"Este é o último tempo de antena do Partido Social Democrata da Madeira, antes do Natal, mercê das leis que condicionam o período de campanha eleitoral para a Presidência da República. A Madeira viveu um mau ano de 2010. Porém, ao menos fica-nos o orgulho de ver como o Povo Madeirense soube reagir às contrariedades, o orgulho na nossa maneira de ser, rija e inalterável, que os inimigos, cá e no exterior, jamais conseguirão abater. A todo o Povo Madeirense desejo um Bom Natal, bem como um Ano Novo de 2011 bastante melhor. Um Natal que não quebrará as nossas convicções, Valores e Tradições positivas de séculos.Precisamente porque os Valores e Tradições que nos fazem e identificam, não constituem conservadorismo. Antes, são as alavancas que progressivamente nos atiram para a frente, que nos dão capacidade indesmentível para mais desenvolvimento e justiça social, mesmo quando, colonialmente, o Estado central não reconhece os nossos Direitos. Temos de fazer a nossa quota parte para que Portugal mude substancialmente em 2011, apesar de, no Continente, ainda haver muita gente, alguns bem responsáveis na sociedade portuguesa, muita gente tristemente vencida pelo conservadorismo conformado.
Os autonomistas sociais-democratas da Madeira sempre alertaram que Portugal ia cair nesta grave situação em que estamos mergulhados. Sempre avisámos que o sistema político-constitucional era inadequado ao Desenvolvimento Integral do Povo português. Sempre denunciámos as políticas erradas de Lisboa. A tempo soubemos fazer o que tinha de ser feito, tomámos as medidas que tinham de ser tomadas, e que todos constatam que, se não tivéssemos tal visão política e iniciativa, nas presentes condições e nas dos próximos anos, tal já não poderia ser concretizado. Mas os Madeirenses e Portossantenses também assistiram às resistências que nos opuseram, até pela via da mentira, da deturpação, do insulto e da tentativa de assassinato político, vindos de uma minoria anti-Madeira que é uma salada que vai desde os interesses e palhaçadas da Madeira Velha, à intervenção da maçonaria e ao folclore desastroso dos socialistas e comunistas. Mesmo nesta situação tão difícil que eles contribuíram para que também se abatesse sobre nós, sem vergonha continuam a propôr aumentos de despesa consumível e redução de receitas, como se o Povo não lhes percebesse a jogada. Enquanto que, ao mesmo tempo, essa gente nega à Região Autónoma, as competências próprias que nos permitiriam enfrentar as graves dificuldades presentes.
Portugal tem de mudar. Temos de ajudar nesta mudança.
As eleições para a Presidência da República, já a 23 de Janeiro próximo, constituem uma réstia da Esperança de que não desistimos. Sou testemunha dos esforços do Professor Cavaco Silva em defesa do Povo Madeirense, procurando travar os abusos socialistas sobre nós, procurando modificar medidas persecutórias e incompetentes que lançaram contra os nossos Direitos, procurando furar o ostracismo a que os socialistas nos pretendiam condenar.
Cavaco Silva, no nosso sistema constitucional, não tem poderes governamentais. Por isso, as suas recomendações ao Governo da República foram ignoradas por este, e até lhe mentiram! Nem se o pode estigmatizar pela promulgação de leis que feriram Valores genuínos de muitos Portugueses. É que, constitucionalmente, mesmo que o Presidente recuse assinar uma lei, a maioria que a aprovou na Assembleia da República, tornando a aprová-la em segunda votação, obriga imperativamente à respectiva promulgação. Ora, ainda que constrangido, mas dada a situação em que Portugal se encontra, Cavaco Silva optou pelo bom-senso de não alimentar conflitos condenados ao insucesso, e preferiu continuar a poder intervir, na medida das suas possibilidades legais, garantindo assim a única voz de prestígio e com autoridade ética que ainda é ouvida em Portugal e no estrangeiro. Garantindo o pouco de credibilidade que ainda resta a Portugal. Não podemos esquecer que o período em que Cavaco Silva foi Primeiro-Ministro, foram os únicos anos depois do 25 de Abril em que, comprovadamente, Portugal teve crescimento económico e melhoria de condições sociais. Nem sequer, nas restantes candidaturas à Presidência da República, há qualquer alternativa capaz, que mereça um mínimo de crédito e de confiança.
