quarta-feira, novembro 25, 2009

Férias: e o que dirá o energúmeno a isto?

"O Dia dos Açores vai ser assinalado a 1 de Junho no Canadá, mas as comemorações de 2009 não são pacíficas. É que o dia da Região está já envolto em polémica pelo facto do PSD/A acusar a Assembleia Regional, de esbanjamento de dinheiros públicos em tempo de crise. Por esse facto, e porque entende que deve haver contenção de despesas numa conjuntura económica difícil, o grupo parlamentar do PSD/A não irá participar, em peso, na cerimónia oficial, fazendo-se representar apenas por 3 dos seus 18 deputados. A realização do Dia dos Açores em Toronto decorre do objectivo de descentralizar as comemorações nos países e lugares onde existam grandes concentrações de açorianos. Neste caso em Toronto, uma das mais importantes cidades do mundo enquanto destino de acolhimento de açorianos, onde estão radicados centenas de milhar de emigrantes. Para as comemorações oficiais, que incluem a imposição de insígnias honoríficas a personalidades e organizações que se distinguiram ao serviço dos Açores, a Assembleia Regional paga a deslocação a uma apreciável comitiva que integra todos os deputados e membros do Governo, incluindo condecorados e jornalistas. Para assinalar o momento solene que evoca as conquistas autonómicas e a consagração da Autonomia político-administrativa em 1976, o Parlamento Regional fretou um avião da SATA Internacional, que custará cerca de 318 euros por pessoa. Sem esse fretamento, o custo de cada deslocação (ida e volta) seria ainda mais elevado: entre 500 e 700 euros. Ainda assim, o líder do grupo parlamentar do PSD/A considera errada a decisão de assinalar o Dia dos Açores no Canadá e vincou bem isso numa carta que endereçou ao presidente da Assembleia" (fonte: jornalista Paulo Faustino, DN de Lisboa)

Férias? Isto? Cá nada....

O Governo socialista de Carlos César e o parlamento dos Açores fretaram um avião da SATA Internacional para levar 200 convidados até Toronto, Canadá, onde amanhã se celebra o Dia da Região Autónoma. O programa das celebrações já foi considerado “inoportuno e despesista" pelo PSD-Açores. O “Expresso” – que hoje avança a notícia - indica que as despesas deverão ser repartidas por igual pelos orçamentos da Assembleia Legislativa Regional e da Presidência do Governo Regional, apesar de o gabinete de Carlos César não ter confirmado esta informação. Apesar das críticas, três deputados sociais-democratas estarão representados. O deputado Paulo Estêvão, do PPM (Partido Popular Monárquico), eleito pela ilha do Corvo, declinou o convite, escreve ainda o semanário. Todos os 57 deputados regionais foram convidados. O “Expresso” avança ainda que a operação de “diplomacia regional” se vai prolongar por dez dias, estimando que possa custar “centenas de milhares de euros”. “Os hotéis utilizados em Toronto variam entre o Four Seasons, para César e comitiva, e o Intercontinental Toronto Yorkville para os deputados e outros convidados. A somar ao aluguer de salas para recepções, à logística e aos custos com a cobertura pelos meios de comunicação social, a televisiva nomeadamente, temos as passagens aéreas normais, mais o avião fretado à SATA”, escreve o semanário, acrescentando que uma viagem comercial Ponta Delgada-Toronto custa 600 euros. “Para o fretamento, a SATA fez um desconto de 50 por cento – 318 euros –, segundo esclareceu o grupo parlamentar socialista”, indica ainda o semanário. À partida de Ponta Delgada, Carlos César declarou que a visita aos EUA (onde esteve antes) e ao Canadá representa "uma jornada de açorianidade, de muita sensibilidade e proximidade com os nossos irmãos açorianos". (fonte: Publico)

E porque motivo isto aconteceu?

