O risco de novos confinamentos a nível mundial está a deixar o mercado à beira de um ataque de nervos. O Terminal de Leixões regista já cancelamentos nas escalas de navios que optam agora por rotas mais lucrativas.
domingo, novembro 21, 2021
Legislativas: Rio diz que “opinião dominante” na direção é que não deve haver coligação com CDS
O presidente do PSD e recandidato ao cargo, Rui Rio, afirmou que a “opinião dominante” na última reunião da direção foi de que o partido deve ir sozinho às próximas eleições e não fazer uma coligação com o CDS-PP. Em entrevista ao JN/TSF hoje divulgada, Rui Rio foi questionado sobre a possibilidade de uma coligação pré-eleitoral com o CDS-PP para as eleições legislativas antecipadas de 30 de janeiro.
“O que fiz foi pôr o tema em cima da mesa. Não foi para votar nem para decidir. Foi para pensar. E a opinião dominante foi a de que o PSD deve ir sozinho e, portanto, não fazermos uma coligação”, respondeu. Quarta-feira, o presidente do partido já tinha admitido que este tema tinha sido discutido na última reunião da direção, “mas sem qualquer deliberação final”, quando questionado sobre notícias que davam conta de que a sua direção teria rejeitado a possibilidade de ir a votos nas legislativas de 30 de janeiro em listas conjuntas com o CDS-PP. Já em relação a coligações depois das eleições, questionado sobre que ministérios admitiria atribuir à Iniciativa Liberal nesse cenário, Rui Rio começou por responder que não sabia se os liberais quereriam uma solução como essa, deixando, no entanto, claro que não conversou com o partido liderado por João Cotrim Figueiredo.
sábado, novembro 20, 2021
Semanas decisivas para a Região
O diretor regional da Saúde diz que os próximos 15 dias serão decisivos sobre como será o Natal na região. Herberto Jesus afirma que a situação pandémica pode descontrolar e a capacidade de internamento ficar próxima do limite. Tudo dependerá do comportamento das pessoas.
Centro de Negócios ameaçado
A região pode ficar impedida de admitir novas empresas no Centro Internacional de Negócios da Madeira até meados do próximo ano. O regime de incentivos fiscais não foi prorrogado e a Assembleia da República está à beira de ser dissolvida. O registo de navios está também ameaçado com a cobrança de uma nova taxa por parte do estado.
A TAP e a Madeira: Lei da oferta e procura
A presidente executiva da TAP diz que os preços das viagens entre o continente e a Madeira refletem a lei da oferta e da procura. Christine Ourmière foi ouvida no parlamento regional. Prometeu reforçar a oferta de lugares na altura do Natal e passagem de ano.
Sete anos depois de ter sido detido, José Sócrates continua à espera de ser julgado
Antigo primeiro-ministro foi detido a 21 de novembro de 2014. Acabado de chegar a Lisboa vindo de Paris, José Sócrates saiu já detido do aeroporto na noite de 21 de novembro de 2014. Sete anos depois de ter sido detido, o antigo primeiro-ministro continua à espera de ser julgado pelo mais mediático processo da justiça portuguesa. Há agora mais um percalço a atrasar o desfecho da Operação Marquês. José Sócrates decidiu reclamar da decisão da Relação de Lisboa, que obrigava o juiz Ivo Rosa a voltar a intervir no caso. José Sócrates está afastado da vida política e a viver na Ericeira (SIC)
Marítimo retirou troféus do Museu
O Marítimo retirou mais de 5 mil troféus e artigos do stand de automóveis onde estavam expostos, nos Barreiros. Por enquanto o espólio do clube vai ficar num espaço adjacente ao estádio.
