sábado, dezembro 18, 2021

Nota: a lógica que Albuquerque nunca pode esquecer...


Miguel Albuquerque proferiu há duas semanas uma declaração, a propósito do Covid na Madeira, que foi das mais assertivas de todas as que lhe ouvi sobre o tema. Assertiva, porque é isso mesmo, assertiva porque nada tem a ver com hesitações, deambulações ou piruetas e conversas das treta. Falo do dia em que o Presidente do Governo - e, bem ou mal, até entendi isso como um recado a muitos - referiu que "é melhor gastar algum dinheiro em testes do que milhões em promoção da Madeira". Albuquerque respondia assim ao facto de em Portugal só a Madeira não exigir teste negativo à chegada ao aeroporto.

O facto de acreditar que mais de 90% - resta saber se isso é verdade -  dos que nos visitam estarem vacinados. O que é facto é que com o crescimento de casos na RAM - e o aumento da testagem em massa obviamente que pode provocar isso mesmo. um aumento de positividade identificada - a Madeira acabou de ser remetida para a zona mais vermelha do mapa europeu do Covid, logo para o lote dos casos mais preocupantes, e que isso pode influenciar negativamente a prazo  muitos turistas e originar, de um momento para outro medidas restritivas por parte dos países canalizadores de turismo para a Madeira - algo que não controlamos - com todas as consequências daí resultantes no movimento das reservas que já regista alguma instabilidade, posso afirmar com segurança. Acresce que em mês e meio (Novembro e até 17 de Dezembro) somamos quase 3.400 novos casos de covid19 e estamos à beira das 50 mortes (47). Curiosamente dos novos casos identificados no aeroporto eles totalizaram apenas 245 pessoas. O que me parece importante é que Albuquerque não se esqueça da lógica subjacente à sua declaração... (LFM)



Nota: o lado mais hilariante dos congressos do PSD



Confesso que tenho achado alguma piada a esta “disputa” regional à volta do congresso nacional do PSD. Mais do mesmo, com muitos anos de repetição. Sabe-se já que Pedro Calado vai liderar uma lista ao Conselho Nacional, conotada com Luis Montenegro, que não se candidata a nada (!), que é o mesmo que dizer uma lista que inevitavelmente é conotada com os “órfãos” do “passismo” e, de novo, com as movimentações de bastidores dos (das) enviuvados desse "passismo" que começa a evidenciar nervosismo porque chegou o tempo de marcar terreno na lógica de uma preparação antecipada e cautelosa, do terreno para uma eventual candidatura presidencial do antigo líder do PSD.

Quanto a Pedro Coelho, que foi mandatário de Rui Rio na Madeira nas últimas directas, a sua inclusão na lista da Comissão Política Nacional a ser proposta pelo reeleito líder do PSD é dada como certa e é normal. Inverteu a derrota que todos antecipavam na Madeira devido ao facto de Rangel supostamente contar com o controlo do aparelho partidário regional que curiosamente nas últimas deu uma vitória a um desconhecido, sem passado relevante nas bases e no PSD, um tal Luz que este ano se colou as Rangel para furtar-se a nova derrota pessoal que acabou por....alcançar.

Admito que outros nomes tudo farão para fazer parte de outras listas mas disso tomaremos conhecimento a seu tempo, por iniciativa dos próprios junto dos média ou em função da divulgação mais tardia das listas de candidaturas, sobretudo ao Conselho Nacional, Conselho de Jurisdição e Mesa do Congresso.

Dirão os maus atentos ou os mais especulativos - cada um adjectiva da forma que entender - que mais do que andar a querer saber os resultados das votações no Congresso nacional podemos estar também, e sobretudo, num posicionar das peças bum tabuleiro de xadrez do futuro, quiçá menos distante do que muitos julgam, do próprio PSD-Madeira

Também Rui Abreu vai integrar lista de Pinto Luz ao Conselho Nacional, divulgou o próprio. É natural, foram ambos derrotados este ano por Rio nas directas social-democratas na Madeira e o primeiro foi mandatário de Luz quando este acordou, na cosmopolita Cascais, de um sonho qualquer e achou que poderia ser líder do PSD nas penúltimas directas do PSD, confundindo o querer com o poder...

Há pessoas, e isto não é de hoje, que acham que chegam a um Congresso nacional de um partido, integram as listas de fulano ou de beltrano para um Conselho Nacional qualquer e viram logo políticos influentes e importantes, uma espécie de "aristocracia" partidária promovida. Depois durante anos, até o Congresso seguinte, ninguém mais ouve falar deles, porque realmente fazer parte de uma lista, ser eleito ou não ser eleito, é algo que nada diz à Madeira e aos Madeirenses que se estão a borrifar para estas movimentações e "compadrios" nos bastidores dos congressos, algumas delas absolutamente patéticas pela fobia do mediatismo a qualquer preço. Estamos a falar de "bonecos" escolhidos em congressos em nome de uma espécie de quotas estatutárias que são obrigatoriamente atribuídas às estruturas insulares de partidos descentralizados estatutariamente. Porque legalmente, como é sabido, não existem partidos regionais por limitação constitucional. Siga festa, toque a banda... (LFM)

sexta-feira, dezembro 17, 2021

Nota: A propósito do protocolo entre a UMa e o Tribunal de Contas e o muito que pode ser feito




Concordo e acho que foi uma excelente ideia, a formalização da assinatura do protocolo entre a Universidade da Madeira e o Tribunal de Contas. 

Mas estas boas ideias e intenções, de pouco ou nada servem, se ficarmos por uns trabalhinhos isolados conforme a disponibilidade de recursos humanos docentes mais sensibilizados para a importância do tema. Acho que este protocolo pode abrir mais, por exemplo, gerar uma cadeira semestral com avaliação, dedicada ao controlo das contas públicas, ao facto do dinheiro público por parte das entidades públicas precisar de uma adequada gestão, ao controlo dos fluxos financeiros com origem em Bruxelas, etc. Neste contexto acredito que tanto a UMa como o Tribunal de Contas poderiam elaborar facilmente uma proposta de estrutura de uma eventual cadeira universitária na área da economia, ou mesma da comunicação, integralmente dedicada a este assunto, cada vez mais importante comunicação nas sociedades democráticas e na vida da gestão governativa, seja ela local, regional ou nacional.

Uma cadeira que poderia ter, para além do corpo docente, o envolvimento em aulas práticas dos titulares das finanças no Governo Regional, do Secretário-geral da Assembleia Legislativa e até de quadros do Tribunal de Contas com reconhecida experiência e competência. Se o Tribunal de Contas através deste protocolo com a UMa quer sair da sua zona de conforto e dos gabinetes, então que o faça totalmente, aproveitando todas as oportunidades e instrumentos. Este protocolo com a UMa pode ser um pontapé de saída, quem sabe mesmo a ser  seguido por outras Universidades. E um dos itens a considerar, por exemplo, para alem das questões processuais básicas e importância do controlo das contas públicas, poderia passar pelo envolvimento da Entidade de Contas dos partidos, para desmistificar um dos temas que parecem ser complexos e difíceis de entender, a relação entre partidos e financiamento público e seu respectivo controlo. As sugestões, e não passam disso, aqui ficam (LFM)

Sondagem: Costa parte na frente, mas Rio também está a crescer



Sondagem revela que, para os portugueses, o líder socialista é mais competente (56%) e solidário (44%) e daria um melhor primeiro-ministro (51%). Mas o social-democrata é mais honesto (25%). E deu um salto de 30 pontos na popularidade, depois de vencer as diretas no PSD. António Costa parte com vantagem sobre Rui Rio para as legislativas de 30 de janeiro. De acordo com uma sondagem da Aximage para o JN, DN e TSF, os portugueses consideram que o socialista é mais competente, solidário e influente. E que dará, portanto, um melhor primeiro-ministro. Mas também há sinais positivos para o social-democrata: consegue, primeira vez, uma avaliação positiva e é considerado o mais honesto.

