Esta semana o Airbus 319 no qual viajei para Lisboa tinha a particularidade - confesso que foi a primeira vez que tal me aconteceu com esta amplitude - como comandante a "comandante Joana". Mas para que os "machões" ou simpatizantes do chamado "sexo forte" se sentissem ainda mais frustrados, a co-piloto era também era uma jovem mulher. Aquele avião da TAP com destino a Lisboa e que me parece que seguia viagem para Amsterdam era um avião claramente impróprio para os tais "machões" de outros tempos que ainda acreditam que nos tempos que correm há "sexo forte" e "sexo fraco". Roam-se de inveja os que nunca se sentarão num cockpit.
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