domingo, abril 11, 2010

PSD: porque não falou Passos mais nisto?

Depois da asneirada de Frasquilho sobre os salários da função pública - quantos votos perdeu o PSD no final deste discurso do deputado e quantas pessoas ficaram desconfiadas com este "novo" PSD de Passos Coelho e antes não estavam? - é caso parea perguntar porque motivo Passos Coelho nunca mais falou nesta sua ideia, incuindo no Congresso de Carcavelos? Eu recordo a notícia:
"Passos Coelho quer uma entrada por cada 5 saídas na Função Pública
Passos Coelho diz que se o Governo quisesse mesmo consenso em torno do PEC, esperava uns dias pela nova direcção do PSD. "Se está verdadeiramente interessado em obter um consenso, o Governo deveria aguardar pela eleição da nova liderança do PSD", disse Passos Coelho em entrevista ao Económico TV, acrescentando que o que está em causa é se "faz sentido ou não adiar por mais 8 dias ou duas semanas essa votação do PEC, mesmo apesar da pressão dos mercados". O antigo presidente da JSD disse também que "parece haver uma intenção do Governo de submeter à discussão o documento antes de haver nova direcção do PSD" e que fazia sentido adiar a discussão "porque o Governo anunciou que ia apresentar um documento a Bruxelas que reunisse o consenso em Portugal
" (
leia tudo aqui onde pode ter acesso a videos com essa entrevista ao Económico)
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PSD: intrigante

Intrigante. Alguém viu Rui Rio neste Congresso? Rio foi apoiante de Aguiar Branco. Além disso, é o Presidente da segunda maior Câmara Municipal do país, depois da copiosa derrota nas eleições em Lisboa onde o PS teve maioria absoluta pela primeira vez. Rui Rio, decididamente, sabe da "cartilha" e sabe como proceder quando as coisas estão "encaixadas" da forma como estão e quando a encenação mediática é o que todos percebem.

PSD: ainda bem para Hugo Velosa

Confesso que fiquei satisfeito que o deputado madeirense Hugo Velosa tivesse ficado fora da nova direcção do grupo parlamentar laranja na Assembleia da República, para bem dele, até porque é essa a linha de um "novo" partido (em "mudança"...) que nem a autonomia regional valoriza como deve ser e que só por favor coloca representantes da estrutura partidária da única região onde o PSD é poder nos órgãos eleitos. Velosa foi apoiante de Rangel, estava por isso "marcado". Não tenho do deputado madeirense, que continuo a afirmar que é dos melhores que o PSD tem em S.Bento, uma ideia de ser uma pessoa que se insinue ou que ande a pedir seja o que for, pelo que, bem vistas as coisas, o que lhe fizeram foi uma boa notícia. Não tenho a certeza, mas desconfio que nos próximos tempos, podemos vir a ter situações extremas em que os deputados do PSD da Madeira em S.Bento poderão ter que tomar medidas polémicas pelo que quanto mais livres...melhor!

PSD: mulheres...pró lado!

Li aqui, citando uma notícia da agência Lusa, que "os órgãos nacionais do PSD hoje eleitos pelo XXXIII Congresso do partido incluem apenas sete mulheres num total de 89 elementos, o que corresponde a menos de oito por cento. A Comissão Política Nacional do PSD é o órgão com maior presença feminina: quatro mulheres - as vice-presidentes Paula Teixeira da Cruz e Nilza Sena e as vogais Maria da Conceição Pereira e Maria Trindade Morgado Vale - em 18 dirigentes (22,2 por cento). Se forem apenas considerados os membros eleitos da Comissão Permanente do PSD, ou seja, presidente, vice-presidentes e secretário geral, a percentagem de mulheres sobre para 25 por cento (duas mulheres em oito dirigentes). O Conselho Nacional, órgão máximo do PSD entre congressos, conta apenas com uma mulher - Sofia Galvão, indicada por Paulo Rangel para a lista conjunta com o presidente do partido, Pedro Passos Coelho - em 55 membros efectivos (1,8 por cento). Também o Conselho de Jurisdição Nacional do PSD, composto por nove elementos, e a Mesa do Congresso do PSD, com sete lugares, têm apenas um elemento do sexo feminino, respectivamente, Rosa Tomás Conceição e Maria de Fátima Ramos".

PSD: antes de mudar o sistema, há que explicar isto...

É importante que o PSD se envolva na mudança do sistema político e no modelo vigente de imposição de candidaturas, facto que nada tem a ver com a lei eleitoral propriamente dita, ou mais concretamente, não tem apenas a ver com a legislação eleitoral, mas com vícios e com caricatas formas de distribuição de tachos e pessoas. Mas antes disso, de discutirmos a relação entre eleitores e eleitos, de alterarmos o modelo de avaliação dos deputados eleitos, etc, torna-se importante que a nova direcção clarifique aspectos muito importantes, porque é sabido que um dos aspectos mais tenebrosos da política partidária tem a ver com o dinheiro. Recordemos a notícia do Publico, de 6 de Abril de 2010 e assinada pelo jornalista João d´Espiney:
"PSD tem mais dívidas do que todos os outros partidos juntos
No final de 2008, os sociais-democratas deviam mais de 10 milhões de euros. Mais de metade era a instituições bancárias. O PSD tem mais dívidas do que todos os outros partidos políticos juntos. No final de 2008, o partido liderado por Manuela Ferreira Leite devia 10,1 milhões de euros, quando os restantes 15 partidos políticos em Portugal deviam globalmente 6,2 milhões de euros. Esta é uma das principais conclusões que se podem retirar da análise efectuada pelo PÚBLICO às contas anuais dos partidos de 2008, as últimas que deram entrada na Entidade das Contas e Financiamento dos Partidos (ECFP). Estas contas, porém, ainda não foram auditadas por esta entidade. O último ano em que as contas dos partidos foram validadas foi o de 2006, e, à semelhança dos anos anteriores, voltaram a merecer o chumbo da ECFP, por não reflectirem cabalmente a sua actividade financeira e apresentarem um conjunto de irregularidades (ver caixa), sobre as quais o Ministério Público ainda se irá pronunciar. A análise realizada pelo PÚBLICO constatou que mais de metade das dívidas declaradas pelo PSD até ao final de 2008 corresponde a dívidas de médio/longo prazo a instituições de crédito. A fornecedores, o PSD deve mais de dois milhões de euros. Apesar de ser o partido com o nível de endividamento mais elevado, o volume de dívidas tem vindo a diminuir sempre desde 2005, ano em que o total da dívida ascendia a 16,9 milhões de euros, dos quais 14,7 só em empréstimos bancários (ver gráfico). Por outro, as dívidas de terceiros ao PSD ascendiam a 3,5 milhões de euros no final de 2008, dos quais 2,6 milhões eram referentes a quotas de militantes em atraso. Contas feitas, o passivo total do PSD totalizava os 10,5 milhões de euros no final de 2008, o maior entre todos os partidos. Já os activos "laranja" totalizavam 12,6 milhões de euros. Só em edifícios, terrenos e construções, o PSD declarou mais de quatro milhões de euros. Neste ano, os sociais-democratas receberam ainda 8,1 milhões de euros a título de subvenção do Estado e arrecadaram mais 1,3 milhões de euros em quotas de militantes. No final de 2008, o partido declarou um "lucro" de 1,5 milhões de euros" (leia tudo aqui).
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O mistério dos donativos ao PS e PSD
É o seguinte o texto de outra notícia também do Publico, assinada pelos jornalistas Nuno Sá Lourenço, João d´Espiney: "A consulta dos documentos relativos aos donativos nas contas de 2006 do PS e PSD resultam em mais dúvidas do que certezas. Em qualquer dos casos há documentos disponibilizados pelo Tribunal Constitucional (TC) e Entidade das Contas que se contradizem. Como consequência, não se sabe quanto receberam os dois principais partidos naquele ano. No caso do PSD, o relatório da Entidade das Contas contabiliza mais de 259 mil euros. Mas no acórdão do TC que define as irregularidades detectadas, a soma dos donativos apresentados em lista atinge os 157 mil euros. No caso do PS, existe também discordância entre o acórdão do TC e o relatório da ECFP. Os donativos ao PS são contabilizados no relatório como atingindo os 156.726 euros. Mas no acórdão do TC esse valor sobe para os 194.851. A isto acresce que, nos anexos ao acórdão do TC relativos ao PS, não é apresentada a lista discriminada de doadores. O PÚBLICO tentou obter uma justificação junto destes partidos, mas tal revelou-se impossível até ao fecho desta edição. Ainda assim, na comparação anual, o PS destaca-se pelo grande salto de 2005 para 2006. No ano da primeira eleição de José Sócrates, o PS recebeu perto de 40 mil euros. O que quer dizer que o PS quadruplicou os valores dos donativos de um ano para o outro. No acórdão do TC, são assinaladas irregularidades ao PS relativas aos donativos. De forma genérica, o TC refere que houve "utilização indevida da conta bancária de donativos". Em terceiro lugar, em termos de valor atingido nos donativos, ficou o PND de Manuel Monteiro, que conseguiu recolher mais de 78 mil euros. Triplicou os donativos face aos valores de 2005. Mas parece que vai ter problemas. O TC identificou "despesas do partido liquidadas por filiados" na categoria "donativos indirectos". Em seguida vem o CDS, com 45 mil euros. Uma queda abrupta, já que em 2005 havia declarado mais de 300 mil euros. Mas nem assim surge na sua documentação uma lista discriminada dos doadores. O actual secretário-geral do CDS, João Almeida, apesar de não ser responsável à data destas contas, afirmou ao PÚBLICO ter ideia de que, em 2006, "ou não houve donativos ou foi apenas um ou dois". E lembrou que os partidos já não estavam a apostar muito nos donativos, uma vez que alicerçavam o financiamento "numa lógica quase exclusivamente pública". O TC detectou, em 2006, que este partido estava a utilizar "uma única conta bancária para movimentar todas as contas do partido", o que o CDS reconhece ser uma "desconformidade". No seu último ano de existência como partido, o PSR ainda recebeu 12.775 euros. Bem mais que o BE [entregou a lista de donativos] que se ficou pelos cinco mil, em quebra acentuada em comparação com 2005. Nesse ano, o Bloco conseguira recolher 38 mil euros. Segundo o TC, o BE incorreu em algumas irregularidades: além de ter depositado outras receitas, que não donativos, na conta exclusiva para estes, acolheu "donativos em numerário e receitas em numerário superiores aos limites legais". O PCP também viu descer os donativos de 2005 para 2006. Passou de 24 para quase 13 mil euros. E entregou a lista de doadores" (leia a notícia aqui)