Quando falta um mês e meio para as eleições, fica claro quem lidera a corrida para chegar a primeiro-ministro: António Costa supera Rui Rio numa série de parâmetros em que os dois foram colocados frente a frente. E em alguns casos deixa o rival a larga distância. Outro sinal do favoritismo do socialista é dado pela avaliação regular aos políticos. Depois dos péssimos resultados de novembro (reflexo do chumbo do Orçamento, da dissolução do Parlamento e da antecipação das eleições), Costa regressa, em dezembro, a saldo positivo (19 pontos percentuais). E continua a ser o líder partidário mais popular.



Sondagem: Líderes dos partidos mais pequenos todos no vermelho





Com a exceção de António Costa e Rui Rio, todos os restantes líderes partidários estão no "vermelho", ou seja, com saldo negativo (diferença entre avaliações positivas e negativas) no barómetro de dezembro da Aximage para o JN, DN e TSF. Mas há tendências diferentes. Este mês, e apesar do resultado final negativo, a popularidade de Catarina Martins (BE), Jerónimo de Sousa (PCP) e João Cotrim Figueiredo (Iniciativa Liberal) evoluiu no melhor sentido. A bloquista recuperou 11 pontos entre novembro e dezembro e tem agora um saldo de 10 pontos negativos; o comunista recuperou 10 pontos e está agora nos 20 negativos; o liberal cresceu cinco e fica com escassos dois pontos negativos, quase na linha de água. Ao contrário, Inês Sousa Real (PAN), Francisco Rodrigues dos Santos (CDS/PP) e André Ventura (Chega) estão em trajetória descendente. A líder do partido animalista e ambientalista caiu 11 pontos, para um saldo negativo de 15, provavelmente empurrada pelas polémicas relacionadas com as explorações agrícolas que já foram suas e são agora de familiares.

Ventura no fundo

O centrista caiu oito pontos para 33 negativos, o seu pior resultado nesta série de barómetros, num movimento influenciado pela dura controvérsia interna, depois de ter adiado o congresso eletivo para depois das legislativas. Pior só mesmo o líder do Chega, que perde mais seis pontos para ficar com 51 de saldo negativo (com destaque para o castigo entre os que vivem na Área Metropolitana do Porto e os que têm 65 ou mais anos)  (Jornal de Notícias, texto do jornalista Rafael Barbosa)

Sondagem: Presidente da República com popularidade em alta


 


O presidente da República está de novo com a popularidade em alta, de acordo com o barómetro da Aximage para o JN, DN e TSF. Marcelo Rebelo de Sousa tem 64% de avaliações positivas e um saldo de 46 pontos. Nenhum político se lhe compara. Depois de um verão e de um outono em que registou os piores resultados desta série de barómetros (que começou em julho de 2020), Marcelo recupera de forma evidente: consegue mais nove pontos nas avaliações positivas e cai três pontos nas negativas, o que lhe garante um saldo positivo de 46 pontos (mais 12 pontos do que no mês passado). Não é o seu melhor resultado de sempre, que será sempre bastante difícil de bater (63 pontos de saldo positivo em novembro de 2020), mas Marcelo está melhor do que há um ano (tinha então 40 pontos de saldo positivo).

Alicerce socialista

Quando se analisam os diferentes segmentos da amostra, a popularidade do presidente da República é particularmente elevada entre os que vivem na Área Metropolitana do Porto (saldo de 57 pontos); entre os que têm 65 ou mais anos (67 pontos); e entre os que votam no PS (71 pontos), sendo que tem saldo positivo em todos os segmentos partidários, com a exceção do Chega, em que regista um saldo zero (44% de notas positivas e 44% de negativas) (Jornal de Notícias, texto do jornalista Rafael Barbosa)

Portugal perdeu mais de 200 mil habitantes numa década

Apenas as populações residentes na Área Metropolitana de Lisboa e no Algarve é que registaram um aumento. De acordo com os dados provisórios do Censos 2021, é a primeira vez em 50 anos que Portugal perdeu mais de 200.000 habitantes numa década. O país apresenta, assim, 182 idosos por cada 100 jovens. Há 10 anos, este índica era de 128. Atualmente, Portugal tem 10.344.802 habitantes, isto é, perdeu mais de 217.000. Na última década apenas aumentaram as populações da Área Metropolitana de Lisboa e do Algarve. O Alentejo apresenta uma descida acentuada de população, com quase 7% das pessoas do que há 10 anos. Relativamente ao nível de escolaridade, mais de 21% dos residentes no país tem o ensino secundário e o número de licenciados também aumentou.

Madeira: Comerciantes descontentes com vendas de Natal


A maior parte dos comerciantes da baixa do Funchal está descontente com as vendas de natal. A pandemia e a falta de poder aquisitivo são apontadas por alguns como causa das baixas vendas. Mas há quem esteja satisfeito

Madeira é o melhor destino insular do mundo


A Madeira voltou a ser eleita o melhor destino insular do mundo nos World Travel Awards. É a sétima vez consecutiva que a Região vence o galardão. A eleição é feita através da internet, pelo público e pelos profissionais da hotelaria e turismo. O secretário do turismo considera que a distinção é um bom contributo para a afirmação do destino.

Madeira perdeu 6,4 por cento da população


O arquipélago da Madeira perdeu 6,4 por cento da população nos últimos dez anos. Os dados provisórios dos censos 2021 indicam que a população residente é de 250 mil 769 habitantes

Madeira: Distinção sem grande impato nos mercados


Sem retirar importância à escolha da Madeira como melhor destino insular do mundo, os hoteleiros consideram que este prémio tem um impacto relativo junto dos mercados emissores. A Região ganhou pela sétima vez o World Travel Awards.

Madeira: Universidade e Tribunal de Contas estabelecem protocolo


A Universidade da Madeira celebrou um protocolo de cooperação com o Tribunal de Contas. O objetivo é estabelecer uma parceria entre as instituições para, por exemplo, formação dos estudantes em matéria de finanças públicas ou elaboração de estudos científicos

Covid19: Omicron já chegou à Madeira


Foi registado o primeiro caso da variante Omicron na Madeira. Uma cidadã inglesa que já está isolada numa unidade hoteleira. A confirmação foi dada pelo secretário da Saúde no dia em que assinou um acordo com a Fundação a comunidade contra a SIDA”

quinta-feira, dezembro 16, 2021

El chavismo ya no convence a los venezolanos

 


El «mejor sistema electoral del mundo», como defiende el chavismo al venezolano, no ha dado resultados definitivos de la elección regional en ese país después de casi una semana. Y los que tiene tampoco los ha divulgado de manera correcta y completa. No obstante, desde que se anunció el primer boletín de resultados parciales la noche del domingo 21 de noviembre algo fue evidente: los votos que Nicolás Maduro y sus aliados logran reunir son cada vez menos. Esta vez, de hecho, es el número más bajo en su historia.

