Ao que julgo saber, esta decidido que haverá um reforço na Informação que passa pela criação de uma Direcção-Adjunta, libertando o Director para a gestão do Centro Rádio e Televisão que este ano terá obras para poder acolher a Rádio, porovavcelmente no final do ano, a que se junta a questão dos reequipamentos num universo de 200 pessoas para gerir entre efectivos e colaboradores. Tudo isto acontece, garantiram-me, a pedido do próprio Leonel Freitas, influenciado pela concentração de trabalho a seu cargo. Ou seja há um responsável pela gestão global da estrutura na Madeira enquanto que os conteúdos da informação ficam a cargo de um Director-Adjunto para a Informação já aprovado pela ERC. Na rádio e televisão mantém-se para cada estrutura um chefe de serviço ou editor executivo. Na RDP, ao contrário do que aqui referi, continua o jornalista Gil Rosa, que passa a depender do Director-Adjunto, sendo esta a única alteração estrutural. Quanto à redacção da televisão confirma-se o reforço em mais 3 jornalistas, compensando assim as diversas saídas e as requisições ao longo dos últimos anos. Deste modo haverá um gradual reforço na aposta na Informação com uma gestão própria para a agenda informativa a cargo de um Director-Adjunto para a Informação, tal como acontece no Porto, por exemplo. Nos Açores deverá acontecer o mesmo, num processo posterior. Ou seja, o Director assume a responsabilidade geral da televisão e rádio, numa perspectiva de gestão global da programação, orçamentos, recursos humanos, etc. Tudo surgiu numa altura em que a Administração da RTP em Lisboa parece estar mais atenta aos pedidos da RTP da Madeira.
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