AR acaba com desdobramentos de viagens e créditos de milhas
Os deputados e funcionários da Assembleia da República vão deixar de poder fazer desdobramentos de bilhetes de avião e acumular créditos de milhas, segundo uma proposta do Presidente da Assembleia da República, Jaime Gama. No final da reunião da conferência de líderes, Jaime Gama incitou todos os outros órgãos do Estado a seguirem o exemplo da Assembleia da República.«Esperamos que todos os órgãos de soberania, sem excepção, todos os serviços da administração pública e das empresas públicas, governos regionais e autarquias locais sigam o nosso exemplo porque é isso que está no caminho da modernidade», afirmou. Até agora, os deputados e funcionários da Assembleia da República podiam fazer desdobramentos, ou seja, trocar um bilhete de classe executiva por dois de turística e fazerem-se assim acompanhar por outra pessoa nas viagens de serviço. "Parece que é a altura própria de fazer essa viragem. É uma conduta correcta que a Assembleia adopta no momento próprio e que todos esperamos que venha a ser seguida no conjunto da administração pública portuguesa», disse Jaime Gama. O presidente do Parlamento sublinhou que a proposta, de sua iniciativa e aprovada «por unanimidade» na conferência de líderes, foi feita «livremente e não sob pressão de nenhum caso" (fonte: aqui)

Ou isto?

O fim da 1ª classe para os deputados e as «férias» no Dubai
Desde esta quarta-feira os deputados portugueses vão deixar de viajar em primeira classe ou de poder desdobrar bilhetes em executiva, para poderem levar consigo um acompanhante. O impulsionador desta alteração ao regulamento interno do Parlamento foi o próprio presidente da Assembleia da República. De acordo com o jornal «Público», a gota de água que esgotou a paciência de Jaime Gama foi uma viagem a Adis Abeba, na última Páscoa, por causa da União Interparlamentar. Mais precisamente as escalas de regresso desenhadas por parte da delegação. O incidente, que ficou conhecido como as «férias no Dubai», não se trata de um ilícito ou de uma ilegalidade. Mas, segundo o jornal, «irritou» Gama. O suficiente para que as regras tenham sido mudadas. Segundo relata o «Público», as reuniões da União Interparlamentar, na Etiópia, realizaram-se entre 4 e 10 de Abril. A representação portuguesa era formada pela secretária-geral da Assembleia da República, Adelina Sá Carvalho, e ainda pelos deputados Rui Vieira, Rosa Albernaz, Miguel Relvas, Miguel Ginestal, Duarte Pacheco e Leonor Coutinho. A viagem da primeira, que partiu de Lisboa no dia 2 e regressou dia 9 (depois de terminarem as reuniões dos secretários-gerais), com escala em Frankfurt, custou ao Parlamento 3312,36 euros, de acordo com o «Público» - metade das viagens dos deputados (7644,34 euros), já que a secretária-geral não tem direito a viajar em primeira classe nem a desdobramento de viagem. Já o regresso dos deputados realizou-se de forma diversa. Rui Vieira e Rosa Albernaz viajaram dia 9 e 10 respectivamente. Mas os restantes decidiram prolongar o percurso. Joaquim Couto explicou ao «Público» que partiu para o Dubai no dia 10 e seguiu para Omã com a esposa. O deputado disse ao jornal que foi tudo feito com «muita transparência», já que «quem quisesse prolongar [a viagem] pagava as suas despesas». Os restantes quatro deputados, também foram para Dubai no dia 10 e, como só tinham avião para a escala seguinte, Munique, na manhã seguinte, passaram a noite na cidade. Mas a estadia prolongou-se e decidiram passar mais uma noite. O regresso a Lisboa aconteceu apenas no dia 12, tendo os encargos deste prolongamento sido pagos por cada um dos parlamentares". (fonte: aqui)

Férias? Férias seria isto.... (I)

Jaime Gama corta viagem de dois deputados a África

Mais uma decisão do presidente da Assembleia da República sobre o exagero na viagem de deputados. Segundo relata o «Diário de Notícias», Jaime Gama impediu que dois deputados viajassem até ao Uganda para participarem na reunião da União Interparlamentar (UIP) sobre saúde materna, alegadamente porque o Parlamento não recebeu um convite formal. Quem ficou em terra desta vez foi Rosalina Martins, do Partido Socialista, e António Leitão Amaro, do Partido Social Democrata, que até já tinham definido o seu roteiro de voo até Kampala. A socialista partiria do Porto (vive em Viana do Castelo, círculo pelo qual foi eleita) e o social-democrata de Lisboa. Encontrar-se-iam em Barcelona. E depois rumariam ao Uganda, com escala no Cairo (Egipto). A viagem deveria ter acontecido no sábado, mas na sexta-feira surgiu a ordem de cancelamento, poupando assim milhares de euros. A primeira nesta legislatura, sendo que não são conhecidos todos os dados oficiais. Ainda assim, uma fonte do gabinete de Gama adiantou ao DN que a reunião de Kampala não seria da UIP mas sim de organização tripartida entre esta organização, a OMS (Organização Mundial de Saúde) e o Parlamento do Uganda, não havendo convite oficial. (fonte: aqui)

Oh Eça, oh pá, eras adivinhão?

