quinta-feira, outubro 25, 2018

República diz que novo Hospital da Madeira custará 266 milhões de euros


Li no relatório do OE-2019 que a obra de construção do novo Hospital da Madeira ascende a 266 milhões de euros (o novo hospital de Lisboa será construído com recurso a uma parceria público-privada lançada pela geringonça em 2017, apesar da pretensa "aversão" - para consumo eleitoralista - da esquerda do PS relativamente a estas soluções...). Registo a frase "o Estado deverá assegurar um apoio financeiro para essa construção de 50% do respectivo valor, incluindo a assessoria à fiscalização da empreitada e o equipamento médico e hospitalar..."

Transferências do OE: verbas da segurança social é que distanciam Madeira e Açores

No relatório do OE-2019 constata-se que são sobretudo as transferências da segurança social que afastam a Madeira dos Açores em termos das transferências directas do Estado em 2019. Segundo este quadro, a Madeira receberá 323,7 milhões de euros (60,3 milhões de euros da segurança social) contra 402,6 milhões de euros para os Açores, dos quais 104,9 milhões da segurança social. A diferença entre as duas Regiões, em termos de transferências ao abrigo da lei de finanças regionais é de cerca de 38 milhões de euros, não me parecendo francamente que seja motivo de conflitualidade.

Défice orçamental das RA´s em 2018 será de 93 milhões de euros

O relatório do OE-2019 estima que as administrações regionais (Madeira e Açores) terão um défice orçamental de 93 milhões de euros em 2018, apesar de tudo menos 92 milhões de euros face a 2017. Em 2019 as estimativas apontam para um défice orçamental das administrações regionais de 66 milhões de euros.

República reserva 70 milhões para subsídio de mobilidade

A República anuncia que reserva para 2019 um total de 70 milhões de euros para subsídio de mobilidade (Madeira e Açores)

Cultura: a República "lembrou-se" da Madeira?

Cultura: taxa reduzida de IVA diferente nas Regiões

Não sabia que o IVA (taxa reduzida) nas entradas de espectáculos de canto, dança, música, teatro e circo ser diferente nos Açores e na Madeira... Qual o motivo para esta diferenciação?

quarta-feira, outubro 24, 2018

Autonomia: (re) construir pontes é essencial


Participando há dias num programa de opinião política na Antena-1 da Madeira, afirmei - e mantenho - que uma das principais carências que se têm notado nos últimos anos tem a ver com a falta de "pontes" entre a RAM e a República, "pontes" passíveis de se antecipar às decisões, evitando que a Madeira vá a reboque do que já está decidido, em princípio.

Continuo a pensar que apesar dos avanços autonómicos, continuam a ser muitas as matérias que directa ou indirectamente, passam pela República, dependendo sempre dos bons ou maus bofes dos ministros das finanças e da capacidade de solidariedade dos primeiros-ministros, incapazes, regra geral, de se colocarem acima de questiúnculas partidárias e de decidirem em conformidade com as suas responsabilidades institucionais.
A ausência dessas pontes e de diálogo, sempre úteis, sobretudo nos bastidores da política e da governação, acaba por gerar conflitualidades desnecessárias, choques institucionais, desavenças políticas, etc
Durante anos, Guilherme Silva - que se movimentou sempre muito bem nos corredores do poder em Lisboa - assumiu esse papel em relação a João Jardim, tendo sido capaz de resolver,com maior ou menor dificuldade e eficácia, muitos problemas que poderiam penalizar a Madeira e antecipando-se se inclusivamente a muitas decisões que apontavam numa direcção mas acabaram por divergir para outra. Um dia se Guilherme Silva escrever as suas memórias de tudo o que se passou nos bastidores da política nacional "versus" Madeira, acho que seriam extraordinariamente interessadas para percebermos o outro lado da política regional, o outro lado dos calafrios da autonomia madeirense, e muito do que se passou nas relações entre o Estado e a Região, independentemente da natureza partidária dos governos.

terça-feira, outubro 23, 2018

ERSE: Pereira chumbado!

Previsível. Uma coisa que lançou a desconfiança entre os partidos na Assembleia da República prende-se com a possibilidade desta indigitação ter sido uma solução laboratorial, engendrada no eixo Funchal-Lisboa e relacionada com as regionais  de 2019 e com a necessidade, de Cafofo e Emanuel Câmara, em manterem Pereira à distância. Dificilmente o derrotado (nas directas) líder do PS madeirense será candidato à Assembleia da República e duvido mesmo que seja convidado para a Assembleia Regional depois da polémica que envolveu as duas parta na disputa interna socialista. Este episódio da ERSE parece um tijolo oportunamente colocado num buraco que era preciso tapar...

Orçamento dos ministérios: maior verba para Vieira da Silva, maior subida para Ana Paula Vitorino


O Ministério do Mar continua a ser um pequeno gabinete face aos seus congéneres de áreas mais tradicionais, mas o facto de estar alocado a um setor inovador e com futuro (Marcelo Rebelo de Sousa disse-o em plena Assembleia Geral da ONU) terá feito disparar as verbas que Mário Centeno aceitou conferir-lhe. Os ministérios mais ‘gordos’ continuam a ser o do Trabalho e Segurança Social e o da Saúde, em relação aos quais o ministro das Finanças não demonstrou preferências: o crescimento das verbas é praticamente igual. Pior sorte teve a Educação, com o crescimento anémico (infografia de Mário Malhão, Jornal Económico)

