No ano seguinte a situação “melhorou” muito. Eu recordo a notícia: “O ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, surge em 15º numa lista de 19 ministros europeus que tutelam esta pasta avaliados pelo Financial Times. «Um sobrevivente ainda perante dificuldades, enquanto a sua economia enfrenta uma considerável fraqueza estrutural e a escalada do défice», escreve o FT sobre o ministro português. Os ministros foram julgados de acordo com as suas capacidades políticas e o desempenho das suas economias, neste momento de crise. O jornal económico juntou um painel de sete economistas europeus que classificaram os ministros pela rapidez e eficácia com que implementaram medidas contra a crise, bem como o seu peso no palco internacional. No primeiro lugar na lista surge a francesa Christine Lagarde, seguida por Peer Steinbrück da Alemanha. Na última posição do ranking ficou o ministro irlandês, seguido de perto pelo grego. A ministra das Finanças espanhola surge em 16º lugar”. Dados de 200. Será que ainda precisamos perguntar quem tinha afinal razão?".segunda-feira, novembro 15, 2010
Credibilidade? (II)
No ano seguinte a situação “melhorou” muito. Eu recordo a notícia: “O ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, surge em 15º numa lista de 19 ministros europeus que tutelam esta pasta avaliados pelo Financial Times. «Um sobrevivente ainda perante dificuldades, enquanto a sua economia enfrenta uma considerável fraqueza estrutural e a escalada do défice», escreve o FT sobre o ministro português. Os ministros foram julgados de acordo com as suas capacidades políticas e o desempenho das suas economias, neste momento de crise. O jornal económico juntou um painel de sete economistas europeus que classificaram os ministros pela rapidez e eficácia com que implementaram medidas contra a crise, bem como o seu peso no palco internacional. No primeiro lugar na lista surge a francesa Christine Lagarde, seguida por Peer Steinbrück da Alemanha. Na última posição do ranking ficou o ministro irlandês, seguido de perto pelo grego. A ministra das Finanças espanhola surge em 16º lugar”. Dados de 200. Será que ainda precisamos perguntar quem tinha afinal razão?".
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