Será que nesta terra, é assim que ficam as coisas? Alberto João Jardim anunciou há dias no Porto Santo que já tinha sido encontrada uma solução para o Columbus do Porto Santo, acho que com o Banif e Joe Berardo (até ficamos na dúvida se Banif e Berardo viraram...almas caridosas!) e todos acreditaram. Eu continuo a afirmar que este empreendimento começou mal, resulta de uma visão megalómana de quem nunca soube controlar-se, que viveu e vive na absoluta ficção, e que nunca será, bem pelo contrário, a salvação milagrosa para o turismo da ilha. Basta ver a realidade actual, dos níveis de ocupação, da sazonalidade que ninguém combate. O problema é que nesse mesmo dia, ou no dia seguinte, o secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, desmentiu na TSF o Presidente do Governo, insinuando mesmo que da parte de Jardim houve "propaganda",e que a decisão para o futuro do Columbus está longe de ser encontrada. Nos meandros da bilhardice da nossa sociedade diz-se que o empresário Sílvio Santo, culpado pelo descalabro em que o empreendimento se encontra, poderá ser o obstáculo a uma solução na medida em que alegadamente estaria a fazer exigências absurdas. Verdade ou um mero bode expiatório? Afinal em que ficamos? Vamos ter que esperar para que um semanário nacional explique um dia destes a verdade do que se passou, a verdade do que se passa, e escarrapache nas suas páginas os números todos, bem negros diga-se, incluindo os desvios face ao orçamento inicial?
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