Segundo o DN de Lisboa, num texto da jornalista Ana Suspiro, "são 16 as reformas acima dos 4000 mil euros por mês que a Caixa Geral de Aposentações vai passar a pagar a partir de Outubro. A lista ontem divulgada em Diário da República do aposentados ou reformados da Função Pública tem mais de mil nomes, mas entre os valores mais elevados há algumas figuras públicas. O ainda presidente do Conselho Económico Social, (pelo menos no site da instituição), Bruto da Costa, terá direito a receber um valor bruto de aposentação de cerca 4300 euros por mês e a ex-presidente do Instituto Camões, Simoneta Luz Afonso, ficará com uma reforma da ordem dos 4700 euros. Sobre estes valores incide ainda o IRS (imposto sobre o rendimento), numa taxa que é inferior à dos trabalhadores que estão no activo e que depende do escalão e de outros rendimentos. Também há contribuições para a ADSE (sistema de saúde da Função Pública).A reforma mais elevada, no valor de 6100 euros mensais, pertence contudo a um alto quadro dos CTT, e corresponde grosso modo ao nível de remuneração mais alta praticada pela empresa sem contar os cargos de administração. Aliás, no próximo mês haverá cinco passagens à aposentação na empresa pública de correios. Na lista das reformas mais avultadas, ou seja acima dos 5000 mil euros por mês surgem cinco magistrados - os procuradores gerais adjuntos António Mota Salgado, Augusto Vale Vasconcelos, Domingos Costa Padrão e Guilhermina Marreiros e juiz desembargador, Manuel Silva Freitas, com valores a oscilarem entre os 5400 euros e os quase 5800 euros. Ainda acima do patamar dos 5000 euros de reforma por mês, está também o presidente do Instituto Politécnico de Viseu, João Pedro Barros". Um tema também desenvolvido hoje pelo Correio da Manhã, num texto do jornalista António Sérgio Azenha, aqui.
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