quinta-feira, julho 29, 2010

Desporto: Isinbayeva oferece apartamento ao primeiro treinador

Li no DN de Lisboa que "a campeã olímpica e recordista mundial do salto com vara reconhece a importância do técnico que a aconselhou aos 15 anos. A atleta russa Yelena Isinbayeva, bicampeã olímpica e recordista mundial do salto com vara, ofereceu um apartamento ao seu antigo treinador de ginástica artística, que a aconselhou a dedicar-se à modalidade que a tornou mundialmente famosa. De acordo com o semanário Argumenti i Fakti, a atleta passou recentemente alguns dias na sua cidade natal, Volvogrado, e, como costuma fazer, visitou a Escola Desportiva nº 1 de ginástica artística, onde treinou até aos 15 anos juntamente com a sua irmã Inna. Na escola, encontrou-se com o seu treinador desta modalidade, Alexandr Lisovoi, que lhe contou que tinha previsto mudar do modesto apartamento de 28 metros quadrados para um maior, porque a sua família é composta por quatro pessoas. "Dou-te um apartamento", disse Isinbayeva ao seu antigo treinador, dois dias mais tarde. Lisovoi pensou primeiro que se tratava de uma brincadeira, mas, quando percebeu que a atleta falava a sério, recusou a generosa oferta. "Fizeste mais por mim do que eu por ti", respondeu-lhe a recordista mundial, tratando de o convencer, o que veio a conseguir. Lisovoi tem previsto mudar-se para a sua nova casa em setembro e a festa de inauguração será no mês seguinte, naturalmente com Isinbayeva como convidada de honra. Quando, aos 15 anos, foi descartada como ginasta, Isinbayeva não foi abaixo, em parte graças ao apoio do seu treinador, que a ajudou a encontrar um novo caminho. Lisovoi tinha assistido pela televisão à actuação de uma saltadora com vara checa, e pensou que Yelena também deveria experimentar. Seis meses depois, Isinbayeva ganhava o seu primeiro título em Moscovo nos Jogos Internacionais Juvenis de 1998".
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BPI: estudos para guardar

Estudo do BPI sobre a sustentabilidade das contas públicas portuguesas - versão 5 (21 de Julho de 2010) - Face à 4.ª versão de 21 de Abril de 2010, nesta 5.ª versão do documento, de 22 de Junho de 2010, procedeu-se à actualização dos calendários previsíveis de implementação dos projectos de concessões rodoviárias e ferroviárias e à incorporação dos elementos relevantes da última versão Programa de Estabilidade e Crescimento 2010-2013. Aqui
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Estudo do BPI sobre a sustentabilidade das contas públicas portuguesas - versão 4 (21 de Abril de 2010) Face à 3.ª versão de 4 de Fevereiro de 2010, nesta 4.ª versão do documento, de 21 de Abril de 2010, procedeu-se à incorporação dos elementos relevantes constantes do Programa de Estabilidade e Crescimento 2010-2013 e à revisão de alguns aspectos metodológicos relativos às concessões rodoviárias e hospitalares para efeitos de apuramento da evolução da dívida pública consolidada. Esta versão incorpora, ainda, vários contributos de personalidades e instituições, que nos permitiram melhorar a análise realizada, e os quais desde já agradecemos. Aqui
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Estudo do BPI sobre a sustentabilidade das contas públicas portuguesas - versão 3 (6 de Fevereiro de 2010) - Face à 2.ª versão de 20 de Janeiro de 2010, nesta 3.ª versão do documento, de 4 de Fevereiro de 2010, procedeu-se à incorporação dos elementos relevantes constantes da Proposta de Orçamento de Estado para 2010, à eliminação dos fluxos relativos às concessões rodoviárias com lançamento suspenso e, ainda, no que respeita às Regiões Autónomas, à introdução de maior detalhe na explicação metodológica e à revisão da dívida consolidada da Região Autónoma dos Açores mediante inclusão da PPP do Hospital da Terceira e da SCUT Açores. Aqui
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Estudo do BPI sobre a sustentabilidade das contas públicas portuguesas - Versão 2 (20 de Janeiro de 2010) - Face à 1.ª versão, de 6 de Janeiro de 2010, nesta 2.ª versão do documento, de 20 de Janeiro de 2010, procedeu-se à incorporação das estimativas para 2009 e das projecções para 2010 e 2011 do Produto Interno Bruto e da Inflação publicadas no Boletim Económico de Inverno do Banco de Portugal e à introdução de maior detalhe em algumas explicações da metodologia adoptada e dos resultados obtidos no âmbito do trabalho desenvolvido. Aqui
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Estudo do BPI sobre a sustentabilidade das contas públicas portuguesas (6 de Janeiro de 2010) - O presente documento pretende resumir a abordagem metodológica e os resultados obtidos no estudo elaborado por equipas do Banco BPI denominado "Programa de Investimento Público e Grandes Obras em Portugal: Análise do impacto nas contas públicas". Aqui

