Garantem-me que andam por aí uma movimentações estranhas a propósito de uma alegada privatização da ANAM (ou será da concessão da exploração do Aeroporto do Funchal?), tudo no âmbito da privatização da ANA, em Lisboa. Eu fico-me por aqui, sem contudo deixar de referir algo em concreto: eu fico estupefacto que, depois dos portos, uma região insular como a Madeira, que depende das ligações aéreas como qualquer um de nós do pão para a boca, andem alguns "patos-bravos" a inventar concessões colocando uma infra-estrutura estrategicamente importante nas mãos de privados (já agora quem serão eles?...) sem que depois a região possa ter qualquer capacidade de intervenção. Francamente eu acho que anda muita agente a mexer na "panela" e que o bom senso, a lógica, a racionalidade, a determinação política são coisas que nunca podem falhar, por muito grandes que sejam as dificuldades. Sob pena de qualquer forma de egoísmo imediatista poder significar o hipotecar do futuro. Não me parece racional que o avanço do sector privado na Madeira, em vez de substituir o sector público, seja feito através deste, particularmente de concessões a pataco. E depois? Julgo que o concurso sobre a concessão da exploração das piscinas serviu de exemplo.quarta-feira, março 14, 2007
ANAM
Garantem-me que andam por aí uma movimentações estranhas a propósito de uma alegada privatização da ANAM (ou será da concessão da exploração do Aeroporto do Funchal?), tudo no âmbito da privatização da ANA, em Lisboa. Eu fico-me por aqui, sem contudo deixar de referir algo em concreto: eu fico estupefacto que, depois dos portos, uma região insular como a Madeira, que depende das ligações aéreas como qualquer um de nós do pão para a boca, andem alguns "patos-bravos" a inventar concessões colocando uma infra-estrutura estrategicamente importante nas mãos de privados (já agora quem serão eles?...) sem que depois a região possa ter qualquer capacidade de intervenção. Francamente eu acho que anda muita agente a mexer na "panela" e que o bom senso, a lógica, a racionalidade, a determinação política são coisas que nunca podem falhar, por muito grandes que sejam as dificuldades. Sob pena de qualquer forma de egoísmo imediatista poder significar o hipotecar do futuro. Não me parece racional que o avanço do sector privado na Madeira, em vez de substituir o sector público, seja feito através deste, particularmente de concessões a pataco. E depois? Julgo que o concurso sobre a concessão da exploração das piscinas serviu de exemplo.
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