TAP: Quem está nos bastidores das negociações
É o espanhol Manuel Martínez-López quem está a negociar do lado da Comissão. A TAP é representada pelos Ministérios das Finanças e das Infraestruturas. Foi praticamente de um dia para o outro, em junho de 2020, que foi dada luz verde à ajuda do Estado à TAP. Uma rápida resposta, com uma má notícia: a companhia portuguesa não teria direito ao quadro temporário para danos covid, o regime a aplicar seria o duro e agressivo artigo de resgate e reestruturação. A TAP esteve desde o início afastada das negociações com a Direção-Geral da Concorrência Europeia, o que deixou desconfortável a administração ainda liderada por David Neeleman e Antonoaldo Neves. É o Estado português, especialmente os Ministérios das Finanças e das Infraestruturas, que tem estado à mesa das negociações em Bruxelas, tendo do lado de lá o espanhol Manuel Martínez-López, diretor-geral da Concorrência. Diretamente envolvidos estão os secretários de Estado do Tesouro e das Finanças, Miguel Cruz, e das Comunicações, Hugo Mendes. Juntam-se para os assessorar a Vieira de Almeida e Advogados, representados por Jorge Bleck e Nuno Ruiz. Não foi um processo pacífico desde o início e o facto de a TAP ser a única transportadora fora do quadro temporário tem merecido críticas. O ministro das Infraestruturas tem afirmado que quem impediu a TAP de ir ao quadro temporário foi a Comissão — por causa dos prejuízos superiores a €100 milhões em dois anos e capital próprio negativo —, e esta diz que quem escolhe o regime da notificação é o Estado-membro (Expresso, texto da jornalista ANABELA CAMPOS)
Lufthansa pode voltar às compras. TAP é candidata
A gigante alemã Lufthansa está liberta para voltar às compras, depois de ter reembolsado a última tranche de €1000 milhões da ajuda de Estado, e a TAP poderá voltar a estar na sua mira. A rápida reestruturação e a crescente procura por viagens ajudaram a libertar a Lufthansa da amarra que a impedia de participar em aquisições. Em outubro, a companhia alemã já tinha devolvido €1,5 mil milhões, agora devolveu o que faltava. Está livre para reforçar a consolidação. Em junho, e já depois de a Comissão Europeia ter avançado para a investigação aprofundada, o Governo português, sabe o Expresso, admitiu que iria retomar os contactos com a companhia alemã assim que esta devolvesse o capital ao Estado. O caminho está aberto. A Lufthansa, antes da pandemia, e ainda com o acionista norte-americano David Neeleman no capital, esteve a um passo de se tornar acionista da TAP. Chegou a avaliar a transportadora portuguesa em cerca de €1000 milhões. Parceira da TAP na Star Aliance, a Lufthansa mantém a operadora portuguesa debaixo do seu radar, mas agora já não quererá uma participação minoritária, mas sim o controlo. O Governo admitiu também em junho que não fecharia a porta a outros candidatos. Se houver outros interessados na TAP, como a Air France — companhia que nos anos 90 estudou uma fusão com a transportadora portuguesa, mas acabou destronada pela Swissair —, poderão ser equacionados. Seria a forma, bem vista por Bruxelas, de um privado entrar na TAP na sequência do plano de reestruturação. A Air France (parceira da holandesa KLM) ainda está limitados na realização de operações de fusão e aquisição, uma vez que ainda não reembolsa as ajudas de Estado. Mas estão a ser observadas com atenção possibilidades de parcerias comerciais entre a Air France/KLM e a TAP, um caminho facilitado pela liderança da francesa Christine Ourmières-Widerner, que trabalhou vários anos na Air France (Expresso, texto da jornalista ANABELA CAMPOS)
Bruxelas mantém TAP sob pressão e com acordo preso nos slots
É grande a ansiedade sobre o desfecho das negociações entre o Estado e a Comissão Europeia (CE) em torno do plano de reestruturação da TAP, já que o futuro da transportadora está dependente da luz verde de Bruxelas, e só serão libertadas novas ajudas à TAP com o sim da Direção-Geral da Concorrência Europeia (DG Comp). O ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, esteve na semana passada em Bruxelas, e embora não se sente na mesa das negociações, teve encontros ao mais alto nível na DG Comp. A TAP é um dossiê com potencial explosivo e a última coisa que o Governo quer é que seja uma bomba espoletada em plena campanha das legislativas, o que aconteceria em caso de chumbo do plano. Pedro Nuno Santos já admitiu que as negociações com a Concorrência Europeia estão a ser “difíceis e complexas” e está a fazer tudo por tudo para que a resposta de Bruxelas seja positiva e chegue ainda este ano. Até porque a tesouraria da TAP está exaurida, dizem fontes internas, e agora mais condicionada pela subida dos custos dos combustíveis. A convicção dentro do Governo, entre os assessores e fontes comunitárias ouvidas pelo Expresso, é a de que está tudo encaminhado para a aprovação do plano. A presidente da TAP, Christine Ourmières Widener, afirmou esta semana à imprensa estrangeira em Portugal que espera que a aprovação chegue ainda antes do Natal. Mas certezas só haverá no fim e a verdade é que o Governo acreditava que o plano estaria aprovado em fevereiro e nove meses depois ainda está nas mãos da equipa de Vestager.