La erosión de votos del PSUV lo ha convertido en la primera minoría, ciertamente la más organizada y unificada. Pero en el camino ha ido cayendo en respaldo popular de manera acelerada. No solo es un contraste con los tiempos en que Hugo Chávez convocaba a más de ocho millones de electores a votar por él, sino que incluso comparando con las elecciones regionales de 2017 y ya con Maduro en el poder la pérdida de apoyo se cuantifica en casi 1,9 millones de votos menos. Desde aquel 2012 con respecto a 2021, el chavismo perdió el 48% de sus votos en los estados más urbanos, y 51% en las entidades más rurales. Por si fuera poco, en esta oportunidad por primera vez la disidencia del chavismo se presentó por su cuenta. En los últimos años han surgido críticas y rupturas dentro del oficialismo que condujeron al nacimiento de la Alianza Popular Revolucionaria, una coalición que condena la manera de gobernar de Maduro. Pero el PSUV no admite traiciones. Por eso intervino judicialmente a cuatro partidos y condenó a sus simpatizantes a refugiarse en la tarjeta del Partido Comunista de Venezuela, que finalmente obtuvo casi 165 mil votos.

Venezuela: Maduro innova en las trampas para no perder el bastión de Hugo Chávez

 


El régimen de Nicolás Maduro se ha dejado de carantoñas electorales. En apenas dos semanas no solo anuló los resultados electorales para la gobernación de Barinas que le dieron el triunfo a un candidato opositor en la tierra donde nació Hugo Chávez y el oficialismo ha mandado por 21 años, sino que ahora hace todo lo posible por evitar que en la repetición de los comicios sus adversarios puedan tener abanderado. Lo que en principio se vendió como una vitrina de democracia plural, con distintas oposiciones participando en las competencias regionales y locales, con personas no pertenecientes al partido de gobierno siendo incorporados al Consejo Nacional Electoral y con la Misión de Observación Electoral de la Unión Europea (MOE-UE) haciendo seguimiento al proceso, se ha roto. Ahora, el régimen de Maduro ha optado por anular las posibilidades de inscribir candidatos, hasta que sus adversarios intenten con una figura que sí le parezca conveniente al poder, como hizo Daniel Ortega en Nicaragua. Una versión más profunda del uso de inhabilitaciones políticas que ya había sido denunciado por la MOE-UE en su informe preliminar.

Cuando la Sala Electoral del Tribunal Supremo de Justicia, controlada por afines a Maduro, ordenó repetir las elecciones en Barinas impidió que el candidato vencedor se presentase de nuevo. Argumentó que Superlano está inhabilitado por la Contraloría desde el 17 de agosto, aunque sin decir por qué. El rector del CNE Roberto Picón reveló que la autoridad electoral nunca tuvo conocimiento de tal medida.

El problema en Venezuela es la tiranía

 


Maduro no ganó legitimidad con estas elecciones regionales, por el contrario confirmó su talante totalitario y la ausencia absoluta de estado de derecho. Cualquier analogía que se haga le quedaría grande al último episodio de la política venezolana, que no llega ni al gatopardismo de cambiar todo para que todo siga igual. Después de las elecciones regionales todo sigue igual sin duda, pero es que tampoco había cambiado nada antes como algunos quisieron vender. El ente electoral estaba controlado por el régimen de Maduro, los partidos políticos de oposición seguían ilegalizados o usurpados, el tribunal supremo ilegítimo seguía intacto dispuesto a sustituir la voluntad del pueblo con sentencias ilegales, mientras se despoja de competencias a estados y municipios y se inhabilitan candidato incluso después de que ganan.

Nada cambió, la única novedad es que esta vez hay una agenda (interna y externa) interesada en decir lo contrario, para normalizar la tiranía en beneficio de una cúpula. Ejemplo de esto es la carta de buena conducta que se le ha querido dar a un Consejo Nacional Electoral que fue incapaz de proclamar al ganador indiscutible del estado Barinas y se quedó esperando por unas actas que nunca llegaron, para luego repetir la elección por orden de un tribunal, previa inhabilitación de todos los contrincantes del candidato perdedor del régimen. Lo ocurrido en ese estado es tan grotesco que no deja lugar a dudas ni permite el engaño en cuanto a que Maduro intentará en 2024 lo mismo que hizo Daniel Ortega en Nicaragua. Escogerá a su adversario electoral persiguiendo al resto, para reelegirse fraudulentamente una vez más.

Venezuela: Exministro del Petróleo venezolano pide revocar a Maduro

 

El exministro venezolano del Petróleo Rafael Ramírez pidió un respaldo para activar un referendo y revocar el cargo de presidente a Nicolás Maduro, cuyo Gobierno catalogó como “el peor” de la historia del país

“Maduro no sería capaz de ganar —ni aún haciendo trampas— un referéndum revocatorio”, aseguró en un artículo publicado en su web Ramírez, quien fue ministro del Petróleo entre 2004 y 2014 y actualmente está reclamado por la Justicia venezolana por corrupción. La constitución venezolana establece en su artículo 72 que todos los cargos de elección popular son revocables después de la mitad del período para el cual fue elegido, pero para activar el mecanismo se requiere el aval de “un número no menor del 20 % de los electores”. Maduro fue elegido en unos comicios presidenciales adelantados a mayo de 2018 y juró su segundo mandato (2019-2025) ante la extinta Asamblea Nacional Constituyente el 24 de ese mismo mes, pero también volvió a hacerlo el 10 de enero de 2019 ante el Tribunal Supremo de Justicia (TSJ). La carta magna venezolana establece que el Presidente debe tomar juramento el 10 de enero del año en que empieza su período de mandato, pero ante el Parlamento.

Venezuela: Los radicales intentan reventar el acto de Leopoldo López y Yunior García

 


Varios radicales aguardaban en la entrada del salón de actos de la Facultad de Políticas de la Universidad Complutense de Madrid. Intentaban impedir que dos perseguidos políticos de regímenes como el de Venezuela y la dictadura cubana contaran sus experiencias. Finalmente, el acto protagonizado por el opositor político Leopoldo López y el dramaturgo cubano Yunior García en la Universidad Complutense de Madrid, en la Facultad de Políticas, ha podido comenzar.

El escrache ha resultado fallido, pero sí que han recibido con gritos y pancartas a los dos opositores exiliados. “¡Fuera los golpistas de Miami!”, o “López asesino”, se podía leer en los carteles de los jóvenes radicales que han intentando acallar a Leopoldo López y a Yunior García. El venezolano pidió “tolerancia” a los que les impedían comenzar sus ponencias sobre la lucha por la libertad tanto en Venezuela como en Cuba. Finalmente, los extremistas se calmaron y permitieron que los opositores, “exiliados” en España, pudieran contar sus vivencias bajo la represión. García recordó cómo le dejaron dos palomas muertas en la puerta de su casa y todo manchado de sangre.

