terça-feira, julho 07, 2015

Grécia: já se sabe as causas da banhada do "Não"...



Já sabem como é que o "Não" ganhou no referendo da Grécia? É fácil perceber. Basta olhar para o boletim de voto que foi entregue aos gregos

domingo, julho 05, 2015

Machete responde a nomeações com Ferro e Carrilho



A nomeação do chefe de gabinete de Passos Coelho como representante junto da UNESCO depois das eleições, assim como outras nomeações de diplomatas que integram gabinetes do governo de coligação, agitaram a audição do ministro dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, e dos seus secretários de Estado, com acusações por parte do PS sobre o abuso de utilização de recursos por parte da coligação. O ministro desmentiu que tivesse havido qualquer abuso e diz que, ao contrário do PS, como aconteceu com Ferro Rodrigues na OCDE e Manuel Maria Carrilho na Unesco, o Governo da coligação não fez quaisquer nomeações políticas, indicando apenas diplomatas de carreira. O ministro explicou esta terça-feira a manchete do jornal Expresso que dava conta da reabertura da representação portuguesa junta da Unesco – que nos últimos anos foi assegurada pelo embaixador em Paris – e que o indicado para chefiar esta missão será Gilberto Jerónimo, diplomata de carreira e chefe de gabinete de Passos Coelho. O ministro justificou estas mudanças nos postos diplomáticos, incluindo o cargo de cônsul-geral em Paris, que será ocupado por António Moniz, chefe de gabinete de Machete, com a necessidade de rotação destes diplomatas que se “tornava imprescindível”. Machete justifica a reabertura das missões na Unesco e na OSCE, em Viena, com o “aproveitamento de circunstâncias para reforçar a máquina diplomática portuguesa”, referindo mesmo que foi o embaixador em Paris (José Moraes Cabral, ex-chefe da Casa Civil de Jorge Sampaio na Presidência da República) que pediu de forma “insistente” que a missão junto da Unesco fosse novamente criada. Acrescentou ainda que estas mudanças representam “encargos mínimos” para os cofres do ministério. Estes postos tinham sido encerrados durante a passagem de Paulo Portas há três anos pelas Necessidades, devido a dificuldades financeiras.
“Esta situação vai para além daquilo que é aceitável na democracia”, disse o deputado Marcos Perestrello, dizendo que há “falta de vergonha” do Governo nestas nomeações. Machete respondeu que este Governo não fez nomeações políticas como os socialistas nos governos anteriores, referindo-se a Ferro Rodrigues e a Manuel Maria Carrilho. Para a deputada socialista Gabriela Canavilhas, estas situações não têm comparação, já que estes cargos implicam figuras com relevância cultural ou com conhecimento dos dossiês económicos. Para o PS, o problema não é tanto a reabertura dos postos extintos, mas as pessoas escolhidas para o efeito. Os socialistas nunca discordaram, ao longo da audição, da necessidade de ter em exclusivo diplomatas na Unesco ou na OSCE. Ao Observador, Marcos Perestrello disse que as embaixadas “não podem ser joguetes” na política e que a representação da Unesco tem sido feita por figuras de “grande craveira” como escritores e pessoas com obra na cultura. À defesa, o ministro condenou que o PS estivesse a pôr em causa o corpo diplomático português, que considerou ser “um dos corpos de Estado mais sólidos em Portugal”. Marcos Perestrello pediu a Machete que corrigisse esta intervenção questionando se o ministro considerava que o Exército ou a polícia não eram órgãos sólidos do Estado português. Machete explicou que a reabertura das representações junto da UNESCO e da OSCE foram solicitadas pelos embaixadores de Paris e Viena, a promoção da embaixada de Astana no Cazaquistão se ficou a dever a razões de interesses económicos, faltando esclarecer a nomeação da nova cônsul-geral em Nova Iorque (lugar encerrado também por Portas) e a reabertura da embaixada em Bruxelas, onde até agora as relações bilaterais com a Bélgica eram asseguradas pela REPER, representação portuguesa junto das instituições europeias (Observador)

Hoje, 5 de Julho de 2015, na Grécia esta é a bandeira da Europa capitalista, corrupta e mafiosa


É contra isto que temos que combater com firmeza

Estes cabrões e seus aliados perderam hoje na Grécia. Quem se seguirá?

O "empate técnico" das sondagens encomendadas pelos FDP do costume

Contados até este momento 87,29% dos votos - num referendo com uma taxa de participação de 62% dos eleitrores!!!! - o Não lidera com 61,44% e o Sim soma apenas 38,56%. Estão a ver o "empate técnico" das sondagens encomendadas por estes FDP...

Se a Grécia sair da zona euro e da UE (hipótese mais extrema), quem se seguirá?

Se a Grécia sair do euro e da União Europeia (hipótese mais remota), quem se seguirá? Portugal, Irlanda, Reino Unido (caso o referendo não seja "controlado" pela máfia europeia), Espanha, Itália, Chipre, Estónia, Bélgica, etc. Não tardará muito e começam a ser aceites apostas... Fica a Alemanha e esta espécie de nazismo do século XXI., sem campos de concentração e linhas férreas para transporte de judeus, mas com outras ameaças bem mais perigosas, casos da manipulação capitalista e o peso do dinheiro. No fundo a mesma trampa é igual. Mudam os protagonistas, os alvos, a metodologia e os instrumentos.