Hospital da Madeira: irreversibilidade de uma obra fundamental

O Governo Regional da Madeira anunciou que vai proceder esta semana à abertura do concurso internacional para a construção do novo Hospital da Madeira. Independentemente das divergências, que subsistem, essencialmente de natureza financeira, como não podia deixar de ser, entre a Região e a República, seria altamente desaconselhável, e mesmo perigoso em termos políticos e orçamentais, atrasar mais um processo que já não pode conhecer mais recuos.
Eu explico.
O Hospital a Madeira transformou-se numa arena partidária onde todos reclamam medidas, onde todos reivindicam méritos e onde todos parecem concentrar o seu discurso. Durante anos foi o JM, o Ferry, o heli de combate a incêndios e não sei que mais.
Resolvidas, total ou parcialmente, essas questões - e mesmo que se saiba que tudo o que se transforma numa arena partidária acaba penalizado num qualquer debate bipolarizado, entre poder e oposição, neste caso, mais agravado ainda devido aos constrangimentos decorrentes de processos de decisão política da República dependentes do ciclo eleitoral de 2019 (e particularmente por causa das eleições regionais e da expectativa, que acredito sairá gorada, de que isto muda por decreto ou graças a boicotes cirúrgicos, e não apenas por vontade livre e democrática das pessoas) - há que acabar com este regabofe discursivo e manipulador em que todos oferecem "soluções" a pataco ao tema, sem terem contudo soluções concretas que sustentem muitas dessas patéticas "soluções" que dizem ter, quer para o Hospital, quer de uma maneira mais geral para os problemas e dificuldades existentes no sector da saúde regional. Problemas que nunca se resolverão com a insistência em demagogia populista e ou com discursos que denunciam ajustes de contas ou amuos pessoais, muitos com alguns anos de vigência, que devem ser deprimidos e resolvidos nos locais próprios, nunca na política enquanto causa pública e não arena de "porrada" ou "ajustes" pessoais.
Por isso, e para acabar de uma vez por todas com esta onda populista e demagógica - muitas vezes também mentirosa - à volta do tema Hospital da Madeira, o Governo Regional (e o PSD por arrastamento) são os primeiros interessados, presumo eu, em que este processo não recue nem mais um milímetro e que seja,ao invés disso, colocado imediatamente nos carros próprios para que entre em em velocidade de cruzeiro adequada. Não há mais tempo para hesitações.
A obra vai custar entre 350 e 400 milhões de euros, será desenvolvida ao longo de 5 ou 6 anos, segundo julgo saber, o dinheiro não é preciso todo de uma vez, os diálogos entre a Região e a República têm muito a ver com os protagonistas, que mudam quase constantemente, pelo que os bloqueios que hoje existem, ou parecem existir (porque no fundo podem esconder intencionalidades políticas que nada têm a ver com a obra, mas sim com o propósitos deliberados subjacentes a uma cruzada partidária apostada em penalizar a governação regional, e um partido, em 2019, independentemente dos custos que isso possa ter para uma região ou um povo) podem ser superados com o tempo e com novas mudanças (LFM)

domingo, outubro 21, 2018

A ação da SIC Esperança na Madeira após o temporal de 2010

A SIC esperança está a assinalar os 15 anos de vida. Década e meia de trabalho reconhecido por todos na ajuda a quem precisa. Como aconteceu na Madeira, depois da tragédia de 2010, quando o temporal se abateu sobre a ilha e foi preciso reunir o apoio e solidariedade do país, para recuperar centenas de casas atingidas.

TVI mostra como atuam os carteiristas em Lisboa

O crime mais frequente nas ruas de Lisboa é também uma tarefa sem fim para a polícia. Como as penas são mais pesadas se o crime for praticado nos transportes públicos, os carteiristas atacam agora na rua e a taxa de reincidência é elevadíssima. De tal maneira que a polícia chega a deter os mesmos criminosos várias vezes. Os repórteres da TVI testemunharam isto mesmo: uma mulher que tinha chegado a Portugal há apenas uma semana foi detida duas vezes.

Denúncias de assédio entre deputados do Parlamento Europeu

Funcionários do Parlamento Europeu criaram um blogue onde denunciam casos de violência e assédio sexual por parte de colegas e deputados europeus, como explica o correspondente da TVI em Bruxelas, Pedro Moreira.

Venezuela: Médico durante 20 anos, agora trabalha em frutaria

Todas as semanas chegam a Estarreja, no distrito de Aveiro, dezenas de lusodescendentes provenientes da Venezuela. São portugueses de segunda e terceira geração que fogem da escassez de alimentos e medicamentos e também da incerteza política. Gente humilde e com qualificações acima da média que só quer trabalhar, seja no que for

Militares portugueses a caminho do Iraque

Trinta militares madeirenses vão para o Iraque, em novembro, numa missão de instrução e treino. Vão cumprir seis meses de trabalho, a 35 quilómetros de Bagdade.

sábado, outubro 20, 2018

Trabalho: Polarização de salários aumentou em Portugal


Número de trabalhadores com salários médios mais elevados, assim como trabalhadores com salários médios mais baixos aumentou, diminuindo a proporção de trabalhadores com salários médios intermédios, segundo o estudo “Dinâmica empresarial e desigualdade”, publicado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS). As áreas metropolitanas registam uma maior diversificação sectorial e maior presença de grandes empresas, o que se reflecte também na desigualdade e polarização salariais (infografia Mário Malhão, Jornal Económico)

Europa em causa: contra o federalismo centralista e colonial de Bruxelas!