PSD: contra a memória curta

Recomendo às pessoas que nao tenhamn memória curta. E que se deixem de idiotices desnecessárias. Por isso, recordo que "o candidato à liderança do PSD critica o momento escolhido por Governo e Oposição para alterar a Lei das Finanças Regionais. Pedro Passos Coelho afirma que o país deve ser tratado da mesma forma" (noticia da RTP de 6 de Fevereiro de 2009), porque não é por acaso, nem por capricho, a divergência entre Jardim e Coelho e, portanto, a realidade institucional entre o PSD regional e a nova estrutura nacional.

PSD: um lamento a PPC

Tenho contudo que lamentar o facto de Pedro Passos Coelho não ter feito qualquer alusão - salvo quando a ela se referiu quando falou da revisão constitucional - à autonomia regional, ignorando, por exemplo, que a única região onde o PSD é poder, é a Madeira. No Continente e nos Açores, o PSD está há muitos anos na oposição, falhando eleitoralmente todas as tentativas para inverter essa situação e esse estatuto. Pensava que PPC daria mais atenção - e fiquemos por aqui... - às sugestões que em devido tempo lhe foram feitas, para que partisse dele a iniciativa de uma eventual normalização de uma situação que pelos vistos manter-se-á, porque não vejo Alberto João Jardim vergar-se depois de tudo o que aconteceu e foi dito. Lamentável omissão num discurso onde caberia essa alusão.
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PSD: um aplauso a PPC (III)

Finalmente um terceiro aplauso ao discurso de Pedro Passos Coelho hoje no encerramento do Congresso, no que se refere à reforma do sistema político e ao facto de há 25 anos se ouvir falar sistematicamente na necessidade de mudar o sistema para que eleitores e eleitos fiquem vinculados de uma forma diferente da que hoje acontece. Um aplauso ainda para a insinuação, PSD incluído, de que são as direcções nacionais dos partidos a imporem candidatos às estruturas distritais, o que ajuda a aumentar essa clivagem entre candidatos impostos e eleitores. Resta saber que propostas vai apresentar e se PPC porventura se esqueceu que o grupo parlamentar actual tem muitos "para-quedistas" que foram distribuídos pela anterior liderança pelos vários distritos continentais apenas para que fosse garantida a sua eleição. Dúvidas? A sugestão é que revejam as candidaturas social-democratas às legislativas de Setembro passado...

PSD: um aplauso a PPC (II)

O meu aplauso ao facto de Passos Coelho ter colocado a revisão constitucional - pelo menos foi essa a ideia que fiquei - como uma das prioridades da nova liderança laranja, avançando mesmo que o PSD tudo fará para que essa revisão fique concluída antes das presidenciais de Janeiro de 2011. Lamento apenas que, neste contexto, PPC nem tenha referido a existência de uma iniciativa aprovada pelo parlamento madeirense, embora de uma forma algo confusa tenha incluído as autonomias regionais como um dos itens a necessitar de clarificação constitucional.
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PSD: um aplauso a PPC (I)

Um aplauso ao discurso de Passos Coelho no encerramento do Congresso quando criticou a pouca vergonha das indemnizações pagas a gestores públicos de empresas falidas, montantes que recebem quando são postos a andar e que ultrapassam o que a esmagadora maioria dos portugueses nunca ganham numa vida.

PSD: cor laranja amedontra?

Uma jornalista da TVI chamava hoje a atenção para o facto de terem sido raras as bandeiras do PSD vistas do Congresso de Carcavelos, em cujo local - um pavilhão desportivo adaptado - predominava a cor branca, sendo visível o laranja apenas no palco, mas de uma forma discreta. Alinhar ao centroNão acredito que o PSD, este "novo" partido em mudança, tenha elegido também a cor laranja, em vésperas de se envolver na revisão do programa.

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PSD: uma clarificação

O meu caro amigo e jornalista do Publico, Tolentino Nóbrega transformou um comentário, melhor dizendo dois comentários meus publicados neste blogue numa notícia. Não tenho rigorosamente nada a referir a esse facto, porque os blogues são espaços de expressão de opiniões pessoais. Mas tenho que salientar que em relação a Guilherme Silva não se trata de uma crítica, mas apenas de uma sugestão e da expressão de um ponto de vista diferente a que tenho direito. Explico. Não se pode andar sistematicamente deixando parecer que vivemos em função do mediatismo e das entrevistas constantes como se a presença na comunicação social fosse mais importante de tudo aqui que, neste momento, realmente é mais importante. Muito menos se for para dizer que em breve "veremos Alberto João Jardim ao lado de Passos Coelho", quando uma afirmação dessa amplitude e com tudo o que ela implica, apenas deve ser feia pelo próprio. Depois de conhecidas as posições de João Jardim sobre o PSD nacional, aliás repetidas em vésperas do Congresso, parece-me arriscado tentar vender gato-por-lebre, até ara que as pessoas sejam levadas a sério. Por outro lado, fico sem perceber a preocupação de GS de revelar que ficou de fora dos órgãos do partido por opção pessoal, quando o próprio líder madeirense convidou os delegados madeirenses a aceitarem convites (afinal GS foi convidado para que lugares e por quem?). Recuso a pretensão de moralismos nem me compete ajuizar seja o que for ou quem for. Era o que faltava. Com que direito o faria? Mas é esta a minha opinião e mantenho-a. LImitei-me a chamar a atenão para contradições que aparecem e que depois fazem com que as pessoas não sejam levadas a sério ou determinados factos sejam desvalorizados. Quanto ao que referi sobre as declarações de Frasquilho, mantenho-o integralmente porque achei-as lamentáveis e despropositadas além de que revelam uma concepção de política oportunista, já que penalizar os funcionários públicos, o elo mais fraco é injusto e não resolve coisa nenhuma. O deputado Frasquilho que comece por propor medidas com os salários nas empresas públicas, proponha depois a extinção de certas mordomias políticas...vitalícias. Depois disso, avancemos então para outras fases.

PSD: vá lá que alguém diz o que deve ser dito

PSD: a reforma do sistema político na moção de PPC

"Reforma do Sistema Político
Para além do que já se disse sobre a redefinição das funções do Estado e da reforma da Administração Pública, são necessárias reformas no sistema político que contrariem o alheamento dos cidadãos aos seus deveres cívicos e à realidade político-partidária.
Assembleia da República.
É necessário desenvolver acções que valorizem e prestigiem o Parlamento. Mas esta tarefa não é possível sem que sejam alteradas as regras que definem a sua eleição, aproximando os eleitores dos eleitos. Sem prejuízo de podermos vir a considerar outras alternativas existentes nos sistemas político-eleitorais, defendemos a introdução de mecanismos de personalização das escolhas pela via do voto preferencial opcional, mecanismo que requer a reconfiguração dos círculos eleitorais, de modo a combinar a existência de um círculo nacional com círculos locais menores, onde o eleitor poderá exercer um voto nominal escolhendo, assim, o seu candidato preferido, para além da escolha do partido da sua preferência.
A reforma manterá, essencialmente, o sistema de representação proporcional que vigora hoje, mas abre espaço à correcção de um dos aspectos em que o seu desempenho tem sido menos eficaz: aproximação de eleitores e eleitos. sistema de representação proporcional com voto preferencial que preconizamos eve também assegurar que dele não resultem desvios significativos que comprometam os actuais padrões de proporcionalidade e governabilidade. Do mesmo modo, importa discutir a dimensão do nosso Parlamento, considerando os requisitos do modelo reformista que defendemos. PSD tem ser cada vez mais exigente na escolha dos seus parlamentares. Tem de exigir que estes mantenham uma efectiva ligação aos círculos por onde se candidatam, cabando com os ―deputados-fantasma‖, ou seja, aqueles que aceitam ser candidatos e dão o rosto, assumem compromissos mas depois renunciam ao Parlamento. Em politica, o plano ético não pode ser esquecido. Há comportamentos que - não sendo ilegais - não podem escapar a uma censura ética. Defendemos que seja aprovado um código de ética e de conduta, aplicável a deputados, governantes e autarcas que seja uma referência de boas práticas e dignifique o exercício de funções políticas".

