domingo, janeiro 08, 2023

TAP contrata diretores com salários ‘milionários’

Os novos diretores e quadros de topo da TAP, contratados já com a empresa sob controlo do Estado e sob a liderança da presidente Christine Ourmières-Widener, ganham mais do que os demitidos durante a pandemia, sob a pressão do plano de reestruturação, aprovado por Bruxelas, que obrigava a companhia a cortar 25% da massa salarial. Há salários de €14,5 mil brutos, cerca de mais de €2 mil do que na administração anterior. Com o cutelo do plano de reestruturação sob a cabeça, a TAP viu-se obrigada a cortar custos e convidou a sair, a partir de meados de 2020, a generalidade dos seus quadro históricos. Pagou-lhes indemnizações generosas e varreu praticamente toda a primeira linha de diretores, alguns com mais de 20 anos de casa. Varreu-se muito do know how português, o que tem merecido críticas. Quando Christine Ourmières-Widener chegou à liderança da TAP, o trabalho estava feito. Tinha vindo sem equipa, mas pouco tempo depois de entrar já estava a recrutar pessoas da sua confiança. Primeiro contratou serviços, mais tarde, assim que pôde, abriu-lhes a porta da empresa. O que tem causado mal-estar interno, já que a maioria são estrangeiros e vêm ganhar mais do que quem está há muito numa empresa que tem os seus trabalhadores com cortes salariais.

Sondagem: 89% exigem a Costa investimento na habitação

 

Entendida como o drama de uma geração, a habitação em Portugal é, na verdade, uma crise em toda a linha, percecionada por toda a gente. E cujo principal fator é a falta de habitação pública, a que se junta a falta de regulação do mercado, a falta de oferta privada e o fenómeno do alojamento local. Tanto à esquerda como à direita, os partidos falham em colocar a habitação como ponto central da discussão política. E, no meio da crise política, o primeiro-ministro entendeu elevar a pasta a ministério. Na sondagem feita pelo ICS/ISCTE para o Expresso e para a SIC, os portugueses pedem respostas tanto do lado do património do Estado quanto pela via da propriedade privada. E convidam o poder político a agir. O ano é de escalada inflacionista e de aumento generalizado dos preços, refletidos na sondagem, que mostra um aumento de 9 pontos percentuais da proporção de inquiridos, que diz que a situação económica no país “piorou” ou “piorou muito”. O termo de comparação é setembro de 2022, data do último inquérito, em que havia 67% de respostas nesse sentido (agora há 76%). É um valor expressivo, que só tem paralelo com as sondagens sobre a situação económica do país no primeiro ano de pandemia de covid-19. E que só não é mais expressivo do que a perceção da crise habitacional.

CGD e Berardo. Ministério Público recusa acesso ao processo, apesar de segredo de Justiça ter terminado

 

Segredo de Justiça terminou em finais de outubro. Relação recusou alargamento desse segredo, em decisão de 15 de Junho, mas Ministério Público, ao ECO, insiste que o mesmo ainda não é público. O Ministério Público (MP) está a vedar o acesso ao processo CGD/Berardo, apesar do segredo de Justiça já ter terminado no final de outubro. O pedido de consulta foi feito, várias vezes, pela defesa de Joe Berardo, a cargo do advogado Paulo Saragoça da Matta, mas sem sucesso. O ECO tentou igualmente ter acesso a esse processo mas a resposta que fonte oficial da Procuradoria-Geral da República (PGR) deu foi de que o mesmo ainda não era público e remeteu esse mesmo pedido para o DCIAP — onde corre o processo. Mas este departamento do MP, que investiga a criminalidade mais complexa, não reagiu ao pedido do ECO. Apesar da acusação insistir que este processo — que investiga a suspeita de crimes de administração danosa, burla qualificada, fraude fiscal e branqueamento de capitais, alegadamente cometidos por Joe Berardo e o seu advogado (à data), André Luiz Gomes — continua em segredo de Justiça, o mesmo deixou de o estar desde finais de outubro. Conforme comprova a decisão do Tribunal da Relação de Lisboa, datada de 15 de Junho do ano passado (2022) que negou o recurso pedido pelo MP para prorrogar o sigilo da investigação e a que o ECO teve acesso.

A Madeira tem 332 milhões de euros de fundos europeus

 

Este ano a Madeira terá 332 milhões de euros de fundos europeus para executar. A maioria para projetos do setor público. Para o secretário regional das Finanças, o grau de concretização dependerá da estabilidade económica e financeira internacional.