BANIF: Governo e covid atrasam planos para Oitante pagar dívida ao Santander
A pandemia e o Ministério das Finanças estão a atrasar os planos de pagamento da dívida que a Oitante, veículo que ficou com os despojos do Banif e que integra a esfera do Estado, tem perante o Santander (e que, se não fosse reembolsada, teria de ser saldada pelos contribuintes). “O objetivo inicial era pagarmos a dívida em 2021; não tivesse havido uma pandemia, estaríamos a atingi-lo”, diz o presidente da dona dos ativos herdados pelo Banif. À conversa com o Expresso, Miguel Barbosa afirma: “Em 2021, o objetivo é ter, pelo menos, 90% da dívida paga, ou seja, ficará por abater entre €50 e €70 milhões.” A meta traçada dos 100% em 2021 “não será atingida por uma questão de meses”. Dos €746 milhões de dívida emitida em 2015, quando o veículo foi criado com o fim do Banif, restavam €200 milhões por pagar no final de 2020. Durante este ano, a equipa liderada por Miguel Barbosa já conseguiu abater mais dívida, que está agora nos €118 milhões, ou seja, 84% do total. E deverá baixar ainda mais este ano.
Rui Fontes Presidente do Marítimo: “Já disse, de férias, não vem para aqui ninguém”
Rui Fontes guardou a camisa às riscas verdes e vermelhas durante 24 anos. Usou-a no dia da grande vaia nos Barreiros, quando 10 mil adeptos do Marítimo se opuseram à ideia de criar um clube único na Madeira e obrigaram Alberto João Jardim a abandonar o estádio ao intervalo. Voltou a vesti-la no discurso de vitória, ao ganhar as eleições do clube após uma campanha que mostrou as ligações e os interesses criados em torno das empresas de Carlos Pereira, que mandou no Marítimo ao longo de duas décadas e meia.
O Marítimo não ganha um jogo desde 16 de agosto. Será mais uma época com o credo na boca?
A equipa e o estado do relvado dos Barreiros são a imagem do que tem sido o Marítimo nos últimos anos: um clube que estava a decair lentamente, a definhar a todos os níveis. Apesar de ter um património — o anterior presidente do Marítimo fala muito do património —, está muito degradado. Uma das razões da minha candidatura foi a perda de identidade. Este é um clube com história, mas os sócios estavam afastados. Havia que dar vida. E viu-se: bastou a mudança para sentirmos o clube a voltar a ser aquilo que era. Apesar dos resultados não serem ainda aqueles que pretendemos.