PSD: PPC não queria dez listas ao Conselho Nacional

Segundo o Jornal I, "o presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, disse hoje que gostaria que não aparecessem dez listas ao Conselho Nacional do partido, como indicam alguns sociais democratas, para que não houvesse demasiada "fragmentação" nos órgãos nacionais. "Mas o partido é livre e não gosto de dar lições de moral a ninguém. Não vou pedir a ninguém que não apresente listas. Seguramente que as pessoas que têm estado comigo estão de boa fé e não andam a produzir outras listas", acrescentou Pedro Passos Coelho, em declarações à comunicação social, à margem do XXXIII Congresso do PSD, em Carcavelos. Pedro Passos Coelho manifestou-se convicto de que a lista conjunta que apresentou com o seu adversário nas diretas para a liderança do PSD Paulo Rangel ao Conselho Nacional "obterá uma grande votação do congresso". "É essa a minha expectativa, é isso que eu espero que aconteça", reforçou. Sobre a possibilidade de haver entre dez e doze listas ao Conselho Nacional do PSD, Passos Coelho declarou: "Eu espero que não se concretize o aparecimento de tantas listas, porque o esforço que quer eu, quer o doutor Paulo Rangel, quer, estou certo, o doutor José Pedro Aguiar-Branco temos feito para traduzir na pluralidade dos órgãos internos uma representação muito alargada é um esforço genuíno". "Não podendo impedir que outras listas apareçam, gostaria que não aparecessem tantas listas que tornassem a fragmentação demasiada na representação dos órgãos nacionais", acrescentou. "O PSD tem uma tradição que não vai quebrar neste congresso, nós não queremos unicidade e, portanto, não vou fazer um apelo para que ninguém apresente outras listas", disse ainda".

PSD: a Autonomia na moção de PPC

"Autonomia Regional
Este é um conceito evolutivo, pelo que nos bateremos - na próxima revisão constitucional, e salvaguardadas as atribuições de soberania que competem à República - em propor as alterações necessárias à efectiva concretização do princípio da unidade diferenciada. Isto significa que as instituições do Estado e das Regiões ficam assim habilitadas a melhor assegurarem soluções adequadas às especificidades próprias dos Açores e da Madeira. Desde já nos batemos para que a Lei das Finanças Regionais, como lei de valor reforçado, veja alterada para 2/3 a maioria qualificada necessária à sua aprovação. Deste modo, evita-se que maiorias conjunturais possam produzir alterações ao sabor de conveniências partidárias e de ocasião. Contribui-se também para um quadro de maior estabilidade na relação entre a República e as Regiões Autónomas
".

sábado, abril 10, 2010

PSD: os eleitos no Congresso de 2008

Recordemos os eleitos no XXXI CONGRESSO do PSD, realizado em Guimarães em Junho de 2008
MESA DO CONGRESSO
PRESIDENTE
Rui Machete
VICE-PRESIDENTES
Berta Cabral
Miguel José Luís de Sousa
SECRETÁRIOS
Alfredo Oliveira Henriques
Duarte Pacheco
Hernâni Pinto Almeida
Isabel Soares~
COMISSÃO POLÍTICA NACIONAL
PRESIDENTE
Manuela Ferreira Leite
VICE-PRESIDENTES
Paulo Mota Pinto
José Pedro Aguiar Branco
António Borges
Manuel Castro Almeida
Sofia Sequeira Galvão
SECRETÁRIO-GERAL
Luís Marques Guedes
VOGAIS
António Rodrigo Marques
Fernando Ribeiro Marques
Francisco Rodrigues Araújo
Jaime Marta Soares
José Eduardo Martins
Marco de Almeida
Maria Mercês Borges
Paulo Lopes Marcelo
Ricardo Bruno Rio
Vasco Cunha
CONSELHO DE JURISDIÇÃO NACIONAL
Nuno Morais Sarmento
Assunção Esteves
António Montalvão Machado
Rui Gomes da Silva
Francisco José Martins
António Almeida Henriques
Miguel Santos
Luís Branquinho Crespo
Fernando Antunes
CONSELHO NACIONAL
António d’Orey Capucho
João Bosco Mota Amaral
Alexandre Relvas
Bernardino Vasconcelos
Joaquim Biancard Cruz
Carlos Pinto
Joaquim Coimbra
Ulisses Pereira
António Preto
Paulo Baptista
Nuno Encarnação
António Campos
Júlio Sarmento
Fernando Pereira Campos
Jorge Nunes
Francisco Ramos
Gonçalo Morais Leitão
Lélio Raimundo Lourenço
Fernando Ferreira
António Marinho
António Proa
José Francisco Brandão Oliveira
Carina João Oliveira
António Marciano Lopes
António Carlos Figueiredo
Ana Rita Calmeiro
António José Amaral
Fernando António Martins Figueiredo
Ricardo Alves
José Roquete
Joaquim Ismael Ferreira
Joaquim Silva Pinto
Paulo Inácio
Carlos M. Amaral de Vasconcelos
José Carlos Santos
Rui Moreira de Rocha
José Pereira da Silva
António Carlos Afonso
Pedro a. Ferreira Monteiro
Bruno Fernandes
Luís Ribeiro Pereira
Francisco Augusto Amaral
Custódio Gato
Vítor Santos
Nuno M. Carvalho Gonçalves
Manuel Pereira Rodrigues
José Carlos Filipe Ramos
António Pires Afonso
José Venâncio Quirino
Jorge M. Nogueira Tomé
Luís Filipe da Cruz Barreto
Luís Diogo Mateus
Armando Jorge Varela
Miguel Beleza
EUROPA
Carlos Alberto Gonçalves
António Dias Costa
FORA DA EUROPA
Carlos Páscoa Gonçalves
Victorino Fontinha Rodrigues

PSD: Capucho atira-se a Menezes

Li no Correio da Manhã que "a polémica em torno da sugestão de Luís Filipe Menezes de que António Capucho deveria ceder o seu lugar a Passos Coelho no Conselho de Estado ainda não terminou. À TSF, o autarca de Cascais afirmou que o ex-líder do PSD 'perdeu uma excelente oportunidade de estar calado'. Segundo Capucho, Passos Coelho reafirmou-lhe a confiança e 'não aceitou de maneira nenhuma' que colocasse o lugar à disposição. Segundo Capucho, Passos Coelho reafirmou-lhe a confiança e 'não aceitou de maneira nenhuma' que colocasse o lugar à disposição.
CONSELHO DE ESTADO: PASSOS COELHO RECUSA SUGESTÃO DE MENEZES
O ex-líder do PSD, Luís Filipe Menezes, defendeu este sábado que o PSD “não se deve subordinar a Cavaco Silva” e sugeriu a António Capucho que deixasse o lugar do Conselho de Estado para que Passos Coelho o pudesse ocupar. O actual presidente do PSD ouviu e respondeu: “Não vou reabrir essa discussão (...) António Capucho foi muito correcto [colocou o lugar à disposição].” Passos Coelho tem total confiança no que é transmitido pelo autarca de Cascais no Conselho de Estado. Sobre a separação entre Presidente e Governo, o ex-líder da JSD frisou que é uma constatação e que “não se governa a partir de Belém”. Nada mais. Após um longo dia de negociações de bastidores para as listas, em que houve alguma confusão - inclusivamente na lista coordenada por Passos Coelho devido à representação de algumas distritais -, o presidente laranja manifestou aos jornalistas a esperança que a “fragmentação” do conselho nacional não seja muito grande. Questionado sobre o facto de poder haver uma dezena de listas, Passos Coelho confessou que esperava que não houvesse uma profusão tão grande, ainda que não pudesse apelar a que não apresentem candidaturas. O seu adversário mais directo nas últimas eleições, Paulo Rangel. pediu “tolerância zero” contra a corrupção “doa a quem doer”. Passos Coelho assegurou que o PSD se baterá sempre pela transparência. Quanto à hipótese de propor uma comissão de inquérito aos submarinos, o novo líder do PSD começou por lembrar que ainda não há nenhuma proposta, mas que não se oporá a esclarecimentos. Ainda assim, sublinhou que não dispõe de nenhum elemento que lhe indique que os sociais democratas deveriam propor um inquérito parlamentar".
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PSD: partido que se esqueça disto é lixo

Aviação: vídeo simula tráfego aéreo mundial ao longo do dia

Simulação de todos os voos que são realizados em todo o Mundo ao longo de um dia mostra que a Europa, a América do Norte e o Sudoeste Asiático estão em destaque.

PSD: PPC tinha 14 anos quando participou pela primeira vez num congresso

Pai de Passos Coelho acredita que o filho será um político diferente. António Passos Coelho, que foi presidente da distrital social-democrata de Vila Real, recorda que a primeira vez que o actual líder participou num congresso do PSD foi em 1978, quando tinha 14 anos.

