Modernizar, automatizar, reestruturar. Os
principais objetivos do plano de transformação dos CTT podem dar frutos a médio
prazo, mas por enquanto representam custos que pesam nos lucros. Apesar de
algumas das metas da administração terem sido cumpridas, e de estabilidade nas
receitas operacionais, os investidores reagiram de forma negativa aos números e
ao corte significativo nos dividendos (infografia do Jornal Económico, por
Mário Malhão)
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sexta-feira, março 08, 2019
sexta-feira, janeiro 25, 2019
Até ao fim do ano, 48 concelhos deverão ficar sem estação dos CTT
O ano de 2018 terminou com 33 concelhos a ficarem sem acesso a estações dos CTT. Pelas contas da Anacom, esse número de concelhos deverá subir para 48, afetando, a curto prazo, 411 mil portugueses. Veja o mapa dos concelhos que não têm uma estação CTT, cujas funções são mais amplas do que uma loja ou ponto CTT (Jornal Económico)
domingo, abril 01, 2018
Falidinhos sim, mas para isto bem vivinhos....
Dizem que anda quase falida mas distribui dividendos, encerra agências e depois aumenta os custos dos serviços... Exemplar!
segunda-feira, janeiro 22, 2018
Bolsa: Correio sem retorno?
A privatização dos CTT, por mais de 900 milhões de euros em 2013, foi classificada como “um enorme êxito” pelo então ministro da Economia António Pires de Lima (Jornal Economico - Mário Malhão e Shrikesh Laxmidas)
sexta-feira, outubro 25, 2013
80% dos correios da Europa estão nas mãos do Estado
Garante a jornalista do Público, Raquel Almeida Correia, que "apenas cinco países da Europa a 28 privatizaram os serviços postais e quase todos apostaram na dispersão em bolsa, como acontecerá em Portugal com os CTT. Promessas tem havido muitas, mas as privatizações de empresas públicas de correios contam-se pelos dedos de uma mão. Até agora, apenas cinco países europeus avançaram com a venda dos serviços postais, quase todos através da dispersão em bolsa. No entanto, três deles mantiveram uma participação maioritária do Estado. A concretizar-se a alienação nos moldes aprovados pelo Governo, os CTT vão passar a ser a empresa com mais capital nas mãos de privados. Uma análise elaborada pelo PÚBLICO mostra que, na Europa a 28, a grande maioria dos correios mantém na esfera do Estado, apesar de diferentes países terem já anunciado a intenção de privatizar o sector. De um total de 25 empresas, já que não foi possível aceder a informação sobre a Holanda e a Croácia, apenas cinco abriram a porta ao capital privado. Os casos mais recentes são os da belga Bpost e da britânica Royal Mail. A decisão do Governo, aprovada em Conselho de Ministros a 10 de Outubro, foi recebida com surpresa, até porque havia já um rol de interessados na venda directa dos CTT e este tipo de modelo tinha sido seguido pelo Governo em todas as anteriores privatizações. O panorama europeu foi um dos argumentos usados pelos bancos que assessoraram a venda dos correios, o CaixaBI e o JP Morgan, para convencer o executivo. Analisando a Europa a 28, conclui-se que praticamente todos os países que privatizaram os correios recorreram a ofertas públicas iniciais (OPI) de venda em bolsa. Dos cinco Estados-membros que reduziram a participação pública no sector, quatro seguiram esta via: Alemanha, Áustria e, mais recentemente, Bélgica e Reino Unido. Há ainda outro caso, o da Roménia, em que a venda de 25% do capital foi directa, sendo hoje detida por um fundo de investimento. O fenómeno das OPI começou no final de 2000, com a alemã Deutsche Post, naquela que foi a maior operação do género nesse ano no país e a terceira a nível mundial. Inicialmente, foi alienada uma participação de 29%, mas a fasquia foi crescendo e chega agora aos 79%. O restante capital é detido pelo banco estatal Kfc. Só há outro caso em que o Estado se ficou por uma participação minoritária no sector postal. Trata-se da britânica Royal Mail, que viu 52,2% do capital ser disperso em bolsa em meados de Outubro. A operação foi considerada um êxito, com a procura a superar sete vezes a oferta no retalho, mas o Governo foi acusado de ter vendido barato a empresa.
