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quarta-feira, abril 29, 2015

Dois em cada três portugueses leem livros

Segundo os dados do estudo TGI da Marktest quase dois em cada três portugueses diz ter lido pelo menos um livro nos últimos 12 meses. O estudo TGI da Marktest quantifica, na vaga global de 2014, em 5 887 mil o número de portugueses que leram pelo menos um livro nos últimos 12 meses, o que representa 65.2% dos residentes no Continente com 15 e mais anos. Na análise do perfil dos leitores de livros, vemos que a classe social e o género são as variáveis mais discriminantes, pois são aquelas que apresentam maior heterogeneidade de comportamento entre os indivíduos. Enquanto 55.4% dos homens refere ter lido pelo menos um livro nos últimos 12 meses, entre as mulheres a percentagem sobe para 74.0% Entre as idades, encontramos maiores taxas de leitura nos mais jovens (78.7% entre 15 e 24 anos), baixando sistematicamente depois dessa idade. Por região registam-se menos diferenças, embora sejam os residentes na Grande Lisboa os que revelam hábitos de leitura mais regulares. Já entre as classes sociais, as percentagens baixam de 86.7% junto dos indivíduos das classes alta e média alta para 55.5% junto dos indivíduos das classes média baixa e baixa. Os dados do TGI indicam ainda que, em média, cada português lê entre 3 e 5 livros ao longo do ano e que mais de 1,2 milhões de indivíduos comprou livros para oferecer (marktest.com, Abril de 2015)

terça-feira, outubro 07, 2008

Recomendação de leitura (V)

Estruturas de ensino, de formação profissional e de educação de adultos em Portugal - Para quem deseja compreender a organização geral do sistema educativo português, esta monografia, com cerca de 40 páginas, reúne toda a informação básica sendo regularmente actualizada, em função das alterações introduzidas na realidade educativa.Nesta publicação descrevem-se os vários níveis de educação/ensino, do pré-escolar ao superior e formação profissional inicial, quer sejam ministrados num estabelecimento de ensino ou em sistema de alternância (formação em sala de aula e em contexto de trabalho).Cada nível de educação/ensino tem uma descrição precisa, que aborda fundamentalmente os processos de admissão, duração, currículo, métodos de avaliação e formação de professores. Aqui.

Recomendação de leitura (IV)

Do Eurybase recomendo a "Base de Dados de Informação sobre os Sistemas Educativos na Europa - O Sistema Educativo em Portugal" (2006/2007), aqui bem como as "Fichas síntese nacionais sobre os sistemas educativos na Europa e reformas em curso", de Junho de 2008, aqui. Nao custa nada...

Recomendação de leitura (III)

Do "Eurybase", recomendo o texto "Organização do Sistema Educativo em Portugal", de 2006-2007, a ser lido aqui ou aqui. Quanto às Regiões autónomas dos Açores e da Madeira, neste documento é referido: "Dadas as especificidades próprias dos Açores e da Madeira no território português, a lei reserva-lhes um estatuto de considerável autonomia. O regime político-administrativo próprio dos arquipélagos dos Açores e da Madeira fundamenta-se nas suas características geográficas, económicas, sociais e culturais e nas históricas aspirações autonomistas das populações insulares. Nas regiões autónomas, cabem às Secretarias Regionais de Educação, órgãos dos governos regionais, competências específicas no âmbito da política educativa".

Recomendação de leitura (II)

Números-Chave da Educação na Europa 2005
Os sistemas educativos europeus em todas as suas facetas. Principais tendências:
— Aumento do número de crianças que benefi ciam de educação pré-escolar;
— Aumento do número de estudantes inscritos no ensino superior;
— Aumento do número de diplomados nas áreas científi cas e tecnológicas;
— A qualidade dos sistemas educativos é cada vez mais avaliada;
— A organização e a gestão dos sistemas educativos dos novos Estados-Membros é semelhante às da UE-15;
— As desigualdades no acesso aos meios informáticos nas escolas, nomeadamente à Internet, tendem a diminuir.

A sexta edição de Números-Chave da Educação na Europa proporciona um amplo panorama do funcionamento dos sistemas educativos e da participação dos jovens em todos os níveis de ensino nos 30 países europeus: os 25 Estados-Membros da União Europeia, os 3 países da AECL/EEE (Noruega, Listenstaine e Islândia) e os países em fase de adesão (Bulgária e Roménia). O estudo contém 153 indicadores divididos por seis capítulos temáticos: contexto, organização, participação no ensino, recursos, processos educativos e níveis de habilitação e de qualificação. A apresentação de cada tema conta com informações sobre os modos de gestão e de funcionamento cuja fonte é Eurydice, conjugadas com dados estatísticos do Eurostat. Determinados dados obtidos por inquéritos internacionais (PISA, PIRLS) vêm enriquecer esta visão,
aqui.

Recomendação de leitura (I)

"Autonomia das Escolas na Europa - Políticas e Medidas", edição da EURYDICE (Rede de Informação sobre Educação na Europa), Texto concluído em Dezembro de 2007, aqui