Portugal é um dos países da UE com maior taxa de abstenção em eleições

Portugal é um dos países da União Europeia com maior nível de abstenção nos atos eleitorais. O problema agravou-se nos últimos e já não afeta apenas os mais jovens. A conclusão é de um estudo que mostra, assim, um distanciamento cada vez maior entre políticos e cidadãos

Transportes: Queda no tráfego rodoviário de mercadorias é a única no setor


Setor dos transportes cresceu no primeiro semestre de 2018 em comparação com o período homólogo. A excepção foram os transportes rodoviários de mercadorias, com uma quebra de -4,1%. No movimento de mercadorias nos portos nacionais registou-se uma subida de 2,3% (por Mário Malhão, Jornal Económico)

Jornal Económico: dois anos de crescimento


O Jornal Económico nasceu a 16 de setembro de 2016. Desde então, transformou-se numa marca de informação multiplataforma, presente nos suportes papel, online e multimédia. Sempre com o objetivo de melhor servir os seus leitores. Conheça as principais etapas do percurso do JE, que é hoje o jornal de economia e finanças com mais audiência em Portugal. Obrigado pela sua confiança e preferência! (por Mário Malhão,Jornal Económico)

Redes sociais mais móveis

O estudo Os Portugueses e as Redes Sociais evidencia como as redes sociais são cada vez mais acedidas através do smartphone. De acordo com os dados do estudo Os Portugueses e as Redes Sociais, da Marktest Consulting, a maioria dos utilizadores acede às redes sociais através do smartphone. Na edição de 2014 deste estudo, o smartphone e o computador portátil obtinham valores muito próximos, tendo a edição do ano seguinte mostrado a predominância do telemóvel sobre o computador portátil, o que se mantém até ao momento. Os valores deste ano mostram que 85.4% dos utilizadores de redes sociais acedem através do smartphone e 48.4% através do portátil.

Lisboa com maior rating concelhio


A Marktest acabou de publicar os ratings concelhios de 2018, que mantêm o concelho de Lisboa no topo da lista. Disponíveis na aplicação web Municípios Online, os ratings concelhios são métricas criadas pela Marktest desde 2014 que pretendem dar ferramentas às entidades locais ou às empresas com dispersão regional para observar de forma rápida e intuitiva os principais pontos fortes e fracos de cada concelho. Uma análise do rating concelhio global de 2018 permite verificar que o concelho de Lisboa lidera a tabela. Numa escala de 1 a 20, o concelho obteve 14.2. É seguido pelo concelho de Aveiro. Albufeira e Braga colocam-se ambos na 3ª posição seguinte e Porto encerra a lista dos 5 concelhos com melhor classificação quando analisados conjuntamente os seus indicadores de dinamismo demográfico, económico e qualidade de vida. Estes ratings estão disponíveis numa aplicação web, onde são apresentados em vários formatos, nomeadamente num dashboard que assinala com uma determinada cor os indicadores e as componentes deste rating de acordo com as notações obtidas. Pela sua visualização, é fácil e imediata a identificação das forças e fraquezas de cada concelho, dando assim um contributo ao estudo das melhores estratégias a adotar em função dessa avaliação.

Meo e Vodafone em destaque nas operadoras de telecomunicações


De acordo com os dados dos Serviços de Social Media Explorer e de Clipping da MediaMonitor, em setembro de 2018, a operadora Meo foi a que registou maior número de menções nas redes sociais. Os dados dos Serviços de Social Media Explorer e de Clipping da MediaMonitor revelaram que, em Setembro de 2018, a MEO foi a operadora que registou o maior número de menções nas redes sociais e a Vodafone o maior número de referências em notícias. A MEO destacou-se nos social media recolhendo 40.1% das menções relativas a operadoras no Twitter, Facebook, Instagram, Fóruns e Blogs. No mesmo período, a Vodafone evidenciou-se nas notícias publicadas nos diferentes meios, sendo referida em 30.5% do total de notícias com referência a operadoras de telecomunicações. A NOS foi a segunda operadora mais mencionada nos social media (28.6% das mensções), a Vodafone a terceira operadora (com 16.1% do total de menções), seguindo-se a Nowo em quarto lugar (com 15.2%). Relativamente às notícias publicadas pelos media, a MEO ocupa o segundo lugar com 30.3%, a NOS a terceira posição com 23.7% e a Nowo o quarto lugar com 15.5% do total de notícias publicadas.

Desespero da fome leva mães a darem os próprios filhos na Venezuela


Os meses - os anos já - passam e os relatos tornam-se cada vez mais assustadores. Nem os mortos escapam à crise: os cortes de energia constantes impedem as morgues de manter os cadáveres refrigerados e estes chegam mesmo a explodir. Nicólas Maduro até pode negar que haja uma crise na Venezuela, que a realidade fala por si. Há fome, muita fome, cada vez mais fome no país. Os meses passam - os anos já - e as notícias que nos chegam a cada dia que passa ainda mais desoladoras. Há mulheres que querem dar os próprios filhos, por não terem o que lhes dar de comer. É o caso de uma venezuelana grávida de seis meses, não identificada, que já com outros filhos, assumiu à BBC ter já tomado a pior decisão que poderia tomar na vida.  Eu expliquei-lhes que não queria abandoná-los, mas não tenho como sustentá-los. Um dia vou recuperar os meus filhos”.

Taxas do aeroporto de Lisboa “são as mais caras do mundo”? Não é bem assim, diz a ANA


O presidente executivo da TAP salientou que as taxas praticadas no aeroporto de Lisboa são as "mais caras que a TAP paga no mundo inteiro". Em resposta, a ANA explica que não é bem assim. Foi na sexta-feira passada que o presidente executivo da TAP lançou a farpa.“As taxas da Portela são atualmente as mais caras que a TAP paga no mundo inteiro”, disse Antonoaldo Neves. Agora, pouco menos de uma semana depois, a ANA responde: as taxas aeroportuárias praticadas em Lisboa estão, na verdade, “abaixo 9,3% da mediana do grupo com o qual é feito benchmark regular”. 

DBRS melhora perspetivas da Madeira, mas mantém rating em ‘lixo’


A agência de rating DBRS aponta melhorias à situação da Madeira, mas dívida direta e indireta continua elevada. A agência canadiana DBRS manteve esta sexta-feira o ‘rating’ atribuído à Madeira em ‘BB’, o designado ‘lixo’, considerando que, apesar de boas expectativas no futuro, os níveis da dívida direta e indireta são ainda muito elevados.  “A Madeira tem ainda níveis de dívida direta e indireta muito elevados, apesar da expectativa da DBRS de que os indicadores da dívida, provavelmente, continuem a melhorar no médio prazo, embora a um ritmo lento”, refere a DBRS em comunicado.

