Escreve hoje o jornalista Miguel Alexandre Ganhão, no "Correio da Manhã" que "as investigações ao Millennium/BCP vão incluir o exame a diversas contas de clientes particulares do Private Banking (aforradores com saldos médios superiores a 500 mil euros e activos sob gestão superiores a um milhão), alegadamente utilizadas para dissimular investimentos de outros titulares em sociedades offshore. As operações eram realizadas por funcionários do próprio Millennium/BCP, com conhecimento e autorização das respectivas hierarquias, que faziam transitar os fundos por várias contas particulares, antes de canalizarem os lucros das operações para os beneficiários finais. Aos titulares das contas era creditada uma importância a título de rentabilização de activos. Segundo apurou o Correio da Manhã, este expediente era utilizado por alguns accionistas de referência do próprio BCP".
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