O melhor do golfe

Worlds Top 10 Most Romantic Hotels

Ronaldo: Dolores Aveiro gere clã com pulso de ferro

Do Correio da Manhã: "A vida sempre foi madrasta para Dolores Aveiro. No entanto, nunca se deixou abater pelos infortúnios e hoje mantém os mesmos valores por que sempre se pautou. É nela que Cristiano Ronaldo e os irmãos se apoiam e é a ela que cabe a última palavra. Para o bem ou para o mal. O nascimento do filho de CR9 é exemplo disso. Dolores Aveiro foi das primeiras pessoas a saber que Cristiano Ronaldo ia ser pai. E foi também ela quem aconselhou o filho a, depois de se certificar da paternidade, garantir à misteriosa mãe um futuro condigno. Em todo este processo, Dolores Aveiro teve um papel decisivo. Tal como tem acontecido ao longo de toda a sua vida. Aos 56 anos, a mãe do craque é a verdadeira matriarca da família Aveiro. Venceu um cancro da mama e hoje gere com pulso de ferro o dia-a-dia de uma casa sempre cheia de filhos, netos e primos. Para quem a vida tem sido madrasta, Dolores Aveiro tem provado que a humildade é a sua maior característica. Nunca esquecendo as suas origens e um passado cheio de dificuldades, a mãe de Elma, Hugo, Katia e Cristiano Ronaldo continua a mesma pessoa de sempre. E é exactamente isso que garantem os conterrâneos.
CORAÇÃO GRANDE
Em Santo António, no Funchal, os elogios surgem à medida das palavras. "Ela sempre foi a base daquela família. O seu tempo foi dedicado por inteiro aos filhos e hoje as coisas parecem não ter mudado. Trabalhou muito por aqueles miúdos, apesar das dificuldades com que se deparou quase diariamente. Incutiu-lhes valores humanos muito preciosos e não deixou que o dinheiro os estragasse. Por tudo isso, ela merece toda a felicidade do Mundo", refere Fernanda Sousa, uma das moradoras do bairro onde os Aveiro viveram durante mais de 20 anos. Também Fernando Silva, que conhece há muitos anos este clã, deixa bem claro que Dolores nunca se deslumbrou com a vida que agora usufrui, proporcionada pelo filho mais novo, hoje considerado um dos melhores futebolistas do Mundo. "Foi sempre muito simpática e educada para todos nós. Os recursos financeiros que possui e a fama do Cristiano nunca lhe moldaram a forte personalidade", afirma. Na Madeira, foram muitos os que testemunharam a vida de luta árdua à qual Dolores nunca virou a cara. "Mesmo quando o marido [Dinis Aveiro] era vivo, foi sempre ela a base da família. A Dolores já não convive muito por aqui mas quando aparece é uma simpatia. E os filhos também são de trato fácil", adianta uma outra vizinha, Amália Ferreira".
Leia tudo aqui.

O ataque da baleia

quarta-feira, julho 28, 2010

Espanha: o blogue falhado da "República Insular das Selvagens"

Em Maio de 2009 foi criado um site intitulado REPUBLICA INSULAR DE LAS ISLAS SALVAJES que parece ter falhado, pois apenas teve um comentário inserido: o da "Fundación de la República Insular de las Islas Salvajes" que começa por referir que "yo, Don Felix Lamarca, ante la indiferencia de los Gobiernos de España y Portugal, fundo la REPÚBLICA INSULAR DE LAS ISLAS SALVAJES y me autoproclamo presidente provisional de esta república cuyo territorio corresponde al Archipiélago de las Islas Salvajes situado al norte de las islas Canarias y al sur de Madeira. Lo hago con el objetivo de dotar a este territorio del progreso y la posición que se merece y de los que ha sido privado por la inoperancia de sus anteriores gestores". Os quatro comentários publicados devem ter desanimado o mentor do blogue

Espanha: outra vez a polémica com as Selvagens?