Estudo revela que Portugal é dos países da UE onde a abstenção mais cresceu. Identificadas as causas, agora pedem-se soluções


A abstenção tem sido frequentemente apontada como um fator negativo nas várias eleições em Portugal. Desde 1975 que a participação tem vindo a diminuir e que o desprendimento em relação à política tem crescido. É, aliás, um dos países da União Europeia em que a percentagem de pessoas a votar é menor. Começou por situar-se acima dos 90%, nas primeiras eleições depois do 25 de Abril, e em 2015 foi apenas de 56,97%. As causas por trás desta acentuada queda foram estudadas por um grupo de cientistas políticos, coordenado pelo investigador João Cancela, inserido no think tank português Portugal Talks. Segundo o relatório que apresenta as conclusões preliminares, o objetivo foi o de “apresentar uma caracterização atualizada e fidedigna das várias dimensões da abstenção em Portugal, assim como um conjunto de possíveis intervenções que possam levar a um aumento dos níveis participação”. Assim, e depois de um estudo aprofundado, os motivos encontrados podem ir da questão geográfica à forma como os políticos abordam o tema da abstenção.

Reportagem TVI: Pedrógão como nunca foi visto


TVI-24: Ajuste Direto (reportagem de Ana Leal)


TVI-24: A Máfia do Pinhal (reportagem de Ana Leal)


Reportagem TV I-24: O Compadrio (2ª parte, por Ana Leal)


Reportagem TV I-24: O Compadrio (1ª parte, por Ana Leal)


Venezuela: Luso-venezuelanos descrevem quadro crítico na saúde


Redes sociais: Cada um destes portugueses tem 535 amigos...

Viagem ao mundo das redes sociais. Jornalismo de dados em dois minutos e 59 segundos. Para explicar o mundo (Expresso)

Sequestros na Venezuela preocupam luso-descendentes

107 pessoas na zona leste de Caracas, na Venezuela. Os enviados da RTP Sérgio Ramos e Pedro Sá Guerra encontraram um luso-descendente que fala da experiência traumática.

Portugueses estão cada vez mais distantes dos partidos


Os portugueses estão cada vez mais alheados e distantes dos partidos políticos e é este grupo com menos vontade de votar, conclui um estudo a ser divulgado esta sexta-feira pelo “think tank” Portugal Talks. Uma das inovações deste estudo passou por análise sistemática de resultados desde meados da década de 1980 até às eleições mais recentes, recorrendo às bases de dados do Eurobarómetro e do programa “Comportamento Eleitoral dos Portugueses”, do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Cruzando dados, os autores, João Cancela e Marta Vicente, concluem que “o fosso de propensão a votar entre a população com idade inferior a 30 anos e os restantes grupos aumentou desde 1985”, lê-se no relatório.

Venezuela: Bairro de Petare, em Caracas

Foram registadas pela RTP na maior favela da América Latina.Vivem no bairro de Petare, em Caracas, mais de um milhão de pessoas. Os enviados da RTP à Venezuela, Sérgio Ramos e Pedro Sá Guerra, estiveram lá.

Governo da República garante estar disponível para negociar o modelo de mobilidade aérea para a Madeira

O Ministro do Planeamento e das Infraestruturas diz que o Estado português está disponível para negociar a questão da mobilidade aérea entre o Continente e a Madeira.  Pedro Marques garante que o Governo da República já propôs a regionalização do subsídio de mobilidade para que a região possa escolher o modelo mais desejado.  O Ministro explicou à RTP todo o processo, à margem da sessão de abertura da 46.ª Assembleia-Geral da Conferência das Regiões Periféricas e Marítimas (RTP-M)

SIC-Notícias: Grande Reportagem - Más Ações (2º episódio)


SIC-Notícias: Grande Reportagem - Más Ações (1º episódio)


SIC-Notícias: Quadratura do Circulo (18 Outubro 2018)


quarta-feira, outubro 17, 2018

SIC-Notícias: Play Off (14 Outubro 2018)


SIC-Notícias: Eixo do Mal (13 Outubro 2018)


SIC-Notícias: Expresso da Meia-Noite (12 Outubro 2018)


SIC-Notícias: Quadratura do Circulo (11 Outubro 2018)


TAP COM NOVAS REFEIÇÕES EM CLASSE ECONÓMICA

Tripulantes de Cabina da TAP apresentaram no Mercado de Campo de Ourique, em Lisboa, as novidades que a Companhia vai oferecer aos seus passageiros, já a partir de 28 de Outubro. São novas refeições de bordo, a pensar nos passageiros que viajam em classe económica, nos voos do médio curso da TAP. Agora, também na classe económica dos voos do médio curso, a TAP quis elevar a experiência proporcionada aos seus passageiros. Em comunicado a companhia avançou: "Trabalhámos com especialistas em nutrição e estruturamos novos menus de classe económica adaptados à hora e duração do voo, com refeições mais completas e saborosas. Nos voos mais curtos, como por exemplo os da Ponte Aérea ou Madrid, ao pequeno almoço serão oferecidos croissants, pasteis de feijão e de grão, queijadas de cenoura, e os emblemáticos pastéis de nata. Já nos voos da tarde serão servidos queijos portugueses e, no verão, gelados. Em voos de média duração, como por exemplo Madeira, Açores, Norte de África ou Espanha, os passageiros vão poder provar ao pequeno almoço combinações de fruta e vegetais, frutos secos, bolachas de cereais, queijos portugueses, grissinos com diferentes pastas, ou sandes e pastelaria portuguesa. E, à tarde, wraps variados acompanhados de queijos. Nos voos de maior duração, por toda a Europa, como Londres, Milão, Viena ou Amsterdão, o pequeno almoço vai contar com uma variedades de sandes, de pão de malte ou multicereais, com queijos variados, fiambre de aves, entre outros, acompanhadas de uma deliciosa pastelaria tradicional. À tarde, serão servidos seis diferentes tipos de wraps, de frango ou atum, feitos com massa de tomate ou de espinafres, com recheio de cogumelos, ovo, beringela ou queijo. "