Promessas adiadas
Foi, em particular, esta última operação que deu algum fôlego ao executivo português na defesa de uma OPI para os CTT. Afinal, o modelo foi oficialmente anunciado um dia antes da estreia em bolsa do Royal Mail, cujas acções chegaram a disparar quase 40%. Mas, em Portugal, a ideia é ir mais longe do que aconteceu até aqui nos quatro países europeus que privatizaram os correios no mercado de capitais. É que o projecto prevê, numa primeira fase, a venda de uma participação até 70%, mas a ideia é o Estado desfazer-se completamente da empresa no médio prazo. A concretizar-se este cenário, os CTT vão tornar-se no único grupo da Europa a 28 totalmente privado. Na Áustria e na Bélgica as OPI lançadas, respectivamente, em 2006 e 2013 não retiraram ao Estado o estatuto de accionista maioritário. A austríaca Österreichische Post é hoje detida em 49% por privados, estando o restante capital nas mãos de uma holding estatal. Já a belga Bpost dispersou cerca de 30% do capital. Retirando a participação de 20% detida por um consórcio privado, a empresa permaneceu na esfera do Estado (que ficou com uma posição de 50%, à qual acrescem 488 acções). Há ainda o caso atípico da Roménia, que em 2005 procedeu à venda directa de 25% dos correios nacionais a um fundo privado. O Governo pretende desfazer-se da posição estatal ainda este ano, embora não haja ainda detalhes sobre a operação. De intenções está, aliás, a Europa cheia. República Checa, Grécia, Polónia e Bulgária são apenas alguns dos países que têm mostrado vontade de privatizar o sector, mas não há sinais concretos de que avancem. No total, 80% dos Estados-membros mantêm os correios totalmente na esfera pública, embora se acredite que as recentes OPI e a futura dispersão em bolsa dos CTT possam servir de estímulo. Em Portugal, estão ainda por conhecer muitos pormenores: o preço que será fixado para cada acção e a repartição das tranches à venda para o retalho e para investidores institucionais, por exemplo. Sabe-se já que, a apoiar o Governo na colocação da oferta, vão estar quatro bancos (CaixaBI, JP Morgan, BESI e BBVA), mas haverá mais instituições financeiras envolvidas. A oposição e os trabalhadores têm contestado duramente a privatização dos CTT. Hoje vai realizar-se uma greve em protesto contra o negócio".
Promessas adiadas
Foi, em particular, esta última operação que deu algum fôlego ao executivo português na defesa de uma OPI para os CTT. Afinal, o modelo foi oficialmente anunciado um dia antes da estreia em bolsa do Royal Mail, cujas acções chegaram a disparar quase 40%. Mas, em Portugal, a ideia é ir mais longe do que aconteceu até aqui nos quatro países europeus que privatizaram os correios no mercado de capitais. É que o projecto prevê, numa primeira fase, a venda de uma participação até 70%, mas a ideia é o Estado desfazer-se completamente da empresa no médio prazo. A concretizar-se este cenário, os CTT vão tornar-se no único grupo da Europa a 28 totalmente privado. Na Áustria e na Bélgica as OPI lançadas, respectivamente, em 2006 e 2013 não retiraram ao Estado o estatuto de accionista maioritário. A austríaca Österreichische Post é hoje detida em 49% por privados, estando o restante capital nas mãos de uma holding estatal. Já a belga Bpost dispersou cerca de 30% do capital. Retirando a participação de 20% detida por um consórcio privado, a empresa permaneceu na esfera do Estado (que ficou com uma posição de 50%, à qual acrescem 488 acções). Há ainda o caso atípico da Roménia, que em 2005 procedeu à venda directa de 25% dos correios nacionais a um fundo privado. O Governo pretende desfazer-se da posição estatal ainda este ano, embora não haja ainda detalhes sobre a operação. De intenções está, aliás, a Europa cheia. República Checa, Grécia, Polónia e Bulgária são apenas alguns dos países que têm mostrado vontade de privatizar o sector, mas não há sinais concretos de que avancem. No total, 80% dos Estados-membros mantêm os correios totalmente na esfera pública, embora se acredite que as recentes OPI e a futura dispersão em bolsa dos CTT possam servir de estímulo. Em Portugal, estão ainda por conhecer muitos pormenores: o preço que será fixado para cada acção e a repartição das tranches à venda para o retalho e para investidores institucionais, por exemplo. Sabe-se já que, a apoiar o Governo na colocação da oferta, vão estar quatro bancos (CaixaBI, JP Morgan, BESI e BBVA), mas haverá mais instituições financeiras envolvidas. A oposição e os trabalhadores têm contestado duramente a privatização dos CTT. Hoje vai realizar-se uma greve em protesto contra o negócio".
segunda-feira, junho 03, 2013
CTT já fecharam 66 lojas incluindo na Madeira
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