- José Sócrates atribui melhoria dos resultados a políticas que apostam na Educação - Segundo o Publico, "o primeiro-ministro, José Sócrates, atribui os bons resultados obtidos no ano passado no ensino básico e secundário às políticas que apostam na Educação, salientando que a escola pública receberá nos próximos meses o "maior investimento público de sempre".O primeiro-ministro e a ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, apresentaram hoje perante os membros do Conselho de Escolas os resultados escolares do ano lectivo 2007/08, segundo os quais a taxa de chumbos no ensino básico e secundário atingiu este ano o valor mais baixo da última década, com a maior diminuição a registar-se no terceiro ciclo. Sócrates destacou que a Educação tem este ano a oportunidade que esperava há muito tempo, realçando que "nos próximos meses o Estado vai investir nas escolas 400 milhões de euros para realizar o plano tecnológico", um investimento "que nunca aconteceu no passado" e que permitirá instalar vídeo-vigilância, o cartão do aluno e equipar as escolas com material informático, com quadros interactivos e computadores";
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- Chumbos no básico e secundário atingiram este ano o valor mais baixo da última década - Li no Publico de hoje que a "taxa de chumbos no ensino básico e secundário atingiu, no ano lectivo 2007/08, o valor mais baixo da última década, com a maior diminuição a registar-se no terceiro ciclo, segundo dados do Ministério da Educação (ME). A melhoria de resultados verificou-se em todos os níveis de ensino, com os números da retenção a descerem até aos 22,4 por cento no secundário (menos 3,5 pontos percentuais do que no ano anterior) e aos 8,3 por cento no básico (menos 2,5). A maior queda registou-se no nono ano, onde os chumbos caíram 7,5 por cento, ficando-se pelos 14,3. A diferença pode ser explicada pela diminuição das negativas no exame nacional de Matemática do terceiro ciclo, que baixaram quase 30 pontos percentuais. Na prova que a Associação de Professores de Matemática acusou este ano de ser demasiado fácil, 45 por cento dos alunos tiveram nota negativa, um resultado melhor do que o alcançado em 2006/07, quando 72,2 por cento dos estudantes tiveram o mesmo desempenho. É no primeiro ciclo que a redução nos chumbos foi menor, 0,3 por cento, passando de 4,2 para 3,9 por cento. No entanto, o segundo ano destaca-se com uma taxa de retenção bastante superior, em relação aos restantes anos deste nível, de 7,4 por cento. “Há alguns problemas no segundo ano. Há muito trabalho a fazer”, reconheceu a ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, citada pelo Correio da Manhã";
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- Professores e pais desvalorizam novos dados e continuam preocupados com o insucesso escolar - Segundo o Publico, "professores e pais desvalorizam dados apresentados pelo Ministério da Educação e afirmam continuar preocupados com o insucesso escolar.O secretário-geral da Federação Nacional dos Sindicatos de Professores (FNE), João Dias da Silva, afirmou que os resultados que indicam que a taxa de chumbos no ensino básico e secundário atingiu este ano o valor mais baixo da última década não chegam a ser "uma boa notícia". "Não tive acesso ainda a todos os dados mas para a FNE o mais preocupante é o aumento dos níveis de insucesso na transição de ciclo", disse."Daquilo que fica dos números e numa primeira apreciação genérica o que é preocupante é que, quando a escola tem de certificar que o aluno adquiriu um conjunto de conhecimentos e competências que permitem transitar de ciclo, os resultados escolares pioraram", afirmou.Por seu turno, o vice-presidente da Confederação Nacional da Associações de Pais (CONFAP), António Amaral, disse que alguns valores das taxas de retenção no básico e secundário continuam a ser "preocupantes", apesar de os chumbos terem diminuído em todos os níveis de ensino";
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- Portugal é segundo país da OCDE com mais empregados sem qualquer qualificação - Noticiou hoje a Lusa que "cerca de 60 por cento da mão-de-obra em Portugal não tem qualquer formação específica, sendo apenas ultrapassada, entre 27 países da OCDE, pela Turquia, onde aquele indicador se situa nos 64 por cento, revela um relatório internacional.Os indicadores mais recentes da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), elaborados com base em dados de 2006, colocam ainda Portugal nos últimos lugares quanto à percentagem de trabalhadores com formação superior (cerca de 13 por cento), a par da Itália e só à frente da Turquia (pouco mais de dez por cento).No topo desta tabela surge o Canadá, onde sensivelmente metade dos empregados formou-se em universidades, seguido de Israel (46 por cento) e os Estados Unidos (39).Quanto à mão-de-obra especializada, Portugal é também o penúltimo, com 28 por cento, de novo apenas à frente da Turquia (cerca de 25 por cento), e no lado oposto da Holanda, com um pouco mais de 50 por cento, da Austrália (à volta de metade) e da Suíça (48 por cento)";
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Recordando: OCDE aponta Portugal como exemplo a seguir na área do Ensino
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