Nomeação de deputada do PSD para embaixada de Berna gera polémica



A nomeação da actual deputada do PSD Maria Ester Vargas para adida técnica principal na área social na embaixada de Portugal em Berna, na Suíça, está a gerar polémica. O deputado socialista Paulo Pisco entregou esta terça-feira à presidente da Assembleia da República várias perguntas sobre a questão para serem respondidas pelo primeiro-ministro.
“Considera o Governo ético nomear, em final de mandato, uma deputada ainda em exercício para desempenhar funções de conselheira social na Embaixada de Portugal em Berna”, interroga o parlamentar do PS. Paulo Pisco recorda que Ester Vargas, deputada por Viseu de onde é natural José Cesário, secretário de Estado das Comunidades, vai substituir um conselheiro social retirado no início do mandato do executivo. Esta nomeação, em regime de comissão de serviço por três anos, leva o deputado socialista a referir que “em termos salariais, esta categoria equivale, mais ou menos à de um diplomata”, e a lançar outras questões.
“Não se conhece à nomeada qualquer experiência no domínio diplomático ou consular ou no âmbito dos serviços sociais”, anota. “Porque razão passou o Governo um mandato inteiro sem nomear conselheiro social para a embaixada em Berna, e o faz agora nestas circunstâncias particulares?”, pergunta. O parlamentar recorda, ainda, que foram cortados 500 postos de funcionários consulares pelo actual Governo.
“Todas as nomeação de qualquer especialista é política, mas não é por motivos partidários”, afirmou, ao PÚBLICO, o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas. “A necessidade de ocupar aquele lugar é evidente, a embaixada de Berna só tem o embaixador”, prosseguiu José Cesário. Sobre o perfil da deputada que a partir desta quarta-feira passa a estar colocada na embaixada de Berna, o secretário de Estado destaca que fala alemão, francês e inglês “e que tem trabalho feito em organizações sociais”. Maria Ester Vargas integrou como deputada a comissão parlamentar dos Negócios Estrangeiros e das Comunidades Portuguesas” (fonte: Público, texto do jornalista Nuno Ribeiro)

RTP: AJJ no 5 para a meia-noite

AJJ esteve presente recentemente no programa "5 para a meia-noite" conduzido por Nilton. Veja aqui o referido programa da RTP

Autor da denúncia contra Marco António Costa pede protecção policial



“Paulo Vieira da Silva avançou há duas semanas com um pedido de protecção às autoridades. O ex-dirigente do PSD que denunciou a alegada existência de uma “rede de interesses” montada pelo vice-presidente do PSD Marco António Costa no distrito do Porto requereu protecção policial. Segundo consta do processo, a correr no Departamento de Investigação e Acção Penal do Porto, o pedido foi apresentado depois de Paulo Vieira da Silva ter sido alvo de “ameaças” pessoais continuadas. A denúncia inicial contra o actual número dois do PSD foi apresentada a 23 de Abril junto da Procuradoria-Geral da República (PGR), Polícia Judiciária (PJ) e DIAP do Porto. As intimidações terão começado depois de ter sido apresentada essa denúncia, apurou o i junto de fonte ligada ao processo. Depois das “perseguições e ameaças” directas de que terá sido alvo nas semanas que se seguiram à formalização da denúncia – e que se terão estendido à própria família, segundo relatou o próprio nas redes sociais –, a situação ter-se-á agravado. De acordo com um requerimento apresentado há cerca de duas semanas, Vieira da_Silva solicitou protecção policial depois de se deparar repetidamente com a presença da mesma pessoa nas imediações de sua casa: tratar-e-á de um ex-funcionário da Câmara Municipal de Valongo, ex-pugilista e antigo segurança na autarquia, que iniciou funções em Valongo na altura em que Marco António_Costa esteve executivo municipal, apurou o i. A matrícula do carro em que se fazia deslocar foi, entretanto, anexada ao processo. Em Valongo, durante o tempo em que colaborou com a autarquia, exerceu funções de vigilante sob orientação de Fernando Sousa Pinto, elemento de confiança de Marco António Costa e actual motorista do vice-presidente do PSD (precisamente a tarefa que lhe coube assegurar numa primeira fase, depois de ter chegado à câmara).
O pedido de protecção policial apresentado por Paulo Vieira da Silva ainda não obteve resposta, estando neste momento a ser analisado pelo DCIAP. O empresário e ex-dirigente da distrital do PSD no Porto ainda não foi ouvido no âmbito do processo. Na denúncia que apresentou há pouco mais de dois meses, Vieira da Silva traçou o percurso político de Marco António, desde os primeiros passos na JSD, há duas décadas, até à chegada ao governo, em 2011. Num extenso texto – escrito pelo próprio e tornado público depois de ter sido enviado à PGR, à PJ e ao DIAP, ditando assim abertura do processo –, o empresário refere que o vice-presidente do PSD “faz da distrital do PSD [no Porto] a sua quinta, utilizando-a a seu belo prazer como uma importante plataforma de gestão politica e de ‘interesses’”. Acusa ainda Marco António Costa de fazer a “gestão da escolha dos nomes das listas de deputados e dos candidatos às mais diversas autarquias”, mas também de nomear dirigentes do PSD e familiares para os mais diversos lugares da administração pública. Com que objectivo? “A distrital [do Porto, a maior do país] serve, entre outras coisas, para arregimentar avenças nas áreas financeiras, contabilísticas e jurídicas” para aqueles que Vieira da Silva diz serem os “seus homens de confiança”. Contactado para comentar estes desenvolvimentos no processo, Paulo Vieira da Silva recusou tomar qualquer posição, justificando-se com o facto de o processo se encontrar em segredo de justiça. Também não foi possível, até ao fecho desta edição, obter da parte de Marco António Costa um comentário aos avanços do processo em que o dirigente social-democrata é o principal visado” (texto do jornalista do Jornal I, Pedro Rainho, com a devida vénia)