Falando do novo Hospital da Madeira: notas soltas

  • Eu só queria saber uma coisa, melhor duas: quando terminam as obras de construção do novo Hospital da Madeira, se tudo correr bem e qual o valor da obra que irá a concurso público internacional? Serão os tais 1.800 euros por metro quadrado, sem contar com terraplanagens e acessibilidades e compra de terrenos?
  • Confesso que ainda não percebi - mas agradeço que me esclareçam - se com a entrada em actividade do novo Hospital da Madeira, os Marmeleiros e o dr. Nélio Mendonça encerram de vez? Garantiram-me que sim o que implica que apenas serão realizadas, durante a constrição do novo Hospital da Madeira, obras de manutenção, sem grandes despesas nas infraestruturas.
  • Não sei porquê mas por vezes parece-me que os madeirenses podem ter sido ludibriados pela geringonça nacional nestas esquisitas negociações para a construção do novo Hospital. As notícias agora publicadas, incluem uma estranha avaliação patrimonial dos dois hospitais públicos no Funchal - afinal os Marmeleiros por decisão do Supremo Tribunal é pertença da Regional, cabendo à Misericórdia os terrenos circundantes – ambos destinados a venda, o IVA que conta mas depois não conta, os 30% que o PS e a geringonça local aplaudem mas que há meses era de 50%, etc. Afinal quando vamos conhecer a verdade de tudo isto? Pessoa amiga, que prezo e que sei que conhece este processo, garante-me a pés juntos que "todos mentem"...
  • Com algum humor, e tal o aproveitamento e manipulação político-partidário em torno do dossier do novo Hospital da Madeira, até começo a temer que quando a primeira pá e a primeira picareta entrarem no terreno onde ele será construído, se multiplicarão as conferências de imprensa e os partidos políticos locais (o costume...) ali se concentrarão, com fotógrafos, televisões e microfones a reboque, e se envolvam numa disputa reivindicativa sobre quem viu primeiro a pá ou quem se apercebeu primeiro da picareta...
  •  Deixo um pedido de joelhos e mãozinhas bem esticadas para o céu e os deuses: chamem à nova infraestrutura Hospital da Madeira, Hospital Central do Funchal, o que quiserem, Mas não atribuam nomes de pessoas a este novo Hospital. Acabem com esse primarismo dispensável.
  • Uma dúvida: sabendo-se que a Madeira demorará pelo menos 5 a 6 anos a ter o seu novo Hospital e que o Hospital dos Marmeleiros passa por pequenas intervenções que não disfarçam o seu estado de degradação, não seria bom que a Madeira subscrevesse um protocolo com o novo Hospital Privado da Madeira, que parece ficará concluído no final deste ano, para que algumas insuficiências fossem suprimidas em valências a identificar, valendo este acordo até que esse novo Hospital da Madeira abra as suas portas? Ou será que me ando a meter nalgum lamaçal inconveniente e que é melhor calar-me, apesar de todos perceberem a lógica e a utilidade desse protocolo?

Nunca é demais pedir respostas


Alguém pode esclarecer a opinião pública madeirense se a passagem pela Madeira do furação, depois tempestade violenta, Leslie, foi um acaso ou se tudo vai ter que mudar, e rapidamente, a partir de agora, e no domínio da protecção civil?

Perguntar não ofende

Se o furação Leslie que virou violenta tempestade foi um primeiro aviso para a Madeira e para Portugal, e Continental - que acabou por ser quem mais sofreu com a sua passagem - então há muita coisa nova a fazer no domínio da protecção civil regional. Ou não  há motivos para alarmes?

OE-2019: o embuste da geringonça com as reformas antecipadas


Não se deixem enganar pela geringonça. A proposta de OE-2016 procede à eliminação do corte motivado pela aplicação do factor de sustentabilidade (que está nos 14,5%) nas reformas antecipadas para quem tem longas carreiras contributivas. Ou seja, para quem aos 60 anos tenha, pelo menos, 40 anos de carreira contributiva.Além disso, apenas o corte associado ao factor de sustentabilidade é eliminado. O problema é que se mantém a outra penalização, que é a mais grave e muito superior ao valor agora eliminado. O corte resultante da antecipação em relação à idade normal da reforma (que em 2019 será de 66 anos e cinco meses e tem vindo a subir um mês todos os anos) mantêm-se. Isto significa uma redução de 0,5% por cada mês de antecipação em relação a essa idade normal. Não se deixem enganar pelo discurso da geringonça que não facilita coisa nenhuma (0,5% por cada mês significa 6% por cada ano de antecipação, ou seja, 24% de corte caso essa antecipação seja de 4 anos, 30% se for de 5 anos ou 36% se for uma antecipação de seis anos)

Venezuela: Europa aposta no diálogo....


Venezuela, Nicarágua, um mesmo problema


A carne está apodrecendo por causa de problemas na infraestrutura da Venezuela


Os cortes de energia constantes são alvo de manifestações frequentes. Nem aqueles que morrem escapam da crise. Necrotérios têm dificuldade para manter os corpos refrigerados

terça-feira, outubro 16, 2018

Universidades: prioridades estudantis...

Alguém me explica se, neste momento, para um jovem estudante do ensino superior deslocado para uma Universidade distante da sua zona de residência, por exemplo Lisboa, Porto ou Coimbra, o mais importante é não encontrar habitação decente a preços acessíveis, e quando encontra paga pelo arrendamento preços do outro mundo, ou ter um desconto de 200 euros anuais nas propinas?