PSD: as "directas" na Madeira

PSD: recordando os resultados das "directas"

De acordo com a acta, foram os seguintes - recorda-se - os resultados das "directas" do PSD:
• Total de Eleitores – 78.094
• Total de Votantes – 51.748
• Votos Brancos – 241
• Votos Nulos – 108
• Candidato Jorge Castanheira Barros – 138
• Candidato José Pedro Aguiar Branco – 1.769
• Candidato Paulo Castro Rangel – 17.821
• Candidato Pedro Passos Coelho – 31.671

O PSD obteve 1.129.243 votos as europeias de 2009 e 1.654.777 votos nas legislativas de Setembro de 2009. Realidades (e números) diferentes... Já agora, quantos funcionários públicos terá o PSD como filiados e quantos funcionários públicos votam no PSD? PPC e o deputado Frasquilho que tratem de saber isso...enquanto decidem sobre o desafio aqui deixado para que acabam com as reformas vitalícias em vigor, que PPC não tem mas o deputado Frasquilho vai ter que nos vermos livres dele.

PSD: arrotar é fácil

Claro que o deputado Frasquilho, graças aos seus tachos todos, está bem de vida, ainda por cima com a reforma vitalícia no papo. Por isso toca a desancar nos funcionários públicos, o elo mais fracos nos discursos de medíocres que andam por aí à solta. Deixo um desafio a esse caricato deputado - que deve ser colocado bem ao lado de PPC, caso este queira ganhar eleições: que tal se tiver a coragem de propor que essas reformas vitalícias sejam imediatamente extintas e que cada um ganhe a reforma a que tem direito e para a qual descontou? Valeu? Porque não faz isso, em vez de asneirar, mais uma vez, como costuma fazer em prejuízo do PSD, pelo menos sem constituir nenhuma mais-valia. O deputado Frasquilho para além de uma capacidade de "resistência", ora passando a mão no pêlo de uma liderança, ora colando-se a outra, tudo para garantir a tempo e horas - como se e uma vez mais! - os "lugaresznhos" da praxe. O deputado Frasquilho parece que está como a selecção e o tal "feeling"., O problema é que no caso da selecção não se sabe para que ado vai esse "feeling". No caso do deputado Frasquilho já se percebeu para onde joga.
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PSD: ...porque a realidade é esta!

E quando digo que PPC dificilmente chega longe com idiotas como o deputado que referi no comentário anterior, essa afirmação tem a ver com o facto de PPC e do PSD terem que conhecer, obrigatoriamente, a realidade dos portugueses, mesmo em tempo de crise, e pese o facto da bandalheira liberalista parecer estar a apoderar-se das estranhas de um partido que foi foi humanista na sua essência. A jornalista do Publico, Raquel Martins, mostra como há discursos e “propostas” que são criminosas: “Os funcionários públicos portugueses estão entre os que mais perderam poder de compra nos últimos anos. Entre 2004 e 2008, os trabalhadores do Estado viram os seus salários encolher perto de 0,7 por cento face à evolução do custo de vida. Em pior situação só se encontravam os funcionários públicos da Eslovénia e do Chipre, enquanto na União Europeia os salários tiveram, em média, um ganho real de 3,1 por cento. Os dados constam de um estudo recentemente divulgado pelo Eurofound - Fundação Europeia para a Melhoria das Condições de Trabalho - que fez uma análise aos aumentos acordados entre os sindicatos e os Governos dos 27 Estados-membros. À semelhança de Portugal, também na Eslovénia e em Chipre os últimos anos não têm sido generosos para as carteiras dos trabalhadores do Estado. Estes países têm ainda outro ponto em comum: verificaram-se perdas de poder de compra em praticamente todos os anos. Pelo contrário, em alguns países do Leste os últimos anos foram uma oportunidade para os funcionários dos serviços públicos ganharem poder de compra. Os aumentos nominais oscilaram entre os 10,5 e os 25,2 por cento e facilmente se traduziram em ganhos reais de 6,5 ou 16 por cento. Na análise anual, o Eurofound revela que em 2008, mesmo com os Governos já sob a ameaça da pior recessão desde a Segunda Guerra Mundial, os ganhos salariais no sector público foram superiores aos aumentos do resto da economia, interrompendo a tendência inversa que se verificou nos anos anteriores. Mas, ao mesmo tempo, realça-se, em alguns países os aumentos salariais acima da inflação apenas foram conseguidos porque os sindicatos fizeram concessões. Foi o que aconteceu na Alemanha, em que trabalhadores dos municípios apenas conseguiram aumentos reais de 2,2 por cento em 2008 porque aceitaram alargar o horário de trabalho. O Eurofound alerta que, embora muitos países estejam a introduzir sistemas remuneratórios dependentes do desempenho, as políticas de contenção salarial podem "dificultar" a atracção de técnicos qualificados para o sector público. O estudo revela ainda que, no espaço europeu, o emprego no sector público mostrou-se "mais resiliente" à crise do que o privado. Entre o primeiro trimestre de 2008 e o quarto trimestre de 2009, a economia europeia (público e privado) perdeu quase um milhão e 300 mil postos de trabalho, principalmente no sector da construção e da produção. Pelo contrário, no sector da saúde e do trabalho social houve um aumento de perto de um milhão de postos de trabalho e a administração central teve um incremento de quase 300 mil postos de trabalho, embora na educação tenha havido uma redução. No caso português, o número de funcionários públicos reduziu-se em cerca de 75 mil devido às aposentações e à contenção na admissão de novos trabalhadores. E, nos próximos anos, a tendência é para que a situação se mantenha, já que o Orçamento do Estado para 2010 e o Programa de Estabilidade e Crescimento reforçam a regra que apenas permite a entrada de um funcionário por cada dois que saem e provocaram uma corrida às reformas por causa das mudança nas regras de aposentação. A análise publicada pelo Eurofound mostra ainda que muitos Governos aproveitaram a crise para acelerar as reformas no sector público, privatizando serviços ou introduzindo a gestão por objectivos".

PSD: com "vedetas" destas PPC vai longe, se vai...

Li no Publico um texto da jornalista São José Almeida, segundo a qual Miguel Frasquilho, deputado e vice-presidente da bancada parlamentar do PSD, “defendeu a baixa de salários na função pública, ao intervir esta tarde no congresso do partido que amanhã termina em Carcavelos. O antigo secretário de Estado do Tesouro do Governo de Durão Barroso subiu ao palco do Pavilhão dos Lombos para defender uma nova reforma da administração pública que mexa em áreas até hoje sagradas. E depois de solicitar uma “discussão das funções do Estado” apontou então expressamente a área dos salários e das pensões. O deputado considerou que esta medida é “inevitável” em Portugal e insistiu que a baixa de salário na função pública irá servir de exemplo para o mercado de trabalho privado. Defendendo que os salários mais baixos não sejam mexidos, Frasquilho avançou com a ideia de que “obviamente” sejam “os políticos a dar o exemplo”.

PSD: dois Migueis em duas "quotas diferentes?

Corria entre a delegação da Madeira presente no congresso a ideia de que Passos Coelho poderia convidar o presidente da Câmara do Funchal para integrar a lista conjunta ao Conselho Nacional do PSD. Um facto que não estranha dada a relação de amizade de PPC com o autarca madeirense, parecendo estar ultrapassada a divergência entre ambos por causa das declarações de Passos Coelho sobre a lei de finanças regionais. Já mais surpreendente é o facto de Miguel de Sousa, que não fez parte da estrutura regional de apoio a Rangel, poder surgir como candidato ao Conselho Nacional integrando a "quota" de Paulo Rangel no âmbito do abordo estabelecido com PPC de partilha de lugares na lista "oficial".

PSD: o futebol é lixado!

Com o Real Madrid-Barcelona e o Rio Ave-Porto na televisão, o futebol mostra, mais uma vez, a sua força e este congresso do PSD em Carcavelos confirma que vale o que vale, pouco mais que um cumprir de calendário estabelecido pela ainda liderança de Ferreira Leite. Um tédio. E ainda por cima o nosso Ronaldo levou duas batatadas do Barça agora a caminho do título, mais uma vez.

PSD: o frenético apoio de Menezes a PPC...

Corria hoje nos corredores do Congresso que ainda perceberíamos, antes do dia terminar, a causa do apoio entusiasta de Luís Filipe Menezes a Passos Coelho. De facto, confirma-se que o seu filho do ex-Presidente do PSD, e que foi eleito deputado em Setembro do ano passado, acaba de ser promovido a um dos vice-líderes da bancada parlamentar, pese o facto de ser deputado há cerca de seis meses e não ter tido antes nenhuma outra actividade política digna de realce, o que obviamente não invalida o seu valor, a sua competência e a sua militância partidária. Mas que havia gente "intrigada" com este histérico apoio de Meneses a PPC - chegou hoje ao ponto de exigir a Capucho que abandonasse o seu lugar no Conselho de Estado, quando supostamente Coelho e o Presidente de Cascais já falaram sobre isso e o autarca tinha colocado o lugar à disposição no dia da eleição do novo Presidente! - ao contrário do que antes fazia, já que normalmente tinha por hábito manter-se distante, disso não duvidem. Digamos que uma mão leva e a outra atrás. Sem segredos, sem mistérios, mas com muita, mesmo muita,...coerência. E dignidade!
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PSD: a lista de Macedo sem madeirenses