As rotas, os negócios via Uber e os menores recrutados pelos traficantes
As principais rotas do tráfico de droga em Portugal identificadas num relatório da PSP, a que o Expresso teve acesso, têm como pontos estratégicos o Algarve, Lisboa e Porto, as três regiões que fornecem o resto do país. E é assim que funcionam. A capital está identificada como um dos pontos de abastecimento de heroína, cocaína e MDMA para Beja, ou haxixe para Castelo Branco, “existindo ligações entre os traficantes das duas áreas geográficas”. Os dealers de Lisboa fornecem Coimbra e Figueira da Foz com heroína, cocaína e haxixe. Já para Évora seguem heroína, cocaína e haxixe, enquanto para Faro é enviada cocaína e heroína. No Norte, o Porto é tido como um dos principais locais de abastecimento de droga a Bragança, Mirandela, Aveiro, Espinho e Ovar. Os traficantes destas cidades deslocam-se até à Invicta para comprar todo o tipo de estupefacientes. O relatório revela que os dealers dos Bairros do Aleixo e Pinheiro Torres, no Porto, garantem a introdução de cocaína em Coimbra e Figueira da Foz.
Já o Algarve “é um dos pontos de remessa” de cocaína e haxixe para Beja, existindo também “ligações” entre os traficantes algarvios e os de Castelo Branco. Do Algarve parte muito do haxixe que se encontra à venda nas ruas de Coimbra, Santarém e Setúbal.
Madeira: O ‘bloom’ dos surtos psicóticos
Maria não se arrepende do que fez: já pagou dívidas do irmão só para a polícia não o levar algemado e levou fruta, roupas, pijamas, tudo o que foi preciso para o manter em tratamento e dar paz à mãe. Sabe o que pode acontecer no limite. “Tenho um primo que se atirou de uma casa. Disse ‘agora vou voar’ e partiu uma perna. Tudo por causa do bloom”. A minha mãe teve 11 filhos, quatro caíram na droga. O que está a desgraçar os jovens é essa porcaria do bloom. Pulam, dançam, falam sozinhos, falam como se estivessem duas ou três pessoas com eles.” Maria tem 47 anos, aos 10 saiu da escola para ajudar a mãe a cuidar dos irmãos, que eram muitos, como em quase todas as famílias de pescadores de atum do Caniçal.
“Mudei fraldas, dei biberões, são os meus meninos, serão sempre.” Por isso no último Natal moveu mundos e fundos para internar um dos irmãos, “aquele que está no fundo do poço”. Com a ajuda do diretor da Casa de Saúde de São João de Deus, no Funchal, conseguiu mantê-lo em tratamento durante um mês. Esteve limpo quatro meses, mas voltar ao Caniçal trouxe-o para as velhas rotinas, para o lugar onde se consome e se vende. “Agora já ouve e vê coisas, fala sozinho e diz coisas trocadas. É dessa porcaria.”
Polémica com Sousa Real divide fundadores
Os fundadores do PAN António Santos e Pedro Taborda mostram-se divididos quanto à polémica sobre as empresas agrícolas em que a líder detém participações. Se António Santos, militante número um, invoca uma “tática de difamação” do partido, Pedro Taborda, militante número dois, não está satisfeito com as explicações da porta-voz e quer uma reunião para obter mais esclarecimentos de Inês de Sousa Real. A confirmarem-se algumas suspeitas sobre as duas empresas de produção e comercialização de frutos vermelhos, a situação é “injustificável”, diz Pedro Taborda. Aliás, antes do extenso comunicado explicativo divulgado pela direção na quinta-feira, admitia até que só havia uma saída: a sua “demissão”. Agora dá um tempo: diz que é essencial ouvir “pessoalmente” os argumentos de Sousa Real e esclarecer algumas questões.
Década perdida? Portugueses sem fé
São poucos os que se assumem pessimistas convictos (13%), mas as previsões dos portugueses para a entrada de Portugal na próxima década estão longe de serem animadoras. E em 2030 como estará o país? Mais desigual (66%), mais desertificado (56%), com mais impostos (77%), mais precário (54%) — assim responderam os inquiridos da sondagem ICS/ISCTE, realizada entre outubro e novembro para o Expresso/SIC. Ainda restam otimistas, sobretudo entre os mais jovens (61%, entre os 18 e os 24 anos), os que têm completo o ensino superior (60%) ou as mulheres (45%). Há também mais otimismo entre os socialistas (54% contra 34% de eleitores PSD), e à esquerda (48% contra 37% dos eleitores à direita), mas no geral pouco influenciam os resultados. Esses mostram, no mínimo, um acentuado ceticismo quanto aos nove anos que faltam para a nova década.
