domingo, julho 05, 2015

Futebol: Eusébio foi um dos maiores futebolistas de todos os tempos

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O festival de Eusébio no Mundial 1966

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Portugal vs Coreia Mundial 1966

Dia D: FMI diz que Grécia vai precisar de 52 mil milhões até 2018


Dia D: Turismo é um dos principais motores da economia grega


Cristiano Ronaldo irrita-se durante entrevista

O jogador português não gostou da insistência de um repórter.

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Ronaldo ansioso por treinar com Benítez

Cristiano Ronaldo abordou pela primeira vez a contratação de Rafa Benítez para o comando técnico do Real Madrid. O jogador português disse estar muito motivado para começar a trabalhar.

Dia D: Casal vê cartões de bancos gregos recusados durante


Merkel expulsa do parlamento alemão por não se calar

O insólito aconteceu e ficou gravado. Em plena sessão do parlamento alemão, Angela Merkel conversava com o líder do grupo parlamentar social-democrata, Thomas Oppermann, quando foi chamada à atenção, mais do que uma vez, pelo presidente do Bundestag. "Peço-lhes um pouco de silêncio." "Silêncio, por favor, continuemos com a sessão", foram duas das chamadas de atenção de Norbert Lammert, segundo descreve o El Mundo. No entanto, a chanceler alemã continuou a conversa e nem terá baixado o tom de voz. Quando o deputado Hans Christian Ströbele iniciava a sua intervenção, Lammert não voltou a avisar: "Senhora chanceler, vá fazer isso noutro sítio." Nas imagens vê-se Merkel a afastar-se, sem no entanto abandonar por completo o parlamento. Alguns deputados não disfarçaram risos e até houve alguns aplausos discretos.

Dia D: Família de bancários grega não sabe se terá emprego na segunda-feira

A Grécia está em suspenso à espera do resultado do referendo que ditará o futuro do país no euro. Na semana em que os bancos fecharam e só abriram mesmo para pagar aos pensionistas, o Sexta às 9 acompanhou uma família de bancários. Ghianni não sabe se segunda-feira terá emprego, mas tem a certeza que vai votar "sim", porque a sobrevivência a tal obriga

Dia D: Varoufakis acusa Europa de fazer terrorismo

A menos de 24 horas do referendo a Grécia é um país dividido, com as últimas sondagens a apontarem para um empate técnico. Este sábado é dia de reflexão, mas a campanha continua a travar-se na imprensa, com o ministro das Finanças Grego a acusar a Europa de fazer terrorismo com Atenas.

Dia D: Tsipras pede perdão de 30% e mais 20 anos para reembolso

A Grécia é um país dividido à espera do referendo de amanhã. As últimas sondagens continuam a indicar um empate técnico entre partidários do Não e do Sim ao plano de resgate financeiro dos credores.

Disa D: Grécia dividida entre o 'Oxi' ('Não') e o 'Nai" ('Sim') a horas do referendo

A poucas horas da abertura das urnas para a votação no referendo é clara a divisão na Grécia. O Sim, surge à frente nas últimas sondagens mas com uma ligeira vantagem. O Primeiro ministro grego apela ao voto no Não pela dignidade do povo. Tsipras insiste que só o Não dará margem de negociação com os credores.

 

Ténis: O fantástico 'lob' por entre as pernas de Federer

O tenista suíço conseguiu um ponto espetacular contra Sam Querrey em Wimbledon.

Dia D: Sondagens apontam empate no referendo de amanhã

Depois dos comícios da noite, temos um dia de reflexão na Grécia. No referendo de amanhã, os gregos terão de fazer uma das escolhas mais difíceis da sua história

Dia D: Grécia ao rubro com relatório do FMI que defende o perdão da dívida grega

Um relatório escondido agarrado por Tsipras. E as conversas secretas de Merkel e Schäuble em que também se defendia o perdão da dívida, tudo num dia em que o Conselho de Estado vai ter a última palavra sobre o referendo. Quatro páginas a não perder na edição em papel do i.

Sócrates ter-se-á rido da derrota do PS na Madeira

José Sócrates ter-se-á rido da derrota do Partido Socialista nas eleições regionais da Madeira. Quem o diz é João de Sousa, o inspetor da PJ também detido nas instalações do Estabelecimento Prisional de Évora, em entrevista à revista 'Sábado'. Nas mesmas declarações, Sócrates critica o distanciamento do atual líder socialista António Costa.

