Será que algum meio de comunicação social podia ajudar a esclarecer qual é o crápula do contra que se desdobra facilmente por duas ou três outras empresas que funcionam no papel (uma delas até já deu direito a uma viagem sul-americana…), que prestam serviço ao Governo Regional – outra vez na área de elaboração de pareceres para candidaturas a fundos comunitários!... – e que inclusivamente fizeram (fazem) negócios com Câmaras Municipais (incluindo a diabolizada autarquia do Funchal)?
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