Li aqui que "Luís Montenegro, Luís Menezes, Pedro Duarte, Miguel Frasquilho e Teresa Morais são alguns dos deputados sociais-democratas que Miguel Macedo vai incluir na sua lista de candidatura à direcção do grupo parlamentar do PSD. Pedro Duarte, Miguel Frasquilho e Teresa Morais transitam da direcção parlamentar cessante, liderada por José Pedro Aguiar-Branco. Adão Silva, Almeida Henriques, Fernando Negrão e Pedro Lynce completam a lista de nove vice-presidentes proposta pelo candidato a presidente do grupo parlamentar do PSD Miguel Macedo. As eleições para a direcção do grupo parlamentar do PSD estão marcadas para quinta feira, véspera do próximo debate quinzenal com o primeiro ministro no Parlamento. Seis dos elementos da equipa proposta por Miguel Macedo integraram a Comissão de Honra da candidatura de Pedro Passos Coelho à liderança do PSD: Pedro Duarte, Luís Montenegro, Luís Menezes, Almeida Henriques, Adão Silva e Fernando Negrão. O presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, contou também com o apoio de Miguel Macedo, manifestado cinco dias antes das directas de 26 de Março, embora este não tivesse integrado a Comissão de Honra da sua candidatura. Miguel Frasquilho e Teresa Morais foram apoiantes da candidatura de José Pedro Aguiar-Branco, enquanto Pedro Lynce fez parte da Comissão de Honra da candidatura de Paulo Rangel. Da lista por Miguel Macedo, dois nomes são estreias tanto na direcção parlamentar como no Parlamento: Luís Menezes e Pedro Lynce. Filho do ex-presidente do PSD Luís Filipe Menezes, Luís Menezes é economista e deputado pela primeira vez nesta legislatura, eleito pelo círculo do Porto. O ex-secretário de Estado e ex-ministro da Ciência e do Ensino Superior Pedro Lynce também se estreou como deputado na atual legislatura, eleito por Lisboa. Miguel Macedo foi eleito por Braga, Luís Montenegro por Aveiro, Pedro Duarte e Miguel Frasquilho pelo Porto, Adão Silva por Bragança, Almeida Henriques por Viseu, Fernando Negrão por Setúbal e Teresa Morais por Leiria".

PSD: o blá-bla do costume...

PSD: os discursos de Paulo Rangel e Aguiar-Branco no Congresso

O eurodeputado Paulo Rangel defendeu que o PSD tem de ser exemplar contra a corrupção e defender a investigação integral de todos os casos, sejam eles o Face Oculta, o Freeport ou os submarinos. Aguiar-Branco afirmou que não é Pedro Passos Coelho que tem que garantir que o PSD chegue ao poder, mas sim o partido que tem que trabalhar para que isso aconteça.

PSD: uma boa proposta de Aguiar Branco

Considero que Pedro Aguiar Branco fez uma boa proposta no discurso proferido hoje no Congresso: "José Pedro Aguiar-Branco sugeriu hoje a apresentação de uma iniciativa legislativa que force as empresas públicas a serem fiscalizadas com o mesmo rigor a que estão obrigadas as empresas cotadas. “Uma empresa privada cotada na bolsa tem de prestar contas à CMVM pelos seus actos de gestão. Uma empresa pública não presta contas a ninguém. Isto tem uma consequência: 32 mil milhões de euros de dívida”, criticou o antigo líder da bancada parlamentar do PSD. Durante o seu discurso no XXXIII congresso social-democrata, Aguiar-Branco defendeu que o partido “não pode resignar-se com esta falta de transparência e de rigor. Por isso, pediu a apresentação de “uma proposta inédita e arrojada“: "Que as empresas do Estado passem a estar sujeitas a regras de responsabilização tão rigorosas quanto as empresas cotadas em bolsa".Ou seja, Aguiar-Branco entende que "a fiscalização aos actos de gestão deve deixar de estar a cargo dos ministérios, para passar a estar na Assembleia da República, à vista de todos". "Não faz sentido que o parlamento fiscalize o governo e o orçamento e que as empresas não prestem contas”, defendeu, sublinhando a necessidade de “dar um sinal de que a política de despesismo do PS tem de acabar”. No final do seu discurso, Aguiar-Branco falou directamente para o novo líder, Pedro Passos Coelho, assumindo não ser “daqueles que vêm a este congresso lembrar que tens desafios”. “Sabes melhor do que ninguém o que tens pela frente. Não venho exigir que ganhes eleições. Vencer os desafios e eleições nunca foi trabalho nem responsabilidade para um homem só”, defendeu.O antigo líder parlamentar explicou mesmo que não acredita “ em Messias” ou “em homens especiais”. “Mais do que uma equipa, é preciso que todos estejamos verdadeiramente unidos. Não és tu que tens de garantir que o PSD chega ao poder. É o PSD que tem de trabalhar para que sejas tu o próximo primeiro-ministro”, apontou, recebendo a maior ovação da tarde no congresso de Carcavelos".

PSD: a actual direcção parlamentar...

A liderança parlamentar do PSD passará a ter novos protagonistas. Recordo a composição da actual:
Presidente
José Pedro Aguiar-Branco, 52 anos;
Vice-Presidentes
Teresa Morais, 50
Agostinho Branquinho, 53
Costa Neves, 55
Miguel Frasquilho, 44
Rosário Águas, 49
José Eduardo Martins, 40
Pedro Duarte, 36
Secretários
Carla Rodrigues, 37

Duarte Pacheco, 44

PSD: Alberto João Jardim fez bem

Sinceramente pelo que tenho visto pelo "estimulante" ambiente que tem rodeado este Congresso, pela "sinceridade" da unidade que dele tem jorrado, pelo facto do PSD não andar a reboque da comunicação social, pela habilidade da "mudança" quando estão a ir buscar nomes que andam nestas "coisas" há muitos anos, pela inteligência da mudança promover um ex-secretário de Estado de Guterres a membro da nova Comissão Política, Alberto João Jardim, em minha opinião, fez muito bem em nem sequer aparecer por cá e fará melhor ainda se continuar a manter um distanciamento calculista. Sem se esquecer que nomes do Luís Marques Mendes, Luís Filipe Menezes, Marcelo Rebelo de Sousa, também foram líderes eleitos em grande "festança" e, depois, nem conseguiram ser candidatos a eleições legislativas...

PSD: PPC queria "listas únicas"?

Será que Passos Coelho quando avançou com essa treta da unidade - duas semanas depois de uma disputa, por vezes agressiva, pela liderança do PSD (ou já se esqueçeram das insinuações repetidas por PPC de que Rangel era um cristão-novo do PSD com poucos anos de militância no PSD, para não falar nas dúvidas quanto à origem de insinuações que tentaram prejudicar Rangel até em termos pessoais) - pensou que seriam as listas dele e dos adversários da corrida interna as únicas a serem apresentadas? E as "quintas" que sempre existiram no PSD? Será que PPC se esqueceu delas? Um Congresso até acha normal (!) que um delegado qualquer reclamar que seja o PSD a resolver o problema de Valença com o Centro de Saúde e as bandeiras espanholas, podia lá dispensar essa "inundação" de listas que eu desconfio vai acontecer?

PSD: calma que em Outubro há outro congresso..

Tenham calma. Mais vale manter a coerência e a dignidade que a consciência tranquila assegura, do que andarem por aí com trapezismos, malabarismos e "ginásticas" idiotas, mesmo que a ambição seja a explicação para tudo isso, porque podem precisar de ir a um "endireita" tratar dos costados. E não se esqueçam que em Outubro teremos Congresso do PSD na Madeira...

PSD: Hugo Veloza estava à espera?

Disseram-me hoje que Hugo Veloza, que continuo a afirmar que é um dos mais activos deputados do PSD da Madeira em Lisboa, estaria eventualmente à espera de ser envolvido na equipa de Miguel Macedo, o novo líder parlamentar. Ontem à noite as coisas estavam "negras". Mas como li, e recordo, as declarações de Veloza sobre Passos Coelho, bastante violentas, diga-se em abono da verdade, obviamente que não acredito que estivesse à espera, depois disso, que lhe dessem um lugar. Mas não faltou quem garantisse que sim. Eu não acredito, até porque não vejo Velosa com a mesma capacidade de "oferecimento" de outros.

PSD: já chega Guilherme Silva

Guilherme Silva foi o mandatário de Paulo Rangel na Madeira. E tem muitas declarações nessa qualidade. O que me parece é que GS precisa de perceber que já chega, já chega de andar à volta dos jornalistas, já chega de andar a falar por tudo e por nada e já chega de andar a querer uma espécie de "transmissor" do pensamento e das decisões de Jardim? A dada altura diz uma coisa, Alberto João diz outra e GS acaba por ser gozado. Já chega, caramba. É que as pessoas começam a tentar perceber porque anda tão falador e porque motivo anda nas primeiras filas do espaço do congresso numa indisfarçável ansiedade,"viajando" de um lado para outro, regra geral para junto do "ninho" de Passos Coelho e dos seus "boys". Já chega, caramba.

PSD: unidade? Unidade o caraças...

Estou desejando de ver as listas candidatas. As pessoas não imaginem o que se passa nos bastidores. Unidade...sim, claro! Mas quando se trata de tachos e de lugares, bom aí as coisas mudam logo e aparecem as "quintas" do costume e uns tipos que julgam importantes, e que fazem listas para o Conselho Nacional para tentarem ganhar uns lugares pelo método de Hondt. Mas vergonhoso foi ver indivíduos que andaram a criticar PPC a tentar dar a volta, loucos por lugares, provavelmente porque pensam mais em si, nas suas carreiras e nos tachos, do que no resto, no que é importante.Unidade? Poça, unidade o caraças...