Falo-Vos de Esperança. Não Vos estou a apelar só para um sentimento indefinido, para um mito depois sem concretização. Apelo o Povo Madeirense para actuar. Para decidir. Bom Natal a todos e que 2011 seja melhor!" (tempo de antena do PSD-Madeira com Alberto João Jardim, emitido hoje na RTP)
Os autonomistas sociais-democratas da Madeira sempre alertaram que Portugal ia cair nesta grave situação em que estamos mergulhados. Sempre avisámos que o sistema político-constitucional era inadequado ao Desenvolvimento Integral do Povo português. Sempre denunciámos as políticas erradas de Lisboa. A tempo soubemos fazer o que tinha de ser feito, tomámos as medidas que tinham de ser tomadas, e que todos constatam que, se não tivéssemos tal visão política e iniciativa, nas presentes condições e nas dos próximos anos, tal já não poderia ser concretizado. Mas os Madeirenses e Portossantenses também assistiram às resistências que nos opuseram, até pela via da mentira, da deturpação, do insulto e da tentativa de assassinato político, vindos de uma minoria anti-Madeira que é uma salada que vai desde os interesses e palhaçadas da Madeira Velha, à intervenção da maçonaria e ao folclore desastroso dos socialistas e comunistas. Mesmo nesta situação tão difícil que eles contribuíram para que também se abatesse sobre nós, sem vergonha continuam a propôr aumentos de despesa consumível e redução de receitas, como se o Povo não lhes percebesse a jogada. Enquanto que, ao mesmo tempo, essa gente nega à Região Autónoma, as competências próprias que nos permitiriam enfrentar as graves dificuldades presentes.
Portugal tem de mudar. Temos de ajudar nesta mudança.
As eleições para a Presidência da República, já a 23 de Janeiro próximo, constituem uma réstia da Esperança de que não desistimos. Sou testemunha dos esforços do Professor Cavaco Silva em defesa do Povo Madeirense, procurando travar os abusos socialistas sobre nós, procurando modificar medidas persecutórias e incompetentes que lançaram contra os nossos Direitos, procurando furar o ostracismo a que os socialistas nos pretendiam condenar.
Cavaco Silva, no nosso sistema constitucional, não tem poderes governamentais. Por isso, as suas recomendações ao Governo da República foram ignoradas por este, e até lhe mentiram! Nem se o pode estigmatizar pela promulgação de leis que feriram Valores genuínos de muitos Portugueses. É que, constitucionalmente, mesmo que o Presidente recuse assinar uma lei, a maioria que a aprovou na Assembleia da República, tornando a aprová-la em segunda votação, obriga imperativamente à respectiva promulgação. Ora, ainda que constrangido, mas dada a situação em que Portugal se encontra, Cavaco Silva optou pelo bom-senso de não alimentar conflitos condenados ao insucesso, e preferiu continuar a poder intervir, na medida das suas possibilidades legais, garantindo assim a única voz de prestígio e com autoridade ética que ainda é ouvida em Portugal e no estrangeiro. Garantindo o pouco de credibilidade que ainda resta a Portugal. Não podemos esquecer que o período em que Cavaco Silva foi Primeiro-Ministro, foram os únicos anos depois do 25 de Abril em que, comprovadamente, Portugal teve crescimento económico e melhoria de condições sociais. Nem sequer, nas restantes candidaturas à Presidência da República, há qualquer alternativa capaz, que mereça um mínimo de crédito e de confiança.
Falo-Vos de Esperança. Não Vos estou a apelar só para um sentimento indefinido, para um mito depois sem concretização. Apelo o Povo Madeirense para actuar. Para decidir. Bom Natal a todos e que 2011 seja melhor!" (tempo de antena do PSD-Madeira com Alberto João Jardim, emitido hoje na RTP)
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