"Em Portugal não há ciência de governar nem há ciência de organizar oposição. Falta igualmente a aptidão, e o engenho, e o bom senso, e a moralidade, nestes dois factos que constituem o movimento político das nações. A ciência de governar é neste país uma habilidade, uma rotina de acaso, diversamente influenciada pela paixão, pela inveja, pela intriga, pela vaidade, pela frivolidade e pelo interesse. A política é uma arma, em todos os pontos revolta pelas vontades contraditórias; ali dominam as más paixões; ali luta-se pela avidez do ganho ou pelo gozo da vaidade; ali há a postergação dos princípios e o desprezo dos sentimentos; ali há a abdicação de tudo o que o homem tem na alma de nobre, de generoso, de grande, de racional e de justo; em volta daquela arena enxameiam os aventureiros inteligentes, os grandes vaidosos, os especuladores ásperos; há a tristeza e a miséria; dentro há a corrupção, o patrono, o privilégio. A refrega é dura; combate-se, atraiçoa-se, brada-se, foge-se, destrói-se, corrompe-se. Todos os desperdícios, todas as violências, todas as indignidades se entrechocam ali com dor e com raiva. À escalada sobem todos os homens inteligentes, nervosos, ambiciosos (...) todos querem penetrar na arena, ambiciosos dos espectáculos cortesãos, ávidos de consideração e de dinheiro, insaciáveis dos gozos da vaidade" (Eça de Queiroz, "Distrito de Évora", 1867)

Vaidade...

"(...) É a vaidade, e não a tranquilidade ou o prazer, que nos interessa. Mas a vaidade sempre tem por base a convicção de sermos objecto de atenção e aprovação. O homem rico deleita-se com as suas riquezas por julgar que elas naturalmente lhe atraem a atenção do mundo e que os homens estão dispostos a acompanhá-lo em todas as agradáveis emoções que as vantagens da sua situação tão prontamente inspiram a ele. Quando tal pensamento lhe ocorre, o seu coração parece crescer e dilatar-se dentro do peito, e ele aprecia a sua riqueza mais por esse motivo do que por todas as outras vantagens que ela lhe traz". Adam Smith (em "A Teoria dos Sentimentos Morais")

Porcalhices

Quem foi o energúmeno que numa das tais candidaturas que o cobriram de vergonha, andou a tentar convencer funcionários de uma edilidade para que lhe denunciassem situações de alegadas ilegalidades, susceptíveis de alimentar uma campanha vil de maledicência e de suspeição nojenta, que assentou na sistemática acusação de corrupção, que teve a resposta que o povo inteligente se recorda? E, já agora, como é que depois disso, a referida entidade ainda faz negócios, indirectamente, com quem andou a levantar diariamente uma campanha de suspeição, de insulto e de mentira que alimenta a frustração doentia e podre que caracteriza hoje a personagem e molda o seu “ego”?