Madeira: quase 50% não votaram nas legislativas nacionais de 2019
Finalmente, quando falamos de eleições, é um facto que não podemos ignorar a abstenção que influência as votações e criar um problema às "contabilidades" de tasca feitas de véspera. Um problema mesmo que se multipliquem aqueles que, habilmente, arranjam sempre convenientes e alegadas "justificações" para os altos valores de abstenção registados na RAM - existe alguma lógica nalguns dos motivos apontados, mas não em todos. Tudo para tentarem desvalorizar os valores da abstenção que são os oficiais e que é um fenómeno nacional, não apenas madeirense. É com números oficiais que temos que trabalhar, não com deduções, suposições ou com o enumerar de factos sem que os possamos comprovar de forma inequívoca. Isto se queremos uma conversa séria sobre o tema. A política os políticos e os partidos e os suas jogadas de bastidores, as negociatas, os oportunismos, as contradições, as traições, as mentiras, as incoerências, a lógica do poder pelo poder, tudo isto tem afastado paulatinamente as pessoas das urnas. Até que uma nova geração apareça em força e dê cabo de um sistema velho, infectado, nojento e caduco. A realidade é que quase 50% não votaram nas legislativas nacionais de 2019 e que entre 2009 e 2021, nas diferentes eleições realizadas (tirando o desastre habitual das europeias) a abstenção variou entre os 42,5% e os 51,10% na Madeira. (LFM)
Madeira: o problema do centro-direita é a perda de votos nas urnas
O principal problema dos chamados partidos de centro-direita (CDS e PSD) na Madeira - e não incluo neste levantamento as votações do IL ou do Chega por serem partidos recentes - tem a ver com uma questão concreta que estes dados confirmam: a perda de votos em contraste com os ganhos dos chamados partidos da esquerda mais tradicional (PS,BE e PCP).
Por exemplo, no caso das regionais - às quais apenas podem concorrer listas de partidos - verifica-se que considerando os dados de 2011, 2015 e 2019, o somatório dos votos do PSD e do CDS mostra que naquele período os dois partidos terão perdido quase 29 mil eleitores, considerando os melhor e pior resultado daqueles três actos eleitorais. Ao invés, os partidos da esquerda (ressalvando a coligação do PS nas regionais de 2015 mas que pouca influência tem nestes dados), aumentaram 31.270 votos.
No caso das legislativas nacionais, onde também apenas concorrem listas de partidos, nunca se registaram coligações - no caso do PSD e do CDS. Contudo, entre 2011 e 2019 constata-se que os dois partidos perdem quase 32 mil votos entre o pior e o melhor resultado nos três actos eleitorais seleccionados, contrastando com os quase mais 22 mil votos que a esquerda (PS, PCP e Bloco) "ganha" naquele período comparativo.
Finalmente, no caso das autárquicas é quase impossível fazer esse trabalho comparativo, na medida em que podem concorrer listas de cidadãos fora do controlo dos partidos, que nalgumas situações nem concorrem a estas eleições, além de que muitas vezes se existem coligações ao nivel de freguesias ou de concelhos isoladamente.
Mesmo assim, e tentando manter a mesma linha de pensamento - mas ressalvando que em todas as eleições autárquicas (2013 a 2021) tivemos listas de cidadãos e coligações - podemos admitir que entre 209 e 2021 PSD e CDS terão perdido cerca de 19 mil votos contrastando com os 9.900 votos que a chamada esquerda terá ganho a seu favor. Mas não usemos as Autárquicas para uma comparação mais rigorosa (LFM)









