Segundo os dados do estudo TGI da Marktest quase dois em cada três portugueses diz ter lido pelo menos um livro nos últimos 12 meses. O estudo TGI da Marktest quantifica, na vaga global de 2014, em 5 887 mil o número de portugueses que leram pelo menos um livro nos últimos 12 meses, o que representa 65.2% dos residentes no Continente com 15 e mais anos. Na análise do perfil dos leitores de livros, vemos que a classe social e o género são as variáveis mais discriminantes, pois são aquelas que apresentam maior heterogeneidade de comportamento entre os indivíduos. Enquanto 55.4% dos homens refere ter lido pelo menos um livro nos últimos 12 meses, entre as mulheres a percentagem sobe para 74.0% Entre as idades, encontramos maiores taxas de leitura nos mais jovens (78.7% entre 15 e 24 anos), baixando sistematicamente depois dessa idade. Por região registam-se menos diferenças, embora sejam os residentes na Grande Lisboa os que revelam hábitos de leitura mais regulares. Já entre as classes sociais, as percentagens baixam de 86.7% junto dos indivíduos das classes alta e média alta para 55.5% junto dos indivíduos das classes média baixa e baixa. Os dados do TGI indicam ainda que, em média, cada português lê entre 3 e 5 livros ao longo do ano e que mais de 1,2 milhões de indivíduos comprou livros para oferecer (marktest.com, Abril de 2015)
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quarta-feira, abril 29, 2015
terça-feira, outubro 07, 2008
Recomendação de leitura (V)
Recomendação de leitura (III)
Recomendação de leitura (II)
Os sistemas educativos europeus em todas as suas facetas. Principais tendências:
— Aumento do número de crianças que benefi ciam de educação pré-escolar;
— Aumento do número de estudantes inscritos no ensino superior;
— Aumento do número de diplomados nas áreas científi cas e tecnológicas;
— A qualidade dos sistemas educativos é cada vez mais avaliada;
— A organização e a gestão dos sistemas educativos dos novos Estados-Membros é semelhante às da UE-15;
— As desigualdades no acesso aos meios informáticos nas escolas, nomeadamente à Internet, tendem a diminuir.
A sexta edição de Números-Chave da Educação na Europa proporciona um amplo panorama do funcionamento dos sistemas educativos e da participação dos jovens em todos os níveis de ensino nos 30 países europeus: os 25 Estados-Membros da União Europeia, os 3 países da AECL/EEE (Noruega, Listenstaine e Islândia) e os países em fase de adesão (Bulgária e Roménia). O estudo contém 153 indicadores divididos por seis capítulos temáticos: contexto, organização, participação no ensino, recursos, processos educativos e níveis de habilitação e de qualificação. A apresentação de cada tema conta com informações sobre os modos de gestão e de funcionamento cuja fonte é Eurydice, conjugadas com dados estatísticos do Eurostat. Determinados dados obtidos por inquéritos internacionais (PISA, PIRLS) vêm enriquecer esta visão, aqui.
— Aumento do número de crianças que benefi ciam de educação pré-escolar;
— Aumento do número de estudantes inscritos no ensino superior;
— Aumento do número de diplomados nas áreas científi cas e tecnológicas;
— A qualidade dos sistemas educativos é cada vez mais avaliada;
— A organização e a gestão dos sistemas educativos dos novos Estados-Membros é semelhante às da UE-15;
— As desigualdades no acesso aos meios informáticos nas escolas, nomeadamente à Internet, tendem a diminuir.
A sexta edição de Números-Chave da Educação na Europa proporciona um amplo panorama do funcionamento dos sistemas educativos e da participação dos jovens em todos os níveis de ensino nos 30 países europeus: os 25 Estados-Membros da União Europeia, os 3 países da AECL/EEE (Noruega, Listenstaine e Islândia) e os países em fase de adesão (Bulgária e Roménia). O estudo contém 153 indicadores divididos por seis capítulos temáticos: contexto, organização, participação no ensino, recursos, processos educativos e níveis de habilitação e de qualificação. A apresentação de cada tema conta com informações sobre os modos de gestão e de funcionamento cuja fonte é Eurydice, conjugadas com dados estatísticos do Eurostat. Determinados dados obtidos por inquéritos internacionais (PISA, PIRLS) vêm enriquecer esta visão, aqui.
Recomendação de leitura (I)
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