Nojento cheira sempre mal

Nem li porque recuso a imundice de gente porca. Mas parece, segundo amigos meus, que o energúmeno faz um comentário por causa de uma viagem aos EUA. O meu primeiro lamento é para a forma como o jornalista Tolentino Nóbrega abordou o assunto, de uma forma insultuosa, que confesso não esperava – aliás nunca o TN da minha parte foi confrontado com tal procedimento em sentido inverso. Depois para referir que o energúmeno porco, que lá terá os seus rabos-de-palha – e nem falo em percursos de vida porque não vou por aí, já que não se comparam realidades incomparáveis, nem se mistura ética com oportunismo saloio - se pensa que me insulta engana-se. Limitei-me a acompanhar o Presidente da Assembleia Legislativa, como já o fiz noutras ocasiões e como já fiz com outras entidades que entenderam que o deveria fazer. Nunca fui do Dubai em negociatas, nem misturei partidos ou políticos com outros interesses. Não recebo lições de gente nojenta que não tem moral para falar seja do que for. Alguém acredita, diga o Tribunal de Contas o que disser – e está no seu direito de dizer o que entender, menos o de levantar suspeição sobre a seriedade das pessoas quanto muito questiona procedimentos administrativos, porque é disso que se trata, aos quais sou completamente estranho – que o Presidente da Assembleia e o seu Chefe de Gabinete entrariam num regabofe gastador, chulando os dinheiros públicos, por mero capricho, só porque lhes apeteceu, sabendo que tais procedimentos são vergonhosos e que existe sempre uma decisão sancionatória, já que o TC todos os anos fiscaliza as contas da ALRAM? Alguém duvida que eu tenha de perder tempo com energúmenos frustrados e doentes para que alguma vez me deixe de orientar pelo que me impõe a ética e a seriedade que sempre me foi ensinada, desde berço, sem ter que renegar ninguém? O energúmeno porcalhão devia ter vergonha de se comportar como se comporta, até porque é com ele, que se devia preocupar. O procedimento que adopta é próprio de gente que vive no esgoto, que sempre andou pelo esgoto, até encontrar uma corda para se agarrar e trepar, com todas as vantagens sociais daí resultantes. Está muito enganado esse energúmeno se julga as pessoas em função da sua própria imagem ou maneira de ser e agir. Não me confundo com corruptos, nem ando metido em aldrabices. Tal como não ando a mendigar entrevistas, não peço para ir a programas de televisão, não quero fotografias na primeira página, não usei programas de televisão para candidaturas, recuso destaques pessoais e muito menos sou doentiamente dependente de vaidades ou egocentrismos. Essa é a grande diferença que me separa dessa escumalha rafeira.

Se ele...

Escorraçado, enxovalhado, usado e traído - é o que dizem os seus apoiantes - a minha expectativa é a de que João Carlos Gouveia tenham oportunidade no Congresso de dizer o que têm a dizer (e deve dizer) e de dar as explicações que as pessoas ligadas ao PS local, e seus eleitores, esperam dele. Obviamente que não sei...pormenores, mas dizem os seus apoiantes, que não abrem o jogo, que talvez o congresso socialista gostasse de saber muitas "estórias" e se espantassem com alguns factos. Mas, dizem outros, conhecendo Gouveia como eles conhecem, não perspectivam o envolvimento do ainda líder do partido num ajuste de contas dessa natureza, embora garantam que ele tem a consciência que há coisas que tem que ser esclarecidas para que ele não saía como se tivesse sido escorraçado, depois de usado.

Uns e outros...

Uns têm horas vagas não sei onde, outros usam intermediários e habilidades para outras coisas, por exemplo negócios. Repito: eu não tenho culpa de não terem sido nomeados para lugares governamentais para onde foram convidados e tinham aceite. Metam isto na cabeça de uma vez por todas.

Trepadores....

"A minha origem é mesmo o povão. Só o milagre de uma Revolução, acontecida na melhor altura para os putos de famílias sem cheta nessa época, me permitiu acompanhar o agregado familiar na sua escalada, na ascensão à etapa seguinte da degradação moral inerente à sede de enriquecimento que nos afasta do essencial. Porque a fuga às privações monetárias implica a concentração num objectivo incompatível com a manutenção de um contacto familiar (e não só) próximo e saudável. As repercussões desse caminho pela ambição acabam por se fazer sentir, quando tudo gira em torno da sede de trepar até ao ponto mais elevado possível da cadeia alimentar de uma economia canibal. Por isso mesmo abdico do sucesso tal como o medem agora, recuso trabalhar fora de horas e, dizem, isso faz toda a diferença no percurso de um trepador social acelerado, de um vendedor.Pois faz".

Arrogância

A arrogância do poder
Mestre e discípulo conversavam numa esquina, quando uma velha os abordou:
- Saiam da frente da minha vitrine!”, gritou a velha. “Vocês estão atrapalhando os fregueses”. O mestre pediu desculpas, e mudou de calçada.
- Continuaram a conversa, quando um oficial aproximou-se
- Precisamos que o senhor se afaste desta calçada”, disse o oficial. “O conde irá passar por aqui daqui a pouco”.
- Que o conde use o outro lado da rua”, respondeu o mestre, sem se mover. Depois se virou para seu discípulo: "Não esqueça: jamais seja arrogante com os humildes. E jamais seja humilde com os arrogantes”.

Apenas frases...