Li um texto de 27 de Julho publicado no ABC. Intitulado "Las Islas Salvajes, ¿españolas o portuguesas?" o texto refere que "este recóndito lugar del océano ha protagonizado uno de los conflictos «fronterizos» menos conocido y a la vez más espinoso de la historia de España. En nuestro habitual repaso a las historias más jugosas de la blogosfera, hoy llegamos hasta la bitácora "Fronteras", en la que podemos leer un interesante artículo con abundante y completa información sobre las islas Salvajes, un pequeño archipiélago del océano Atlántico que enfrenta desde hace siglos a España y Portugal. Hablamos de un conjunto de tres islas y doce islotes situado entre Madeira y las Canarias con una extensión de 2,73 kilómetros cuadrados. Más allá de su valor natural, -posee hasta 50 especies propias de fauna y flora- que justifican su declaración como reserva de la biosfera, este recóndito lugar del océano ha protagonizado uno de los conflictos "fronterizos" menos conocidos, y a la vez más espinosos en la historia de España con otro país, por encima de "perejiles" y otras hierbas. Aunque ya aparecían en algunos mapas del siglo XIV, el primero en bautizarlas con este nombre fue el navegante portugués Diogo Gomes en el siglo siguiente. Desde entonces y durante mucho tiempo después, fueron visitadas intermitentemente por portugueses y españoles, que las consideraban como suyas, a pesar de no asentarse de forma definitiva debido a su aislamiento e inhabitabilidad. Tras varios intentos infructuosos por ambas partes para tratar de legitimizar el territorio, en 1939 y aprovechando la triste y delicada situación que atravesaba nuestro país tras la guerra civil, la nación lusa consiguió que un organismo internacional emitiera un dictamen en su favor que España nunca ha llegado a reconocer. Hasta 1971 las islas Salvajes fueron propiedad del banquero portugués Luis Rocha que las vendió por un "módico" precio al estado, que rápidamente las convirtió en reserva natural y empezó a protegerlas militarmente. Pero las dispustas seguían; cuatro años más tarde, en 1975, aprovechando las convulsiones que agitaban Portugal, unos pescadores canarios desembarcaron en la isla más grande y clavaron una bandera española. Posteriormente, diplomáticos portugueses han protestado por la violación de su espacio aéreo por parte de la Fuerza Aérea Española. Fue en 1997, cuando a regañadientes y como resultado de las negociaciones para su integración total en la estructura de la OTAN, el gobierno de nuestro país reconoció los derechos "en superficie" del país vecino sobre el archipiélago. Precisamente el verdadero problema que esconden estas islas no es la tierra, que como hemos dicho, es prácticamente inhabitable, sino todo el agua que la rodea, miles de kilómetros cuadrados de mar y su posible explotación en forma de caladeros, plataformas petrolíferas, etc. La legislación marítima internacional dice que un país soberano de cualquier trozo de tierra que sobresalga del mar, posee también la soberanía de las doce millas de agua que lo rodean. Si el peñasco en cuestión está habitado, además le corresponden otras 188 millas, hasta completar las 200 millas de lo que se conoce como Zona Económica Exclusiva (ZEE). Pero, ¿están las islas Salvajes realmente habitadas? Según el país luso, sí; porque mantiene un retén de vigilantes en la zona que suele sustituirse cada tres semanas y además argumenta que no puede vivir más gente en la zona por tratarse de una reserva natural. Para España, por el contrario, no existe habitabilidad pues la presencia humana es muy reciente y poco constante. De forma adicional, otros documentos históricos también prueban la soberanía y explotación económica española. Estas diferencias en la interpretación de la ley cambian por completo las fronteras ZEE de las Canarias y Madeira en más de 150 kilómetros". Um trabalho que remete para este texto intitulado "Las Islas Salvajes, la disputa más larga", da autoria de Diego González.

Espanha: cortes orçamentais de Madrid "lixam" várias obras nas Comunidades Autónomas

Diz o ABC que "el ministro de Fomento, José Blanco, ha detallado esta mañana en el Congreso el listado con las rescisiones de los contratos de obra pública para afrontar el recorte en inversión de 6.400 millones de euros durante los dos próximos años. Una de cada cinco obras en marcha se verá afectada por el «tijeretazo», ya que se le rescindirá o «reprogramará» el contrato. Castilla y León y Cataluña son, por el número de obras rescindidas, las comunidades autónomas más afectadas por el tijeretazo presupuestario del ministerio de José Blanco. En el caso de la primera, se paralizan los proyectos de la variante de Aranda de Duero de la autovía A-11, la circunvalación de Burgos y dos tramos de la A-73, mientras que en la comunidad catalana se rescinden tramos de las autovías A-2, A-14 y A-27 y un enlace de la autopista AP-7. Cantabria y Aragón, por otro lado, son porcentualmente las más castigadas, con una suspensión del 22% y el 12% de sus contratos de obra nueva, respectivamente. En la comunidad cántabra se rescindirán tramos de las autovías A-11 y A-73. En cuanto la polémica construcción del AVE Palencia-Santander, una de las reclamaciones del presidente cántabro Miguel Ángel Revilla, se tratará de trasladar al Plan Extraordinario de Infraestructuras los tramos que atraviesan Amusco, Marcilla de Campos y Villaprovedo. Las obras de infraestructura en marcha en las que se rescinde el contrato son las siguientes, comunidad a comunidad: Canarias. No se rescinde ninguna obra; Islas Baleares. No se rescinde contrato alguno, de los 22 de obra nueva (as demais comunidades pode ler na notícia original). Leia aqui a notícia da Presidência do Governo espanhol.

Espanha: El Consejo de Política Fiscal aprueba los objetivos de estabilidad presupuestaria de cada autonomía para el periodo 2011-2013

"El Consejo de Política Fiscal y Financiera (CPFF) ha informado favorablemente, en la reunión celebrada hoy, la propuesta del Ministerio de Economía y Hacienda sobre el objetivo de estabilidad presupuestaria para cada una de las comunidades autónomas durante el periodo 2011-2013.
• Podrán incurrir en un déficit del 1,3% en 2011 y 2012; y del 1,1% en 2013, siempre que presenten o actualicen sus planes económico-financieros de reequilibrio.
En función de la misma, y sin considerar el efecto de las previsiones de liquidación del sistema de financiación a favor del Estado, cada comunidad autónoma podrá incurrir en un déficit equivalente al 1,3% de su PIB regional durante 2011 y 2012; y al 1,1% en 2013, en coherencia con el objetivo establecido para el conjunto de las comunidades autónomas en el acuerdo de Consejo de Ministros del pasado 16 de junio. Si a dicha senda de consolidación se le incorporara el efecto de la liquidación del sistema de financiación autonómica el déficit máximo en 2011 pasaría a ser del 3,3% del PIB. Estos objetivos de estabilidad presupuestaria están condicionados a que las comunidades autónomas presenten o actualicen sus preceptivos planes económico financieros de reequilibrio, y a que las medidas incluidas en éstos sean declaradas idóneas por el Consejo de Política Fiscal y Financiera. En el caso de que alguna comunidad autónoma no cumpliera este requisito, su objetivo de estabilidad presupuestaria se ajustaría a los límites de déficit estipulados en el artículo 3 de la Ley Orgánica 5/2001, complementaria a la Ley General Presupuestaria: 0,75% del PIB regional en 2011 y equilibrio presupuestario en los ejercicios de 2012 y 2013. Dada la necesidad de garantizar el estricto cumplimiento de la senda de consolidación fiscal hasta 2013, en el marco del Procedimiento de Déficit Excesivo y del Programa de Estabilidad y Crecimiento, los importes máximos contemplados en la propuesta aprobada hoy no podrán verse superados por el déficit excepcional derivado de los programas de inversiones productivas, lo que se tendrá en cuenta a la hora de autorizar dichos programas. En su reunión de hoy, el Ministerio de Economía y Hacienda también ha informado al Consejo de Política Fiscal y Financiera sobre el límite máximo de gasto no financiero del Estado para el ejercicio de 2011, que fue aprobado por acuerdo de Consejo de Ministros el pasado 16 de junio y ratificado por el Parlamento el pasado 21 de julio. Dicho acuerdo establece un límite máximo de gasto no financiero del Estado en términos homogéneos de 122.256 millones de euros, lo que supone una disminución del 7,7% respecto al año 2010" (fonte: Palacio de La Moncloa, Presidência do Conselho de Ministros)

