Há cerca de dois anos, Javier Milei, que se autointitula como liberal-libertário e até anarcocapitalista, tomou posse como presidente da Argentina. Tem sido um período marcado por reformas económicas ousadas e ajustes estruturais profundos, que numa primeira fase foram duros para os argentinos, mas que atualmente se traduzem numa melhoria de quase todos os indicadores face ao que se verificava no período pré Milei. Em jeito de avaliação ao trabalho que tem sido desenvolvido, apresentamos a evolução de oito dos principais indicadores socioeconómicos na Argentina desde que Milei tomou posse (Mais Liberdade, Mais Factos)
segunda-feira, dezembro 29, 2025
terça-feira, julho 08, 2025
Argentina: balanço dos indicadores socioeconómicos de um ano e meio de Milei
Há cerca de um ano e meio, Javier Milei, que se autointitula como liberal-libertário e até “anarcocapitalista”, tomou posse como presidente da Argentina. Foi um período marcado por reformas económicas ousadas e ajustes estruturais profundos, que numa primeira fase foram duros para os argentinos, mas que atualmente se traduzem numa melhoria de quase todos os indicadores face ao que se verificava no período pré-Milei. Em jeito de avaliação ao trabalho que tem sido desenvolvido, apresentamos a evolução de oito dos principais indicadores socioeconómicos na Argentina desde que Milei tomou posse (Mais Liberdade, Mais factos)
sexta-feira, março 08, 2024
Milei manda encerra agência de notícias da Argentina
A agência de notícias pública da Argentina está fechada desde segunda-feira. E a sede da Télam está cercada pela polícia. É mais uma medida polémica do presidente argentino. Javier Milei diz que a agência tem sido um meio de propaganda e que o encerramento vai contribuir para resolver a grave crise económica no país.
sábado, outubro 10, 2020
quinta-feira, novembro 28, 2013
TENISTAS RAFAEL NADAL E NOVAK DJOKOVIC PARTICIPARAM EM JOGO NA PATAGÓNIA
quinta-feira, agosto 01, 2013
Maquinistas na Argentina apanhados a ler ou a dormir
O governo da Argentina tomou uma decisão polémica, mas nem hesitou. Decidiu revelar ao mundo imagens sobre o comportamento de alguns maquinistas durante viagens de comboio. O vídeo mostra, por exemplo, alguns maquinistas a ler ou a dormir. Veja aqui o video da RTP
quinta-feira, janeiro 03, 2013
Presidente argentina chama "colonialistas" aos britânicos e exige devolução das Malvinas
quarta-feira, agosto 29, 2012
Argentinos alimentam-se com um euro por dia!
sexta-feira, outubro 28, 2011
Fortuna de Kirchner aumenta 900%....
Vitória histórica garante ainda mais poder a Cristina Kirchner
Reeleita Presidente, nos próximos cinco anos Cristina Kirchner será a mulher mais poderosa da Argentina e uma das mais influentes na América Latina. Para já, Kirchner dará início ao segundo mandato com importantes mudanças no seu governo, sobretudo na pasta da Economia, com o anterior ministro Amado Badou promovido a vice-Presidente. O novo ministro, cujo nome ainda está por definir, terá como principal missão evitar um contágio da crise económica nos Estados Unidos e Europa a uma economia que em 2001 experimentou um ‘default'. Este fim-de-semana, a viúva do ex-Presidente Néstor Kirchner conseguiu quebrar todos os recordes e fez História ao ser a primeira mulher reeleita na América Latina com 53,83% dos votos, uma vitória que dedicou ao seu marido, vítima de ataque cardíaco em 2010. A mais ampla maioria absoluta registada no país desde Juan Domingo Péron, em 1973, dará assim a Kirchner uma ainda maior concentração de poder neste segundo mandato, que terá início a 10 de Dezembro e durará até 2015. Além da reeleição como chefe de Estado, a Presidente e o seu partido Aliança Frente para a Vitória reconquistaram o controlo da Câmara de Deputados, que tinham perdido em 2009, e aumentaram ainda a maioria no Senado. O partido de Kirchner somou mais 29 assentos parlamentares, num total de 117, aos quais se somam 18 deputados de forças políticas aliadas para uma maioria de 135. No Senado, Kirchner conquistou mais um lugar, subindo para um total de 32. Com mais seis senadores aliados, a presidente fica também com maioria na Câmara alta do Congresso. O partido social-democrata União Cívica Radical manteve-se como a segunda força política no Parlamento, com 41 lugares na Câmara dos Deputados e 17 no Senado, seguida pelos peronistas dissidentes, com 29 deputados e dez senadores. A coligação socialista Frente Ampla e Progressista passou a quarto grupo parlamentar com 21 deputados e quatro senadores. Apesar do enorme aumento de poder, Kirchner assegurou que irá "estender o projecto político que melhorou as vidas de 40 milhões de argentinos". A grande popularidade da presidente assenta sobretudo na redução da taxa de desemprego, com a criação de 3,5 milhões de emprego, aumentos de salários na ordem dos 30% por ano e em generosos apoios sociais que contribuíram para um ‘boom' no consumo interno. Longe vão os tempos em que, no início do seu mandato, em 2007, Cristina Kirchner registava uma taxa de popularidade muito baixa e foi alvo de vários protestos. A morte repentina do marido, há um ano, resultou numa onda de solidariedade e um aumento dos níveis de popularidade que a presidente tem conseguiu manter. Além disso, nos últimos cinco anos sob o comando de Kirchner a Argentina assistiu a um crescimento económico na ordem de 5,6% por ano e uma redução da taxa de pobreza para os 21%, face aos 50% registados em 2002. Aos 58 anos, Kirchner disse que vai continuar o trabalho que garantiu o crescimento económico do país nos últimos anos. "Há muito para ser feito, mas todos os que viram este país antes de 2003 notam o progresso que fizemos", disse a presidente, elogiando a administração do seu marido entre 2003 e 2007. Pelo contrário, a elevada taxa de inflação (entre 20 e 25%, muito acima dos 9,9% admitidos pelo governo) e a fuga de capitais da Argentina serão os principais desafios para a presidente no seu segundo mandato. Ontem, analistas do banco Crédit Suisse previram uma descida da taxa de inflação na Argentina, para um nível entre os 15 e os 20%. Muito atrás de Kirchner nos resultados eleitorais, Hermes Binner, da Frente Ampla Progressista, foi o segundo candidato mais votado, com 16,94% dos votos, seguido pelo candidato da União Cívica Radical, Ricardo Alfonsín, filho do ex-presidente Raúl Alfonsín, que obteve 11,13%. Em último ficou o peronista dissidente Alberto Rodríguez Saá, com 7,98%. No seu discurso de vitória, Cristina Kirchner apelou de novo à "união nacional" e lembrouo marido, o ex-presidente Néstor Kirchner, elogiando o seu legado político, crucial para a vitória eleitoral sem precedentes. "Tenho a honra de ser a primeira mulher reeleita do país. Que mais posso querer? A única coisa que quero é contribuir com a mais alta responsabilidade a continuar a engrandecer a Argentina", disse, agradecendo o apoio dado pela sua homóloga brasileira, Dilma Rousseff, de quem ouviu "palavras muito doces, que agradeço muito". Também os responsáveis da Venezuela, Hugo Chávez, do Uruguai, José Mujica, do Chile, Sebastián Piñera, da Colômbia, Juan Manuel Santos, e do Paraguai, Fernando Lugo, saudaram Kirchner pela sua vitória”.
segunda-feira, outubro 24, 2011
Cristina Kirchner reeleita Presidente da Argentin
sexta-feira, agosto 26, 2011
Opinião: "Kirchner, la viuda de oro"
"Antes de heredar, la presidenta de Argentina consiguió aumentar su patrimonio en un 27 % durante el último año. La presidenta de Argentina, Cristina Fernández de Kirchner, parece convertir en oro todo lo que acaricia. El último año, según declaración oficial de sus bienes, ha logrado incrementar su patrimonio un 27%. Tanto ella como su difunto esposo, aumentaron un 928% su riqueza desde mayo de 2003, cuando Néstor Kirchner tomó posesión del cargo de presidente. En dinero contante y sonante, el matrimonio pasó de tener casi siete millones de pesos a más de setenta millones en ocho años. En euros se traduce a casi doce millones. La cuenta la hizo y publicó ayer el diario «La Nación» después de tener acceso a la declaración de la renta de la mandataria. La ley argentina obliga a todos los candidatos —ella lo es a la reelección— a hacer público su patrimonio. En el caso de la jefa del Estado su riqueza está contabilizada antes del reparto de la herencia de su marido, fallecido en octubre del año pasado tras un infarto fulminante. El patrimonio de Cristina Fernández incluye un chalet en la ciudad de Río Gallegos, un piso en el céntrico barrio de la Recoleta de Buenos Aires de 160 metros cuadrados, el 45% de la sociedad Los Sauces S.A., propietaria del hotel del mismo nombre en El Calafate, centro turístico del glaciar Perito Moreno así como importantes participaciones en otro dos centros hoteleros, una decena de inmuebles, vehículos y capitales a plazo fijo. La fortuna de los dos «capitalistas ejemplares», como los calificó el Nobel de Literatura, Mario Vargas Llosa, ha sido motivo de polémica en Argentina. Con las elecciones presidenciales previstas para octubre y las primarias pronosticando una victoria arrolladora de la presidenta, la discusión sobre el origen de la riqueza de los Kirchner ha vuelto a ponerse sobre la mesa. Tanto la presidenta como el actual ministro de Economía, Amado Boudou, agotaron el plazo que esgrime la ley para presentar su declaración de Hacienda. El sueldo de la Jefa del Estado, amante de los Rolex, las joyas, los bolsos LV y mucho maquillaje, asciende a 53.275 dólares anuales. A éste hay que añadir, además, la pensión de viudedad de 19.048 dólares. Según la revista Forbes Cristina Fernández de Kirchner ocupa el puesto 51 en la última lista de mujeres más poderosas del mundo. Mientras que la totalidad de los sondeos auguran que será reelecta" (do ABC, com a devida vénia)sábado, fevereiro 12, 2011