Política e as regras essenciais da comunicação política

Uma das técnicas de comunicação política, em situações semelhantes -mas pelos vistos há muita gente que parece que perceber da "poda"... - aponta para a necessidade de controlar danos antes que o caos se instale, o que obriga a que se jogue com todos os trunfos disponíveis e usando todas as armas possíveis e verdadeiras (não há nada pior do que as pessoas perceberem que estão a ser enganadas ou que alguém lhes mente). Li hoje que o Presidente do Governo Regional, a propósito da proposta  de OE-2019, no que à Madeira diz respeito, depois de uma primeira reacção cautelosa e de não comentário, acabou, provavelmente na posse de todos os dados, classificou a situação orçamental hoje conhecida de "vigarice". Parece também que as investidas de Pedro Calado em Lisboa, junto do ministro das finanças, não terão surtido efeito, tal como se esperava.
Os madeirenses olham para tudo isto estupefactos e desesperam para que alguém lhes explique que 2+2=4. Ou seja: embora dependendo de negociações de bastidores que possam acontecer até início da Dezembro, e sabendo que o OE-2019 tem implicações directas na elaboração da proposta de orçamento regional para 2019, mais do que andarem a produzir comunicados a pataco, que o tempo se encarrega de atirar para o lixo escassas horas depois de terem sido divulgados, mais do que declarações avulso que  em vez de ajudarem apenas complicam tudo, uma conferência de imprensa, com um documento clarificador, do qual conste tudo o que deve constar para esclarecimento da opinião pública, é a solução que em termos de comunicação política se recomenda, sobretudo quando parece mais do que evidente - salvo se em Lisboa estiverem a fazer bluff, o que não creio - que dificilmente conseguirão alterar seja o que for.
E essa antecipação é fundamental, até para neutralizar o que acredito possam ser habilidosas jogadas políticas de bastidores, deliberadamente pensadas e postas em execução, destinadas a favorecer, por exemplo, uma hipotética intervenção mediadora de Paulo Cafofo, o alegado candidato socialista nas regionais de 2019 (e que anda numa roda viva, veja-se a imprensa de hoje, para ser falado e visto junto do poder central da geringonça, vestindo ou tentando vestir a roupagem do "salvador" dos impasses e de principal zelador dos interesses insulares junto do "reino" lisboeta. Mas que na realidade nada resolve, ganha sim espaço mediático com o qual sempre jogou, e bem. Se continuarem neste procedimento absurdo dos comunicados a pataco, temo que as coisas se compliquem quando é sabido que o OE-2019, a um ano de eleições legislativas, é o mais eleitoralista dos orçamentos da geringonça, o que coloca sob ameaça eleitoral também PCP e Bloco (eles já perceberam isso) apesar de permanentemente disputarem no espaço mediático, e em desesperados bicos-de-pés, méritos que o PS a seu tempo vai assumir para si. Despachem-se com isso. No xadrez há pequenas jogadas, até com peões, que abrem caminhos a vitórias (LFM)

O contencioso da autonomia nunca desaparecerá!

Li hoje na imprensa local que o deputado socialista regional, Jaime Leandro,terá acusado o PSD alimentar o contencioso autonómico a todo o custo. Segundo ele, para que isso aconteça, o PSD decidiu agendar no parlamento regional  toda uma serie de propostas, a propósito de uma iniciativa que pretende que a sobretaxa do IRS  seja receita da Região. "O PSD quer manter e até aprofundar o contencioso autonómico, a todo o custo", rematou o deputado. O problema de Jaime Leandro é que comete um erro depois do PSD, em tempos de mudança ter cometido outro. Leandro comete um erro porque esquece (será mesmo?) que o contencioso da autonomia vai existir sempre, até que a Terra se pulverize. O PSD regional cometeu um outro erro quando pensou em 2015, pensou mal, que um discurso mais domesticado e uma postura menos agreste e apologista da bipolarização, seriam instrumento suficiente para vergar os principais protagonistas desse contencioso, o poder central, em todas as suas diferentes teias políticas, e todos os seus tentáculos, lá como cá. Aliás, penso que Jaime Leandro, tal como eu, não nos esquecemos do que aconteceu em 2007 com a lei das finanças regionais e com as alterações que deliberadamente nos queriam afogar, e tudo o que aconteceu depois disso, a começar para o PS que nessa altura se colocou ao lado da dupla Sócrates-Teixeira dos Santos. Reconheço que na altura foi a Assembleia da República e Cavaco Silva (tenho que reconhecê-lo) que evitaram males maiores e repuseram a normalidade, anulando o saque. O problema foi depois disso quando a crise de 2008, sobretudo a crise na banca, chegou de mansinho....

TVI 24: o estranho caso do professor "versus" aluna que hoje começou a ser julgado

"Ela diz que eu tinha uma tatuagem na perna e eu não tenho nenhuma tatuagem"


Professor açoreano está a ser acusado por uma aluna de ter abusado dela a troco de dinheiro e de boas classificações. Docente rebate as acusações da aluna, que à data dos factos que são relatados na acusação era menor, mas que agora tem 21 anos, e diz-se inocente. O homem teme que esta situação o prejudique profissionalment.
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"Em troco das relações sexuais ele dava-me boas notas"
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Jovem de 21 anos acusa professor de ter abusado dela, quando ainda era menor e numa altura em que estava fragilizada por causa da toxicodependência e de problemas familiares. O caso começou agora a ser julgado à porta fechada, no Tribunal Criminal do Funchal. O professor acusado do crime contra a liberdade e auto determinação sexual com recurso à prostituição de menores.
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Audio sugere chantagem feita por aluna que acusa professor de abusos sexuais


A TVI teve acesso a um audio de uma alegada chantagem por parte da aluna que diz ter sido vítima de abusos por parte de um professor. Nesse mesmo ficheiro, ouve-se a jovem a pedir a um amigo para mentir em tribunal e que em troca lhe daria dois mil euros.

Venezuela: Mais de uma centena de raptos desde o início do ano em Caracas

A criminalidade parece descontrolada na Venezuela. Só este ano foram raptadas 107 pessoas na zona leste de Caracas. O enviado-especial da RTP a Caracas, Pedro Sá Guerra, encontrou um luso-descendente que já passou por isso.