PSD: Albuquerque colado a PPC

O Presidente da Câmara do Funchal, que está no congresso como observador não como delegado - o que também diferencia o acesso das pessoas aos espaços onde os trabalhos se realizam - entrou no pavilhão com Pedro Passos Coelho, hoje de manhã, e ficou ao lado do líder eleito bastante tempo, juntando-se-lhes depois Marco António do PSD do Porto que será um dos vices de PPC. A explicação foi a de que MA seria um dos primeiros oradores inscritos na mesa como se veio a constatar. Mas não faltou quem tivesse logo desenhado outros..."puzzles"!

PSD: um pesadelo

Estes modelos de congressos já não funcionam. Longe vão os tempos das noitadas em que os delegados eram metidos que nem "gado" numa sala e ouviam até à exaustão discursos, insultos e trocas de mimos entre "barões". Hoje nada disso acontece. Basta um jogo na TV, um sol a espreitar mais quente e os delegados "vão ali e voltam já". Por isso não espanta a sala meia cheia ou meia vazia ontem e uma sala quase deserta durante a manhã de hoje. Metia dó. Estava mais gente cá fora a apanhar sol do que lá dentro a aturar discursos que sendo a expressão das liberdade das bases, ninguém obriga ninguém a ter que ouvir coisas que não lhes interessam.

Polónia: Presidente morre em acidente de avião



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Queda de avião na Rússia devido a erro?

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Gémeos polacos
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O homem é bruxo?

Que faças uma viagem de paz

Que faças uma viagem tranquila Nélio, e que encontres a paz que bem precisas, agora que deixaste de sofrer, e depois de teres assistido à tua destruição, sem que nada pudesses fazer para impedir a implacabilidade da doença que se agarrou a ti. Um abraço e até um dia, porque vamos certamente encontrar-nos algures por aí.

sexta-feira, abril 09, 2010

Jornalistas: Sindicato presta homenagem ao Nélio

"Na morte de Nélio Freitas, homenagem a um resistente
A Direcção Nacional do Sindicato dos Jornalistas recebeu com enorme consternação a notícia da morte, esta tarde, no Hospital do Funchal, do presidente da Direcção Regional da Madeira do SJ, Nélio Freitas, a cujo exemplo de profissional e activista sindical de dedicação exemplar presta sentida homenagem.
A Direcção Nacional do Sindicato dos Jornalistas, em nota divulgada hoje, sublinha a dedicação de Nélio Freitas à causa do sindicalismo e à luta pelos direitos dos jornalistas, prestando sentida homenagem ao homem que foi um "sindicalista corajoso que honrou este Sindicato pelo exemplo da sua tenacidade e do seu empenhamento de resistente".
É o seguinte o texto, na íntegra, da nota da Direcção Nacional do Sindicato dos Jornalistas:
Na morte de Nélio Freitas, homenagem a um resistente
1. A Direcção Nacional do Sindicato dos Jornalistas recebeu com enorme consternação a notícia da morte, esta tarde, no Hospital do Funchal, do presidente da Direcção Regional da Madeira do SJ, Nélio Freitas, a cujo exemplo de profissional e activista sindical de dedicação exemplar presta sentida homenagem.
2. Além de jornalista prestigiado que honrou os quadros do Serviço Público de Rádio, ao serviço da RDP-Madeira, Nélio Candinho de Freitas, de apenas 37 anos, era um destacado resistente na luta pelos direitos dos jornalistas e um sindicalista corajoso que honrou este Sindicato pelo exemplo da sua tenacidade e do seu empenhamento de resistente.
3. Ao mesmo tempo que lutava com ânimo e esperança contra um cancro desde meados do ano passado, Nélio Freitas nunca esmoreceu nas tarefas e nos objectivos da sua luta sindical, tanto em defesa dos seus camaradas de empresa como dos sócios do Sindicato e dos jornalistas madeirenses em geral.
4. Ainda vice-presidente da Direcção Regional no mandato anterior, emprestou o seu ânimo, o seu empenhamento e a sua coragem a importantes lutas desenvolvidas na região, designadamente contra o despedimento colectivo no “Diário de Notícias” e contra as restrições ilegítimas no acesso à informação.
5. Sempre animado na resistência contra a doença e inspirado pela noção de dever perante a classe, Nélio Freitas foi eleito em Janeiro deste ano presidente da Direcção Regional, disposto a novos desafios e pesadas tarefas e a dar o melhor de si ao seu Sindicato e à sua classe.
6. Camarada generoso, homem franco e aberto, era uma pessoa de extraordinário espírito altruísta, de preocupação e dedicação aos outros, numa entrega que se reflectia tanto na apresentação das suas reportagens como na sua actividade sindical e na sua vida pessoal.
7. Natural e residente no Funchal, onde iniciou a profissão em 1991, no Posto Emissor do Funchal, Nélio Freitas era casado e pai de dois filhos menores.
8. Ao prestar homenagem pública a este destacado membro dos órgãos sociais do Sindicato dos Jornalistas, a Direcção Nacional apresenta as mais sentidas condolências à família e amigos de Nélio Freitas e especialmente o seu testemunho de quanto foi gratificante o convívio com este camarada.
Lisboa, 9 de Abril de 2010
A Direcção".

Um dia triste

Acabo de ser informado pelo Sindicato dos Jornalistas de que foi hoje recebida "com enorme consternação a notícia da morte, esta tarde, no Hospital do Funchal, do presidente da Direcção Regional da Madeira do SJ, Nélio Freitas, a cujo exemplo de profissional e activista sindical de dedicação exemplar presta sentida homenagem". Um dia triste para mim, porque não se perde em vão uma pessoa com quem lidamos durante anos, primeiro como companheiro das lides jornalísticas, no PEF e na RDP-Madeira, depois encontrando-nos em lados diferentes. O Nélio Freitas, que manteve sempre as suas ideias e a firmeza das suas convicções, era o Presidente do sindicato dos Jornalistas na Madeira, já que mesmo doente - a última vez que estive com ele, há três meses, mais coisa menos coisa, apesar dos penosos tratamentos a que se sujeitava, transmitia confiança - aceitou o desafio de continuar a trabalhar pela sua classe. Ainda hoje de manhã perguntei por ele a uma jornalista da Lusa. Porque me tinham dito que o seu estado de saúde se tinha agravado e que inclusivamente tinha sido operado de urgência. Um dia triste para mim, julgo que para os jornalistas madeirenses. Morreu um homem de convicções, que sofreu muito, pela doença castradora de mais uma vida. Um jornalista que se manteve sempre de pé, mesmo quando pareciam querer tombá-lo. O Nélio sabe que a sua partida me deixa consternado. À sua mulher e aos dois filhos ainda pequenos, e demais família, a minha solidariedade e os meus pêsames pela perda. Na certeza de que a mesma esperança, a mesma convicção que o Nélio transmitia quando sabia da gravidade da sua doença, e se submetia aos dolorosos tratamentos, seja seguida por eles e pelos seus antigos companheiros e amigos.

PSD: João Jardim não convida Passos Coelho para o Chão da Lagoa

PSD: Jardim incentiva delegados madeirenses a aceitar convites...

Madeira: SIC entregou 890 mil euros

PSD: Passos Coelho contra corrupção

Portugal com...menos ricos!

quarta-feira, abril 07, 2010

Cockpits

China poética...

Índia: mais de 11 milhões crianças abandonadas à sorte

Gulf Cars In Europe...

José Manuel Coelho (PND) quer ser julgado

O deputado do PND, José Manuel Coelho, informou a Comissão de Regimento e Mandatos que pretende ver levantada a imunidade parlamentar para que seja julgado num processo judicial, com alguns anos, que decorre no Tribunal de Santa Cruz. A questão é simples: antes de ter sido eleito, presumo que ainda em campanha eleitoral para as regionais de 2007, Coelho terá distribuído um folheto, ou feito declarações - não posso precisar, confesso - visando a então Secretária Regional dos Assuntos Sociais, Conceição Estudante, e o médico Joaquim Vieira, tendo ambos movido processos judiciais por difamação. Em 2008 o levantamento da imunidade parlamentar foi solicitado, mas Coelho n~ºao era então deputado. Curiosamente o assunto não evoluiu, porque este ano o tribunal voltou a solicitar o mesmo procedimento, tendo o deputado do PND manifestado a sua votante de com,parecer a julgamento. A questão é que a imunidade parlamentar depende de votação secreta em plenário, o que acontecerá no próximo dia 14 de Abril. Embora o PSD entenda que factos ocorridos quando os visados não eram deputados - já fizeram o mesmo a João Carlos Gouveia, há alguns anos - como é o caso de Coelho, o levantamento da imunidade apenas será decidido após votação. Recordo que em recentes declarações ao DN do Funchal o deputado do PS, João Carlos Gouveia, revelou que solicitará que lhe seja dada autorização para comparecer em Tribunal no âmbito do julgamento de um processo por difamação que lhe foi movido pelo deputado e actual companheiro de bancada parlamentar (!) Jaime Leandro.

PSD-Madeira: confirmada informação...