“Yo sueño con el día en que nuestros científicos encuentren una vacuna contra la intolerancia”, inició el cubano su intervención, mientras una joven seguía gritando desde el fondo de la sala. “Mi país va cumplir 70 años sin democracia”, continuó el dramaturgo. “Conozco a gente que ha pasado ocho años en la cárcel por escribir un poema. Eso no tiene que ver con la izquierda o la derecha. Eso tiene que ver con la dictadura, el autoritarismo y la tiranía”. En cuanto a las históricas protestas del 11 de julio, García precisó que los ciudadanos que salieron a las calles de la isla pedían “comida, medicina y libertad”. “Decenas de miles de cubanos salieron a las calles”, indicó, antes de lamentar que, tras las protestas, hay unos “800″ jóvenes presos “con condenas de más de 20 años”. Asismismo, el cubano defendió que el movimiento opositor que ha fundado, Archipiélago, es un grupo sin “recursos”. García recordó cómo, antes de la manifestación del 15-N organizada por el grupo Archipiélago, le dejaron dos palomas muertas en la puerta de su casa y todo manchado de sangre.

“Que vivan las universidades, laboratorios de pensamiento; y que viva la libertad. Que sean estos laboratorios los que encuentren una vacuna para la demagogia”, indicó López (La Razon, texto da jornalista SILVIA JIMÉNEZ)

Expresso: A TAP é a empresa que mais concentra ajudas públicas, mas nem isso tem sido suficiente


Saiba qual é a situação atual da TAP e o que pode vir a mudar ainda este ano. Acontecimentos que dividem opiniões e que já fizerem com que mais de 3 mil trabalhadores fossem despedidos. Tudo em menos de 3 minutos na rubrica em vídeo "Economia dia a dia"

Expresso: A pandemia afetou a situação financeira das famílias portuguesas, mas nem sempre negativamente


Conheça o inquérito realizado pelo Instituto Nacional de Estatística e o Banco de Portugal. Os números e os detalhes de como a pandemia afetou as economias familiares. Informações em vídeo na rubrica "Economia dia a dia"

Poul Thomsen: programa de resgate português "foi um sucesso"


O primeiro chefe de missão da troika diz que Portugal soube aproveitar a crise para fazer reformas e mudar. Poul Thomsen esteve numa conferência em Lisboa e afirmou não ter dúvidas de que o programa de resgate português foi um sucesso.

Covid-19. Relatório da OCDE revela impacto da crise em Portugal


A OCDE prevê que as insolvências aumentem em Portugal após o fim das moratórias de crédito, mesmo com o reforço à capitalização das empresas já anunciado pelo Governo. É uma das conclusões de um relatório que a Organização acaba de revelar e em que examina o impacto da crise da COVID-19 na economia portuguesa. É também analisada a forma como os fundos da União Europeia, juntamente com as reformas estruturais, podem ser utilizados para impulsionar o potencial económico de Portugal, tornando o crescimento mais verde e reduzindo as desigualdades. Há ainda um capítulo especial com recomendações políticas de como aproveitar melhor a transformação digital.

Presidente da TAP diz que não está prevista saída de mais trabalhadores


A presidente executiva da TAP disse que não está prevista a saída de mais trabalhadores. Numa entrevista para ver esta noite no programa Tudo é Economia, na RTP3, a gestora revelou que não ficou à espera do plano de reestruturação para cortar custos.

OCDE preconiza mais carga fiscal para imobiliário e heranças


A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico considera que há margem em Portugal para aumentar os impostos sobre o imobiliário e sobre heranças. A OCDE prevê que as insolvências aumentem depois do fim das moratórias de crédito, e apesar do reforço à capitalização das empresas. A organização estudou o impacto da Covid na economia portuguesa e faz recomendações para assegurar uma recuperação mais forte.

Processo das Parcerias Público-Privadas; Acusados Paulo Campos e Carlos Costa Pina


Nove anos depois, chega ao fim a investigação do Processo das Parcerias Público-Privadas. Foram acusados 2 ex-secretários de Estado: Paulo Campos, com a pasta das Obras Públicas, e Carlos Costa Pina, com a do Tesouro, ambos no Governo de José Sócrates. O ex-admnistrador da Estradas de Portugal Rui Manteigas também foi acusado. No total, foram acusados três arguidos de participação económica em negócio pelo alegado benefício de concessionárias na negociação das subconcessões e das SCUT. Foram arquivadas as suspeitas em relação aos ex-ministros Mário Lino, Teixeira dos Santos e António Mendonça.


Ministro das Infraestuturas avisa que TAP pode encerrar


Pedro Nuno Santos diz que é um cenário provável, caso Bruxelas não aprove o plano de reestruturação. Os trabalhadores da TAP dizem que estas declarações criam mais instabilidade na companhia.



TAP diz que empresa é sustentável sem ajuda do Estado


Os trabalhadores da TAP contestam as declarações de Pedro Nuno Santos sobre a viabilidade da companhia aérea. O ministro das Infraestuturas avisou que a TAP pode fechar as portas caso Bruxelas não aprove o plano de reestruturação, mas os trabalhadores acusam-no de criar mais instabilidade. A própria presidente executiva da TAP disse à RTP que a empresa é sustentável sem a ajuda do Estado.

Pandemia piorou rendimento de 28% das famílias portuguesas


A pandemia piorou o rendimento de 28 por cento das famílias portuguesas. Em 2020, o poder de compra também diminuiu em relação à média europeia. O inquérito feito pelo Instituto de Estatística mostra que 69 por cento das famílias portuguesas tiveram em 2020 um orçamento parecido com o de 2019. A pandemia afetou principalmente o rendimento das famílias mais jovens, com filhos e com menos escolaridade.

Sonda humana tocou pela primeira vez no Sol


A sonda solar Parker, da NASA, entrou durante algumas horas na camada externa da atmosfera da nossa estrela. A entrada na coroa solar ocorreu em abril, mas só agora foi confirmada pelos cientistas da agência espacial americana. Há imagens que mostram a sonda rodeada por fluxos de plasma já dentro da coroa solar. Os dados recolhidos ajudaram já a desvendar a origem de fenómenos verificados nos ventos solares. A próxima aproximação da Parker ao sol será no próximo mês.

Dizem os hoteleiros: Cancelamentos no fim de ano


Os hoteleiros estão a registar cancelamentos para o final do ano, devido às restrições nos países de origem. Há outra preocupação com os primeiros meses de 2022. 2021 foi um ano anormal na hotelaria.

Diz o Governo: Ocupação de 90% no fim do ano


A secretaria do Turismo e Cultura estima uma ocupação hoteleira para o fim de ano na ordem dos 90 por cento. Eduardo Jesus diz que há um crescimento, depois dos números terem sido revistos.

EasyJet supera TAP na Madeira


A easyJet cresceu 46%, nas rotas entre o continente e a Madeira, face ao período antes da pandemia. É, desde o verão passado, a companhia número 1 na Região.

