Uma pesquisa realizada pela British Airline Pilots' Association (BALPA) com 500 pilotos comerciais do Reino Unido revelou um dado surpreendente: 56% admitiram ter adormecido involuntariamente durante um voo. Entre eles, 29% disseram que acordaram e descobriram que o outro piloto também estava dormindo. O levantamento ganhou destaque após um incidente envolvendo um Airbus A330 de uma companhia aérea britânica, no qual os dois pilotos adormeceram enquanto a aeronave seguia em piloto automático. Segundo o relatório, ambos haviam dormido menos de cinco horas nas duas noites anteriores ao voo, reforçando as preocupações com a fadiga.
A pesquisa também mostrou que 84% dos pilotos acreditavam que seu desempenho havia sido afetado pelo cansaço nos seis meses anteriores, enquanto 49% consideravam a fadiga a maior ameaça à segurança operacional. Apesar dos números chamarem atenção, especialistas ressaltam que a aviação comercial conta com diversas camadas de segurança, como o piloto automático, monitoramento pelo controle de tráfego aéreo e procedimentos de descanso controlado, adotados por algumas companhias sob regras rígidas para manter a segurança do voo (fonte: Facebook, Tráfego Aéreo Brasil)
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