Mostrar mensagens com a etiqueta Offshores. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Offshores. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, setembro 11, 2024

quinta-feira, outubro 03, 2019

Portugal perdeu 630 milhões de euros devido a transferências para paraísos fiscais

Portugal perdeu 630 milhões de euros em impostos devido às transferências de capital das empresas para paraísos fiscais e outros países com taxas mais baixas. A União Europeia é a região onde as transferências de lucros mais afetam os cofres públicos. O Estado perdeu 630 milhões de euros em receita de IRC, o imposto aplicado sobre as empresas. Dinheiro transferido pelos grupos a operar em Portugal para paraísos fiscais. Representa 11 por cento do total da receita que foi conseguida pelo Estado com este imposto. No total, as multinacionais transferiram lucros de quase três mil milhões de euros. Paraísos fiscais ou territórios com tributação privilegiada. É o caso da Holanda, Luxemburgo, Irlanda, Suíça ou Singapura, para dar alguns exemplos de países "mais amigos das empresas". Os números da perda de receita com IRC constam de um estudo de duas Universidades: Berkeley, nos Estados Unidos e Copenhaga, na Dinamarca. Os dados referem-se a 2016 e são citados pelo Jornal de Negócios. O estudo diz que a fuga das empresas para países com impostos mais baixos não é uma realidade apenas de Portugal. Acontece no mundo inteiro, em particular na União Europeia onde, em média, 20 por cento dos lucros são desviados para paraísos fiscais. A nível mundial as multinacionais colocaram 600 mil milhões de euros nestes países, 10 por cento dos impostos que eram exigidos.

quarta-feira, dezembro 13, 2017

Madeira o alvo "ignorado"? Bruxelas desafiada a vigiar regiões europeias que facilitam a evasão fiscal

Ao fim de meses de discussões, missões a países europeus e negociações no Parlamento Europeu, estão aprovadas as centenas de recomendações da comissão de inquérito dos Panama Papers para combater a fraude, os esquemas fiscais agressivos e o branqueamento de capitais – 492 eurodeputados votaram a favor, 50 contra a 136 abstiveram-se. Embora o relatório final da comissão de inquérito fizesse uma referência explícita à zona franca da Madeira, considerando que regiões como a portuguesa “são utilizadas de forma abusiva por grandes sociedades”, o documento votado nesta quarta-feira no plenário de Estrasburgo (o projecto das recomendações, mais as emendas a esses tópicos) tem nuances em relação a esse documento e não cita directamente o nome do arquipélago madeirense.

terça-feira, agosto 08, 2017

Offshores: IGF não esclareceu discrepância de 9,4 mil milhões

Os dados da auditoria da IGF de setembro de 2016 revelaram uma quebra do número de operações para paraísos fiscais (-13.778 transferências)  e montantes (-9.350 milhões de euros) face à auditoria de 2014 (Jornal Económico, Mário Malhão)

sexta-feira, março 17, 2017

Offshores: aprovada lei que obriga Fisco a publicar estatísticas de transferências

A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) fica a partir de agora obrigada a publicar anualmente, no seu site, o valor total anual das transferências e envio de fundos que tenham como destinatários cada um dos países, territórios e regiões com regime de tributação privilegiada mais favorável. A Assembleia da República aprovou por unanimidade um projeto de lei do Bloco de Esquerda (BE) que torna obrigatória a publicação anual do valor total e destino das transferências para 'offshore', independentemente da posição da tutela. Com este projeto de lei, aprovado esta sexta-feira em votação final global e que entra em vigor no dia seguinte à publicação em Diário da República, a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) fica obrigada a publicar anualmente, no seu site, o valor total anual das transferências e envio de fundos que tenham como destinatários cada um dos países, territórios e regiões com regime de tributação privilegiada mais favorável.

domingo, março 05, 2017

Offshores: "Tudo isto cheira a manipulação"

Mais de metade dos 10 mil milhões de euros que foram transferidos para paraísos fiscais, entre 2011 e 2014, partiram do Banco Espírito Santo. Um episódio que veio adensar a polémica em torno das offshores, analisado por José Gomes Ferreira.

Offshores: BES na maioria das transferências para offshores

Mais de metade dos polémicos 10 mil milhões de euros transferidos para offshores tiveram origem num único banco: o BES. As transferências terão sido feitas por clientes do banco, na maioria empresas, nos dois anos anteriores à resolução.

terça-feira, junho 07, 2016

The growth – and decline – of Mossack Fonseca’s offshore companies (crescimento - e declínio - das empresas offshore da Mossack Fonseca)

Countries with the most active intermediaries (países com os intermediários mais ativos)

The 10 most popular tax havens in the Panama Papers (Os 10 paraísos fiscais mais populares no Papers Panamá)

Top 10 countries where intermediaries operate (10 países onde operam mais intermediários)

Offshore companies incorporated since 1977 (empresas offshore criadas desde 1977)

40 years of offshore companies opening and closing (abertura e fecho de empresas offshore nos últimos 40 anos)

The 10 banks that requested the most offshore companies for clients (os 10 bancos qwue Os 10 bancos que solicitaram a maioria das empresas offshore para os seus clientes)

From the Caribbean to the Pacific: tax havens used by Mossack Fonseca (do Caribe ao Pacífico: os paraísos fiscais mais usados pela Mossack Fonseca)

domingo, maio 22, 2016

O que são paraísos fiscais

Os paraísos fiscais são países com uma malha legal permissiva o suficiente para acolher dinheiro de origem, muitas vezes, duvidosa. O processo não é ilegal. Mas, como comprovam vários escândalos, como o do Panama Papers, têm aberto a porta à lavagem de dinheiro, à fraude e à evasão fiscal.

sexta-feira, maio 20, 2016

Governo confirma que três entidades públicas fizeram aplicações em offshore

Há 3 entidades públicas que tinham investimentos em paraísos fiscais. As aplicações foram confirmadas esta manhã pelo Governo, que promete tomar medidas para evitar novos casos. Em causa, mais de 130 milhões de euros aplicados pelo Instituto que gere a dívida pública e pelo Fundo de Estabilização da Segurança Social. A CP também está envolvida.