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Entrevista exclusiva: "Sócrates riu-se da derrota de António Costa na Madeira" 

João de Sousa, um inspector da PJ que convive diariamente com o ex­-primeiro­-ministro José Sócrates, revela as suas alegadas benesses na prisão, as manias que terá e os seus ódios de estimação — o mais recente será o líder do PS, António Costa. Motivo: a alegada falta de solidariedade de Costa em relação a si e ao caso que o levou à prisão. A SÁBADO antecipa-lhe três perguntas que constam do extenso trabalho de oito páginas publicado na edição de 2 de Julho.
José Sócrates está incomodado com a forma como António Costa gere politicamente o seu caso?
Muito incomodado. Mais do que a frase "à política o que é da política, à justiça o que é da justiça" [que Costa disse à saída da cadeia, depois de visitar Sócrates], há outra que o faz cerrar os dentes: "Vai lutar pelo que acredita ser a sua verdade." António Costa proferiu a frase após a sua visita, Luís M. Faria escreveu sobre a mesma na revista do Expresso de 10 de Janeiro de 2015 e eu anotei a explosão de Sócrates a 17 de Janeiro de 2015 quando lhe coloquei nas mãos o artigo de análise.
Alguma vez ele desabafou sobre a alegada falta de solidariedade que sente por parte de Costa e de alguns sectores do PS?
Desabafou e eu escrevi isso no blogue, mas um desabafo, uma manifestação de desalento consequência do distanciamento de alguns é humano. Agora, o que aconteceu a 30 de Março de 2015 é outra coisa completamente diferente: no pátio comentávamos as eleições na Madeira [em que o PS sofreu uma derrota expressiva] e José doutrinava-me: "Relevante João, não é a maioria com menos um, relevante é o resultado do PS! 10!?10!? Só 10?", rindo triunfante com a derrota do outro. Parecia uma das séries do José: House of Cards.
Já teve a oportunidade de discutir com Sócrates a situação em que se encontra Portugal e as suas responsabilidade no estado a que o País chegou?
Já discuti os resultados da sua governação na área da justiça e como ironicamente ele estava a sofrer com aquilo que legislou. Mas o José iluminou-me: a culpa foi dos gajos que tinham a pasta da justiça, a culpa foi do [António] Costa" (entrevista na Sábado pelo jornalista Fernando Esteves)

sexta-feira, julho 03, 2015

Ronaldo: Cristianinho já é craque aos cinco anos...


Valor da venda dos direitos da imagem de Ronaldo a milionário não foi revelado

Cristiano Ronaldo vendeu os direitos da sua imagem ao empresário Peter Lim, um milionário de Singapura. O valor do negócio não foi revelado, mas envolve muitos milhões de euros
Real Madrid detém os outros 50%. Anúncio na página oficial do próprio jogador. O empresário a quem Ronaldo vendeu metade dos direitos de imagem. "Estou muito emocionado por anunciar o meu último acordo com a empresa Mint Media, propriedade do meu bom amigo Peter Lim, empresário de Singapura, para adquirir os meus direitos de imagem": é assim que Cristiano Ronaldo descreve, na sua página oficial da Internet, a operação de cedência de metade dos seus direitos de imagem ao proprietário do Valência. Com esta iniciativa, o goleador do Real Madrid e da selecção nacional espera "levar a marca Cristiano Ronaldo para o nível seguinte, especialmente na Ásia". O Real irá manter o controlo dos restantes 50%, pois, conforme lembra a imprensa espanhola, os direitos de imagem ocuparam posição central na última renovação do vínculo contratual entre o internacional português de 30 anos e o clube de Madrid. Em 2013 foi feita a prorrogação do contrato até 2018 e Ronaldo manteve controlo sobre metade dos seus direitos de imagem. Esta é a parte agora cedida ao empresário de Singapura, amigo do jogador e do seu representante, Jorge Mendes, que tem apoiado Lim desde a sua tomada de posição maioritária no clube valenciano (Económico)