Receita fiscal do CINM de 2022 deverá rondar os 115 milhões de euros

 

A receita fiscal do Centro Internacional de Negócios da Madeira de 2022 deverá rondar os 115 milhões de euros. Declarações do secretário das Finanças, à margem da cerimónia em que a Sociedade de Desenvolvimento da Madeira distinguiu nove alunos pelo mérito escolar.

sábado, janeiro 07, 2023

Venezuela: El año de Nicolás Maduro y su regreso a la arena internacional

 

Venezuela 23 años después de la llegada de la 'revolución bolivariana'

 

Venezuela: La fracturada oposición elimina el "gobierno interino" de Guaidó


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Raúl Sohr y la caída de Juan Guaidó como representante opositor


Duro golpe a la libertad de prensa en Venezuela. 80 emisoras fueron cerradas en 2022


 

Venezuela: Henrique Capriles critica al gobierno interino de Juan Guaidó

 

Venezuela: "Superbigote" y "Supercilita", Maduro repartió juguetes inspirados en él y en Cilia Flores

 

Venezuela: Esta es la reacción de Juan Guaidó tras el fin de su "Gobierno interino"

 

Venezuela: Tanto el chavismo como la oposición tienen profundas divisiones y fracturas


 

Venezuela: Estados Unidos considera ilegítimo a Nicolás Maduro como presidente de Venezuela


 

Maduro: "Venezuela está lista para retomar relaciones con EE. UU."

 

La oposición venezolana busca una nueva estrategia para disputar el poder a Maduro

Colombia y Venezuela terminan de abrir su frontera

 
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Venezuela: “El día 3 de enero estaremos ante la coronación de Maduro”


La batalla encarnizada en el bloque antichavista dentro de Venezuela para acabar con el gobierno interino de Juan Guaidó por parte de tres partidos políticos ha vivido un nuevo capítulo en las últimas horas con la disolución del gobierno interino formado en 2019 para desafiar a Nicolás Maduro. De nada sirvió que Guaidó propusiera a las formaciones Acción Democrática, Primero Justicia y Un Nuevo Tiempo elegir un nuevo “presidente encargado” como alternativa para salir de esta crisis. La votación acabó con 72 votos a favor de disolver al ejecutivo provisional, 29 en contra y ocho abstenciones. Guaidó, del partido Voluntad Popular, es señalado por varios dirigentes opositores como responsable de la situación actual de estancamiento que ha consolidado la presidencia de Nicolás Maduro y rebajado las expectativas de desalojar al chavismo de las instituciones venezolanas en el corto plazo. La mayoría antichavista siguió adelante con su pretensión de acabar con la era Guaidó y reemplazarlo por un liderazgo de comités. El líder antichavista ha tratado de frenar este proceso: “Hagan lo que dicte su conciencia, pero no destruyan la institucionalidad que requiere nuestra lucha”, pidió Guaidó sin éxito horas antes de la votación.

Las siete trompetas que Guaidó desoyó de su propio apocalipsis en Venezuela


Haciéndose llamar presidente, como si le fuera la vida en ello, Juan Guaidó perdió el tiempo y la brújula en Venezuela, donde antaño fue un líder legítimo que movía masas. Aunque hace tiempo sonaban las trompetas del apocalipsis, el opositor hizo oídos sordos hasta que un tsunami político lo empujó al ostracismo. El “presidente encargado” que encabezaba un “Gobierno interino” se quedó sin título y sin instancia, vencido por la fuerza de 72 votos -contra 23- que acordaron poner fin a la cruzada que emprendió en enero de 2019, cuando desafió la legitimidad de Nicolás Maduro como mandatario y se autoproclamó jefe del Ejecutivo, aclamado por potencias extranjeras. Cuatro años después, ese apoyo internacional y el respaldo popular de millones de venezolanos que ensalzaron su epopeya quedó reducido a cenizas.

La mayoría opositora venezolana rechaza la propuesta de Guaidó y acaba con la presidencia encargada


"Estamos a punto de cometer un error histórico". Dicho y hecho. La advertencia desesperada del diputado Freddy Guevara, jefe del grupo parlamentario de Voluntad Popular (VP), no sirvió para nada y la Asamblea Nacional (AN) votó este viernes en segunda discusión la reforma del Estatuto de la Transición que da por acabada a la presidencia encargada, al gobierno interino y a quien lo encabezó durante el desafío de cuatro años contra el todopoderoso Nicolás Maduro. La nueva mayoría opositora, conocida como el G3, no aceptó el paso al costado ofrecido a última hora por Juan Guaidó, quien se comprometió a abandonar su cargo a cambio de que se mantuviera el actual statu quo. El diputado Juan Miguel Matheus, portavoz del G3, respondió a Guaidó de forma determinante: seguían adelante con su propuesta pese a las "presiones indebidas en privado y en público" y ante la "injusticia" de presentar a Guaidó como una víctima y a ellos como sus verdugos. El resultado final de la votación confirmó la solidez de la nueva mayoría: 70 votos a favor y 23 en contra, además de 9 abstenciones. La centrista Primero Justicia (PJ), la socialdemócrata Acción Democrática (AD) y la socialcristiana Un Nuevo Tiempo (UNT) consideran que ha llegado el momento de imponer un nuevo esquema de poder sin la presencia de Guaidó y de una presidencia encargada.