Venezuela: Favela mais perigosa da América Latina fica em Caracas


A RTP esteve na maior e mais perigosa favela de toda a América Latina. Em Petare, na Capital Venezuelana, vive cerca de um milhão de pessoas. A Reportagem dos enviados-especiais da RTP.

OE-2019 e as transferências directas para as Regiões Autónomas

Sempre pugnei na minha vida pela seriedade, e sempre fui capaz de separar a informação, o jornalismo, a notícia, de políticas ou opções partidárias. Neste caso das transferências do OE-2019 para a Madeira - temos que contabilizar tudo - transferências ao abrigo da lei de finanças regionais e outras transferências directas - a realidade comparativa é a que consta destes dois quadros. Por favor, sejamos sérios.


OE-2019: autarquias da Madeira e Açores com despesas acrescidas?


OE-2019: o novo Hospital da Madeira



Ficamos a saber, face à proposta de OE-23019, que o  Estado português vai, em 2019, prestar garantias no valor de 128,7 milhões de euros para avançar a construção do Hospital Central da Madeira. Segundo o articulado da proposta de Orçamento do Estado para 2019, também está previsto que no próximo ano o Estado português participe no refinanciamento da dívida da Região Autónoma.

Madeira no OR-2019: o mistério (?) do artigo 63º....

Alguém me consegue esclarecer um mistério: o que quer dizer o artigo 63º do OE-2019? Revisão do subsidio de mobilidade? Que perigo.....

A Madeira no OE-2019 ()versão inicial)



OE-2019: curiosidades

- Em 2018 o orçamento de estado atribuiu às freguesias da Madeira um total de 3,8 milhões de euros, contra 6 milhões para as freguesias dos Açores. A proposta de OE para 2019 atribui 4 milhões de euros às freguesias madeirenses e 6,3 milhões às freguesias dos Açores.

- Em 2018 o orçamento de estado atribuiu à Madeira, transferências directas, um total de 249,2 milhões de euros, contra 259,8 milhões de euros para os  Açores. A proposta de OE para 2019 atribui 263,4 milhões de euros à Madeira e 287,8 milhões de euros aos Açores.

- Em 2018 o orçamento de estado atribuiu aos municípios da Madeira um total de 65,1 milhões de euros. A proposta de OE para 2019 atribui 105 milhões de euros aos municípios dos Açores e 69,3 milhões aos da Madeira, dos quais 14,9 milhões de euros para o Funchal.

sábado, outubro 13, 2018

Notas pessoais sobre a estranha e mal contada história do roubo de armas em Tancos

Lembram-se que entre as armas "recuperadas" da roubalheira de Tancos foi encontrada uma caixa (só uma?) de armas que nem fazia parte da lista referente do gamanço? E a "fandanga" continua a falar em prestígio das FAs através de uma cartilha que usa através dos seus comentadores nas TVs que falam mais no interesse nacional e no prestígio da instituição militar mas não na roubalheira que não é caso único, segundo consta? Contem mas é a verdade toda aos portugueses e só depois falem na recuperação do prestígio e da dignidade das FAs. Será que alguém duvida que a ladroagem está bem em posições de topo da estrutura militar porque de certeza que não foram os magalas patas-rapadas a roubar armas e a engendrar este escândalo que já ditou a queda do Ministro e que eu acho que vai continuar a fazer merda...
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Depois da demissão do Ministro da Defesa, graças àquela trapalhada do incompetente do seu antigo chefe de gabinete, não acham que é estranho, muito estranho - e a pergunta aqui fica - que depois do escândalo do gamanço de armas, das guerras entre PJ e PJM, da cena da recuperação das armas, no eixo Tancos-Lisboa-Alentejo-Algarve, digna de um filme sobre as safadezas da máfia, não haja até hoje uma demissão que seja entre a elite da nossa tropa? Curioso. Mas revelador, quando falamos de carácter e dignidade de pessoas....
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Alguém me sabe identificar alguma autoria feita pelo Tribunal de Contas a instituições militares? Gostava de ler. Se não existe gostaria então de saber se o TdC é mantido deliberadamente ao longe, sim ou não, de tudo o que cheire a pólvora militar. Para desvendar estes estranhos negócios - depois de Tancos, foram negociatas com apartamentos pertencentes à falida Acção Social dos Militares - só acredito no Tribunal de Contas que reconheço não tem mãos a medir.
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Irritam-me estes tropas armados em comentadores televisivos falarem na (e da abalada) confiança das Forças Armadas com aquele ar angelical que não engana ninguém. Mas afinal foi alguma doméstica quem roubou as armas?
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O que a gente quer saber, todos queremos saber, é o nome dos gatunos de Tancos,das intenções deles, dos negócios que desenvolvem, dos compradores das armas gamadas, do tempo em que este gamanço de armas portugueses acontece, etc. MRS que deixe as selfies e exija essa verdade como lhe compete.
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Lembram-se do atentado contra Sá Carneiro e Amaro da Costa (seria o alvo)? Na altura falou-se repetidamente em negócios com armas roubadas de paióis portugueses e envolvendo altas patentes dos três ramos das Forças Armadas? Eu lembro-me perfeitamente.
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Quando tudo isto,sobre Tancos aconteceu,os tais "memorandos" entregues mas ignorados, o chefe de gabinete do ex-ministro da Defesa era um militar. Só para registar...
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Sabiam que em 2017 Azeredo Lopes disse que dívida de 50 milhões do Instituto das Forças Armadas era preocupante?