Espanha: Madrid impõe novas regras financeiras às Comunidades Autónomas

Escrevem os jornalistas do ABC, A. Fernandez e M. Veloso que “todas la comunidades autónomas tendrá que apretarse el cinturón para mantener su techo de déficit en el 1,3% del PIB para 2011, según ha estipulado el Ministerio de Economía. Un recorte importante si se tiene en cuenta que, para 2010, el límite fijado por el Gobierno se establecía en el 2,5%. El Consejo de Política Fiscal y Financiera (CPFF) acordó ayer que este objetivo de estabilidad presupuestaria está condicionado a que las comunidades autónomas presenten o actualicen sus planes económicos financieros y a que las medidas incluidas en éstos sean declaradas idóneas por el CPFF. La ministra de Economía, Elena Salgado, se mostró satisfecha con el resultado de la reunión. Sin embargo, no todos los consejeros de hacienda regionales compartieron el entusiasmo de la vicepresidenta segunda del Gobierno. En declaraciones posteriores a la reunión, los titulares de la Comunidad de Madrid, Antonio Beteta, y de la Comunidad Valenciana, Gerardo Camps Devesa, lamentaron la falta de soluciones por parte del equipo económico del Gobierno. Una petición en la que coincidieron todos los dirigentes regionales. En palabras de Beteta, «el Gobierno ha hecho un ejercicio de fariseismo al no poner encima de la mesa ninguna medida concreta para reducir el déficit». Más aún si se tiene en cuenta que el coste de «las exigencias de la Comisión Europea el recorte de 20.000 millones de déficit recae sobre las cuentas autonómicas». Una crítica a la que Elena Salgado respondió con una referencia al decreto ley que firmó el Ejecutivo en el mes de mayo y que contenía medidas de ajuste (como el recorte de los salarios a empleados públicos, la reducción en el coste de los medicamentos y en el gasto en dependencia) que incumbía directamente a los gobiernos autonómicos por lo que pidió coherencia, sobre todo, a las comunidades gobernadas por el PP. La ministra Salgado aprovechó además la oportunidad para anunciar la celebración de un seminario en el mes de noviembre donde los representantes regionales podrán analizar junto al Gobierno en qué medida afectan los cambios que se introduzcan en el Consejo Europeo que se prevé en el mes de octubre, y que podría alterar la forma de presentar los presupuestos en todas las administraciones públicas. Sobre la referencia que se toma a la hora de determinar el techo de déficit de las comunidades (el PIB regional), la titular de hacienda andaluza, Carmen Martínez Aguayo, pretendía entablar un debate, ya que considera que no se ajusta a las necesidades de cada territorio. En este sentido, el Gobierno no descarta que que se pueda modular el déficit, por ejemplo, de acuerdo al grado de endeudamiento,pero no para el próximo ejercicio. La ministra de Economía hizo hincapié en el compromiso de todas las regiones por «arrimar el hombro» para salir de la complicada situación que vive España y recordó que el objetivo de estabilidad común «es siempre importante y este año lo es todavía mucho más».
Subasta con éxito
Y mientras se cerraba ese acuerdo para el techo de gasto de las comunidades autónomas, el gabinete económico recibía las buenas noticias que para España llegaban desde los mercadados de deuda. El Tesoro público consiguió colocar ayer 3.428 millones de euros en letras a tres y 6 meses, rozando el máximo previsto por el emisor, que se había fijado en 4.000 millones. A pesar de no alcanzar ese objetivo, lo satisfactorio fue la rebaja en el rendimiento ofrecido a los inversores. Los títulos que vencen a los tres meses se adjudicaron a un tipo de interés marginal del 0,69%, frente al 0,95% ofrecido en la anterior subasta de este tipo de letras; en los que vencen al medio año, fue del 1,17%, mientras que en la anterior emisión había sido de 1,65%. Con esta subasta, la última de julio, el Estado cierra un mes en el que se jugaba mucho en este mercado. Aunque las operaciones no empezaron muy bien -las emisiones de la primera quincena mantuvieron el ritmo ascendente de los meses anteriores en los rendimientos ofrecidos-, las dos últimas subastas tuvieron un mejor comportamiento de la demanda y, sobre todo, permitieron colocar los títulos a un menor precio. De esta forma, los rendimientos a pagar no se dispararon. Según fuentes del Ministerio de Economía, esa menor exigencia de los inversores, que ya se venía viviendo en las dos últimas semanas, ha sido corroborada por la publicación de los test de estrés. De hecho, la prima de riesgo cayó ayer a niveles del 20 de mayo. El diferencial entre el bono español a diez años y el alemán, referente en Europa, descendió hasta los 139 puntos básicos, después de alcanzar los 220 durante el mes de junio, cuando las dudas sobre la solvencia española hicieron saltar todas las alarmas".

