A chamada lei do pluralismo na comunicação social, que o PS leva hoje ao plenário de São Bento - desafiando (provocatoriamente) o Presidente da República - é claramente uma lei socialista contra o Jornal da Madeira. Alguns dizem que não, mas não sabem justificar os motivos desta lei que tem toda a gente contra, obviamente que por motivos que nada tem a ver com o caso "JM". E a demonstrar que a lei socialista é tão ingenuazinha que nada tem a ver com o Jornal da Madeira, basta ver a coincidência - que acredito tenha sido um acaso... - dos textos publicados hoje no Publico e no DN de Lisboa, no mesmo dia em que a Assembleia da República se prepara para discutir a lei. Se não tem nada a ver com o Jornal da Madeira, como se explica a publicação de notícias tendo o "JM" como pano de fundo, no mesmo dia em que o PS impôs em S.Bento a (re)votação do diploma. Mantenho o que disse: suspeito que ainda muita água vai correr debaixo da ponte. Uma nota ainda: o texto do Publico, aponta para um cenário que provavelmente está em cima da mesa porque é natural e legítimo que o Governo Regional comece a pensar numa solução para o envolvimento do sector público no Jornal da Madeira. Nota: não quero responsabilizar os jornalistas correspondentes daqueles jornais no Funchal, porque a gestão de prioridades, quanto à publicação de textos, muitos deles enviados com grande antecedência mas ficam "engavetados", é matéria que os transcende. Nomeadamente quando tudo é (ainda) jogado em "casa", leia-se na mesma empresa.
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