Sondagem: Portugueses satisfeitos com o Governo e pessimistas sobre o futuro



Os portugueses nunca estiveram tão satisfeitos com a forma como o Governo tem gerido a pandemia. Os portugueses nunca estiveram tão satisfeitos com a forma como o Governo tem gerido a pandemia (61%), de acordo com uma sondagem da Aximage para o JN, DN e TSF. Mesmo que uma pequena maioria defenda medidas mais restritivas para esta quinta vaga (47%). E que estejam agora mais pessimistas sobre o tempo necessário para que tudo regresse à normalidade (18% dizem que isso nunca vai acontecer).

A evolução é evidente, quando se comparam os resultados deste mês de dezembro com as respostas obtidas ao longo dos últimos 12 meses: em julho, foram apenas 42% a dar nota positiva ao Governo de António Costa, no que diz respeito à gestão da pandemia; em março tinham sido 50%; em dezembro do ano passado, foram 48%. Hoje, são 61%. O saldo é aliás positivo em todos os segmentos da amostra, incluindo os partidários. Não surpreende que a maior adesão se verifique entre os que pretendem votar no PS (87% dizem que tem estado bem ou muito bem). Mas é significativo que o Governo consiga o reconhecimento de 59% dos sociais-democratas e um saldo positivo até entre os que preferem o Chega (38% de avaliações positivas).

PS-Madeira: Candidatos criticam calendário


Críticas ao calendário escolhido para a eleição do próximo líder do PS Madeira e à atual gestão da direção demissionária marcam os discursos de dois dos candidatos à liderança dos socialistas madeirenses. As eleições diretas internas estão marcadas para 19 de fevereiro. Para já, são três os candidatos.

Sondagem: Maioria dos portugueses concorda que a vacinação das crianças entre os 5 e os 11 anos se faça rapidamente



A Maioria dos portugueses concorda que a vacinação das crianças entre os 5 e os 11 anos se faça rapidamente. Os portugueses nunca estiveram tão satisfeitos com a forma como o Governo tem gerido a pandemia.

Uma grande maioria dos portugueses concorda que a vacinação das crianças entre os 5 e os 11 anos se faça o mais rapidamente possível (61%), segundo uma sondagem da Aximage para o JN, DN e TSF. Mas são ainda mais os que anunciam que tomarão a terceira dose assim que esteja disponível (86%). Apesar da adesão massiva à vacina contra a covid-19, há também uma maioria de inquiridos que defende que esta deveria ser obrigatória (53%).

De acordo com as estatísticas mais recentes, 89% da população residente em Portugal está totalmente vacinada (duas doses). Melhor cobertura, a nível mundial, só nos Emirados Árabes Unidos (90%). Mas isso não parece ser suficiente para convencer os portugueses de que não é necessário avançar para a vacina obrigatória: são bastantes mais os que defendem essa imposição legal (53%) do que os que a recusam (40%).


ONU procura apoio para mais de 6 milhões de refugiados venezuelanos

Plano de ajuda foi apresentado em conjunto pela agência da ONU para os refugiados e pela Organização Internacional para as Migrações. A ONU lançou esta quinta-feira um plano, no valor de 1.790 milhões de dólares (1.582 milhões de euros), de apoio a mais de 6 milhões de venezuelanos que fugiram do seu país devido à crise política, económica e social na Venezuela.

O Plano Regional de Resposta a Refugiados e Migrantes (RMRP, na sigla em inglês) foi lançado em conjunto pela agência da ONU para os refugiados (ACNUR) e pela Organização Internacional para as Migrações (OIM) para prestar assistência a venezuelanos em comunidades de acolhimento em 17 países da América Latina e Caraíbas.

“O número de refugiados e migrantes da Venezuela em todo o mundo já ultrapassou os 6 milhões, a grande maioria deles acolhidos por países da América Latina e das Caraíbas”, refere comunicado conjunto daqueles organismos. Segundo o ACNUR, “vários países de acolhimento estabeleceram mecanismos inovadores de proteção e regularização para os ajudar no acesso a direitos e serviços”, mas “à medida que esta situação se prolonga no tempo, as vulnerabilidades e riscos que enfrentam, assim como as necessidades das comunidades que os acolhem, têm aumentado dramaticamente”.

ONU solicita à Venezuela anular sentença contra conhecido jurista

Allan Brewer Carías foi acusado em 2005 pelo alegado envolvimento na redação do chamado ‘Decreto Carmona’ que “ordenou o estabelecimento de um governo de transição. O Comité dos Direitos Humanos da ONU anunciou hoje ter pedido à Venezuela a anulação da sentença contra um conhecido jurista venezuelano, por violação dos seus direitos.

“O Comité pede a anulação da sentença contra Allan Brewer Carías, condenado pela alegada participação no chamado ‘Decreto Carmona’, que estabeleceu um governo de transição, depois do golpe de Estado de Abril de 2002”, de acordo com um comunicado publicado na página da Internet. O organismo da ONU salientou que “a Venezuela violou o direito do jurista a ser julgado por um tribunal independente e a sua presunção de inocência” e lembrou “ao Estado venezuelano que as autoridades judiciais devem trabalhar independentemente do poder executivo”.

EasyJet destrona a TAP na Madeira



O ano 2021 foi histórico para a EasyJet em Portugal, com a transportadora a tornar-se a número um na Madeira em termos de passageiros transportados no segundo semestre do ano e a passar a número dois no Porto. Até ao final do primeiro semestre a liderança no Funchal foi da TAP. A companhia aérea EasyJet ascendeu a número um na Madeira a partir do verão de 2021 em número de passageiros transportados, um mercado onde cresceu 46% face aos valores de 2019, avançou esta quarta-feira José Lopes, diretor geral da EasyJet Portugal, na apresentação do desempenho da companhia em 2021, numa conferência de imprensa no Funchal.

É “um momento histórico para a EasyJet”, sublinhou José Lopes, salientando que a companhia destronou a TAP, e é desde o verão a primeira companhia em passageiros transportados na Madeira. A multinacional britânica está a voar para o Funchal desde 2007. Face a 2019 a companhia cresceu 46%. Desde essa altura que se estrou no mercado madeirense, a EasyJet já transportou 5,7 milhões de passageiros, adiantou o responsável.

Nota: festas, o Covid, a RAM e.....

 

No dia 15 deste mês tínhamos na RAM 1.490 casos novos, 16 óbitos, 36 internados no Hospital, 987 casos activos e 1.272 recuperados. Eu não sei se isto é grave ou se está tudo controlado! Julgo que começa a ser um problema perceber que fazer um teste rápido e esperar 7 dias para fazer outro, não impede que nos últimos dias da validade desse teste rápido, uma pessoa possa ficar contaminada saber e transformar-se num espalhador de "perfume" a terceiros - sei que aconteceram três situações destas na Madeira nos últimos dias - pode não ser a melhor solução.

