quinta-feira, setembro 04, 2008

Glaciares derretem a velocidade recorde e neve no Quénia!

As pessoas tem que passar a dar mais atenção às questões ambientais:
- Aquecimento global - O ritmo anual a que derretem os glaciares duplicou desde o início do século e só em 2006 registaram-se perdas sem precedentes. Reduções nas emissão de gases são urgentesPodem desaparecer já este século em zonas de montanha, alerta estudoOs glaciares estão a derreter a uma velocidade recorde desde o início deste século, segundo um estudo apresentado durante a vigésima nona reunião do Grupo Intergovernamental sobre as Alterações Climáticas (IPCC), que está a decorrer em Genebra. Segundo o Jornal 20 minutos, o ritmo anual a que derretem os glaciares duplicou e em 2006 registaram-se perdas de gelo sem precedentes. "Se esta tendência continuar e os governos não estiverem de acordo sobre as novas reduções de gases na reunião em Copenhaga em 2009, é possível que os glaciares desapareçam em muitas zonas de montanha durante este século", adverte o estudo.Apesar de os fenómenos de degelo já se verificarem desde as últimas décadas do século passado, foi nestes primeiros oito anos do actual que o ritmo acelerou, refere por seu lado o El Mundo. E sublinha que as perdas históricas de 1998 já foram superadas por três vezes: em 2003, 2004 e 2006. O relatório revela que os degelos de 2004 e 2006 foram duas vezes mais relevantes que os de 1998, salienta o diário espanhol (fonte: DN de Lisboa);

- El deshielo de Groenlandia hará subir el nivel del mar tres veces más de lo previsto, da autoria do jornalista José Manuel Nieves: "El deshielo de Groenlandia, la segunda reserva mundial de hielo continental del planeta después de la Antártida, podría estar produciendose a una velocidad muy superior de lo que se pensaba. Y lo que es peor, los científicos parecen haber subestimado hasta ahora en sus predicciones las consecuencias de ese deshielo. En especial las que se refieren al incremento del nivel de los océanos que sería, según los nuevos datos, muy superior al previsto. En un artículo que publica hoy la revista Nature Geoscience, un equipo de investigadores dirigido por el geólogo Anders Carlson, de la Universidad norteamericana de Wisconsin-Madison, asegura que el nivel del mar subirá durante el próximo siglo, como consecuencia del deshielo de Groenlandia, entre dos y tres veces más de lo que se creía. «No estamos hablando de algo catastrófico -asegura el propio Carlson- pero hemos podido comprobar que existe una respuesta mucho mayor, en términos de incremento del nivel del mar como consecuencia del deshielo de Groenlandia, de lo que estaba previsto para los próximos cien años». El nivel del mar subirá durante el próximo siglo, como consecuencia del deshielo de Groenlandia, entre dos y tres veces más de lo que se creía. Para llegar a estas conclusiones, Carlson ha trabajado junto a un equipo internacional de investigadores entre los que se encuentran expertos de la NASA, del Instituto Tecnológico de California, del Instituto Oceanográfico Woods Hole y de las universidades de New Hampshire (EE.UU.) y British Columbia (Canadá).La ciencia no termina aún de ponerse de acuerdo sobre cuál será la contribución de la fusión de la plataforma de Groenlandia (una masa de hielo terrestre que cubre una superficie de un millón setecientos mil kilómetros cuadrados) a los cambios en el nivel de los océanos" (fonte: ABC, Espanha);
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- Enorme bloco de gelo separa-se de glaciar no Ártico - O bloco, com 50 quilómetros quadrados de área, começou a separar-se em Agosto da ilha Ellesmere (veja aqui a notícia da RTP sobre este assunto);
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- Neve no Quénia - Pela primeira vez nevou no Vale de Rift, no Quénia (veja aqui a notícia da RTP sobre este assunto);
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- Oceano mais quente torna furacões mais violentos, texto de Susana Salvador - "A alteração de um grau centígrado na temperatura da água dos oceanos resulta num aumento da frequência global de grandes ciclones de 13 para 17 por ano, ou seja, mais 31%. Actualmente, há quatro tempestades activas no Atlântico norteAnálise baseada nos dados de 1981 a 2006O Gustav ainda faz estragos nos EUA, o Hanna ameaça Cuba e a República Dominicana depois de deixar mais de 25 mortos no Haiti, o Ike está a ganhar força no Atlântico e o Josephine acabou de se formar. Este é um ano particularmente activo no que diz respeito a tempestades tropicais e furacões que, segundo um estudo publicado hoje na Nature, estão a tornar-se mais violentos com o aquecimento das águas. Os cientistas das universidades da Florida e do Winsconsin calculam que o aumento de um grau centígrado na temperatura das águas resulta num aumento da frequência global de grandes ciclones de 13 para 17 por ano, ou seja, mais 31%. Os investigadores analisaram os dados estatísticos sobre os ciclones tropicais, que recebem o nome de furacão na América e de tufão na Ásia, num período de 25 anos (1981-2006)" (fonte: DN de Lisboa);
- El cambio climático se ceba con el ártico canadiense - "Una placa de hielo del tamaño de Manhattan se ha desprendido de la Isla de Ellesmere, en el norte de Canadá, ha podido comprobar un grupo de investigadores. Según su estudio, el cambio climático ha provocado que las cinco grandes capas de hielo, de más de 4.000 años, que componen esta isla canadiense se hayan reducido un 23%, unos 214 kilómetros cuadrados, sólo durante este verano.Según estos científicos canadienses, este fenómeno es sólo prueba de los "importantísimos cambios" que el calentamiento impondrá a toda la especie humana. "Los modelos climáticos indican que las transformaciones más relevantes, más serias, se producirán antes en las latitudes más al norte", indicó Warwick Vincent, director del Centro de Estudios del Norte en la Universidad Laval de Québec" (fonte: El Pais)

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