Venezuela: Maduro diz que... deram ordem para matar Maduro


Vamos falar sobre democracia: em Portugal é imperfeita e no resto do mundo está pior

Quase 50% da população mundial vive em regimes que podem ser considerados democráticos mas, no geral, o índice de democracia no mundo está a decrescer, segundo a última análise da revista “The Economist”. Em que lugar está Portugal? Quais são os indicadores que mais prejudicam a nossa posição e quais são os fatores que ameaçam a saúde democrática do mundo? Jornalismo de dados em dois minutos e 59 segundos. Para explicar o mundo (Expresso)

sexta-feira, outubro 12, 2018

Movimento de turistas na Madeira (2010 a Junho de 2018)

Turistas da Alemanha
2010 -  166.793
2011 - 174.716
2012 - 153.780
2013 - 164.590
2014 - 178.206
2015 - 195.183
2016 - 273.031
2017 - 294.564
2018 – 169.859 (Janeiro a Junho de 2018)
Turistas do Reino Unido
2010 -  179.931
2011 - 205.303
2012 - 139.527
2013 - 166.939
2014 - 181.732
2015 - 211.787
2016 - 305.275
2017 - 309.589
2018 – 148.707 (Janeiro a Junho de 2018)
Turistas da França
2010 -  71.368
2011 - 102.317
2012 - 118.320
2013 - 131.857
2014 - 134.834
2015 - 133.942
2016 - 132.340
2017 - 132.313
2018 – 89.421 (Janeiro a Junho de 2018)
Turistas da Escandinávia (Suécia, Finlândia,  Noruega e Dinamarca)
2010 -  75.984
2011 - 58.518
2012 - 63.871
2013 - 69.247
2014 - 75.347
2015 - 257.706
2016 - 97.170
2017 - 112.007
2018 – 66.610 (Janeiro a Junho de 2018)
Turistas nacionais
2010 -  280.146
2011 - 233.978
2012 - 188.554
2013 - 197.676
2014 - 206.197
2015 - 224.236
2016 - 263.492
2017 - 271.443
2018 – 146.696  (Janeiro a Junho de 2018)

Orçamento de Estado-2019: PCP e Bloco numa guerra surda ditada pela necessidade de sobrevivência eleitoral


Tenho-me divertido com esta disputa surda (?) na geringonça nacional - a de cá nem sei se vai existir ou não... – em torno das negociações do Orçamento de Estado para 2019.
O Governo anda a promover reuniões com os parceiros amuados da geringonça que temem ser "engolidos" (por desnecessidade política...) pelo PS no ano eleitoral de 2019, um cenário que considero estar em cima de mesa.
Como precisam de ser falados, como precisam que as pessoas percebam que eles existem, a estratégia é esta: reunião com o governo do PS, obtenção de cedências do governo e toca a passar tudo para a comunicação social - através de SMS antes, agora também, e mais descaradamente, através de declarações no final das reuniões, as medidas que alegadamente PCP e/ou bloco reivindicam.
Ontem foi o máximo desta hipocrisia. O PCP, irritado com o protagonismo do Bloco que se limita a enumerar medidas populistas que deseja ver consagradas no OE-2019, foi mais concreto e revela, depois de uma reunião com o ministro, medidas no quadro dos manuais escolares, da despenalização de reformas antecipadas, do aumento extraordinário de pensões, com descida do IVA na factura da electricidade, e toca o Bloco a vir a terreiro, apressado e incomodado, para chamar a atenção das pessoas para estas notícias - que ele próprio, Bloco, passa para a comunicação social todos os dias – desvalorizando-as e repetindo que as negociações decorrem e que os partidos  continuam a dispor de mais tempo para avançarem com as suas propostas.

quinta-feira, outubro 11, 2018

Turismo madeirense: estatísticas deixam indicações a reter


Por ocasião da realização no Funchal, hoje, da XII Conferência Anual do Turismo - "Rentabilidade", elaborei este pequeno texto com algumas curiosidades que são apenas uma reflexão pessoal sobre o sector, tendo por base os indicadores estatísticos turísticos da RAM reportados a Junho de 2018.
Os indicadores estatísticos mostram, que precisamos urgentemente na Madeira de repensar o modelo de promoção turística - acho eu - de reforçar a promoção com base em parâmetros bem definidos, que não podem ser inflexíveis, antes adaptados às oscilações dos mercados.
Um exemplo: digam o que disserem o Brexit vai deixar marcas, aliás, já está a deixar marcas nos fluxos turísticos provenientes do Reino Unido. Não há volta a dar. Negar é ser pouco sério.
Aliás, e no caso da Madeira, esses primeiros sintomas, se bem que ainda ténues - até porque o acordo final do Brexit não está assinado pelo que não se sabe quais as novas regras do jogo – já se começam a sentir nas estatísticas.
Há indicadores concretos, como podemos perceber:

Estado dá 1,5 milhões de benefícios a empresas da filha do presidente da Guiné Equatorial e Madeira metida no barulho...

Duas das empresas da filha do presidente da Guiné Equatorial têm a mesma morada no Funchal, Madeira. Escolher essa localização já garantiu incentivos fiscais de pelo menos 1,5% à boleia do IRC a 5%. O Estado está a dar benefícios de 1,5 milhões de euros Francisca Nguema Jiménez, filha do presidente Teodoro Obiang Nguema Mbasogo, no poder da Guiné Equatorial desde 1979. Tudo porque, de acordo com a informação publicada esta quinta-feira no jornal Público (acesso condicionado), a filha do ditador tem pelo menos duas registadas na Madeira. No entanto, o gerente das duas sociedades da empresária é o mesmo — Francisco José Gouveia — e está ligado a mais 19 empresas como gerente, representante ou administrador, 15 das quais com sede na mesma morada. A empresária, que é presidente da agência equato-guineense que supervisiona as obras públicas, escolhei a Zona Franca da Madeira para aí instalar, em 2013, a sociedade Coralco e, cinco anos depois, um “espelho” da primeira: a Masela. De acordo com o jornal, abrir os negócios com morada no Funchal já permitiu à empresária beneficiar de incentivos fiscais de pelo menos 1,5 milhões de euros, graças ao IRC de 5%. Contactados pelo diário, nem Francisco José Gouveia nem Francisca Nguema Jiménez responderam às perguntas colocadas (Eco)