No passado dia 11 de Junho, escrevi neste blogue: "O Presidente da República poderá estar informado do nome do próximo ministro de Estado e das Finanças que, segundo as minhas fontes, terá sido acordado entre Passos Coelho e Paulo Portas, e não é uma personalidade com uma militância política activa em nenhum dos dois partidos que neste momento estão a negociar a futura coligação". Antes disso, no dia 5 de Junho, publiquei neste blogue outro comentário: "O Presidente do Conselho de Administração do Hospital de Santa Maria em Lisboa, Adalberto Campos Fernandes, é um nome que corre em círculos próximos do PSD como potencial candidato à pasta da Saúde ou a uma pasta no ministério da Saúde. Este licenciado em Medicina, Mestre em Saúde Pública e Professor Auxiliar da Universidade Atlântica, foi presidente do Hospital de Santa Maria em Lisboa e é tido como um dos indivíduos com mais provas dadas neste complexo sector, pese o facto de ser uma personalidade reconhecidamente próxima do PS". Nesse mesmo dia publiquei outro comentário sobre este tema: "O antigo ministro das Finanças de José Sócrates,Luís Campos e Cunha, cuja demissão levou Teixeira dos Santos ao cargo ministerial, poderá ser uma das personalidades melhores colocadas para a pasta das Finanças. Apesar de Eduardo Catroga ter sido apontado como candidato ao lugar, e dadas as suas relações com Cavaco Silva, Passos Coelho poderá optar por uma personalidade distante dos dois partidos - PSD e CDS/PP - o que faz com que Luís Campos e Cunha, recentemente nomeado Presidente do conselho fiscal do Santander seja um potencial candidato". Gostem ou não uma coisa é certa: que se trataria de uma personalidade independente julgo que isso ficou mais do que evidente nestes meus comentários. Sem que isso seja importante, pois parece-me evidente que seja competente e alinhe com o primeiro-ministro, para que se evitem situações de conflito como as que aconteceram entre Sócrates e Teixeira e que foram habilmente escondidas.
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