Li no site do Parlamento Europeu que "o PE aprovou hoje, por 518 votos a favor, 49 contra e 9 abstenções, um relatório sobre o Livro Branco sobre o desporto. Os eurodeputados convidam a Comissão Europeia a clarificar o estatuto do desporto no direito comunitário no que se refere a aspectos específicos, tais como a composição das equipas, o estatuto dos agentes dos jogadores e os direitos de transmissão audiovisual. Os eurodeputados recomendam uma "adequada representação das associações específicas para as diversas categorias de intervenientes no desporto" (praticantes, treinadores/técnicos, árbitros, etc.) nos órgãos de decisão das federações internacionais e nacionais. No relatório elaborado pelo eurodeputado grego Manolis MAVROMMATIS (PPE/DE), o PE insta também os Estados-Membros e as associações desportivas a "não instituírem novas regras susceptíveis de criar discriminação com base na nacionalidade (nomeadamente a regra 6 + 5 proposta pela FIFA, em oposição ao sistema da UEFA de utilização de jogadores formados internamente, mais proporcional e não discriminatório)". O documento constata, por outro lado, que "existe frequentemente uma disparidade entre a oferta e a procura de bilhetes para grandes eventos desportivos, o que é prejudicial para os consumidores", sublinhando que os seus interesses devem ser totalmente tidos em consideração aquando da organização da distribuição de bilhetes e que deve ser garantida a todos os níveis uma "venda não discriminatória e equitativa de bilhetes". Sobre esta decisão,fiquei ainda a saber que "o Parlamento Europeu rejeitou hoje a regra do “6+5” defendida pelo presidente da FIFA, Joseph Blatter.argumenta que os clubes estão a perder identidade e afirmou, na passada quarta-feira, que até 2012 as equipas teriam que ter, obrigatoriamente, seis jogadores locais e o máximo de cinco jogadores estrangeiros por equipa.A proposta será debatida no congresso da entidade máxima do futebol na cidade de Sydney, na Austrália, nos dias 29 e 30 de Maio.O Parlamento já reagiu através de um relatório onde se pode ler que: "O Parlamento pede aos Estados-Membros e às associações desportivas que não introduzam novas regras que criem uma discriminação directa baseada na nacionalidade, como o da FIFA 6 +5". No relatório, aprovado no Parlamento Europeu com 518 votos a favor, 49 contra e nove abstenções, a UE manifestou preferência pelas medidas propostas pela UEFA, que visam um melhor aproveitamento dos jogadores de categoria base, um projecto que não seria discriminatório. A UEFA diz que a proposta de Blatter é impraticável na UE, uma vez que contraria a legislação sobre a livre circulação de trabalhadores e poderia conduzir a dispendiosos problemas legais - uma visão que foi subscrita pelo conjunto da UE".quinta-feira, maio 08, 2008
PE aprovou Livro Branco sobre o desporto
Li no site do Parlamento Europeu que "o PE aprovou hoje, por 518 votos a favor, 49 contra e 9 abstenções, um relatório sobre o Livro Branco sobre o desporto. Os eurodeputados convidam a Comissão Europeia a clarificar o estatuto do desporto no direito comunitário no que se refere a aspectos específicos, tais como a composição das equipas, o estatuto dos agentes dos jogadores e os direitos de transmissão audiovisual. Os eurodeputados recomendam uma "adequada representação das associações específicas para as diversas categorias de intervenientes no desporto" (praticantes, treinadores/técnicos, árbitros, etc.) nos órgãos de decisão das federações internacionais e nacionais. No relatório elaborado pelo eurodeputado grego Manolis MAVROMMATIS (PPE/DE), o PE insta também os Estados-Membros e as associações desportivas a "não instituírem novas regras susceptíveis de criar discriminação com base na nacionalidade (nomeadamente a regra 6 + 5 proposta pela FIFA, em oposição ao sistema da UEFA de utilização de jogadores formados internamente, mais proporcional e não discriminatório)". O documento constata, por outro lado, que "existe frequentemente uma disparidade entre a oferta e a procura de bilhetes para grandes eventos desportivos, o que é prejudicial para os consumidores", sublinhando que os seus interesses devem ser totalmente tidos em consideração aquando da organização da distribuição de bilhetes e que deve ser garantida a todos os níveis uma "venda não discriminatória e equitativa de bilhetes". Sobre esta decisão,fiquei ainda a saber que "o Parlamento Europeu rejeitou hoje a regra do “6+5” defendida pelo presidente da FIFA, Joseph Blatter.argumenta que os clubes estão a perder identidade e afirmou, na passada quarta-feira, que até 2012 as equipas teriam que ter, obrigatoriamente, seis jogadores locais e o máximo de cinco jogadores estrangeiros por equipa.A proposta será debatida no congresso da entidade máxima do futebol na cidade de Sydney, na Austrália, nos dias 29 e 30 de Maio.O Parlamento já reagiu através de um relatório onde se pode ler que: "O Parlamento pede aos Estados-Membros e às associações desportivas que não introduzam novas regras que criem uma discriminação directa baseada na nacionalidade, como o da FIFA 6 +5". No relatório, aprovado no Parlamento Europeu com 518 votos a favor, 49 contra e nove abstenções, a UE manifestou preferência pelas medidas propostas pela UEFA, que visam um melhor aproveitamento dos jogadores de categoria base, um projecto que não seria discriminatório. A UEFA diz que a proposta de Blatter é impraticável na UE, uma vez que contraria a legislação sobre a livre circulação de trabalhadores e poderia conduzir a dispendiosos problemas legais - uma visão que foi subscrita pelo conjunto da UE".
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