Segundo o Expresso, num texto do jornalista Carla Tomas, a "Ministra alerta escolas para as consequências da suspensão da avaliação": "Em declarações ao Expresso, Maria de Lurdes Rodrigues reitera as ameaças já proferidas pelo secretário de Estado adjunto e da Educação: sem avaliação, os professores não terão contratos renovados e não progredirão na carreira.A ministra da Educação deixa o aviso: "É muito importante as escolas terem presente quais as consequências se não aplicarem a avaliação de desempenho dos docentes". Em declarações ao Expresso, Maria de Lurdes Rodrigues, reitera a ideia de que se não aplicarem a avaliação, as escolas serão responsáveis pela não renovação dos contratos dos professores e pela não progressão na carreira daqueles que a têm congelada há dois anos. A ameaça fora inicialmente proferida pelo secretário de Estado adjunto e da Educação, Jorge Pedreira, numa reunião em Coimbra, na quarta-feira, com os conselhos executivos de escolas de Coimbra, Leiria e Castelo Branco. A Fenprof acusou de imediato o Ministério da Educação de "chantagem" e de "pressões ilegitimas". O processo de avaliação está a arrancar na maioria das escolas, mas com velocidades diferentes, segundo o ministério".sexta-feira, abril 04, 2008
Educação: ministra avisa escolas!
Segundo o Expresso, num texto do jornalista Carla Tomas, a "Ministra alerta escolas para as consequências da suspensão da avaliação": "Em declarações ao Expresso, Maria de Lurdes Rodrigues reitera as ameaças já proferidas pelo secretário de Estado adjunto e da Educação: sem avaliação, os professores não terão contratos renovados e não progredirão na carreira.A ministra da Educação deixa o aviso: "É muito importante as escolas terem presente quais as consequências se não aplicarem a avaliação de desempenho dos docentes". Em declarações ao Expresso, Maria de Lurdes Rodrigues, reitera a ideia de que se não aplicarem a avaliação, as escolas serão responsáveis pela não renovação dos contratos dos professores e pela não progressão na carreira daqueles que a têm congelada há dois anos. A ameaça fora inicialmente proferida pelo secretário de Estado adjunto e da Educação, Jorge Pedreira, numa reunião em Coimbra, na quarta-feira, com os conselhos executivos de escolas de Coimbra, Leiria e Castelo Branco. A Fenprof acusou de imediato o Ministério da Educação de "chantagem" e de "pressões ilegitimas". O processo de avaliação está a arrancar na maioria das escolas, mas com velocidades diferentes, segundo o ministério".
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