Mulheres e ditadores: Cristina Fernández de Kirchner, pasión por el oro
"Para ser buena política no tengo que disfrazarme de pobre». La declaración de principios de Cristina Fernández data de 2007, cuando la por entonces consorte del difunto presidente Néstor Kirchner hacía campaña por sí misma para sucederle en la Casa Rosada. Según una estimación de entonces del diario «Perfil», la primera dama y candidata, en apenas un día, llevaba encima cerca de 50.000 euros en joyas. En el libro «Cristina, de legisladora combativa a presidenta fashion», de Sylvina Walger, se da cuenta de su «pasión por el oro» y de su inmenso ropero. La viuda de Kirchner, antes de seguir el luto por la muerte de su marido, se cambiaba tres veces al día. En su armario, hoy abierto sólo para el negro, se ordena una colorida colección de bolsos de Louis Vuitton y Hermès (sus favoritos, según la autora del libro, son el «Kelly» y el «Birkin»). Ambos, en piel de cocodrilo, se compran por encargo y su precio puede alcanzar los 35.000 mil euros. En la muñeca de Cristina Fernández de Kirchner no suele faltar su Rolex «Presidente» (más de 15.000 euros). Al mismo tiempo luce, «un anillo de oro blanco y amarillo de 18 kilates, al que llaman solitario con brillante y otro de zafiros de oro y platino, valuados en unos 8.000 euros cada uno», recuerda Walger. Tampoco le hace asco a los pendientes de Bulgari, algunos por valor de 35.000 euros. Aunque no se sabe con precisión cuál es el presupuesto de la mujer más poderosa de Argentina para embellecerse con joyas, «The Guardian» la consideró entre los diez presidentes más «fashion y superproducidos del planeta» (texto da jornalista do ABC, Carmen de Carlos)sexta-feira, maio 28, 2010
Mariano Moreno e a Argentina
De pessoa amiga - a quem agradeço a informação - recebi esta curiosa notícia que transcrevo e que se prende com o Dia do Jornalista na Argentina:"Estando no governo, Mariano Moreno era jornalista e fundó y dirigió la Gazeta de Buenos Ayres, el periódico oficial, desde el cual publicó sus ideas. Casi todas las semanas publicaba largas y detalladas notas de gobierno, que reunidas llenan cientos de páginas. Publicó un decreto de libertad de prensa según el cual se podía publicar por la prensa cualquier cosa que no ofendiera la moral pública, ni atacara a la Revolución ni al gobierno. A Gazeta apareceu o dia 7 de Junho de 1810 e na Argentina, celebra-se nesse dia o dia do jornalista". Esta semana comemorou-se os 200 anos da revolução de Maio na Argentina, à sual o seu nome está ligado:
"Revolução de Maio
A Revolução de Maio foi um movimento social e político ocorrido no início do século XIX que visava a emancipação do vice-reinado do Prata, (parte de cujo território hoje é a Argentina), da Coroa Espanhola. Todos os acontecimentos da semana de maio partem da discussão do 22 de maio de 1810, quando parte dos expoentes manifestavam a necessidade de proclamar a independência da Espanha e criar uma nova nação livre e independente tanto econômica quanto politicamente. Outro setor mais conservador assinalava com a necessidade de continuar sob o manto espanhol frente às incertezas dos acontecimentos na Europa (Guerras Napoleônicas), em parte também por seus próprios interesses econômicos e de poder. Um último grupo, de caráter eclético, pretendia uma nação também livre e independente, mas sustentava que aquele não era o momento apropriado: deveria se esperar o desenvolvimento dos fatos no velho continente. Esta última posição foi adotada em 25 de maio de 1810: neste dia constituiu-se em Buenos Aires a Primeira Junta, cujos membros repassaram ao vice-rei Baltasar Hidalgo de Cisneros. Uma série de acontecimentos, conhecidos como a Semana de Maio, provocaram essa revolução que culminou em 1816 com a independência da Argentina da Coroa Espanhola. O primeiro grupo foi liderado pelo Mariano Moreno, homem que teve uma grande influencia de Rousseaux e tentou levar as ideias do Ilustracionismo as nossas terras. Como seria de esperar, morreu em circunstancia pouco claras. Deixo-vos um excerto do prologo da tradução do Contrato Social, que reflecte o pensamento deste grande homem. “Si los pueblos no se ilustran, si no se vulgarizan sus derechos, si cada uno no conoce lo que vale, lo que puede y lo que sabe, nuevas ilusiones sucederán a las antiguas y después de vacilar algún tiempo entre mil incertidumbres, ser tal vez nuestra suerte mudar de tiranos sin destruir jamás la tiranía” (fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre)