Confirmado. Se é que dúvidas teriam, sem falsas modéstias, os que acreditam nas informação aqui veiculadas. Os congressistas do PSD da Madeira que marcarão presença em Carcavelos, no próximo fim-de-semana, no Congresso do PSD, receberam a informação - que ontem aqui referi - que estão totalmente livres para considerarem todos os convites que porventura lhes venham a ser dirigidos, sem restrições, afim de integrarem listas de candidatos aos órgãos nacionais do partido que serão eleitos domingo. Ou seja, Alberto João Jardim pretendeu separar a questão institucional entre o PSD regional e o PSD nacional e o seu próprio pensamento acerca de Pedro Passos Coelho, de outras matérias que tem mais a ver com decisões de carácter pessoal e com a capacidade de negociação e/ou de "auto-oferecimento" de alguns militantes locais, sem que qualquer decisão seja considerada uma afronta ao líder regional.

Mulher procura homem para relacionamento...

terça-feira, abril 06, 2010

Futebol: Messi marca 4 golos ao Arsenal!

Lionel Messi voltou a dar um espectáculo do outro mundo na segunda mão dos quartos-de-final da Liga dos Campeões. O prodígio argentino marcou os quatro golos do Barcelona que colocam a equipa catalã frente ao Inter nas meias-finais.

Ronaldo: na lista da "Time" dos mais influentes

Li no Correio da Manhã que "o internacional português Cristiano Ronaldo faz parte dos 200 seleccionados da revista ‘Time' para a elaboração da lista das 100 personalidades mais influentes a nível mundial. Ronaldo é o único representante português na lista da ‘Time', onde constam os nomes de outros futebolistas como o brasileiro Kaká, o costa-marfinense Didier Drogba e o francês Thierry Henry. Neste campo, ausência notada é a do argentino Leonel Messi, eleito melhor jogador de 2009 pela FIFA e vencedor da Bota de Ouro. Segundo a revista ‘Time', "o vistoso avançado do Real Madrid é o jogador mais caro do mundo. Tão sombriamente bonito como um vilão de opereta, é amado e odiado em igual medida pelos adeptos. Mas ninguém nega que a sua habilidade para ultrapassar as melhores defesas do mundo é espantosa". Do quadro de desportistas constam ainda os nomes de Tiger Woods, apesar dos sucessivos escândalos pessoais que o afastaram dos campos de golfe, de Roger Federer e Serena Williams, ambos líderes dos rankings de ténis, nas respectivas categorias. Na lista de pessoas mais influentes do mundo não faltam o nome de vários políticos com responsabilidades mundiais, entre os quais o presidente dos EUA, Barack Obama, a chanceler alemã, Angela Merkel, ou o presidente de França, Nicolas Sarkozy. Nota ainda para os nomes dos apresentadores de talk-shows norte-americanos Jay Leno, Conan O'Brien ou Oprah Winfrey. Nesta altura e quando a votação ainda decorre, a lista é liderada pela polémica cantora Lady Gaga".

Grupo Pestana: início do ano de 2010 está a ser adverso

Segundo a jornalista do Público, Raquel Almeida Correia, “depois de uma quebra de 11,5 por cento nas receitas operacionais em 2009, aquele que é o maior grupo hoteleiro do país vê-se agora a braços com um cenário de instabilidade em território nacional. O negócio das pousadas continua longe do lucro, a participada Euroatlantic teve de ser deslocalizada para França por questões financeiras, a venda da holding de distribuição turística fracassou e os trabalhadores estão prestes a decidir se avançam com uma greve. Já se sabia que 2009 iria castigar o sector do turismo e o grupo fundado há 38 anos por Dionísio Pestana não foi excepção. O empresário revelou que a facturação total caiu 8,6 por cento, para os 414 milhões de euros. A queda das receitas operacionais ainda foi maior, situando-se nos 11,5 por cento. As perspectivas do sector para este ano são mais animadoras, mas recuperar da crise económica não é o único problema que o grupo Pestana tem para resolver. Um deles é o desempenho financeiro das Pousadas de Portugal, que, desde que são exploradas pelo grupo, na sequência da privatização da Enatur em 2003, só deram lucro um ano (em 2007, o resultado líquido foi de 46 mil euros). Para inverter as perdas, está a construir pousadas de maior dimensão, como a recentemente inaugurada no Palácio do Freixo, no Porto, a aumentar o número de unidades geridas em regime de franchising e continua a remodelar a rede Apesar de ser positiva para o negócio do grupo, esta estratégia está a causar mal-estar interno. A transferência de funcionários de pousadas encerradas temporariamente para obras tem sido alvo de contestação e poderá, inclusivamente, resultar em greve. O acordo de empresa (AE) prevê a deslocação de trabalhadores, mas apenas quando significa uma distância não superior a 100 quilómetros, o que o grupo Pestana garante estar a ser "respeitado escrupulosamente". No entanto, o PÚBLICO conseguiu contactar alguns funcionários que foram transferidos para unidades a mais de 200 quilómetros do seu posto de trabalho original. A decisão sobre a convocação da greve deverá ser tomada na próxima semana.
Outros contratempos
A hotelaria não é o único negócio que tem perturbado o grupo Pestana neste início de ano. A companhia de aviação Euroatlantic, na qual detém 20 por cento do capital, viu-se obrigada a deixar Portugal e a mudar a sua base em França por não conseguir suportar as taxas praticadas pela ANA - Aeroportos de Portugal. Foi noticiado que a transportadora tem uma dívida de 2,4 milhões de euros para com a gestora aeroportuária. Ao PÚBLICO, o presidente da empresa, Tomaz Metello, não desmentiu esse valor, respondendo apenas que se trata "de um assunto interno entre a ANA e a Euroatlantic". Outra das participadas do grupo Pestana, a CITG, que agrega os operadores turísticos Intervisa e Sonhando, esteve quase a ser alienada à empresa Record Travel, mas o negócio não se concretizou. A ideia era vender parte do capital da holding, na qual o grupo tem uma participação de 40 por cento, mas não houve acordo relativamente "a cláusulas que envolviam obrigações económicas no decorrer do contrato", adiantou ao PÚBLICO Aroldo Martins, presidente do Conselho de Administração da Record Travel. O grupo Pestana, que não se mostrou disponível para comentar nenhuma destas questões, continua a ter na calha alguns projectos para Portugal, muito embora esse plano seja muito menos ambicioso do que o que está traçado para o mercado internacional. Parte do investimento necessário para avançar será financiada pelos 80 milhões de euros obtidos com as quatro operações de sale & leaseback (venda e posterior arrendamento) que realizou no ano passado - um movimento que permite abater dívida, recuperar liquidez e, com isso, obter capital para reinvestir, mantendo o usufruto do equipamento. Tem havido, no entanto, reajustes ao plano de crescimento nacional: a construção do Pestana Tróia, cujo arranque estava agendado para o início de 2009, só irá avançar este Verão, implicando um investimento de 50 milhões de euros. E a central de dessalinização que o grupo queria construir no Algarve, para juntar à que já existe em Portimão, nunca mais foi falada". Leia ainda da mesma jornalista o texto intitulado "Fragilidade interna não afecta conquistas no exterior" e fique a conhecer alguns números.

Árbitro agredido por jogadores marroquinos

Um alegado favorecimento ao Petro de Luanda valeu ao árbitro do Malauí uns valentes pontapés e umas palmadas por parte dos jogadores do Raja Casablanca.

Serrao vai avançar com candidatura

Contrariando o que ele tinha afirmado, depois de não ter sido eleito - e não vamos voltar a falar a "novela" sobre as causas disso - tudo indica que Jacinto Serrão vai formalizar em breve a candidatura à eleição para a vice-presidência da Assembleia Legislativa, faltando apenas saber qual o apoio que pretende obter do PSD, em termos de votos, para que a sua ambição não seja uma vez mais frustrada. O PND já anunciou que não volta a participar noutra encenação e desconheço se os 7 deputados do PS, desta vez, votarão em Serrão. Por isso é de prever que os social-democratas cedam mais que os 10 votos que insistem em considerar os necessários para garantir a maioria absoluta, e a eleição, quando somados aos 14 deputados da oposição. Jaime Ramos já revelou, recordo, que o PSD da Madeira apenas apoiará a candidatura de Jacinto Serrão, considerando-se desvinculado de procedimento idêntico em relação a outra candidatura.

Imaginem esta deputada brasileira no nosso país...

Tentem imaginar a deputada Cidinha Campos - "a corrupção está no DNA" - no noso país...


PSD: Jardim vai dar liberdade

Chegou-me hoje ao conhecimento - o que seria uma boa decisão - que Alberto João Jardim, que tem claramente outras prioridades políticas e que se distancia cada vez mais dos futuros responsáveis pelo PSD nacional, poderá informar os militantes social-democratas madeirenses que estarão este fim-de-semana em Carcavelos - alguns deles, os mesmos de sempre, costumam ficar nervosos em vésperas de congressos nacionais porque precisam de ser incluídos em listas para os órgãos nacionais como outros cidadãos necessitarão do pão para a boca... - que terão toda a liberdade para incluírem as listas candidatos aos órgãos nacionais do PSD a serem votadas na manhã de domingo. Desta forma, João Jardim, que não vai a Carcavelos - decisão com a qual concordo plenamente - poderá ver alguns madeirenses serem incluídos em órgãos nacionais, pese o facto de haver um claro distanciamento institucional entre a estrutura regional e a nacional do partido.O que me parece mal é que pessoas que foram protagonistas activos de outras candidaturas, perdedoras, num milagre da "transfiguração" eticamente reprovável, estarão já a rondar Passos Coelho e os tachos que este distribuirá, como se nada tivesse passado, deixando no ar a dúvida sobre se estarão a pensar no PSD da Madeira ou se estão mais apostados na salvaguarda de lugares e de pretensas carreiras políticas. Isto está a ficar de tal maneira promíscuo que na política há alguns que não se admiram que um topo seja do Nacional à 2ª, 4ª e 6ª feira e do Marítimo as 3ª, 5ª e sábados. Por amor de Deus, haja ao menos ética. Felizmente que estarei em Carcavelos liberto dessas ambições! Ufa.