Espanha: crise afasta espanhóis das autonomias regionais!

Segundo o jornalista M. Calleja do ABC, “la mayoría de los ciudadanos, el 67,6 por ciento, se pronuncian en contra de incrementar el poder de las Comunidades, según el CIS. Hay algo que los ciudadanos no suelen perdonar cuando hay crisis y los cinturones se aprietan más de lo habitual: el despilfarro de las administraciones públicas. La falta de respuestas ante la crisis y la carestía del modelo autonómico, con competencias duplicadas y cargos públicos multiplicados, ha producido un distanciamiento de los españoles hacia el Estado de las Autonomías, algo muy pronunciado entre los votantes del PP pero también visible entre los del PSOE, según se observa en el último barómetro autonómico del Centro de Investigaciones Sociológicas (CIS), que se realizó en el primer trimestre de este año pero que acaba de hacerse público. Ahora que el centro de la tensión política se sitúa de nuevo en la cuestión autonómica, el CIS refleja una evolución ligeramente crítica hacia el funcionamiento del Estado de las Autonomías, respecto a su anterior estudio regional, realizado en 2005. Los votantes del PP muestran, primero, una intensa conciencia nacional, y así el 88,4 por ciento afirma que España es su país o la nación de la que se siente miembro. El electorado del PSOE también expresa esa conciencia, pero se queda en el 75 por ciento. En cambio, solo tres de cada 10 votantes de CiU optan por esas respuestas y prefieren de forma mayoritario hablar de España como «Estado». El 95,3 por ciento de los simpatizantes populares se sienten orgullosos de ser españoles, frente al 89,9 por ciento de los socialistas.
El electorado del PP se muestra bastante crítico y poco satisfecho con algunos rasgos del Estado autonómico y proclive a corregir sus «excesos». Así, ocho de cada 10 votantes del PP (80,5 por ciento) afirman que no quieren «mayor autonomía» de las Comunidades. Entre todos los españoles, el 67,6 por ciento se decanta en contra de incrementar los poderes autonómicos. Tan solo el 16,6 por ciento de los españoles prefieren una «mayor autonomía». Únicamente en Cataluña y País Vasco los ciudadanos piden de forma mayoritaria más autogobierno. En Galicia, sin embargo, los partidarios de una «menor autonomía» doblan a los favorables a una «mayor autonomía». Al examinar si la creación y desarrollo de las Comunidades Autónomas es «más bien positivo», «más bien negativo» o «ni positivo ni negativo», hay más electores del PP (39,2 por ciento) que lo consideran «más bien negativo», frente a los que lo ven «más bien positivo» (36,2 por ciento). En el barómetro autonómico anterior, el de 2005, creían que era «más bien positivo» el 59,3 por ciento de los electores del PP, 23 puntos más que ahora, mientras que respondían «más bien negativo» un 25,2 por ciento de estos votantes, 14 puntos menos que ahora. También en el electorado del PSOE se ha seguido la misma evolución: el 21 por ciento responde ahora que el desarrollo de las Comunidades ha sido «más bien negativo», 10 puntos más que hace cinco años. La mayoría (55,4 por ciento) opta por la visión positiva, aunque hace cinco años era el 76,5 por ciento. Entre las razones que explican estos juicios negativos se citan el incremento del gasto público, el aumento de la burocracia y el «mal funcionamiento» de las Comunidades, algo que se relaciona con la crisis. La opinión crítica respecto al Estado de las Autonomías se ve en otras preguntas. El 62,9 por ciento de los electores del PP están muy o bastante de acuerdo en que las Comunidades han contribuido al desarrollo de los separatismos, 4 puntos más que en 2005. En el PSOE también gana esa posición, con un 44,9 por ciento, 6 puntos más que cinco años antes. En cuanto al funcionamiento del Estado autonómico, el 25,4 por ciento de los votantes del PP dicen que está «bien» o «muy bien», 20 puntos menos que en 2005. Un 26,1 por ciento responde que funciona «mal» o muy mal», 14 puntos más que hace cinco años. En el electorado del PSOE, un 39,3 por ciento dice que funciona «bien» o «muy bien» (en 2005 era el 56,4 por ciento) y un 11,6 por ciento responde que «mal» o «muy mal» (antes era el 5,9 por ciento). El resto se queda en «regular».