Perante um súbito agravamento da situação no Porto Santo - que levou inclusivamente a um apelo do Delegado de Saúde local para que os visitantes da ilha Dourada, a 10 e 11 de Dezembro, fizessem um teste urgente - saúdo a Câmara Municipal porque teve a coragem de tomar uma decisão difícil. Política é isso mesmo, tomar decisões complicadas mesmo quando contrariados, desde que o façam responsavelmente em nome da preservação de valores mais altos, como é o caso da saúde pública e a defesa de uma comunidade. Outros refugiam-se em tretas ou no subterfúgio da economia a funcionar, quando a realidade é outra, essencialmente orçamental e de inexistência de recursos para fazer face a medidas mais drásticas. Estiou desejando de saber o que vai acontecer no Natal e no fim-do-ano. Obrigam os madeirenses a testes de mer*** até para irem ao WC mas para a ramboia ou para os foguetes, vai ser quase de certeza um vale tudo. As restrições, quando existem, visam defender as pessoas, não cortar a liberdade dos cidadãos, mesmo que em determinadas situações isso possa acontecer. O que se passa com os testes é uma palhaçada na Madeira. Ninguém controla nada, ninguém pede nada, ninguém percebe a obrigatoriedade de testes a não ser para identificar positivos e controlar um eventual crescimento desordenado de casos. As decisões quando devem ser tomadas, terão que ser tomadas. O problema é haver ou não coragem política para tomá-las e a capacidade de resistir às pressões de interesses económicos poderosos e influentes.

Com a RAM bem vermelha no mapa europeu da Covid, qualquer onda de decisões restritivas que os governos europeus possam tomar - alguns até já começam a dar sinais disso - sobretudo governos de países geradores de turismo, a Madeira não consegue resistir, devido exactamente ao vermelho com que a pintam no mapa europeu.

Nesta quadra do ano, cidades como o Porto, Lisboa, Albufeira, Faro, Loulé, Nazaré, Figueira da Foz, Coimbra e outras, já cancelaram tudo o que são actividades públicas exteriores, com maior concentração previsível de pessoas, devido ao facto dos dados da Covid indiciarem um potencial novo agravamento da situação.

As autoridades das regiões do Norte e do Algarve já apelaram a que não sejam feitas concentrações excessivas de pessoas na quadra natalícia e fim-do-ano. Outros não o fazem apesar da escalada ascendente dos números, desejando e esperando todos nós, que não venham a ser obrigadas, depois, a decisões precipitadas, tardias e mais agrestes. Por que a dúvida persiste: as receitas geradas pelo turismo superam as despesas públicas com o combate ao covid? Duvido muito…. (LFM)

quarta-feira, dezembro 15, 2021

Nota: para que não restem dúvidas




Para que não restem dúvidas, falando de legislativas nacionais na RAM e de coligações. Em 2011 o PSD elegeu 4 deputados contra 1 do PS e 1 do CDS. Somando os votos do PSD e do CDS elegeriam os mesmos 5 deputados que sozinhos elegeram, beneficiando do descalabro eleitoral - mais um! - do PS-M. Em 2015 o PSD elegeu 3 deputados contra 2 do PS e 1 do Bloco de Esquerda, uma das maiores surpresas nestas eleições, senão mesmo a maior. Somando os votos do PSD e do CDS, estes dois partidos, caso mantivessem a votação - o que ninguém pode garantir - elegeriam 4 deputados, perdendo o PS um dos eleitos. Finalmente em 2019, PSD e PS elegeram 3 deputados cada, mas somando os votos do PSD e do CDS não resultaria nenhuma mudança, devido à surpreendente votação dos socialistas madeirenses (efeitos Costa) que acredito dificilmente vai repetir (LFM)

Nota: coisas tontas podem deitar tudo a perder...

Há coisas numa governação que por não fazerem sentido, caso se transformem numa bola-de-neve crítica, acabam por acelerar junto das pessoas o desejo de se verem mais rapidamente livres de quem é poder. Por acaso não há quem tenha algum tino e ponha mão a isto, acabando por exemplo com decisões vergonhosas de crápulas mafiosos que emergiram do lado mais nojento e porco da política, do anonimato mas que podem esconder, pensando em actos eleitorais futuros, a podridão que vai ser deliberadamente alimentada. Pior do que as cartilhas que eram distribuídas ainda durante o jardinismo, visando a sua contestação e derrube, e depois da saída do jardinismo de cena.  Foi graças a essa podridão da (e na) política, da responsabilidade de crápulas que deviam (devem) ser pendurados pelos tom**** de cabeça para baixo, assente em perfis falsos, que se ficou a saber de tantos "cornudos", "cabras", "amantes", "corruptos" e  "homossexuais" à solta, sem que os próprios (ou as próprias) alguma vez soubessem que tinham sido...isso tudo!  Acabem com essa mer*** por favor. Já é demais. (LFM)

domingo, dezembro 12, 2021

Homem levantou-se da cama e caiu a caminho da secretária. É acidente de trabalho, diz tribunal alemão

Um homem fraturou a coluna depois de cair nas escadas do seu apartamento. O tribunal federal social da Alemanha, que julga questões de segurança social, decidiu a favor do trabalhador. Um tribunal superior alemão decidiu a favor de um trabalhador, que caiu em casa e fraturou a coluna, quando se deslocava do quarto para a secretária para começar a trabalhar.

Para o Bundessozialgericht, o tribunal federal social da Alemanha, que julga casos de segurança social, como acidentes de trabalho, a curta viagem da cama para a secretária não deixa de ser "uma deslocação para o trabalho", logo, "está abrangida pelo seguro de acidentes de trabalho". “A primeira viagem matinal da cama ao escritório de casa é uma rota de trabalho segurada. O queixoso sofreu um acidente de trabalho quando caiu a caminho do seu escritório em casa, pela manhã. Se a atividade segurada for exercida no domicílio do segurado ou noutro local, a cobertura do seguro é assegurada na mesma medida em que a atividade é exercida nas instalações da empresa”, argumentou o tribunal superior. O homem, que não foi identificado, nem a empresa para a qual trabalha, caiu nas escadas do seu apartamento, tendo fraturado uma vértebra.

Na decisão do tribunal, publicada na quarta-feira, também é referido que a vítima começou a trabalhar "sem ter tomado o pequeno-almoço". Se o tivesse feito a queda não seria considerada para efeitos de seguro de acidentes de trabalho, porque o seguro só cobre a "primeira" viagem para o trabalho, sugerindo o Bundessozialgericht que uma ida ao café, ou no caso à cozinha, antes de ir para o emprego, não poderia ser considerada (CNN-Portugal, texto da jornalista Catarina Machado)

Um ano depois TAP ainda espera reestruturação

 

O Governo entregou à Comissão Europeia, há precisamente um ano, o plano de reestruturação da TAP, mas apesar de terem sido já implementadas medidas como a redução de trabalhadores, a companhia aérea ainda espera uma resposta de Bruxelas. Após a Comissão Europeia ter aprovado, em 10 de junho de 2020, o apoio estatal de até 1.200 milhões de euros à TAP, a companhia teve seis meses para apresentar um plano de reestruturação que convença Bruxelas de que a empresa tem viabilidade futura

A elaboração do plano ficou a cargo da consultora Boston Consulting Group (BCG), escolhida pela companhia aérea, e o documento foi enviado para Bruxelas no último dia do prazo, 10 de dezembro de 2020. No entanto, passado um ano, o plano de reestruturação continua à espera de decisão de Bruxelas, uma ‘prenda’ que o ministro das Finanças, João Leão, tem esperança que chegue ainda antes do Natal, já que, segundo o governante, as discussões com a Comissão Europeia estão na fase final.