Bandalhos

Uma vez mais os bandalhos da política regional não desarmam. À falta de um espelho em casa, para onde se olhem sempre que saíssem, toca a lançar a suspeição sobretudo e todos, pelo simples facto de serem adversários políticos. Os sérios, esses estão de está o poder socialista. Pudera! Vê-se isso todos os dias na comunicação social. Uma sugestão aos bandalhos: lancem um inquérito no PS e às ingerências e manipulações de conhecidos "séniores" nas eleições que estão a realizar na Juventude Socialista. Não acham que os madeirenses têm o direito de conhecer a verdade, já que por quanto outras verdades estão dependentes de factos que podem acontecer em breve, quem sabe...

Açores: uma empresa em cada mês entrou em insolvência no 1º trimestre de 2010

Segundo o Correio dos Açores, num texto da jornalista Ana Coelho "em termos geográficos, Porto, Lisboa e Braga são os distritos mais sacrificados, com 59% dos casos de falências. Mas também Portalegre, Évora e Beja têm visto a situação a deteriorar-se. A contrariar a tendência estão Leiria, Açores e Castelo Branco, com menos sete, seis e quatro casos de insolvência respectivamente. Até ao final do primeiro trimestre já foram registadas mais de mil insolvências no território continental. Segundo os dados do Instituto Informador Comercial já foram registadas no País, até ao final do primeiro trimestre, cerca de 1,066 insolvências, o que corresponde a um aumento de 8,5% face a igual período em 2009. Os Açores destacam-se nesta lista por contrariarem a tendência de falência registando menos seis casos de insolvência este ano. Leiria e Castelo Branco juntam-se ao Arquipélago com menos sete e quatro casos de empresas a não falirem. O sector do comércio por grosso e a retalho é o que regista um maior número de processos de insolvência, com 123 empresas em dificuldades este ano. Na construção civil e promoção imobiliária são já cerca de 220 as empresas envolvidas em processos de insolvência. No primeiro trimestre de 2009, segundo os dados do Instituto Informador Comercial, foram nove as empresas em processo de insolvência, na Região Autónoma, mas, no corrente ano de 2010, registaram-se três, ou seja, menos seis empresas em falência do que nos primeiros três meses do ano passado. Apesar do panorama a nível nacional, os Açores juntam-se, assim, a Leiria e a Castelo Branco, o que significa que o arquipélago e os dois distritos do Continente foram os únicos a diminuir o número de processos de insolvência. São, sobretudo, os sectores do Comércio e da Construção Civil os mais afectados - apontam os dados do Instituto Informador Comercial. Desde o início do ano, foram 1066 as empresas que recorreram a processos de insolvência, o que corresponde a um aumento de 8,5%, face ao primeiro trimestre de 2009 e, se for feita a comparação com 2008, o aumento é, então, da ordem dos 50%. O comércio por grosso e a retalho lideram a lista das insolvências. No caso do comércio a retalho registou-se um agravamento de 25,51%, passando de 98, em 2009, para 123 empresas em dificuldades neste primeiro trimestre. No sector da construção e da promoção imobiliária há cerca de 220 empresas em apuros, reflexo da difícil situação que o sector atravessa. Em termos geográficos, Porto, Lisboa e Braga são os distritos mais sacrificados, com 59% dos casos de falências. Mas também Portalegre, Évora e Beja têm visto a situação a deteriorar-se. A contrariar a tendência estão Leiria, Açores e Castelo Branco, com menos sete, seis e quatro casos de insolvência respectivamente.
Comércio e construção são os sectores mais afectados - De acordo com os dados do Instituto Informador Comercial, desde o início do ano houve 1066 empresas a recorrer a processos de insolvência, o que corresponde a um aumento de 8,55% face a igual período de 2009. Comparativamente a 2008, o acréscimo é de 52,25%. Comércio e construção são os sectores mais afectados, enquanto, que em termos geográficos, os distritos com mais casos são Porto, Lisboa e Braga. Com 267 empresas inscritas, o comércio por grosso e a retalho lidera a lista dos sectores de actividade com maior número de processos de insolvência. E se é verdade que o comércio por grosso regista uma quebra de 4% face ao ano anterior (144 empresas contra 150 em 2009), já o comércio a retalho sofre um agravamento de 25,51%, passando de 98 para 123 empresas em dificuldades. Números preocupantes, admite o presidente da União das Associações do Comércio e Serviços. Segue-se o sector da construção civil e da promoção imobiliária com um total de 220 empresas em processo de insolvência, traduzindo a situação difícil de uma indústria que se debate com uma crise que a fez perder 131 mil empregos desde 2002, dos quais 63 mil desapareceram ao longo de 2009. Há menos empresas ligadas à engenharia civil em dificuldades mas, em contrapartida, as que se dedicam a actividades especializadas de construção e à construção de edifícios viram agravar-se em, respectivamente, 32% e 35,29% os casos de insolvência. O que não será de admirar, se tivermos em conta que o sector construiu 27 mil fogos em 2009, quando o habitual seria construir 114 mil. Os têxteis e vestuário, a braços com quebras nas exportações de 7% em 2008 e de 15% em 2009, ocupam o terceiro lugar na lista das empresas em dificuldade, com 122 processos de insolvência.
306 milhões em salários de empresas falidas - O Fundo de Garantia Salarial (FGS) recebeu, no ano passado, mais de 25 mil pedidos de trabalhadores que reclamaram à Segurança Social o pagamento de 306 milhões de euros em dívidas deixadas por empresas em insolvência. A duplicação dos pedidos e a subida do número de processos pendentes justificou sucessivos reforços orçamentais, que se destinaram ao pagamento de 80,9 milhões de euros em salários ou indemnizações em atraso, num aumento de despesa de 15% face ao ano anterior.
Dados em tempo quase real - O Centro de Estudo do IIC Instituto Informador Comercial, disponibilizou no seu site a evolução diária do número de Insolvências registadas em território nacional até ontem, com segmentação Geográfica e por Sector de Actividade, e as respectivas comparações com o exacto período homólogo”
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Já faliram 1066 empresas desde o início do ano...

Opinião: o meu aplauso ao Mário Gouveia

Só hoje tive oportunidade de ler a crónica dco jornalista Mário Gouveia, correspodente da TVI no Funchal e forte candidato a ser nomeaado como nº 2 de Gil Rosa, na chefia dos departamentos de informação e programação da RTP/RDP na Madeira. O meu aplauso pela coragem de chamar "aos bis pelos nomes" e de por não hesitar em fugir ao "politicamente correcto". Transcrevo o texto do jornalista publicado no DN do Funchal intitulado "Acções pouco nobres": "À custa da tormenta que se abateu sobre a Madeira, há por aí uns indivíduos que julgam que os Madeirenses passaram a ser uns desgraçadinhos e uns pobrezinhos. Vai daí, toca a oferecer qualquer coisa. Até esferográficas e alguns trocos. E nessas acções, não dispensam a comunicação social. Publicidade e promoção de borla, está claro! Neste rol encaixa-se o presidente do Benfica que, aproveitando a deslocação da equipa encarnada à Madeira, resolveu oferecer lápis e cadernos a crianças que, devido às circunstâncias, estão frágeis e carentes. Dispenso, dispenso estas nobres acções carregadas de segundas intenções. Não se deve brincar à caridade promovendo-se à custa do momento sensível que os Madeirenses atravessam. O mesmo digo do presidente do Sporting. Também à luz dos holofotes, veio entregar uma verba irrisória, cerca de trinta mil euros, segundo o DIÁRIO, para ajudar? às vítimas do temporal. Trinta mil euros??, uma ninharia para o clube como o Sporting. Até parece brincadeira. Não dá para nada! Devemos agradecer os gestos, mas também devemos mandar embrulhar estas prendas e devolver aos senhores Vieira e Bettencourt, para entregar aos pobres dos bairros que proliferam na segunda circular, mesmo nas barbas da Luz e de Alvalade. Mas há também Madeirenses que aproveitando a tragédia, resolveram promover alguns produtos sem saída nas prateleiras. Cinco por cento da venda de um vinho poderá ser muito dinheiro, se esse vinho for conhecido e se tiver muita saída. Parece não ser o caso do néctar que Joe Berardo resolveu promover à custa de uma solidariedade de interesses. Gesto nobre, senhor comendador, seria reconstruir a capela de Nossa Senhora da Conceição e o largo das Babosas. E porque não, construir quatro ou cinco casas para quem ficou sem habitação na freguesia do Monte, bem perto da sua magnífica quinta. Não lhe custava nada! Mas há também quem, pela calada, sem publicidade e sem propaganda, ajudam e de que maneira, quem padeceu e perdeu tudo com o temporal. Estes sim, merecem toda a nossa consideração e o nosso obrigado".