Catalunha: eliminar 4 províncias para poupar

Diz o espanhol Publico que "el Parlament de Catalunya ha aprobado este martes con los votos a favor de PSC,ERC e ICV-EUiA, y los votos en contra de CiU, PP y el Grupo Mixto, la nueva estructura territorial de Catalunya que supondrá la división del territorio en siete veguerías que sustituirán a las cuatro provincias actuales. La aplicación completa de la ley no será inmediata ya que es necesario llevar a cabo la modificación de leyes orgánicas, algo que sólo pueden hacer la Cortes. En una primera fase se crearán cuatro veguerías: Barcelona, Tarragona, Lleida y Girona, que reemplazarán a las actuales provincias, y tras las modificaciones necesarias en las Cortes, estas veguerías se subdividirán para crear tres más: Catalunya Central, Terres de l'Ebre y Alt Pirineu i Aran. El conseller de Gobernación y Administraciones Públicas, Jordi Ausàs, ha afirmado que la aprobación de la ley es un "hito histórico" para el autogobierno de Catalunya, y pese que ha considerado necesaria la cooperación con el Estado para aplicarla, ha manifestado que representa "un acto de soberanía y la confrontación del modelo territorial del catalanismo político con el modelo centralizador de las provincias". Montilla ya apuntó en el momento de dar el visto bueno a la norma que el proyecto es "una reivindicación histórica del catalanismo" y "un gran paso en el desarrollo del Estatut". Este proyecto haya tenido un tortuoso camino de elaboración y maduración en el seno del tripartito".

Espanha: "ABC" converte-se em semi-gratuito

Li no El Mundo que "Vocento parece dispuesto a cualquier cosa para aparentar que se recorta la diferencia entre 'ABC' y EL MUNDO. Incluso a convertir su diario generalista en un semigratuito con tendencia a convertirse en gratuito. Por un lado, la venta en quiosco representa cada vez un porcentaje menor en su difusión total. Según los datos del último informe de OJD, la venta al número representa para 'ABC' apenas la mitad de su difusión: el 50,7%. Pero la obsesión de Vocento por inflar los datos de su principal cabecera ha llevado al grupo al extremo de que cada vez un porcentaje mayor de sus ejemplares se entregan gratuitamente junto a una cabecera regional. Especialmente los domingos. En junio, casi la mitad (43,7%) de sus ejemplares entregados en quiosco y más de la mitad de los entregados a domicilio (63%) acompañaron a otra cabecera principal sin incremento de precio. Si descontamos los ejemplares regalados según el criterio anterior y la venta en bloque, apenas un 47% de los ejemplares de ABC difundidos los domingos de junio fueron adquiridos por compradores que tomaron la decisión de hacerlo. Si extendemos este cálculo al mes completo, sólo uno de cada dos ejemplares entregados fueron efectivamente comprados de forma individual e intencionada. En cifras, 138.556 de los 316.790 ejemplares vendidos cada domingo fueron entregados gratis junto a otra cabecera. Una cifra desorbitada y sin comparación con el resto de diarios. Según los datos de OJD, 'ABC' habría regalado más de medio millón de periódicos (554.224) sólo en junio. Es decir, 18.474 de media diaria. En el total de todo junio, 'ABC' regaló un millón y medio de periódicos. Pero la estrategia de Vocento para engordar los datos de su principal cabecera tiene visos de seguir en aumento. Según filtraciones a publicaciones del sector, este grupo tiene previsto incrementar esta tendencia en otoño. Esas informaciones sugieren que regalará otros dos millones y medio de periódicos al mes, lo que supondría entregar 33.000 copias diarias junto a cabeceras regionales para dar la falsa impresión de que se acerca a EL MUNDO".

Espanha: Madrid "aperta" o cerco às Comunidades Autónomas

Segundo o El Mundo, "el Gobierno ha rechazado la posibilidad de dar más tiempo a las comunidades autónomas para que devuelvan al Gobierno los anticipos a cuenta que recibieron en 2008 y 2009, tal y como pidieron algunas regiones durante la celebración del último Consejo de Política Fiscal y Financiera (CPFF). Las comunidades adeudan un total de 5.700 millones de los anticipos recibidos en el año 2008 y casi 20.000 del año 2009, cantidades que tendrán que devolver en un periodo de cinco años, tras el acuerdo de uno de los CPFF del año pasado. La vicepresidenta segunda y ministra de Economía y Hacienda, Elena Salgado, admitió que, durante el turno de ruegos y preguntas de la reunión algunas comunidades solicitaron al Gobierno que este tiempo se ampliara a diez años, petición que el Gobierno rechazó porque, a su parecer, "no hay razones para cambiar la Ley vigente". En este sentido, la vicepresidenta económica recordó que la propuesta del año pasado, que ampliaba de cuatro a cinco años el periodo para hacer frente a los pagos, fue firmada y aprobada por todas las comunidades, que ya eran "perfectamente conscientes" de las dificultades presupuestarias. Además, recordó que el periodo de cinco años ya está contemplado en el objetivo de estabilidad presupuestaria que ha planteado el Gobierno, por lo que no hay razones para cambiar la Ley por una petición que no ha sido general, sino que ha sido planteada por tres o cuatro comunidades.
Reducción del deficit
Por otra parte, las comunidades autónomas han apoyado unánimemente en el Consejo, con la única abstención de Ceuta, la reducción del déficit hasta 1,3% el próximo año, aunque han pedido al Gobierno que ponga en marcha medidas que garanticen el cumplimiento de este objetivo de estabilidad presupuestaria. A la salida de la reunión, las comunidades del PSOE han reconocido la necesidad de realizar este esfuerzo adicional y han valorado el impacto que tendrá el acuerdo alcanzado para que la economía española transmita confianza en los mercados internacionales. Sin embargo, los consejeros de las comunidades 'populares', aunque han apoyado la medida, han criticado la falta de concreción del Gobierno y han censurado que el Ejecutivo no haya aprovechado el encuentro para trasladarles las entregas a cuenta del próximo año, con las que ya podrán elaborar sus presupuestos. Salgado se ha comprometido a hacerles llegar estos datos antes del próximo jueves a las tres de la tarde
".