O plano de reestruturação da TAP, enviado no final de 2020 à Comissão Europeia, previa a saída de cerca de 2.000 funcionários, dos quais 750 tripulantes de cabine, 500 pilotos e 450 trabalhadores da manutenção e engenharia e 250 das restantes áreas. Estava também contemplada a redução de 25% da massa salarial e do número de aviões, de 108 para 88. Em março, o Governo, que detém 72,5% do capital da TAP, pediu à Comissão Europeia um auxílio intercalar à companhia aérea de até 463 milhões de euros, por forma a garantir liquidez até à aprovação do mesmo.

Em agosto, a Comissão Europeia admitiu recear que o auxílio de 3.200 milhões à reestruturação da TAP viole as regras de concorrência, uma queixa que tem sido repetida por outras companhias aéreas, como a Ryanair. Bruxelas disse ainda duvidar que o apoio de 3.200 milhões garanta de vez a viabilidade da companhia, apesar de reconhecer a importância de o Estado português salvar a transportadora aérea.

De acordo com o relatório que acompanhava a proposta de Orçamento do Estado para 2022, o Governo previa injetar 1.988 milhões de euros na TAP este ano e em 2022. Além disso, segundo a proposta, “é previsto no Plano de Reestruturação apresentado à Comissão Europeia, no seu cenário central, que 2022 seja o último ano em que o Estado português injeta dinheiro na TAP, no valor de 990 milhões de euros” (Lusa)

A dimensão dos governos



fonte: Público

Pandemia impressiona e atemoriza



Um médico passa em frente aos monitores que vigiam os pacien­tes com covid-19 nos cuidados intensivos do hospital Bagae, em Pyeongtaek, Coreia do Sul. Ainda na incerteza das consequências da nova variante Ómicron, pelo mundo fora aumentam os casos de contágio. Em Portugal, apesar de os casos aumentarem, o número de internamentos e de doentes em UCI é significativamente mais baixo em comparação com o período homólogo do ano passado. Com a perspetiva de oito mil casos diários dentro de duas ou três semanas, as vacinas vão cumprir a sua função e mitigar casos mais graves (Expresso)

Salgado: Pensão e pinturas vão pagar coima de €3,7 milhões



A ordem de execução que leva a penhora de bens foi dada. Parte de ativos sob arresto vão pagar sanção do Banco de Portugal. A lista é extensa. A pensão de reforma, várias pinturas, moradias e contas bancárias: o Ministério Público deu ordem para que sejam executados 3,7 milhões de euros a Ricardo Salgado, o banqueiro que durante mais de 20 anos presidiu ao Banco Espírito Santo, de acordo com informações obtidas pelo Expresso. Dos vários casos, criminais e administrativos, que correm contra o banqueiro, este foi o primeiro a transitar em julgado e como tal o primeiro a chegar à fase em que Salgado será obrigado a pagar coimas. O cerco acaba de se fechar. O objetivo da execução é obter bens para saldar a coima imposta pelo Banco de Portugal na contraordenação levantada por falhas no desempenho na função de banqueiro. Salgado é visado, entre outros, por atos de gestão ruinosa e por falhas na implementação de sistemas de gestão de risco na colocação do papel comercial emitido por sociedades do Grupo Espírito Santo colocado em clientes do BES.

Ao Novo Banco, agente pagador da pensão, e à GNB, sociedade gestora de fundos de pensões, chegaram, no final de novembro, cartas saídas do Tribunal da Concorrência, Regulação e Supervisão (TCRS), em Santarém, ordenando a penhora da pensão do antigo banqueiro (que segundo a imprensa rondava os 39 mil euros mensais e já estava parcialmente arrestada à guarda da Justiça), bem como o bloqueio das suas contas bancárias no valor correspondente ao que é devido em coimas.

TAP: Mais pequena, limitada e pouco pacificada



Ainda sem luz verde à vista e com muita incerteza no horizonte, um ano depois de ter entregado o plano de reestruturação à Comissão Europeia (CE), a TAP está mais pequena, mais limitada na estratégica e na tesouraria e pouco pacificada internamente. A lamber as feridas da saída de mais de três mil trabalhadores — alguns quadros experientes — e com a operação sensivelmente a metade no período pré-pandemia e receitas deprimidas, a TAP vive suspensa da decisão de Bruxelas, resposta que o Governo e a companhia esperam que chegue antes do Natal e que seja positiva. O que ainda não é certo que aconteça.

O tema que faltava resolver e o mais delicado — os slots (faixas horárias para aterrar e levantar voo) — estará já fechado. Há, sabe o Expresso, uma solução de compromisso que resultará numa redução de slots inferior à exigida inicialmente por Bruxelas, cujo impacto não colocará em causa os períodos horários essenciais à manutenção do hub em Lisboa. Aguarda-se agora a aprovação interna da Comissão, o que deverá levar duas a três semanas. É desta aprovação que depende a entrada nas contas da companhia ainda este ano de €150 milhões a €160 milhões, pedidos ao abrigo da compensação covid, que ainda não foram libertados e que fazem falta numa empresa exaurida, onde só o aluguer dos novos aviões custa mensalmente cerca de €17 milhões. Até agora, a TAP já recebeu de ajudas de Estado €1,662 mil milhões. As contas continuam no vermelho — os prejuízos ascendiam a €627,6 milhões em setembro — e de lá não irão sair tão cedo.

“Há uma tempestade perfeita” para escassez de trabalhadores nos hotéis

Baixos salários em Portugal e concorrência internacional por mão-de-obra nacional na base da escassez de trabalhadores que a hotelaria portuguesa enfrenta atualmente. A Associação dos Diretores de Hotéis de Portugal (ADHP) considera haver vários fatores para a falta de mão-de-obra no setor, situação para a qual alerta há vários anos, e que juntos conduzem a “uma tempestade perfeita”. Em declarações à Lusa, o presidente da direção da ADHP começa por lembrar que “há vários anos” que alertam para esta questão que recentemente voltou à agenda mediática – “acelerada por causa da pandemia” –, e aponta os motivos para o problema.

“Esta descoberta que parece que se fez agora da falta de mão-de-obra é um processo que avisamos há vários anos que iria acontecer naturalmente, quer pela evolução da economia e pela diminuição do desemprego, quer pela falta de alternativa de capital que a área do turismo tem e depois pela competitividade exterior com outros países“, afirmou o presidente da direção da ADHP em declarações à Lusa. Desde logo, lembra, porque se os baixos salários são “um problema interno do país” e transversais ao resto da economia, no setor turístico e hoteleiro, especificamente, “é mais visível”, isto porque se pedem “qualificações maiores às pessoas, como seja o falar línguas“, ou “a seriedade para se mexer em dinheiro” e “alguma cultura” para saber falar com os clientes.

Testemunho: “Apanhei Covid19, fui parar aos cuidados intensivos e arrependco-me de não me ter vacinado"


Diogo Alves tem 34 anos. Sem doenças e com um estilo de vida ativo, nunca pensou que a Covid-19 o atirasse para uma cama do Hospital do Funchal. A sua história contada na primeira pessoa. Não fuma, tinha uma vida ativa, sem doenças… Diogo Alves, 34 anos, sabia que podia apanhar a Covid-19. “Só não sabia que ia ser assim”, conta à VISÃO. O seu testemunho acaba por espelhar as razões pelas quais muitas pessoas não querem vacinar-se – a maior parte não é propriamente “negacionista”, apenas receia os efeitos secundários das vacinas e o facto de terem sido feitas em tempo recorde.

