As pessoas que acedem a este blogue sabem qual é a minha postura. Politicamente sabem onde me posiciono. Portanto sabem que não alinho na hipocrisia do distanciamento ou de independência” que naturalmente me ridiculariza e que eu nunca pretendi adoptar. Por isso, quando emito opinião faço-o também em função desse meu posicionamento político e ideológico. Mas isso não me impede de ler tudo o que considero importante, para manter-me informado e para saber o que pensam as pessoas de outros partidos e que ideologicamente pensam de forma diferente da minha. Várias vezes tenho criticado Maximiano Martins, ele também o tem feito em relação à minha pessoa, mas mantemos patamares de ”confronto” que não ofendem. É neste contexto que eu considero que a entrevista hoje publicada no "Tribuna da Madeira" e feita pela jornalista Carmen Vieira, que eu li, deve ser lida por quem acompanha a política regional. Discordando obviamente de muitas das posições políticas, das análises e de algumas das considerações nela contidas, a verdade é que considero que esta entrevista confirma o que eu sempre afirmei, que Maximiano Martins é hoje, mesmo que o negue, um dos principais estrategas do PS da Madeira e que fez questão de o demonstrar, mais uma vez, a João Carlos Gouveia. Nesta minha perspectiva, e embora considerando-os a todos importantes – refiro-me aos artigos de antevisão do novo ano assinados por Virgílio Pereira, Rui Caetano, José Manuel Rodrigues, Edgar Silva, Roberto Almada e de João Isidoro (já agora, não vai sendo tempo de Baltazar Aguiar assumir uma outra postura em vez de insistir num “isolamento” que não o bem beneficia enquanto deputado eleito?) – chamo a atenção para o texto do líder comunista que prevê o “isolamento politico” de Alberto João Jardim bem como para o artigo de Virgílio pereira que associa a postura política de José Sócrates face à Madeira, com a intenção de fragilizar o PSD da Madeira visando as eleições regionais de Outubro de 2011.
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