Publicidade: "Modelo-Continente" lidera em Junho

Os dados da MediaMonitor mostram que o Modelo Continente foi em Junho quem mais investiu em publicidade nos meios tradicionais. Em Junho de 2010, os anunciantes portugueses colocaram cerca de 2,8 milhões de inserções publicitárias nos cinco principais meios above the line (televisão, rádio, imprensa, cinema e outdoor). Este valor representou uma subida mensal de 6.8% mas uma descida homóloga de 13.9%. É de salientar que o período de recolha da informação relativa a Junho de 2010 não está ainda concluído para todos os meios (ver nota da situação verificada em Junho). O Modelo Continente sobe à liderança da tabela dos maiores investidores em publicidade, algo que já não ocorria desde Fevereiro. Em Junho foi responsável por um share of voice de 4.5% face ao total do mercado publicitário e de 11.4% relativamente ao total dos 20 maiores anunciantes do mês. A Unilever mantém-se em segundo, com um share of voice de 3.8% face ao total do mercado publicitário e de9.7% face ao total dos 20 mais. A Procter & Gamble sobe para terceiro, responsável por 2.9% do investimento publicitário total e por 7.5% do colocado pelos 20 maiores anunciantes de Junho.

No seu conjunto, os 20 maiores anunciantes colocaram 39.0% do valor publicitário registado em Junho de 2010, em preços de tabela. Entre os 20 maiores investidores publicitários, encontramos 7 empresas da área do grande consumo, 5 das telecomunicações, 2 bancos, 2 do sector automóvel, 2 das bebidas e 2 de outros sectores. Os maiores investidores privilegiaram, mais do que a média, a televisão - para onde canalizaram 89.0% dos seus budgets. À imprensa atribuíram 4.3%, para o outdoor dirigiram 3.7%, à rádio 2.2% e ao cinema 0.8%. De Janeiro a Junho de 2010, a maior fatia do investido a preços de tabela foi dirigida à televisão, com 74.5%. A imprensa captou 15.1% dos montantes totais, cabendo 10.5% aos restantes meios analisados pela MediaMonitor.Esta análise foi realizada com recurso ao software MMW/Admonitor da MediaMonitor, para o período compreendido entre 1 e 30 de Junho de 2010 (fonte: Marktest.com, Julho de 2010)

O “Estado da Nação” chumba no exame dos portugueses

Segundo o novo índice criado pela Fundação Vox Populi, os portugueses chumbaram o Estado da Nação. A Fundação Vox Populi apresentou há dias o Índice Vox Populi que mede a forma como os portugueses avaliam o estado da nação. Uma outra forma de ler os números relativos a essa avaliação consiste em calcular a nota média, numa escala de 0 a 20 valores, que os inquiridos atribuem aos vários indicadores que constituem o índice. Poderemos, desta maneira, e depois de calcular a média final, ficar a saber se essa avaliação final será positiva ou negativa, e concluir se o estado do país "passa" ou "reprova" no exame dos seus cidadãos. No exercício que fizemos, foi como se pedíssemos aos portugueses que atribuíssem uma nota de 0 a 20 valores a cada um dos 14 itens considerados. É como se estivessem a atribuir classificações a diferentes disciplinas de um mesmo programa curricular. Deste grande júri de portugueses, nós eliminámos aqueles elementos que se não se pronunciam (trata-se do "não sabe/não responde" dos inquéritos), e eliminámos também aqueles que se refugiam na nota 10, pois sabemos nós, por experiência, que o facto de atribuir essa nota, revela menos interesse em classificar, ou é uma forma dos entrevistados "esconderem" a verdadeira opinião. Ao valor médio final obtido por cada item, chamámos nós a "nota expressiva", por ter sido atribuída por aqueles que de forma mais crítica (positiva ou negativa) exprimiram a sua opinião. Por outro lado, e para dar maior consistência aos resultados, nós incluímos na análise o conjunto das duas vagas (primeiro e segundo trimestre). Trata-se, pois de um resultado médio do primeiro semestre de 2010, com a vantagem de se basear numa amostra alargada e, por causa disso, geradora de uma menor margem de erro amostral. Os resultados finais obtidos foram estes:

