O DN do Funchal tem algumas pessoas (felizmente poucas) que comportam-se assim, de forma nojenta, à sua imagem e semelhança. Perante as chamadas de atenção ou as críticas, optam para o ataque ou para a insinuação, como se falássemos de púdicas “virgens”. Há que anos deixei de ter qualquer ligação ao grupo de rádios do grupo Ramos, Marques e Vasconcelos! Confesso que já nem me lembrava disso. Tenho a certeza que alguns dos protagonistas do DN dos tempos que correm, nem estavam onde estão. Sei apenas que as rádios recebiam nessa altura (e continuam a receber) 600 contos por mês do Governo Regional. E que sem essa verba dificilmente tinham viabilidade, tal como outras que por aí andam. Só de pessoas em compreensível situação de instabilidade emocional (espero que só essa...), e permanentemente à procura da chefia que nunca tiveram, podem escrever tamanhas javardices. Não vou entrar em polémicas com os “donos” da parte mais porca da revista do DN local, porque passo ao lado e estou-me borrifando para ataques, insultos ou insinuações publicados,a tal como não entro em abordagens pessoais de percurso de vida. Não são chamados para este tipo de discussão. Também não me verão fazer alusão a rendimentos ou mordomias que alguns auferem em empresas pretensamente em crise, porque não me diz respeito, nem me importo nada com isso. Uma coisa posso dizer: seja onde for e desempenhando a função que for, justifico e justifiquei sempre, todo o cêntimo que aufiro ou auferi. Quanto aos outros, não sei, nem por eles respondo. Mais. Tenho a consciência tranquila e limpa. E enquanto jornalista profissional, nunca tive, por onde passei, nem os benefícios que acho bem que hoje alguns tenham, mas acho intolerável que se façam de inocentes ou se armem em justiceiros quando afinal se revelam surpreendentemente de asquerosos da pior espécie. E para que ninguém confuda pessoas ou coisas, não falo do Luís Calisto, que conheço há muitos anos, desde o Liceu, e que foi um jornalista do meu tempo, do tempo em que discutíamos pontos de vista, tínhamos ideias diferentes e havia disputa mas nunca ultrapassávamos os limites do respeito entre nós. Há situações que ocorrem, hoje no jornalismo e nas redacções que no nossos tempo eram impensáveis. Ressalvada esta questão, nunca me verão refugiar-me em tretas. Nem encomendar textos críticos para terceiros, nomeadamente contra outro jornal, por alegadamente ter impedido que um seu jornalista participe num programa de televisão que, no caso de alguns participantes (não todos), contrasta lamentavelmente com programas semelhantes que as televisões nacionais transmitem. Dúvidas? Vejam a SIC, vejam a TVI24, vejam a RTP2. O que está em causa nesta polémica (?) é saber se os argumentos usados para despedimentos são ou não verdadeiros. Felizmente nunca despedi ninguém, nem tive que escolher pessoas para despedir. Todos sabemos que há uns anos, alguns jornalistas foram despedidos de uma rádio mas nessa altura ninguém soube as causas, nem se gerou polémica. De quem foi a culpa então? Há colaboradores ou articulistas de jornais que auferem gratificações, tal como há comentadores da televisão que recebem o mesmo ou mais, uns e outros muito aquém das somas fabulosas pagas em Lisboa para situações semelhantes. Portanto, e ressalvando que uma coisa é um blogue e que outra coisa é trazer opiniões aí publicadas para páginas de jornais, não me arrastam para situações idiotas. “Lágrimas de crocodilo”? Tenho é pena por ver a que estado chegou o jornalismo local pela falta de solidariedade e de unidade que a classe profissional dá mostras, e que contrasta com o que antes acontecia! Sublinhando que não retiro uma vírgula ao que escrevi - particularmente das causas (falsas) avançadas para decisões que devem ser assumidas com verdade e com base na verdade, e recusando falar dos critérios de despedimentos usados, os recentes ou os passados, das causas para as escolhas feitas, se me interessasse (não me interessa) prolongar a discussão idiota em torno do assunto, poderia desafiar que publicamente informassem quanto gastaram em remodelações gráficas, quanto custaram “especialistas” estrangeiros que durante algum tempo viveram na Madeira, quanto custam projectos editoriais desportivos que desconfio estarem condenados, quanto gastaram na aquisição de parte de uma gráfica, etc, porque tudo isso é que poderia ter alguma relação com os despedimentos. Mas não quero. Não quero sequer ouvir falar disso. Tal como não quero que me envolvam nesta troca de pontos de vista medíocres de saber quanto pagam a alguns quadros dirigentes na área editorial de jornais em dificuldade (?), etc. Porque isso nada tem a ver com a questão dos despedimentos. Falei de procedimentos incorrectos e eticamente reprováveis (através da rubrica Cartas do Leitor) para atacar o JM, com recurso a indivíduos partidariamente claramente conotados, bem como da utilização sistemática de argumentos falsos para justificar decisões tomadas. Sentimentalismos? Claro, se foi no JM que iniciei a minha actividade profissional jornalística de 20 anos, queriam que lhe tivesse ódio? Uma sugestão: já agora, mesmo para cumprir ordens internas, usem os blogues (que têm) para responder a blogues. Aliás, há um jornal satírico por aí – o tal que ninguém lê… – que tem contado histórias interessantes, sobre as quais não vejo comentários nem li desmentidos… Não somos uma terra de cegos...
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