Tal como se previa estoirou o negócio dos polémicos barcos encomendados pelos Açores. Segundo o Açoriano Oriental, "o Governo Regional rescindiu o contrato com os Estaleiros de Viana de Castelo. O "Atlântida", que deveria começar a navegar no mar dos Açores a partir de 13 de Maio, nem vai sair dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC), onde esteve a ser construído. Depois de analisar os resultados das provas de velocidade do navio, o Governo dos Açores assume publicamente que quer avançar para a rescisão do contrato celebrado com os ENVC. Ontem, em conferência de imprensa convocada para anunciar a decisão do Executivo, o secretário regional da Economia, Vasco Cordeiro justificou a decisão alegando que na data prevista para o início da operação de transporte marítimo de passageiros deste ano, o Atlântida não iria atingir "a velocidade mínima que o contrato considera aceitável", ou seja os 19 nós, a 85 por cento de potência dos motores.
De acordo como responsável da tutela, os ENVC ainda tentaram colmatar a situação com uma proposta de alterações que fizesse aumentar a velocidade, contudo, essa intervenção iria custar entre 7 a 9 meses a mais do que o tempo já estipulado. Por essa razão, Vasco Cordeiro defende que "a recepção, ainda que provisória ou sob condição, do navio Atlântida deve ser recusada". "Devem ser desencadeados todos os mecanismos legais e contratuais à disposição da Atlânticoline, SA, para o ressarcimento de todos os prejuízos derivados das vicissitudes do processo de construção do Atlântida", referiu, acrescentando que deverão ainda ser accionadas as garantias bancárias prestadas pelos ENVC a favor da Atlânticoline. O objectivo, explicou o secretário da Economia, é que possam ser devolvidos os montantes já pagos no âmbito do contrato e que, segundo o Executivo açoriano, totalizam mais de 31 milhões de euros. Quanto à operação de transporte marítimo de passageiros deste ano, o governante assegurou que a mesma vai iniciar-se no prazo estipulado, ou seja em Maio. Para isso, Vasco Cordeiro admitiu recorrer ao fretamento de navios". Já agora, e sobre este tema, recomendo a leitura deste texto do jornalista João Paz do Correio dos Açores.
De acordo como responsável da tutela, os ENVC ainda tentaram colmatar a situação com uma proposta de alterações que fizesse aumentar a velocidade, contudo, essa intervenção iria custar entre 7 a 9 meses a mais do que o tempo já estipulado. Por essa razão, Vasco Cordeiro defende que "a recepção, ainda que provisória ou sob condição, do navio Atlântida deve ser recusada". "Devem ser desencadeados todos os mecanismos legais e contratuais à disposição da Atlânticoline, SA, para o ressarcimento de todos os prejuízos derivados das vicissitudes do processo de construção do Atlântida", referiu, acrescentando que deverão ainda ser accionadas as garantias bancárias prestadas pelos ENVC a favor da Atlânticoline. O objectivo, explicou o secretário da Economia, é que possam ser devolvidos os montantes já pagos no âmbito do contrato e que, segundo o Executivo açoriano, totalizam mais de 31 milhões de euros. Quanto à operação de transporte marítimo de passageiros deste ano, o governante assegurou que a mesma vai iniciar-se no prazo estipulado, ou seja em Maio. Para isso, Vasco Cordeiro admitiu recorrer ao fretamento de navios". Já agora, e sobre este tema, recomendo a leitura deste texto do jornalista João Paz do Correio dos Açores.
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