Feitas as contas, os resultados são reveladores: nas 14 disciplinas que constituem o "currículo" do estado da nação, os portugueses só atribuem nota positiva a 3 que são: "A imagem de Portugal no Mundo" , "O desempenho dos jornalistas" e a "Qualidade de vida". Ficando" O ambiente", com 9,4 valores, muito próximo da nota positiva. Não deixam de ser curiosos estes dados: os portugueses acham que a imagem do país lá fora é boa, que não estão mal de qualidade de vida (por enquanto, acrescentamos nós!), e acham que os jornalistas (e a comunicação social) têm um bom desempenho, que é quase o mesmo que dizer que consideram que os mensageiros não são os culpados das más notícias. Algumas "disciplinas" recebem notas extremamente negativas a denunciar que o desempenho do aluno (Portugal), nestas matérias, é particularmente fraco. São os casos da "Justiça" e da "Corrupção". "A conflitualidade no mundo" - quase lhe chamaríamos disciplina extracurricular, dado que é um assunto externo mas que afecta o nosso ânimo - recebe também uma nota muito má. Finalmente, a nota da "Economia nacional", que surge em penúltimo lugar com 3,1 valores, reflecte a crise que enfrentamos . Calculada a média final, usando factores de ponderação relacionados com a preocupação atribuída a cada item, Portugal recebe dos seus habitantes uma miserável média final de 7,2 valores. Que não lhe dá acesso ao ensino superior, e que nos vai obrigar a repetir alguma cadeiras e a ter de trabalhar muito e bem para subir a nota (fonte: Marktest.com, Julho de 2010)

3 milhões de portugueses no Facebook

Facebook a partir dos seus lares. O estudo sobre redes sociais que a Marktest está a apresentar com base no Netpanel mostra que, nos primeiros seis meses de 2010, o Facebook liderou em todos os principais indicadores quando analisados os sites sociais. Foram 3025 mil os residentes no Continente com 4 e mais anos que acederam a partir dos seus lares ao site do Facebook, um número que representa 73.5% dos internautas nacionais e 87.7% daqueles que navegaram em suas casas neste período. Mas nem sempre foi o Facebook o líder entre os sites sociais. A preferência dos portugueses por este site veio a tomar fôlego em Outubro de 2009, quando o site liderou em tempo dedicado, ultrapassando o Hi5, que liderava até aí. Mas esta primazia apenas se consolidou em Janeiro de 2010, quando passou também a liderar em número de utilizadores únicos e em páginas visitadas. Entre Junho de 2009 e Junho de 2010, o Facebook quase quadruplicou o número de utilizadores únicos e aumentou mais de vinte vezes o número de páginas visitadas e o tempo de acesso. O Hi5, pelo seu lado, assistiu a uma quebra nestes três indicadores, baixando 28.5% no número de utilizadores únicos, 63.8% nas páginas visitadas e 62.1% no tempo de acesso entre aqueles dois momentos.
Considerando os dados globais do primeiro semestre do ano, o Facebook foi responsável por 68.8% das páginas visitadas em redes sociais e por 76.8% do tempo que lhes foi dedicado no período. Os seus 3025 mil visitantes visualizaram 3,3 mil milhões de páginas e dedicaram-lhe 36,6 milhões de horas, uma média de mais de 12 horas por utilizador. O Hi5 ocupou a segunda posição, com 2 233 mil utilizadores únicos, que visitaram 972 milhões de páginas por 6,5 milhões de horas. O Flickr ocupou a terceira posição em utilizadores únicos, com 1 055 mil, mas foi o Tagged que ocupou esse lugar em páginas visitadas (123 milhões) e tempo despendido (864 mil horas). (fonte: Marktest.com, Julho de 2010)

Alberto JoãoJardim: "O problema dos Portugueses é o poder conjuntural dos situacionistas do sistema político"

"Toda a gente me ouviu sempre defender a necessidade urgente de uma revisão constitucional. Toda a gente tem a noção do que poderá suceder ao País, do que poderá suceder em casa de cada Família, do que poderá suceder às nossas próprias Liberdades cívicas, se a «classe política» que neste momento temos, prolongar a agonia do sistema político que tristemente suportamos, e não o alterar com certa urgência. Mas também disse sempre, que uma revisão constitucional, sendo uma coisa muito séria e de extrema necessidade responsável, não podia andar a ser esgrimida à luz de mero episódio de confronto partidário. Apelei sempre para o bom-senso de não fazer da revisão constitucional uma bandeira partidária, antes se procurando, com a maior discrição, formar as maiorias necessárias e os acordos imprescindíveis. E só depois tornando público, para juízo colectivo, aquilo que foi possível acertar no sentido de uma inadiável mudança de fundo, nesta situação gravíssima que Portugal atravessa e donde, a continuar assim, não esperem qualquer saída.
Se a revisão constitucional se torna bandeira partidária, ela não acontecerá. Portugal pagará um preço tal, de que as pessoas ainda não se aperceberam. Mas há quem nada disto entenda, vivendo mais para a pose política do que para a substância, e se espalhando em sugestões de um absurdo estrondoso. Não basta mostrar trabalho de casa, se ninguém o valorizar pela metodologia ensaiada e pelos respectivos conteúdos. O problema dos Portugueses é o poder conjuntural dos situacionistas do sistema político e as suas concepções políticas inadequadas. Fico na dúvida se o situacionismo de facto quer a revisão constitucional, ou se não estamos perante cenários fabricados para que, tragicamente para os Portugueses, ela acabe por não se concretizar.
E como madeirense, autonomista e social-democrata, não admito que visões jacobinas e provincianas se atrevam a pôr em causa a vontade do Parlamento eleito pelo Povo Madeirense, expressa sempre num quadro de Unidade Nacional. Como se fosse possível, na Europa democrática do século XXI, alguns, só por estarem em Lisboa, se atreverem a fazer imposições a outros. Outros, nós, Madeirenses
" (crónica de Alberto João Jardim na rubrica "Palavras Assinadas", esta semana na TVI24)

Quadratura do Círculo: Projecto de revisão institucional do PSD em debate