São menos de 200 mil os portugueses que, estando elegíveis para tomar as vacinas, ainda não o fizeram (excluímos desta conta as crianças até aos 11 anos). Diogo era um deles. Os dois colegas de trabalho com quem almoçou também. Nenhum dos três estava vacinado, um deles estava infetado com o SARS-CoV-2 e Diogo foi parar aos cuidados intensivos.

“Quando aí cheguei, já tinha muita dificuldade em respirar, parecia que, dentro de mim, havia qualquer coisa que estava a destruir-me. Aí pensei logo: devia ter tomado a vacina”, diz-nos. Um mês depois ainda é difícil falar; Diogo precisa de recuperar o fôlego, subir escadas é uma maratona e ainda está longe de concluir a terapia de recuperação dos pulmões. Mas quer contar a sua história como forma de alerta: “Tratem-se!” (Visão, texto da jornalista Mariana Almeida Nogueira)

sábado, dezembro 11, 2021

Expresso: O que valem os 19 vereadores (agora 18) eleitos pelo Chega?

 


O que valem os 19 vereadores (agora 18) eleitos pelo Chega? Dois meses depois das primeiras eleições autárquicas que disputou, o partido de André Ventura perdeu uma vereadora e continua arredado do executivo em todos os municípios, tanto por imposição do líder como pela formação de uma cordão sanitário em torno do Chega. Azambuja, Benavente e Entroncamento são exemplos de concelhos onde o partido foi notícia (não necessariamente pelas melhores razões) (Expresso)

Proteção social representa um quarto do PIB

 


Em Portugal as despesas com prestações de proteção social em percentagem do PIB representaram 26,6% em 2020. Maior peso registou-se em França, Áustria e Itália em 2020 e menor na Irlanda, bem como na Letónia, Hungria e Lituânia. A despesa com as prestações com pensões de velhice representa 12,4% do PIB, seguida pela saúde com 7,2% do PIB (Infografia de Mário Malhão, Jornal Económico)

sexta-feira, dezembro 10, 2021

Porque somos ineficazes a combater os corruptos gatunos e bandalhos

 


 fonte: Jornal de Notícias

Falando de pensões


fonte: Jornal de Notícias

Falando de SMN

 


fonte: Jornal de Notícias

A hipocrisia dos fofinhos "inocentes"

"Rangel e a sua falange de apoiantes - que têm sempre a mania que não fazem nada de mal nem que fazem mal a ninguém... - depois da palhaçada de terem gerado, por meras ambições pessoais e de grupo, uma potencial crise partidária quando no horizonte já se percebiam, de forma consistente, os alicerces de uma potencial crise política à escala nacional, e que se veio a confirmar, agora acham, depois de perderem as eleições internas no PSD, que lhes devem ser dados os tachos mais apetecíveis na lista de deputados para que o PSD, seja qual for o desfecho eleitoral de 30 de Janeiro, tenha um grupo parlamentar permanentemente mergulhado em instabilidade e refém de guerras internas alimentadas pelas vingançazinhas decorrentes da disputa pela liderança. Era o que faltava! Desta feita a exigência dos apoiantes de Rangel era a de que Rio devia incluir nas listas de candidatos a deputados, e em lugares de destaque - normalmente os de cabeça-de-lista em que não fazem nada nas campanhas eleitorais e pouco ou nada dizem aos eleitores - apoiantes do derrotado Rangel. Sinceramente, acho que basta a Madeira para que o PSD tenha uma lista quase totalmente preenchida com apoiantes de Rangel, uns mais assumidos, outros mais envergonhados. E, portanto, podemos referi-lo. Também afectos ao passismo saudosista e enviuvado que também foi derrotado nas directas!" (excerto do meu texto de opinião publicado hoje no Tribuna da Madeira)

Nota: um fracassado assalto ao poder em tempo de Manuel Monteiro?



Este chico-esperto comporta-se como um papagaio que voa rasteiro porque não conseguiu, por exemplo, o que o seu colega das "europas" Rangel conseguiu no PSD, apesar de derrotado. Andou a fazer guerra ao saudosista do Colégio Militar, não conseguiu convencer um Conselho Nacional dominado pelos escolhidos e pelas inerências, fomentou manifestações em todo o lado onde passava (aquela no Largo do Caldas foi uma anedota bem idiota), promoveu ainda alguns comícios não se percebe para quê, mas foi sempre derrotado, repito, por um partido dominado pelo "chicão" e a sua corte e que hoje, depois da recusa do PSD em coligar-se, deve estar em estado de choque, porque a decisão esperada não era esta.
Melo na sua fracassada tentativa de assalto ao poder no CDS vai ter que esperar pelos resultados eleitorais e depois de 30 de Janeiro - só um milagre o impedirá – provavelmente terá o caminho facilitado, porque uma humilhação eleitoral implica a imediata demissão do militarista logo na noite eleitoral. E quem sabe se o novo tempo não será o do regresso de Manuel Monteiro, recolocando o CDS no seu lugar e neutralizando os avanços eleitorais da extrema-direita de Ventura, principal responsável pela perda de votos do CDS e do PSD (LFM)

Nota: dignidade e coragem é isto

 

Parabéns porque, finalmente, há um político no CDS que percebe a realidade e que dá bons conselhos ao seu partido, mas que pelos vistos de nada servirão, porque a ambição do tacho pode levar o CDS a um resultado que todos estimam poder ser catastrófico. Salvo nas RA´s onde por causa do poder e de algum sentido de oportunidade - entre outros factos que um dia talvez a história conte... - prevaleceu uma coligação, nunca antes vista em mais de 40 anos de democracia e ainda por cima de duvidosa eficácia (oxalá eu esteja enganado…) mas que impede sabermos afinal qual a realidade eleitoral do PSD e do CDS (depois do desastre de 2019), e depois também das queixinhas fofinhas e das porcarias que o saudosista do Colégio Militar andou a fazer pelo Largo do Caldas (LFM)

quarta-feira, dezembro 01, 2021

Covid em Novembro na Madeira foi assim: 1.748 novos casos, só 166 importados


O Covid em Novembro na Madeira foi assim: 1748 novos casos, dos quais 166 importados, 30 mortos, 41 pessoas internadas no Hospital Nélio Mendonça e 776 casos activos. Mostramos também a evolução diária nos concelhos da Região (os valores apresentados nos dois itens, novos casos e mortos, são o total registado em cada dia). Chamou-me a atenção um aumento de casos no Porto Santo nos últimos dias do mês

Entretanto o GRM anunciou que exclui os procedimentos nos aeroportos da Madeira. Esperemos que tudo corra bem... Sobretudo quando se saba que muitos dos turistas que nos visitam vem de países em que os casos crescem a galope, diariamente, casos da Alemanha, Áustria, Holanda, Bélgica e Reino Unido e França embora neste caso ainda em menor escala. O aeroporto como se trem verificado é importante mas em Novembro dos quase 1800 novos casos, apenas 106 foram detectados lá... Ou seja, o problema é essencialmente local. Mas as pessoas que façam o que lhes apetecer, estou-me borrifando para isso. Sinceramente