

A Deloitte apresentou o estudo "Paths to power: advancing women in government", que trata sobre a crescente presença das mulheres em cargos decisórios e estratégicos, principalmente na área governamental, e analisa o impacto e a importância crescente delas em funções que exigem tomadas de decisão. O estudo também aponta os países bem sucedidos em incluir as mulheres em níveis mais altos do governo, sector que tem sido mais rápido em reconhecê-las e premiá-las em comparação com o privado. Neste link tenha acesso ou faça o download do estudo.

quinta-feira, agosto 20, 2009

Merkel: a mais poderosa do mundo

Escreve a jornalista do Jornal I, Marta Cerqueira, que a chanceler alemã, Angela Merkel, "encabeça a lista das mulheres mais poderosas do mundo. A lista da Forbes é feita com base a influência internacional, visibilidade nos media e a organização dos países que lideram.Angela Merkel, que em 2005 se tornou a primeira chanceler da Alemanha, é a favorita para as eleições de dia 27 de Setembro.Em segundo lugar no ranking surge a presidente da Agência Federal de Garantia de Depósitos dos Estados Unidos, Sheila Bair, devido ao seu importante papel na recuperação económica norte-americana.Michelle Obama ocupa o 40º lugar, superando a estrela da televisão norte-americana Oprah Winfrey que ficou em 41º lugar, e a rainha da Inglaterra, em 42º.Hillary CLinton alcançou o 36º lugar, caindo desde o número 28. Nancy Pelosi, presidente da Câmra dos Representantes dos Estados Unidos manteve-se no 35º lugar.A Forbes garante que “as mulheres que estão no poder têm chegado a posições de liderança no ramo da economia, no governo e são cada vez mais altruístas”. Já terminaram os dias em que as mulheres esperavam pacientemente por ascender na carreira”.Muito perto das dez primeiras ficou a presidente da Argentina, Cristina Fernández de Kirchner, que surge em 11º lugar.
Top 10:
1. Angela Merkel
2. Sheila Bair
3. Indra Nooyi
4. Cynthia Carroll
5. Ho Ching
6. Irene Rosenfeld
7. Ellen Kullman
8. Angela Braly
9. Anne Lauvergeon
10. Lynn Elsenhans".
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segunda-feira, outubro 20, 2008

OIT chama atenção para direitos, empregos e segurança social das mulheres e idosos

Li aqui que a OIT "apesar da crescente atenção internacional pelo envelhecimento das sociedades e pelas pessoas mais velhas, em muitos países, as pessoas –em particular as mulheres – continuam enfrentando discriminação por causa da idade no local de trabalho e carecem de acesso a direitos, empregos e seguridade social, disse a Organização Internacional do Trabalho (OIT) por ocasião do Dia Internacional das Pessoas de Idade.“Necessitamos novas soluções para os problemas das pessoas de idade, especialmente as mulheres”, disse Jane Hodges, Directora do Departamento de Igualdade de Género da OIT. “As mulheres de idade avançada são mais vulneráveis, com frequência estão em trabalhos não remunerados, com salários baixos, ou trabalhos de tempo parcial ou precário. Por este motivo, frequentemente precisam de qualquer forma de pensão, direitos ou outros benefícios que os homens têm. Além disso, seus baixos rendimentos geram um ciclo infinito de pobreza baseada nas questões de género”, acrescentou.Os direitos dos trabalhadores de idade estão presentes na agenda da OIT há muito tempo. A Recomendações sobre os trabalhadores de idade, 1980, número 162, refere-se especificamente aos trabalhadores, mulheres e homens, com maiores probabilidades de enfrentar dificuldades no emprego e ocupação devido ao envelhecimento.O Plano de Acção Internacional de Madrid sobre o Envelhecimento (2002) expôs com clareza que, para construir uma sociedade adaptada às pessoas de todas as idades, é necessário que a comunidade internacional reconsidere o curso convencional da vida laboral.As pessoas de idade deveriam ter a possibilidade de trabalhar ou deixar de fazê-lo, completa ou parcialmente, e receber os benefícios de seguridade social, aposentadoria e tempo de serviço. No entanto, em muitos países, a escassa ou inexistente cobertura dos sistemas de protecção social, obriga as mulheres e homens de idade a continuarem trabalhando, com frequência na economia informal e em condições precária, para ter acesso a uma vida decente.O acesso à aposentadoria através de pensões apropriadas e cuidado médico é parte central do mandato da OIT e parte integral de seu Programa de Trabalho Decente. A Convenção sobre seguridade social (norma mínima), número 102, estabelece as bases mínimas para um sistema integral de seguridade social. O Departamento de Seguridade Social da OIT promove esta e outras convenções importantes através de sua Campanha Global para estender a seguridade social a todas as mulheres e homens.Em Junho de 2009, durante a Conferência Internacional do Trabalho da OIT, que será realizada em Genebra, serão discutidos temas como mudanças demográficas e igualdade de género". Leia aqui o documento com informação mais desenvolvida (em inglês)

terça-feira, outubro 07, 2008

Deve haver quem ache piada

Segundo a jornalista do Publico, Margarida Santos Lopes, "entre as muitas restrições a que estão sujeitas as mulheres na Arábia Saudita poderá juntar-se mais uma: quando saírem à rua, se não usarem um lenço que lhes oculte todo o rosto, só poderão mostrar um olho. É o que determina uma “fatwa” (édito religioso) proposta pelo xeque ultraconservador Muhammad al-Habadan, defensor de “um reforço das regras da modéstia”.Para o xeque, que respondia a dúvidas de ouvintes no canal de TV por satélite al-Majd, “a revelação dos dois olhos encoraja as mulheres a usar maquilhagem [que é proibida] e atrai demasiada atenção, o que é um comportamento corrupto, em conflito com os princípios islâmicos.”Como fazer então a vida diária apenas com visão parcial? Explica o xeque, muito popular entre os crentes masculinos: “Quando forem às compras, as mulheres poderão retirar totalmente o pedaço de tecido que tapa um dos olhos para poderem usar os dois... num limitado período de tempo.”As novas directrizes, aparentemente, ainda não em vigor no reino onde nasceu Osama bin Laden e onde impera a rígida doutrina islâmica do wahabismo, confirmam as conclusões do último relatório das Nações Unidas sobre a condição feminina nas sociedades muçulmanas nos últimos cinco anos: a Arábia Saudita é o país onde as mulheres têm menos direitos – nem sequer o de usar saltos altos"

sexta-feira, setembro 19, 2008

Mais mulheres nos parlamentos

Há cada vez mais deputadas no mundo. De facto, foi noticiado que "quase 20 por cento dos deputados nos parlamentos nacionais de todo o mundo são mulheres, sendo esta a maior percentagem de sempre do envolvimento feminino na política, segundo o relatório das Nações Unidas. Globalmente, o número de mulheres nas assembleias nacionais aumentou oito por cento na última década, um crescimento histórico. De acordo com o Fundo Nacional de Desenvolvimento das Nações Unidas para as Mulheres, as quotas “são uma forma comprovadamente eficaz de assegurar o progresso”. Em média, o número de mulheres com cargos políticos atinge 19,3 por cento nos países com quotas, mais 4,6 por cento do que nos estados que não estabeleceram medidas de discriminação positiva, independentemente do sistema eleitoral em vigor. No entanto, só em 2045 os sistemas políticos poderão atingir a zona de paridade, com 40 a 60 por cento de mulheres deputadas".