ERC: Há "fortes indícios de acções enganosas" em concursos na televisão

A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) considera que "existem fortes indícios de acções enganosas e de práticas comerciais desleais" nos concursos de participação telefónica nos serviços de programas televisivos e vai produzir uma directiva sobre este tema. "A temática dos concursos públicos de participação telefónica inseridos em programas das estações generalistas RTP1, SIC e TVI, bem como a promoção aos mesmos no decorrer desses programas suscitou a submissão à Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) de várias participações e pedidos de informação, recebidos entre 27 de Janeiro e 27 de Novembro de 2014", refere o regulador na sua deliberação, datada do início de Junho, sobre o tema. "O Conselho Regulador delibera (...), independentemente da continuação dos procedimentos tendentes à avaliação das participações de diversos cidadãos sobre estes concursos, relativamente aos quais existem fortes indícios de acções enganosas e de práticas comerciais desleais, remeter a presente deliberação aos operadores televisivos RTP, SIC e TVI, subscritores do acordo de auto-regulação, convocando, subsequentemente, os mesmos para uma reunião na ERC". O objectivo, adianta o regulador, é "serem apresentadas soluções para a supressão das falhas subsistentes nos concursos publicitários com participação telefónica". A ERC aponta que o acordo de auto-regulação em matéria de concursos com participação telefónica determina que "apenas serão permitidos, no máximo, cinco períodos de apelo pelos apresentadores, por hora de programa". Apesar de em número não terem sido ultrapassados os cinco apelos verbais, a ERC considera que "tal critério, em si mesmo, desarticulado de quantificação da duração, é insuficiente para aferir a preponderância e intensidade de tais apelos na economia dos programas", já que estes são "longos, estendendo-se por vários minutos, além de repetitivos e insistentes".
Por isso, "a ERC considera dever ser introduzida uma quantificação do tempo de duração máxima dos cinco períodos de apelo". Por outro lado, a entidade reguladora aponta que as informações com maior destaque no ecrã são os números de telefone e o montante do prémio e com menor destaque o custo da chamada e a remissão para os regulamentos. "Considera a ERC que o destaque a ser dado, aos números de telefone, valores dos prémios, custo das chamadas e remissão para o regulamento deverá ser e tem de ser semelhante, entendendo-se que também quanto a estas informações deverá ser estabelecido um limite máximo para a sua apresentação", adianta. A ERC "entende que o principal objectivo dos programas de entretenimento que integrem concursos publicitários deve continuar a ser claramente editorial, devendo a promoção dos concursos ser evidentemente subsidiária da sua componente principal". O regulador adianta que o teor do regulamento destes concursos publicitários de participação telefónica nos serviços de programas televisivos generalistas RTP1, SIC e TVI "nunca é facultado nos próprios programas, antes se remetendo para páginas de Internet e do teletexto nem sempre de fácil acesso". Sobre isso, "deverão ser apresentadas e ponderadas soluções pelos operadores que conjuguem o respeito pela liberdade editorial dos primeiros e a garantia do conhecimento pelos telespectadores/consumidores das condições mais relevantes do regulamento e determinantes para a participação do público". A ERC refere que, "tendo em conta que outros operadores, de televisão e rádio, não subscritores do acordo de auto-regulação, já realizaram ou podem vir a realizar programas da mesma natureza, (...) irá produzir uma directiva sobre este tipo de concursos em programas audiovisuais". (fonte: Publico)

terça-feira, junho 30, 2015

Tensão regressa a Atenas e à Grécia

fonte: CM

Lisboa-Madeira em kitesurf



Segundo a jornalista do Correio da Manhã, Cátia Carmo, “Francisco Lufinha, 31 anos, quer bater o recorde mundial de kitesurf com uma viagem de Lisboa até à Madeira. Vão ser mais de 40 horas no mar e mil quilómetros em cima da prancha – a velocidade é que só depende do vento. Durante todo esse tempo não vai dormir nem ingerir alimentos sólidos, até porque está limitado nas necessidades fisiológicas no meio do oceano. "Vai ficar cerca de 48 horas sem ir à casa de banho. Tem de evitar tudo o que é fibra. Vai comer vegetais, azeite, queijo, frango, salmão, frutos vermelhos e barras de cereais, tudo triturado", explica ao CM Bárbara Abreu, a nutricionista que acompanha Lufinha. O desportista está há cerca de um ano a preparar-se para o desafio que o põe à prova física e psicologicamente. No último recorde do mundo que bateu, em 2013, numa viagem de 28 horas da Foz do Douro a Lagos, só se sentiu completamente bem nas primeiras 12 horas. "Depois surgiram as dores nos tornozelos, joelhos e abdominais. É como ter facas a espetar, cada uma mais aguda que a outra", recorda Francisco, que pede o apoio dos portugueses para suportar a exigência da prova”

Lisboa, Porto, Alto Minho e Aveiro no topo das regiões mais desenvolvidas



As áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, o Alto Minho e Aveiro foram as regiões portuguesas com maior índice de desenvolvimento regional em 2013, de acordo com os dados que o Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgado esta segunda-feira. Estas quatro regiões foram as únicas que superaram a média nacional. No extremo oposto, encontram-se regiões como o Alto Tâmega, os Açores ou o Douro. Para as contas do Índice Sintético de Desenvolvimento Regional, entram três componentes: a competitividade (que capta o potencial de cada região em termos de recursos humanos e de infraestruturas), a coesão (que procura refletir o grau de acesso da população a equipamentos e serviços coletivos) e a qualidade ambiental (associada à implementação de políticas públicas e práticas sociais sobre o meio ambiente). Quando o assunto é a competitividade, a área metropolitana de Lisboa é a que tem o índice mais elevado, seguindo-se a região de Aveiro e a área metropolitana do Porto. No geral, as regiões do Litoral continental são as mais competitivas, com o Alto Alentejo, o Douro e o Alto Tâmega a ocuparem os últimos lugares da listagem. No que diz respeito à coesão, o destaque vai para a área metropolitana de Lisboa, para Coimbra, Leiria e para as regiões nortenhas do Alto Minho e do Cávado. De acordo com o INE, este índice é mais equilibrado do que o da competitividade, com oito das 25 regiões a superar a média nacional. No campo da qualidade ambiental, o Interior continental e as Regiões Autónomas são as que apresentam valores mais elevados. As regiões do Alto Minho, Lisboa e Leiria também tiveram resultados superiores à média nacional e, nos últimos lugares do índice, estão a região do Cávado, de Viseu Dão Lafões e o Alentejo Litoral (fonte: Observador)