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quinta-feira, setembro 02, 2010

Maioria dos portugueses nunca recomendou a sua companhia de seguros

Os dados de Maio de 2010 do Basef Seguros da Marktest,revelam que os portugueses que possuem pelo menos um seguro, quando questionados se já recomendaram a sua companhia de seguros mais importante a amigos ou familiares, 51.3% ainda não o fez, enquanto 47.5% já fizeram essa recomendação. No quadrimestre móvel de Abril de 2010, o Basef Seguros contabiliza 1 200 mil indivíduos com este seguro, um número que representa 17.8% do total de portugueses que possuem pelo menos um seguro.
Nos últimos anos a tendência de recomendar a amigos ou familiares a companhia de seguros mais importante, tem vindo a aumentar, como se pode ver no gráfico abaixo. De 39% de respostas positivas (valor global de Maio de 2005), alcançou em Maio de 2010, 48%.

Os segurados que não recomendaram a sua principal companhia de seguros representam 51% do universo em estudo. A penetração é superior à média nos segurados do sexo feminino (54.9%), nos indivíduos entre os 15 e os 24 anos (59.8%), nos residentes na Grande Lisboa (52%), nos indivíduos da classe média (52.2%) e nos estudantes (70.2%).

Esta análise foi realizada com base nos resultados do Quadrimestre de Maio de 2010 Basef Seguros da Marktest. (fonte: Marktest.com, Setembro de 2010)

terça-feira, setembro 16, 2008

EUA: mais seguradora também vai falir?

Parece que a maior seguradora dos EUA pode ser a próxima vítima. Segundo Pedro Latoeiro do Diário Económico, "poucas horas depois de a Lehman Brothers declarar falência e de a Merrill Lynch ser absorvida pelo Bank of America, as autoridades norte-americanas já tinham outro problema nas mãos: a sobrevivência da American International Group (AIG), a maior seguradora dos Estados Unidos. A abertura de Wall Street não amenizou os receios das autoridades: as acções da AIG abriram a perder 41% perante as dificuldades da empresa em aumentar o seu capital e evitar cortes nos ‘ratings’ das agências de notação financeira.A seguradora norte-americana esteve em negociações com alguns dos maiores investidores e fundos de capital de risco norte-americanos, que incluiu o milionário Warren Buffett, mas a solução apresentada ao mercado foi aceder a 20 mil milhões de dólares (mil milhões de euros) de capital das suas subsidiárias, uma medida de desespero para aumentar os seus níveis de liquidez".
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