domingo, agosto 23, 2009
Argentina: fortuna do casal presidencial sob suspeita
Segundo o El Pais num texto do Jornalista Alejandro Rebossio, "la riqueza de los Kirchner, que se ha multiplicado por siete en los seis años que llevan gobernando Argentina, ha quedado bajo la mira judicial. Un juez federal, Norberto Oyarbide, comenzó esta semana a recopilar datos para indagar sobre una denuncia por presunto enriquecimiento ilícito, un mes después de que se difundiera la declaración patrimonial de la presidenta argentina, Cristina Fernández, de 2008. El fiscal Eduardo Taiano pidió el pasado lunes al juez que se investigara esa declaración de la jefa de Estado, que demuestra que en su primer año de gobierno su patrimonio ha aumentado un 158%. Oyarbide aceptó la solicitud y requirió a la Oficina Anticorrupción y a la Agencia Tributaria que le enviasen las declaraciones de 2008 y 2007, según anticipó ayer el periódico La Nación. En el Gobierno de Néstor Kirchner (2003- 2007), la riqueza del matrimonio se había elevado ya un 160%, pero otro juez federal, Rodolfo Canicoba Corral, desestimó que la pareja peronista hubiera acumulado tanto con métodos ilegales. Está por ver cómo concluye esta nueva investigación, que comenzó con la denuncia de un abogado particular, Enrique Piragini. El juez Oyarbide reconoció ayer en Radio Continental que "comenzó el trabajo de recolección de datos", aunque aclaró que se trata de una tarea "normal, hasta ahora", ante cualquier denuncia por enriquecimiento ilícito. En tanto, el abogado Piragini advirtió en el canal TN que observó "falsedad" en la declaración de Fernández. Por ejemplo, ella valoró su participación en un hotel en la ciudad sureña de El Calafate en 148.000 euros, mientras que la declaración de su esposo la cotizó en 774.000. "Seguramente debe haber otros bienes a nombre de testaferros", añadió Piragini. Diputados de la opositora Coalición Cívica, que integra el Acuerdo Cívico y Social con el radicalismo, han sumado la declaración patrimonial de 2008 a su denuncia judicial por presunta asociación ilícita contra la presidenta, su marido, varios funcionarios y empresarios". Um assunto que pode ler também neste texto de F.Gonçalves do Correio da Manhã.domingo, novembro 23, 2008
Ex-chefe da polícia argentina suicida-se em directo
domingo, setembro 21, 2008
Aviação: Argentina em "guerra" com Espanha por causa de 2 companhias aéreas
As coisas continuam complicadas, aliás como refere o jornalista do DN de Lisboa, Pedro Correia: "O tempo das palavras delicodoces em prol das seculares relações bilaterais passou: o diálogo entre Madrid e Buenos Aires vai azedando de dia para dia. E acaba de levar ao adiamento, pela terceira vez em apenas dez meses, da prevista deslocação oficial da Presidente argentina, Cristina Fernández de Kirchner, à capital espanhola. Tudo devido à intervenção do Governo de Buenos Aires nas duas transportadoras aéreas do país, Aerolineas Argentinas e Austral, hoje na posse de um grupo espanhol, e que a Casa Rosada pretende "resgatar" em nome do orgulho nacional, numa altura em que os ventos populistas sopram com alguma intensidade na América do Sul. O assunto foi já discutido no Parlamento argentino, entre acaloradas declarações antiespanholas. Não faltaram sequer deputados que empregaram a expressão "galegos conquistadores", referindo-se à crescente presença de empresas espanholas na Argentina. Ainda existe um forte complexo anticolonial no país, apesar de os argentinos terem proclamado a independência, contra a coroa madrilena, há quase dois séculos, em 1816.O embaixador de Madrid em Buenos Aires, Rafael Estrella, protestou formalmente contra a contundente linguagem parlamentar, considerando "muito injustas" as acusações às empresas espanholas, que permaneceram no país mesmo durante a gravíssima crise económica de 2001. Estrella, que foi ministro do Executivo socialista de Felipe González, sublinhou que as críticas dos deputados argentinos a Madrid o atingiram "pessoalmente". 