- "Hoje adulador, amanhã traidor"
- "Ainda que a traição agrade, o traidor sempre aborrece"
- "Nunca falta um judas"
- "Trair e coçar é só começar"
- "Para um traidor, dois aleivosos"

Não foi ministra da Saúde da Finlândia mas oiçam na mesma

Tem sido apresentada como ex-ministra da saúde da Finlândia, mas na realidade para que não foi. Segundo me foi dado saber por mensagem recebida, "Rauni-Leena Luukanen-Kilde (born 1939 in Värtsilä, now in the Republic of Karelia) was the provincial medical officer of the Finnish Lapland Province with a doctorate in medicine from 1975 until a car accident in 1986, which took away her ability to continue her work and career. Since then she has been best known for her UFO contacts and related thoughts. She likes to advertise her former title, but often she rather calls herself a former Chief Medical Officer of Finland and uses other questionable titles as well. Even before the accident she was a very controversial figure". Ou é a verdade ou é uma campanha contra a senhora opelo incómodo causado. Na realidade parece que a Dra. Rauni Kilde foi uma antiga Médica-Chefe provincial numa das regiões da Finlândia. Mas este depoimento tem causado sensação na internet e gerado muita polémica, havendo já instituições médicas e de saúide que defendem a sua retirada, facto que o Youtube tem recusado.
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Nacionalize-se: antigos dirigentes desviaram 9700 milhões do BPN

Nacionalize-se! Pois, o problema é que depois ficamos a saber isto: "O antigo presidente do BPN, Oliveira Costa, e três outros ex-administradores são acusados pelo Ministério Público de terem gerado um buraco de 9700 milhões de euros no banco, com um esquema fora de contabilidade que envolvia o Banco Insular, segundo o Correio da Manhã de hoje.O esquema terá sido montado em 2003 e envolvia também Luís Caprichoso, Francisco Sanches e Vaz Mascarenhas, que são agora acusados de abusão de confiança, burla qualificada e falsificação de documentos, segundo o despacho de acusação.Aquele diário conta que as operações do Banco Insular (BI), que estava registado em Cabo Verde era detido pelo BPN, passaram a ter dois balcões naquele ano: um com registo de movimentos e outro como balcão virtual, à margem da contabilidade".

Escarro neles

Uns dizem que as caravanas passam enquanto os cachorros ladram. Mas prefiro os outros que se limitam a um escarro neles! Já disse tudo, não perco nem mais um segundo que seja com a rafeirada medíocre e ressabiada. Que se tratem onde se devem tratar, antes que seja tarde demais. Tenho pena, confesso. Mas conheços-os bem...

terça-feira, novembro 24, 2009

PSD: Ferreira Leite diz que há menos liberdade no país

Manuela Ferreira Leite diz que a cada dia que passa há menos de liberdade e menos justiça no país. A líder do PSD encerrou as jornadas parlamentares do partido, em Espinho, com muitas críticas à política económica do Governo. Manuela Ferreira Leite considera que a crise não pode justificar tudo.

UMa: uma excelente entrevista

Achei excelente, oportuna, clarificadora, e sobretudo assente num pragmatismo que nada tem a ver com o passado recente, a entrevista concedida ao jornalista Virgílio Nóbrega da RTP/Madeira, e hoje transmitida, pelo Reitor da Universidade da Madeira, Castanheira da Costa. Espero sinceramente que a UMa entre, definitivamente, depois de devidamente organizada internamente, no caminho que deve ser o seu, definindo sem tibiezas um rumo adequado à sua dimensão e à realidade onde se insere, sem condicionalismos ou limitações por causa disso, e que os projectos dos actuais responsáveis tenham o sucesso que a região espera, os estudantes merecem e a Universidade da Madeira deseja. Inquestionavelmente uma entrevista oportuna, calma, sem ambições desmedidas, sem sonhos ou utopias, nem ideias absurdas, antes pelo contrário, com os pés assentes na terra. Reafirmo a minha esperança, que determinadas questões ao nível da docência, "despachadas" pela anterior gestão de uma forma pouco digna e a "coice-e-pontapé", possam ser ponderados e encontrar o acolhimento e a resolução, enquadrada pela legislação vigente, para que a UMa se reencontre consigo própria, a todos os níveis.

O que nos safa é que todos se entendem na justiça...

O professor de direito Germano Marques da Silva não é favorável à divulgação das escutas telefónicas que envolvem primeiro-ministro, numa interpretação diferente de outros especialitas. Este penalista considera que a publicitação das conversas entre José Sócrates e Armando Vara seria uma "subversão do Estado de Direito".